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quarta-feira, agosto 24, 2011

Experiência de consumo cultural: OSESP irá transmitir um concerto ao vivo pela internet

Osesp convida para transmissão ao vivo pela internet from Osesp Oficial on Vimeo.




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Tem pessoas que dizem que "ver uma peça de teatro em vídeo não é o mesmo que ver ao vivo". É verdade. Não é a mesma coisa. Mas dá para se "aproximar" de uma parte da experiência.

Com a música isso também acontece. Ir no show ao vivo não é a mesma coisa que assistir um DVD. Mas assistir um DVD traz muita satisfação. É um outro tipo de experiência.

Porque então não pensar na ideia de um show à distância? Isso é mais antigo do que a gente imagina. Todos os shows que você assistiu transmitidos ao vivo pela TV são "shows à distância". Agora isso está começando a ocorrer também via internet.

Transmitir um show pela internet não é assunto só do pessoal de cultura digital. Já está se tornando um assunto comum até nos meios mais tradicionais.



Um bom exemplo é o primeiro concerto da temporada da OSESP que será transmitido ao vivo, pela internet.

Segundo informações do site, o projeto "Concerto Digital" utiliza a tecnologia para aproximar a música clássica de um público cada vez maior.

Estão de parabéns o Itaú Personnalité, patrocinador do projeto, a própria OSESP, o governo do Estado de São Paulo e a regente Marin Alsop, titular da Osesp, por estarem utilizando as novas mídias para ampliação de platéias para arte, comunicação, cultura e entretenimento.

Isso é trabalhar a presença digital saudável.


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Estamos construindo nossa próxima turma no Rio de Janeiro!



Nova data prevista: 3 de setembro


"Aprenda a Produzir uma Artista" é um curso intensivo, rápido e acessível que ajudará você a organizar os seus primeiros passos ou práticas profissionais para melhorar a administração de uma carreira artística.


O que você vai estudar neste curso?

• O que é produzir um artista?
• Que artista pode ser produzido?
• Quem pode produzir um artista?
• Produtor, empresário, agente artístico e representante: semelhanças e diferenças
• Atividades básicas de um produtor (atendimento/ comunicação/ secretariado/agenciamento/captação de recursos/financeiro)
• Atividades avançadas de um produtor (planejamento de marketing/ planejamento de comunicação/ planejamento estratégico)
• Recursos importantes para produção de uma banda
• Kit inicial de comunicação para banda
• Noções básicas sobre atendimento
• Noções básicas sobre condução de reuniões
• Noções básicas sobre apresentação de projetos
• Noções básicas sobre negociação e agenciamento
• Avaliação de risco de propostas de trabalho
• Formatos de trabalho saudáveis
• Critérios para boas relações de trabalho
• Como cobrar pela realização do seu trabalho
• Gestão de expectativas (objetivos/reuniões de acompanhamento)


Participe da nossa próxima turma: faça sua inscrição hoje



A inscrição é feita através do envio de dados dos participante e comprovante de depósito digitalizado.


Envie uma mensagem via e-mail para alebarreto@gmail.com conforme o modelo abaixo:



Assunto (subject): Inscrição no curso “Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro previsto para 20 de agosto de 2011
Mensagem:

Eu, [COLOCAR SEU NOME COMPLETO], CPF nº [COLOCAR O NÚMERO DO SEU CPF], aceito e concordo com as orientações recebidas sobre a realização do curso e sobre como participar do curso “Aprenda a Organizar um Show”, com data de realização prevista para o dia 3 de setembro, das 14h às 18h, no Espaço Ideal Eventos, na rua Santa Luzia, 760, Centro, Rio de Janeiro, RJ.

Seguem abaixo meus dados e em anexo o meu comprovante de depósito:

Nome completo:
Data nascimento: dia/mês/ano
Número do CPF:
Endereço:
Cidade:
Estado:
Telefone para contato:
E-mail:
Data que foi realizado o depósito: dia/mês/ano


Declaro ainda que estou ciente que a condição para a realização do curso na data prevista é a existência de um grupo mínimo de 10 (dez) pessoas com sua inscrição paga antecipamente.


