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terça-feira, março 20, 2018

Circuito #CulturaGeraFuturo percorrerá as cinco regiões do Brasil para capacitar produtores culturais e gestores públicos




Por Alexandre Barreto*



Em janeiro o Ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão lançou a campanha "Cultura gera valor". O objetivo é mobilizar a sociedade para compreensão da Cultura como um ativo que gera emprego, renda, inclusão e que promove um desenvolvimento mais justo e sustentável.

Uma das ações é o Circuito #CulturaGeraFuturo. Segue abaixo informações do site da campanha.


Circuito percorrerá as cinco regiões do Brasil, entre abril e julho, com objetivo de capacitar produtores culturais e gestores públicos
15 de Março de 2018


O Ministério da Cultura (MinC) vai percorrer as cinco regiões do Brasil, entre abril e julho, com o Circuito #CulturaGeraFuturo, que tem o objetivo de capacitar produtores culturais e gestores públicos para lidar com os mecanismos de fomento à cultura disponíveis no Governo Federal. Equipes do MinC estarão nas 27 capitais brasileiras, levando orientações sobre a Lei Rouanet, a Lei do Audiovisual, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e outros mecanismos. Haverá também um módulo voltado a patrocinadores.

Durante o lançamento do Circuito #CulturaGeraFuturo, nesta quinta-feira (15), em São Paulo, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, anunciou que a primeira capital a receber o evento será Macapá (AP), no próximo dia 2 de abril. O Amapá foi um dos três estados onde não houve captação de recursos via Lei Rouanet em 2017. Os outros foram Acre e Roraima. “Queremos mudar este cenário e ampliar o uso dos mecanismos de fomento à cultura em todas as regiões. Vamos capacitar e estimular proponentes e gestores públicos, qualificar projetos e atrair mais patrocinadores”, disse o ministro.

Em 2018, há R$ 1,35 bilhão para a Lei Rouanet; cerca de R$ 300 milhões para a Lei do Audiovisual; e cerca de R$ 1,2 bilhão para o programa #AudiovisualGeraFuturo, via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, José Paulo Soares Martins, destacou a importância do contato direto com quem atua e investe na cultura. “Não se administram mecanismos de fomento importantes como esses ficando apenas num gabinete em Brasília. É preciso conhecer de perto a realidade do País”, disse Martins.

Os encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo terão formato de seminário, com duração prevista de um dia em cada capital. Uma equipe da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, responsável pela gestão da Lei Rouanet, explicará como funciona este que é o principal mecanismo de fomento à cultura do País, orientando os participantes e tirando dúvidas sobre a apresentação de projetos.

Depois, técnicos da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e da Secretaria de Audiovisual (SAv) do MinC falarão sobre as oportunidades no campo do audiovisual, inclusive os novos editais do programa #AudiovisualGeraFuturo, lançados em fevereiro e março, que contam com R$ 551 milhões do FSA. Também participarão técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e de outras áreas. O ministro também participará de diversas etapas.


Conheça o site da campanha #CulturaGeraFuturo



Veja a apresentação do circuito


Calendário de encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo:
(a
s datas poderão sofrer alterações)

02 de abril – Macapá (AP)
06 de abril – Fortaleza (CE)
09 de abril- Brasília (DF)
13 de abril – Porto Velho (RO)
16 de abril – Rio Branco (AC)
20 de abril- Belo Horizonte (MG)
23 de abril – Maceió (AL)
26 de abril – Florianópolis (SC)
04 de maio – Curitiba (PR)
07 de maio – Natal (RN)
11 de maio – Campo Grande (MS)
18 de maio – João Pessoa (PB)
21 de maio – Porto Alegre (RS)
25 de maio – Rio de Janeiro (RJ)
28 de maio – Salvador (BA)
08 de junho -Palmas (TO)
11 de junho – Goiânia (GO)
15 de junho – Aracaju (SE)
18 de junho – Recife (PE)
22 de junho – Belém (PA)
26 de junho – Vitória (ES)
29 de junho – Boa Vista (RR)
02 de julho – Manaus (AM)
06 de julho – São Luís (MA)
09 de julho – Teresina (PI)
13 de julho – Cuiabá (MT)
16 de julho – São Paulo (SP)


Fonte: http://culturagerafuturo.com/circuito-culturagerafuturo-estara-em-27-capitais/


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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

sexta-feira, dezembro 22, 2017

Artista, você tem alguma dor de cabeça para vender shows?