Como pagar sua inscrição



Efetuar um depósito de dinheiro em espécie no valor de R$ 100,00 (cem reais) até o dia 31 de agosto de 2011 na seguinte conta corrente

BANCO ITAÚ
FAVORECIDO: ALEXANDRE BARRETO
AGÊNCIA: 0280 (zero dois oito zero)
CONTA CORRENTE: 00019-1 (zero zero zero um nove dígito um)

No momento ainda não estamos trabalhando com cheque e cartão de crédito.




Digitalize o comprovante (arquivo eletrônico em PDF, JPEG, etc.) e envie anexado num e-mail com seu nome e telefone de contato para alebarreto@gmail.com


Confirmação de inscrição

O participante terá sua inscrição confirmada após serem conferidos seus dados e feita a conciliação bancária (cruzamento da informação do comprovante digitalizado recebido com extrato da conta bancária)


Informações

Informações sobre detalhes do curso e processo de inscrição poderão se obtidas diretamente com Alê Barreto através do fone (21) 7627-0690, de hoje até o dia 17 de agosto, das 9h às 19h, inclusive feriados, sábado e domingo ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com

P.S.: às vezes circulo com o celular pelo metrô e falha o sinal. Tenha tranquilidade.


Condição para realização do curso

Para que o curso seja realizado é preciso haja inscrição de no mínimo 10 participantes. Caso o número mínimo não seja atingido, a organização do curso reserva-se o direito de cancelar ou transferir a data do mesmo. Nesta situação as pessoas que fizeram o pagamento de sua inscrição poderão receber o valor integral pago ou utilizarem como crédito para nova data agendada do curso.

As vagas são limitadas: capacidade máxima da turma é de 30 pessoas.


Condição para participação no curso

Para participar no curso é necessário:

- haver vagas;
- aceitar o formato de inscrição proposto;
- ter efetuado o depósito de dinheiro em espécie na conta-corrente indicada e ter enviado dados de inscrição e o comprovante de depósito até o dia 17 de agosto de 2011.


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Participe como voluntário do Escritório coletivo independente!


Foto: Patrick Azevedo


Saiba mais


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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segunda-feira, maio 30, 2011

RPG e Live-Action também são cultura!




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Quinta-feira passada, falei sobre um debate muito interessante que rolou na aula da professora Lia Calabre, no MBA em Gestão Cultural que estou cursando. O debate girava em torno dos conceitos de cultura, indústrial cultural, entretenimento.

Aproveitando aquela lembrança, falei do filme "Continue?" que trata da "cultura dos video games". Nem todo mundo considera que os video games são cultura. Então fiz a pergunta: "games são cultura"?

A leitora "Lu" trouxe uma contribuição muito bacana, que resolvi publicar aqui para todos verem:


[início do comentário]

Oi Ale

Acredito que sim e não só cultura mas também, pode ser uma ferramenta educacional. Estamos na geração da interatividade.

Os games (video games) tem um trabalho artístico muito grande e podem aguçar, instigar novos artistas.

Vou um pouco mais além. Os jogos de RPG (Role play game) são jogos de criatividade e incentivam a leitura e a busca de novos conhecimentos para as histórias e cenários.

Tenho uma ONG que usa o RPG/Live-action como ferramenta cultural e educacional.

Vale a pena o clique: www.confrariadasideias.com.br
Continuo acompanhando seu trabalho e sou fã. Estudo na Escola MASP e já passei seu blog como referência!

Sucesso


[fim do comentário]


Vocês já ouviram falar em RPG? Live-action? Aproveitem o comentário bacana e conheçam a Confraria das Ideias.

Quer oportunidade melhor de unir cultura, educação e prazer do que um bom jogo?


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quinta-feira, maio 26, 2011

Games são cultura?






Por Alê Barreto *

alebarreto@gmail.com


Esta semana assisti no MBA em Gestão Cultural uma aula da professora Lia Calabre. Debatemos um pouco o que é cultura. Num determinado momento, entrou a questão da tensão entre os conceitos de cultura, indústria cultural e entretenimento.

Muita gente, no Brasil e no mundo, utiliza como distinção entre o que é cultura e o que não é cultura, o recorte de classes. Por este viés, quem é "povão" não teria cultura e quem é rico sabe o que é cultura. Há quem guie o seu entendimento sobre o que é cultura a partir do pensamento do alemão Theodor Ludwig Wiesengrund Adorno, filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor da chamada Escola de Frankfurt. Adorno criou o conceito de indústria cultural. Trata-se de uma crítica a lógica das atividades culturais no sistema capitalista. Um tema estudado em quase todos os cursos de comunicação e produção cultural do Brasil. De acordo com este filósofo, a produção em série de conteúdos para cinema e rádio não poderiam ser consideradas arte, pois seriam apenas negócios. Este paradigma, na minha opinião, tem no mínimo, dois equívocos. Primeiro: quem não vive de arte, tende sempre a dizer que quem vive de arte só pensa em negócio. Segundo: TV, cinema, internet, também são meios de criação artística. A diferença central destes meios contemporâneos em relação as outras formas mais tradicionais de arte é que a lógica de produção: o tempo é mais acelerado. Por exemplo: se na área clássica da literatura, autores levam dois, quatro ou até cinco anos para escrever um texto, na área do entretenimento autores escrevem textos para novela em meses, dias e até horas.

Do ponto de vista do papel, podemos esquadrinhar conceitos e justificativas à vontade. O fato é que as novas tecnologias de informação e comunicação estão cada vez mais produzindo uma convergência que, na prática, torna quase impossível separar arte, cultura e entretenimento. Um bom exemplo disso são os video-games. Você pode pensar o que quiser sobre o video-game. Para mim video-game é cultura.

Assista o documentário "Continue?" e tire suas conclusões.



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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

domingo, abril 24, 2011

Alimente as pessoas com experiências culturais

Война from simonova.tv on Vimeo.




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Para o músico e gestor cultural Fábio Neves, o artista exerce uma "liderança emocional" em relação ao seu público. Isso lhe traz a possibilidade de conduzir o público às mais diferentes experiências culturais. Para exemplificar esta condução, Fábio apresentou em seu blog a artista ucraniana Kseniya Simonova (vídeo acima), que realiza animações utilizando areia, uma caixa de luz e música.

Já parou para pensar que elementos similares aos utilizados para uma performance artística podem ser utilizados para criar uma experiência cultural que pode facilitar o diálogo com o seu público?






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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




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sexta-feira, abril 15, 2011

Cartografia dos aprendizados sobre experiência cultural




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Eu e o meu cliente Fábio Neves começamos a produzir textos na busca de entender melhor o assunto consumo cultural. Para isso, escolhemos dentro do universo do consumo o tema experiência cultural.

Fábio começou pensando o seguinte:

- que experiências culturais marcam a vida de uma pessoa?
- como é a receptividade de uma platéia quando um músico sobe ao palco?
- como são (ou podem ser) as trocas entre o artista e o público?
- as possibilidades que se abrem a partir do estímulo para a experiência cultural (veja 13.500 pessoas cantando juntas na Trafalgar Square em Londres)

Eu comecei vendo um trecho de um texto sobre Marketing de Experiência e propus as seguintes questões:

- "relacionamento entre empresas e clientes" pode nas áreas de arte, comunicação, cultura e entretenimento ser pensado como "relacionamento entre artista e público"?

- de que forma podemos pensar produtos e serviços culturais que despertem a atenção pelo valor gerado pela sua interatividade?

Todas as questões que vamos apresentando não necessitam respostas imediatas. Aliás, nem queremos isso. Queremos poder olhar o assunto da experiência cultural sob vários pontos de vista.

Fábio seguiu citando um trecho do artigo "Efeito Mozart" da pesquisadora Elza de Moraes Fernandes Costa, que refere-se a relação da música com a saúde, educação e bem-estar. Foi muito interessante pois pensar em consumo cultural é pensar nos desejos e necessidades que levam uma pessoa a buscar determinadas experiências culturais. Você pode procurar uma experiência com a música pelo desejo de extravasar uma determinada emoção. Você pode procurar uma experiência com a música pela necessidade de relaxar. As motivações são inúmeras.

Esta pesquisa só comprova algo que intuitivamente podemos perceber: o ato de ouvir a música é uma experiência.

Há inúmeras outras formas de se vivenciar uma experiência cultural. Semana passada, com o lançamento da animação "Rio", me veio à mente o desenho animado. Muitos possuem uma trilha sonora. Por que será? Evidente que pelos efeitos que a música produz, que intensificam a experiência proposta ao público espectador.

Mas aí surge o seguinte pensamento: nem todo mundo reage da mesma maneira. Isso varia conforme a educação, cultura e hábitos de consumo de cada sociedade. Sobre isso, Fábio lembrou no seu texto desta semana que a música é um componente forte da identidade brasileira. Ele inclusive lembrou que eu arranho um violão nas horas vagas!