Por Alexandre Barreto*



Artistas cada vez mais entendem a necessidade de organizar melhor sua forma de interagir com o mercado. Na medida em que começam a planejar melhor suas atividades, percebem que existem uma série de atividades que fazem parte de sua carreira, além de compor, tocar e cantar. É preciso estruturar sua assessoria de comunicação. É preciso construir uma audiência. É preciso fazer projetos. É preciso promover o seu trabalho. É preciso fazer shows. É preciso fazer vídeos. É preciso ensaiar em estúdio. É preciso construir alianças. Tudo ao mesmo tempo. Some-se a isso mais um fator que toma tempo: realizar atividades profissionais fora da música para garantir uma melhor sustentabilidade.



Falta de tempo, cachês baixos, baixa exposição na mídia. Essas e outras dores afligem o dia a dia dos artistas. Essas e outras dores dificultam se conseguir manter uma agenda regular de shows.



Pensando nessas "dores" surgiu o projeto Musical Work. 



Musical Work é uma iniciativa empreendedora que foi selecionada para o programa de pré-aceleração de empresas inovadoras e startups, realizado pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Acre, em 2017.

Consultor Yuri Gitahy ministrando workshop na Biblioteca da Ufac


Hoje completamos um mês de pré-aceleração. Neste curto espaço de tempo, assistimos workshops e palestras com Yuri Gitahy (fundador da Aceleradora, primeira aceleradora de startups do Brasil), Alex Lima (membro do SebraeLab do Acre), Gustavo Gorestein (co-fundador das plataformas Poup e Bxblue), Tatiana Pezoa e Horacio Poblete (co-fundadores da Trustvox), Victor Hugo (fundador da Trackage), Camila Farani (Shark Tank Brasil), entre outros. Muito conteúdo. Uma imersão nos conceitos de empreendedorismo, inovação, lean startup, modelos de negócios, validação, inside sales, inbound marketing, growth hacking. 



Empreendedores do programa de pré-aceleração com Gustavo Gorestein


Neste momento estamos trabalhando as validações iniciais. Queremos entender como os artistas percebem as dores do dia a dia. Se você é artista e tem problemas relacionados a venda de seus shows, nós queremos conhecer as suas dores. Nós queremos conhecer os seus problemas.

Entre em contato pelo Facebook , whatsapp (21) 97627-0690 ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com


(texto originalmente postado no blog Musical Work)



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, março 21, 2017

Conheça o livro "Por um Brasil Criativo" organizado por Cláudia Leitão e Ana Flávia Machado



"Por um Brasil Criativo" organizado por Cláudia Leitão e Ana Flávia Machado se dirige à discussão conceitual, ao estudo da metodologia, ao impacto das ações no território e às demandas postas ao setor educacional




Por Alê Barreto*


Recebi hoje uma excelente notícia, compartilhada no Facebook pelo Romulo Avelar: tem novo livro sobre o tema economia criativa disponível na rede. Trata-se do livro "Por um Brasil Criativo" organizado por Cláudia Leitão e Ana Flávia Machado.


A obra é composta pelos seguintes textos:

1 - Uma economia política da cultura e da criatividade

César Bolaño (UFS), Ruy Sardinha Lopes (USP) e

Verlane Aragão Santos (UFS)


2 - Economia Criativa: mediação entre cultura e desenvolvimento

Bárbara Freitas Paglioto (UFMG)


3 - Economia da Cultura e Economia Criativa: consensos e dissensos

Ana Flávia Machado (UFMG)


4 - A produção de informação sobre os campos cultural e criativo brasileiro

Cristina Lins


5 - Metodologias alternativas para tratar a Economia Criativa: análise de redes sociais Rodrigo Cavalcante Michel (UFMG)


6 - Cultura, criatividade e desenvolvimento territorial: reflexões sobre Redes e Sistemas Produtivos de Economia Criativa

Luiz Antônio Gouveia Oliveira (IBGE)


7 - Economia Criativa e educação: desafios, reflexões e novos caminhos

Luciana Lima Guilherme (UFRJ) e Raquel Viana Gondim (UNIFOR)


8 - No limiar do novo: desafios para o financiamento da Economia Criativa no Brasil

Marco Acco (UFPB)


9 - Os "pouco criativos" incentivos fiscais para a cultura brasileira

Luma Cavaleiro de Macedo Scaff e Fernando Facury Scaff (USP)



Baixe o livro



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quinta-feira, fevereiro 09, 2017

"A cultura não é algo que possa ser considerado supérfluo", afirma Roberto Freire, novo Ministro da Cultura


Roberto Freire aposta no incentivo ao livro e à leitura



Por Alê Barreto *



"A cultura não é algo que possa ser considerado supérfluo". Esta frase me chamou atenção ao assistir Roberto Freire no programa "É Notícia" do Uol. A fala do ministro parece trazer um sopro de esperança para uma retomada da gestão pública das atividades culturais no país, nestes tempos de crise.








Mesmo sabendo que continua sendo uma das pastas com menos recursos no orçamento da União, o posicionamento do ministro é importante num momento em que estados extinguem fundações, TV e rádio públicas e secretarias são fusionadas à outras pastas.




Luciana Modé, coordenadora do Observatório Itaú Cultural, falou
no programa "Repórter São Paulo" sobre seminário promovido para discutir a Economia da Cultura



Roberto Freire falou também sobre a retomada dos trabalhos de mensuração da Economia da Cultura no Brasil. Veja o que existe de pesquisas e indicadores da cultura e assista a palestra da especialista Cristina Lins.






Outra boa notícia é o entusiasmo do ministro com a leitura. Roberto enfatizou a importância de se incentivar mais o livro e à leitura. Por fim, abordou também temas polêmicos, como o fim do Ministério da Cultura, o episódio da saída do Ministro Marcelo Calero e impactos da delação da Odebrecht no atual governo federal.


Assista a entrevista do Ministro Roberto Freire.



Nota importante: este blog não tem vinculação com partidos políticos ou governos.





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quinta-feira, janeiro 05, 2017

Como entender de forma ampla os setores artísticos, criativos e culturais?


Cristina Lins fala sobre estudos sobre Economia da Cultura




Por Alê Barreto *


Em dezembro foi disponibilizado na página do Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais a excelente apresentação que a Cristina Lins fez no evento "Economia da Cultura: Caminhos para o Desenvolvimento" que aconteceu no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, em novembro de 2016. Cristina Lins é economista, mestre em estudos populacionais e pesquisas sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas, trabalhou no IBGE e consultora do Ministério da Cultura. Tive a oportunidade de ser seu aluno na disciplina "Pesquisa de Mercado e de Opinião" no MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes.


A apresentação "O Estado da Arte dos Estudos sobre Economia da Cultura" mostra um panorama com referências internacionais e o que tem sido feito no Brasil. Tem tradução para LIBRAS.







Assista o vídeo


Conheça a página do Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais



Leia também: 

Mais de 80 milhões de pessoas estão esperando seu projeto para começar a ler





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quinta-feira, novembro 10, 2016

Boas notícias: mesmo em meio a crise, setores criativos se articulam no Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais






Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Historicamente a maior parte das pessoas dos setores criativos brasileiros possuem dificuldade em dialogar com seus pares, quando o assunto é política pública. Mas mesmo em meio a crise que estamos vivendo no Brasil, as boas notícias começam a aparecer. 

O Jornal O Globo publicou em junho a matéria "Com participação de 80 instituições, fórum discute Lei Rouanet em SP", na qual foi informado que representantes de mais de 90 instituições e entidades de classe ligadas à cultura de várias partes do Brasil se reuniram no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, para participar do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais. No texto, Eduardo Saron, diretor-geral do Itaú Cultural, um dos articuladores do encontro, destacou a participação de mais de 100 gestores culturais.


Diálogos setoriais


Sabemos que não é a primeira vez que se realizam reuniões públicas com a participação de pessoas dos setores culturais. Entre os anos de 2003 e 2008, houve um processo muito intenso de retomada dos diálogos com os setores culturais brasileiros, na gestão de Gilberto Gil. A ideia era estimular ações nas três dimensões da Cultura (simbólica, cidadã e econômica). Nas dimensões simbólica e cidadã, mudou-se muita coisa. Mas pouco se avançou nos debates e, principalmente nas ações, relacionadas a dimensão econômica da cultura. Isso é uma opinião minha. Excetua-se aqui o trabalho desenvolvido relacionado a construção do Sistema de Informações e Indicadores Culturais (ver palestra da Cristina Lins, consultora, uma das maiores especialistas sobre este tema no país), o Programa de Capacitação em Projetos Culturais (e suas versões posteriores, que inclusive inspirou capacitações realizadas em alguns estados brasileiros) e a Secretaria de Economia Criativa por Cláudia Leitão (ver o Plano da Secretaria de Economia Criativa 2011-2014 e o Relatório de Gestão 2011-2013).



Cláudia Leitão falando para o Criaticidades


Se por um lado os Fóruns, Câmaras Setoriais, as Conferências Nacionais de Cultura e os Sistemas (Sistema Nacional de Cultural, Sistema Estadual de Cultura e Sistema Municipal de Cultura) possibilitaram uma participação ampla da sociedade, por outro não lograram atrair a atenção de grande parte dos agentes das cadeias produtivas da economia criativa. Além disso, todos os programas implementados pelos sistemas públicos encontraram em algum momento os seguintes obstáculos: a falta de formação dos profissionais para gestão de ações e espaços culturais, falta de formação para gerenciar convênios e recursos públicos, falta de formação para lidarem com a questão da busca da sustentabilidade e a limitação da ideia de sustentabilidade associada somente a participação em editais (públicos ou privados) ou tentativa de viabilizar projetos através das Leis de Incentivo.