E como o assunto é experiência cultural, Fábio aproveitou para lançar um desafio: convidou pessoas que acham que não tem "dom" para música para se aventurarem a fazer uma composição e contarem esta experiência para ele enviando um e-mail para contato_fabioneves@globomail.com

Quer tentar?


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sexta-feira, abril 08, 2011

Desenho animado provoca uma grande experiência cultural




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Semana passada, ao começar a falar sobre consumo cultural, propus algumas questões, tendo como perspectiva a discussão da ideia do Marketing de Experiências. Uma das perguntas foi:

"de que forma podemos pensar produtos e serviços culturais que despertem a atenção pelo valor gerado pela sua interatividade"?

Um bom exemplo disso é o cinema de animação. Alguém tem dúvida de que um desenho animado gera valor?



"A Era do Gelo 3", dirigido por Carlos Saldanha, recebeu 9 milhões de expectadores nas salas de cinema do Brasil. Agora o diretor está prestes a provocar novamente esta "tsunami" de interatividade com o lançamento de "Rio", uma produção de US$ 90 milhões que será exibida em mil salas de nosso país.

"Rio", lançamento do estúdio 20th Century Fox, será distribuído em 150 países, fato que irá projetar a imagem do Brasil e da cidade do Rio Janeiro para um público de estimado de 160 milhões de pessoas.


Assista o trailer do filme


Mas é importante perceber que qualquer filme possui uma trilha sonora e esta é um componente fundamental da experiência proposta ao público.

Já ouviu falar no "efeito Mozart"? Leia então o post publicado pelo músico Fábio Neves sobre um outro lado da experiência com a música.


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sexta-feira, abril 01, 2011

Consumo cultural pode ser compreendido a partir da noção de experiência




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Semana passada conversei com o meu cliente Fábio Neves, músico do Pinho Brasil, que vejo muitas pessoas pensando suas ações no mercado preocupados apenas com a produção, distribuição e comercialização. Raramente ouço alguém falar sobre consumo nas áreas de produção e gestão cultural. Decidimos estudar o assunto.

Fábio deu o pontapé inicial. Nesta semana publicou em seu blog um post chamado "Experiência cultural: quais marcaram sua vida?". Nele Fábio fala sobre a troca que envolve o público e o artista e selecionou um vídeo muito interessante: 13.500 pessoas cantando na Trafalgar Square em Londres.

Hoje eu vou começar a falar sobre experiência também. Como minha formação é administração com ênfase em marketing, escolhi começar por este caminho.

Vejamos um pequeno trecho do texto postado no blog "Mundo do Marketing" (http://www.mundodomarketing.com.br) em 06/08/2009:

[início da citação]

"O Marketing de Experiências é a caracterização mais adequada ao tipo de relacionamento que começa a acontecer entre muitas empresas e seus clientes. Trata-se de um tipo de marketing no qual o cliente é convidado a viver uma experiência positiva em contato com o produto, os serviços, o ambiente e, principalmente, com as pessoas, pois o conceito de experiência está relacionado com sensações humanas. É conceito relativamente novo no Brasil, tendo sido já bastante utilizado em países como a Inglaterra, os EUA, França, Bélgica, Portugal, Alemanha, Japão, Austrália, dentre outros.

Segundo Brian Leavy, da Dublin University - Irlanda, Marketing de Experiência significa compartilhar alguma coisa com os consumidores. A mais importante idéia sobre o futuro da competição é a noção de que no mundo dos negócios a criação de valor vai acontecer de forma interativa, numa ação compartilhada entre empresas e clientes, muito mais do que na realização de simples trocas. Brian afirma, ainda, que as relações estão evoluindo de um foco nas empresas e nos produtos para um foco no cliente e na criação de experiências".


[fim da citação]

Questões para provocarmos nosso raciocínio:

- "relacionamento entre empresas e clientes" pode nas áreas de arte, comunicação, cultura e entretenimento ser pensado como "relacionamento entre artista e público"?

- de que forma podemos pensar produtos e serviços culturais que despertem a atenção pelo valor gerado pela sua interatividade?


Vamos pensar sobre isso? Assista o vídeo acima e veja que experiência interessante criada para um comercial da Volkswagen.


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Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




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