Tais obstáculos continuam até hoje, mas se agravaram com a crise política brasileira. Boa parte da atenção das pessoas foi (e ainda está) direcionada para um destes dois pólos: apoiar o Impeachment ou manifestar-se politicamente contra o Impeachment. Some-se a isso o fato do novo Governo Federal ter tomado a atitude de extinguir o Ministério da Cultura, alegando para isso a necessidade de reduzir custos, mesmo sabendo que o orçamento do Ministério da Cultura era uma das menores pastas do governo (decisão que foi obrigado a reverter, devido a grande pressão política exercida pelos setores culturais).

É importante salientar que não há um consenso de que o melhor órgão governamental para fomentar a cultura no país seja um ministério. Há quem fale sobre a possibilidade de se estabelecer uma agência, similar a ANCINE.


Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais


Em meio a essa trovoada, a atitude de criação do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais parece chegar em muito boa hora e ser uma ação propositiva necessária. É preciso que haja uma agenda concreta para disputa dos espaços políticos, o que permitirá que o Estado, seja na instância federal, estadual ou municipal, entenda que a Cultura não é um supérfulo que necessita ser eliminado dos orçamentos, mas sim, juntamente com educação, saúde, segurança, inovação, tecnologia e tantas outras áreas, um setor que cria condições para o desenvolvimento.



Odilon Wagner, ator e presidente da Associação dos Produtores Teatrais Independentes (APTI), afirmou a importância da representação política e de uma agenda propositiva: "(...) Para mim, os pontos mais importantes são investir na economia da cultura e na representação política. Temos a bancada da bala, a bancada evangélica, do agronegócio, da bola. Onde está a bancada da cultura? Não tem, mas precisamos trabalhar para ter".


E o Fórum já vem num curto espaço de tempo demonstrando a que veio. Já manifestou que em sua agenda estão a reforma da Lei Rouanet, reformulação da Fundação Nacional de Artes (Funarte), propostas apresentadas aos candidatos a prefeito nas últimas eleições, a criação de um mapa do impacto da economia da cultura no país, o reconhecimento da profissão de gestor cultural como categoria do Código Brasileiro de Ocupações e um censo das entidades participantes do fórum.


Economia da Cultura: caminhos para o desenvolvimento

Dia 16 de novembro, o Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais realizará das 9h30 às 18h o encontro "Economia da Cultura: caminhos para o desenvolvimento" no Auditório Ibirapuera. No evento, serão apresentados indicadores e informações estatísticas sobre a cadeia produtiva de setores relevantes da cultura e projetos culturais que transformaram socioeconomicamente realidades de várias regiões do Brasil. Acontecerá ainda uma mesa de debate sobre os desafios e as oportunidades para a construção de uma política para a economia da cultura no país.


As inscrições podem ser realizadas aqui, gratuitamente.

Economia da Cultura: Caminhos para o Desenvolvimento
quarta 16 de novembro de 2016

as 8h (credenciamento) às 18h

Auditório Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Parque Ibirapuera, Portão 2 – São Paulo/SP)

Entrada gratuita

Programação

8h às 9h30

Credenciamento

9h30 às 9h40

Abertura institucional

com Eduardo Saron (Itaú Cultural)

9h40 às 10h

Palestra: Economia da Cultura I

com João Leiva

Fala-se sobre o potencial de público que existe na cultura e a relevância de termos indicadores capazes de orientar o seu fortalecimento e a ação do setor público.

10h às 11h30

Produção de Estatísticas e Informações em Economia da Cultura

com Cristina Lins (ex-IBGE e consultora do MinC), André Limpi (Apex Brasil), Rosana dos Santos Alcântara (Ancine) e Mansur Bassit (Câmara Brasileira do Livro)

mediação de João Leiva

Conversa sobre dados quantitativos para o setor cultural e indicadores de impacto da conjuntura político-econômica nos mercados audiovisual, editorial e de exportação da arte e da cultura brasileiras.

11h30 às 13h

Cases: Economia da Cultura

com Antonio Grassi (Instituto Inhotim), Alemberg Quindins (Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri) e maestro Fábio Gomes de Oliveira (Grandes Musicais)

mediação de Maria Ignez Mantovani

Apresentação de estratégia, processos de desenvolvimento e aprendizados de instituições e projetos culturais.

13h às 14h30

Almoço

14h30 às 15h

Palestra: Economia da Cultura II

com Ana Carla Fonseca

15h às 16h30

Cases: Centralidade da Cultura

com César Piva (Polo Audiovisual Zona da Mata), Ruth Buarque (Associação Pracatum) e Jailson de Souza (Observatório das Favelas)

mediação de Ana Carla Fonseca

presentação de projetos culturais e seus impactos socioeconômicos.

16h30 às 18h

Debate: Oportunidades para Construção de uma Política para a Economia da Cultura

com Cláudio Lins de Vasconcelos (Secretaria de Economia da Cultura/MinC), Leandro de Carvalho (Secretaria da Cultura – MT), Guilherme Afif Domingos (Sebrae) e Patrícia Zendron (BNDES)

mediação de Eduardo Saron

A conversa reflete sobre como as várias esferas de atuação institucional podem contribuir para a criação de políticas que fortaleçam o sistema produtivo cultural.





Fontes:


Jornal O Globo
http://oglobo.globo.com/cultura/com-participacao-de-80-instituicoes-forum-discute-lei-rouanet-em-sp-19571745

Portal Itaú Cultural
http://www.itaucultural.org.br/observatorio-noticias/economia-da-cultura-caminhos-para-o-desenvolvimento/



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quarta-feira, junho 01, 2016

Atividades culturais também movimentam a economia




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



O jornalista Fábio Prikladnicki e o Jornal Zero Hora estão de parabéns pela reportagem "Como a cultura movimenta a economia e uma cadeia produtiva"

A reportagem menciona em seu início o seguinte: "quando o presidente em exercício Michel Temer anunciou a extinção do Ministério da Cultura (MinC), pouco depois de assumir o governo, parte da população comemorou a decisão nas redes sociais, partindo de uma visão segundo a qual artistas seriam espécies de parasitas que vivem exclusivamente de verba governamental e não movimentam a economia".

Embora essa visão equivocada de muitos cause perplexidade às pessoas que trabalham com arte, comunicação, cultura e entretenimento, setores da chamada "economia criativa", a percepção da arte e da cultura como geradoras de atividade econômica ou como possibilidades de trabalho é ainda algo novo no mundo todo, fato que discuto em meu novo livro "Carreira Artística e Criativa" (veja neste link como adquirir o livro).

Leia a reportagem "Como a cultura movimenta a economia e uma cadeia produtiva" na íntegra, no portal do Jornal Zero Hora


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INSCRIÇÕES PARA O CURSO "GESTÃO DE CARREIRAS ARTÍSTICAS E CRIATIVAS" 04 DE JUNHO EM PORTO ALEGRE




DIRETO NO SITE https://www.sympla.com.br/curso-gestao-de-carreiras-artisticas-e-criativas-incluindo-informacoes-para-venda-de-shows__66566
 


(21) 97627-0690
alebarreto@gmail.com
https://www.facebook.com/alexandre.barreto.73




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quinta-feira, agosto 04, 2011

Começar a fazer: o lugar para trabalhar está mais perto do que você imagina




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Agradecimento pelo momento especial: ontem chegamos 600 seguidores do Produtor Cultural Independente. É um prazer e uma alegria muito grande estar em rede com um grupo tão criativo, diverso e de pessoas que acreditam que podemos construir nossos sonhos! Isso é um estímulo para que eu continue a compartilhar o meu aprendizado com todos vocês!

Muito obrigado!

Alegria, criatividade e esperança movem o mundo!


Vamos ao texto de hoje!

Terça passada, voltando do MBA em Gestão Cultural, sentei no ônibus e encontrei um jornal dobrado. Abri. A cobradora me perguntou: "é de hoje?". Fui ver. Era a Tribuna de Minas do dia 16 de julho. A cobradora fez uma cara do tipo "tá vencido".

Comecei a folhear o jornal, pois jornais e revistas diárias, semanais, mensais, etc., sempre tem conteúdos que podem ser lidos após a data.

Encontrei então na página 8 a seguinte matéria: "Estudo mostra redução da migração no Brasil. Rio de Janeiro e São Paulo deixaram de ser importadores e passam a ser exportadores de moradores". A percepção que temos sobre "o que é Brasil" está mudando.

No texto "Boa notícia: 73,3 % dos municípios brasileiros podem se desenvolver dinamizando a cadeia produtiva da cultura", comentei que de acordo com a publicação "Indicadores Sociais Municipais : Uma análise dos resultados da amostra do Censo Demográfico 2000", a maioria dos municípios possue até 20.000 habitantes. Então o Brasil não é só as grandes capitais. O Brasil é uma espécie de "arquipélago" onde a maior parte das ilhas são pequenos municípios de até 20.000 habitantes.

Então, me pergunto: "lugar para trabalhar é só no RJ e SP"? Que fique bem claro que o questionamento é para estimular a sua iniciativa, estimular você a começar a fazer. Adoro o RJ. Quero cada vez mais ir a SP. E quero que todo mundo entenda que criarmos redes de trabalho entre os municípios e dentro dos municípios é algo possível de fazer agora. Hoje. No curto prazo. Para começar, não é preciso primeiro ter que ser aprovado no RJ e em SP. Eu moro no RJ, mas comecei em Porto Alegre. Se arrumei trabalho no RJ no Grupo Nós do Morro, é porque o que realizei em Porto Alegre foi relevante.

Para que a quinta-feira fique mais produtiva e prazerosa, pare de procurar o "melhor lugar", a "cidade mais favorável", o "estado mais desenvolvido", para fazer o que você acredita, para exercer a sua criatividade. A maior parte das cidades do Brasil encontra-se na mesma situação.

O lugar para trabalhar está mais perto do que você imagina!

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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

terça-feira, dezembro 14, 2010

Estado do Ceará cria Instituto de Economia da Cultura para potencializar a cadeia produtiva cearense




Por Alê Barreto*


Na maior parte dos estados brasileiros (inclusive RJ e SP), ainda não é muito comum a cultura ser vista como negócio. Em função disso, raras vezes recebe espaço no editorial de um jornal. Na sexta-feira passada o jornal Diário do Nordeste deu destaque para a cultura em seu editorial ("Cultura como negócio") e no Caderno 3, com a excelente matéria "A arte como negócio", produzida por Mayara de Araújo, sobre o trabalho que a Secretaria de Cultura e a ONG Embaixada Social estão realizando no estado do Ceará.

No editorial, uma pista para todos que desejam trabalhar com cultura ou ampliar suas atividades:

"No mercado, entender seu próprio ofício não é o suficiente: é necessário, também, compreender o funcionamento do mercado. Para tornar-se rentável, o ofício deve tornar-se profissão e, assim, atender a certos padrões de atuação, atendimento e relação com clientes e parceiros".

Na matéria, um conselho importantíssimo de Jonhson Sales, coordenador do projeto "Instituto Economia da Cultura", que pode orientar empreendedores que estão buscando a sustentabilidade de suas ações:

"De imediato, não dá para atender a todos. Priorizamos grupos mais organizados, com mais tempo de atividade. Uma vez selecionados, criamos ferramentas para auxiliá-los. Os grupos estruturados podem mobilizar e ajudar outros. Essas pessoas não podem ficar na dependência nem da Secult, nem da Embaixada Social e muito menos de financiadores".

Leia a matéria na íntegra

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Começa amanhã o curso "Aprenda a Organizar um Show" em Porto Alegre



Através da parceria com a gestora cultural Janaína Magalhães e o apoio do Santander Cultural, começa amanhã a 11ª turma do curso "Aprenda a Organizar um Show".

A última turma do curso foi realizada na Unisinos e o curso já circulou pelos estados do RJ, DF, GO, AC e MG.

Como participar: entre em contato e faça sua inscrição com a Janaína Magalhães (51)9115-5321 ou janaina.cultur@gmail.com

Saiba mais

Agradeço a divulgação que está sendo realizada pela Porto Web, pelo Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre e pelo Observatório de Cultura da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre.

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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. Gosta de planejar e de meter a mão na massa. É também autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Trabalha sua presença digital saudável nos blogs Alê Barreto, "Aprenda a Organizar um Show" e Encantadoras Mulheres.

Recomenda a todos que conheçam a Associação Brasileira de Gestão Cultural e o SEBRAE.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)


alebarreto@gmail.com

sexta-feira, novembro 19, 2010

Ana Carla Fonseca Reis lança o curso "Economia da Cultura e Economia Criativa"




Por Alê Barreto*


Hoje recebi de Ana Carla Fonseca Reis uma ótima notícia: ela está coordenando o curso "Economia da Cultura e Economia Criativa" que será realizado de 4 a 11 de dezembro, no Centro de Estudos de Mídia, Entretenimento e Cultura - CEMEC.

Se eu morasse em SP, já estava inscrito. Acompanho o trabalho da Ana Carla desde 2006, época em que estudei seu livro "Marketing Cultural e Financiamento da Cultura" para realizar o meu trabalho de conclusão do bacharelado de Administração de Empresas, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Considero a Ana Carla uma profissional comprometida com a difusão de conceitos necessários para a compreensão do setor cultural de forma sistêmica e sustentável.

Assistam o vídeo. Mais informações sobre o curso.

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".

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sexta-feira, abril 30, 2010

Seminário Internacional Brasil – França: política e gestão cultural – olhares cruzados




Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Tem ocorrido nos últimos anos uma aproximação entre o Brasil e França. Em 2005 tivemos o ano do Brasil na França.



Em 2009 tivemos o ano da França no Brasil, época que inclusive trabalhei na produção executiva da visita da Ministra da Cultura da França Christine Albanel realizada ao Grupo Nós do Morro.

Agora, a Fundação Getúlio Vargas e a Ecole Supérieure de Commerce de Paris (ESCP) organizaram um seminário internacional sobre política e gestão cultural que irá acontecer nos dias 3 a 4 de maio de 2010, na sede da FGV no Rio de Janeiro, com o objetivo apresentar, examinar e discutir, em perspectiva comparada, aspectos do estado da arte da pesquisa e das práticas de planejamento e ação cultural no Brasil e na França, tanto na esfera pública quanto no âmbito privado.

Veja na programação a rede de pesquisadores, especialistas e gestores que irão participar.


Programação

03 de maio de 2010

09:30 - 10:30
Abertura
Ministério da Cultura, Consulado da França, Diretor do CERALE
Diretor Internacional da FGV, Coordenadores do Seminário

10:00 - 10:30
Coffee Break

10:30 - 12:30
Sessão 1 - Política Cultural, ambiente nacional e cena internacional
Política e ação cultural no Brasil - Sr. José Luiz Herencia (Secretário de Política Culturais do MinC)
Cultura e cooperação internacional - Consulado da França

12:30 - 14:00
Intervalo para almoço

14:00 - 16:00
Sessão 2 - Cultura, estado e mercado
Cultura e Desenvolvimento - Prof. Frederico Lustosa (DINT/FGV)
Economia da Cultura - Prof. Paulo Miguez (UFBA) e Prof. Yann Duzert (FGV)
Diversidade Cultural - Prof. José Marcio Barros (UFMG)

16:00 - 16:30
Coffee Break

16:30 - 18:30
Sessão 3 - A Política Cultural
Políticas culturais: estado da arte - Prof. Albino Rubim (UFBA) e Prof. José Carlos Durand (UNICAMP)
Políticas culturais no Brasil - balanços e perspectiva - Profª Lia Calabre (FCRB)
Financiamento da política cultural - Prof. Enrique Saravia (FGV)
Aspectos jurídicos e fiscais - Profª Marie Pierre Fenoll-Trousseau (ESCP)

04 de maio de 2010

09:30 - 13:00 (Coffee Break 11:00 - 11:30)
Sessão 4 - Gestão cultural aplicada I
As especificidades da gestão cultural - Prof. Hermano Roberto Thiry-Cherques (FGV)
Gestão dos bens e atividades culturais - Sr. Marcos Mantoan (CCBB)
Gestão de museus e centros culturais - Ricardo Piquet (Fundação Roberto Marinho)
Gestão cultural no espaço público - Francisco Auto Filho (Secretário de Cultura do Estado do Ceará)

13:00 - 14:30
Almoço

14:30 - 18:00 (Coffee Break 16:00 - 16:30)
Sessão 5 - Gestão Cultural aplicada II
Indústrias midiáticas x indústrias culturais: apresentação de dois campos independentes de pesquisa em gestão - Prof. Ghislain Deslandes (ESCP)
Pesquisa e formação na gestão cultural e de mídia: reflexões para uma abordagem comparada - Profª Marie Pierre Fenoll-Trousseau (ESCP)
A montagem de megaeventos culturais: um meio de projeção no cenário internacional - Profª Florence Pinot (CERALE ESCP)

Informações:

Tel.: (21)3799-6056/6088
E-mail: eventos.dint@fgv.br

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sexta-feira, março 26, 2010

Participe do seminário "Cultura e economia criativa: instrumentos para a construção de uma agenda para as Mercocidades"


Clique na imagem acima para ver como se inscrever


Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Fiquei sabendo esta semana de um importante seminário que irá acontecer aqui no RJ na próxima semana. Vou participar. Seguem abaixo as informações para quem tiver interesse:


SEMINÁRIO
Cultura e economia criativa: instrumentos para a construção de uma agenda para as Mercocidades


DATA
29 e 30 de março de 2010
Rio de Janeiro/RJ


LOCAL
Hotel Novo Mundo
Rua Silveira Martins, 10
Rio de Janeiro - RJ, 22221-000
(0xx)21 2405-7000


OBJETIVO GERAL DO SEMINARIO

• Chamar a atenção de gestores públicos e da sociedade sobre a importância da Cultura como estratégia de desenvolvimento econômico e social nas cidades.
• Valorizar a perspectiva regional (America Latina) e oferecer informações que interessem aos gestores da cultura no âmbito das Cidades (Mercocidades).

As sessões estão organizadas segundo dois grandes focos:

1. PRODUÇAO DE CONHECIMENTO SOBRE A DINÂMICA ECONÔMICA DA CULTURA – CONCEITOS E EXPERIENCIAS;

2. A CULTURA COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL E REGIONAL - ESTUDOS DE CASO


DIA 29/03

MESA 1 – ABERTURA

8:30h

Moderadora: Jandira Feghali (Rio de Janeiro)
Cerimônia de abertura: Coordenação das Mercocidades, Prefeito da cidade, Ministro da Cultura e demais autoridades a definir (40min)

9:30h

Apresentação: Economia criativa como campo de estudo e ação - Principais conceitos e vertentes – Sr. José Alonso - Montevideo

Apresentação: Global entertainment & media outlook 2009-2013 - dados de todo o mundo e regiões sobre o peso econômico das atividades culturais – Sr. Anderson Ramires, Diretor PriceWaterHouseCoopers (30min)

Comissão européia – Aspectos da economia da cultura na Europa – Sr. Jean François Chougnet – Comunidade Européia (30min)

11:00h

Coffee Break


MESA 2 – A CULTURA COMO EIXO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

11:30h

Moderadora: Maria Victoria Alcaraz (Buenos Aires)

Apresentação: Economia criativa como estratégia para o desenvolvimento das cidades e regiões - Fábio Sá Earp, UFRJ (30min)

Apresentação: A dinâmica da cultura integrada à educação e ao turismo e sua contribuição ao desenvolvimento econômico de municípios.” – Dra. Cláudia Castro, Coordenadora de Cultura da Organização dos Estados Iberoamericanos no Brasil (30min)

Apresentação: La dinámica de la cultura en Colombia e su contribución al PIB – Sra. Paula Marcela Moreno Zapata – Ministra da Cultura da Colômbia (30 min)

Apresentação: Ana Carla – tema a ser definido (30 min)

Debate: Jandira Feghali (Rio de Janeiro) e mais um representante de cidade do Mercosul (30min)


14:00h

Almoço


MESA 3 – PATRIMÔNIO E DESENVOLVIMENTO LOCAL

15:00h

Moderadora: Thais Pimentel (Belo Horizonte)

Apresentação: PAC das cidades históricas - Brasil- Histórico das experiências brasileiras – Sr. Luiz Fernando de Almeida, Presidente IPHAN (20min)

Apresentação: Impacto económico del patrimonio del centro histórico con foco em Medellin – Carlos Mario Rodríguez Osorio, Colômbia (20min)

Debate: Washington Fajardo (Rio de Janeiro) e mais um
representante de cidade do Mercosul (30min)


16:30h

Coffee Break


MESA 4 – INSTITUIÇÕES E POLÍTICAS PÚBLICAS DE FOMENTO A ATIVIDADES ECONÔMICAS DA CULTURA

17:00h

Moderador: a definir

Apresentação: O BNDES e o desenvolvimento das atividades econômicas relacionadas à cultura no Brasil – Sra. Luciane Gorgulho, BNDES (20min)

Apresentação: Indústrias Culturais e o desenvolvimento das atividades econômicas relacionadas à cultura em Buenos Aires - Ministério da Produção de Buenos Aires - Sr. Enrique Avogadro, Direção geral de Indústrias Criativas (20min)

Apresentação: O Instituto Catalão de Indústrias Culturais e desenvolvimento das atividades econômicas relacionadas à cultura na Catalunha – Sr. Edgar García, Instituto Catalán de Industrias Culturales (20min)

Debate: Dois representantes de cidades do Mercosul (20min)

21:00h

Atividade cultural


DIA 30/03

MESA 5 – FLUXO DE BENS E PRODUTOS CULTURAIS

09:00h

Moderador: a definir

Apresentação: UNCTAD - creative economy - report 2008 – Sra. Edna dos Santos, UNCTAD (30min)

Apresentação: Circulação de bens e serviços culturais - o histórico dos esforços do Mercosul - Marcelo Dantas, Diretor de Relações Internacionais do Ministério da Cultura do Brasil (30min)

Debate com dois representantes das Mercocidades (60min)

11:00h

Coffee Break


MESA 6 – COMPARABILIDADE E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL: EXPERIÊNCIAS DOS GRANDES SISTEMAS DE PESQUISA

11:30h

Moderador: a definir

Apresentação: UNESCO Framework for Culture Statistics – Sra. Jurema Machado, UNESCO (20min)

Apresentação: A experiência IBGE e MinC – Cristina Lins – IBGE Brasil (20min)

Apresentação: A experiência da Cartografia do Chile - María Paulina Soto Labbé (20min)

Apresentação: Observatórios – o que são, para que servem, como têm funcionado - Hector Schargorodsky - Observatorio Cultural de la Facultad de Ciencias Económicas de la Universidad de Buenos Aires (20min)


13:00h

Almoço


MESA 7 – PAINÉIS

14:30h

Apresentação: A experiência do distrito criativo de Flanders e a rede global de distritos criativos / Flanders + DC Network – Sra. Sara Pieters (30min)

15:00h

Mercocidades - Próximos passos - Coordenação: Maria Victoria Alcaraz, Buenos Aires (30min)

15:30h

Relatório final

17:00h

Encerramento