Mostrando postagens com marcador informações culturais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador informações culturais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, outubro 18, 2010

Qual é a visão que os paulistas têm de cultura?




Por Alê Barreto*


Recebi do meu amigo Luiz Pedreira Jr., da Visuart Comunicação Dirigida, a informação de um importante seminário que irá ocorrer em SP.

Eu não vou poder ir, pois estarei no Rio Grande do Sul ministrando a 10ª turma do "Aprenda a Organizar um Show" na Unisinos (veja informações sobre o curso), mas se estivesse no RJ, faria uma forcinha de pegar a ponte aérea e assistir. O trabalho que será apresentado está em sintonia com a necessidade de organização do setor cultural brasileiro. Precisamos trabalhar com informações e abandonar os "achismos".

O projeto da pesquisa é da J.Leiva Cultura & Esporte, com as parcerias da Datafolha e Fundação Getúlio Vargas (FGV), tem o patrocínio da CPFL Energia e conta com o apoio da Pinacoteca do Estado de São Paulo, PROAC e Governo do Estado de São Paulo. Todas estas empresas e instituições públicas estão de parabéns pela iniciativa.


PESQUISA INÉDITA TRAÇA PERFIL CULTURAL DO PAULISTA

No dia 21 de outubro, quinta-feira, serão apresentados no seminário Como investir em cultura? os primeiros resultados da pesquisa realizada pela Datafolha sobre a visão que os paulistas têm de cultura e a sua frequência a equipamentos culturais. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) colaborou na concepção do questionário e participará da análise dos resultados.

O principal objetivo do projeto, desenvolvido pela J.Leiva Cultura & Esporte, é fomentar a produção e a divulgação de informações sobre a cultura no país. A ausência de dados básicos sobre a atividade cultural, do número de teatros existentes aos empregos gerados, dificulta a compreensão da dinâmica do setor e a tomada de decisão por parte dos gestores culturais, públicos e privados.

O seminário tem a entrada franca.

Veja abaixo como participar, a programação com os temas, nomes dos palestrantes e horários.
Como participar: basta enviar um e-mail para seminario@jleiva.com.br ou telefonar para (11) 3512-2125, das 10h às 12h e das 14 às 18h. No e-mail é necessário informar o nome completo; telefone celular e fixo com ddd; e-mail; nome da instituição que representa ou trabalha; cargo ou área de atuação.

programação
cadastramento - 8h às 9h

PRIMEIRA MESA - 9h30 às 0h30
O que é cultura? O que ela representa para as pessoas? Da arte ao entretenimento
Debatedores: José Teixeira Coelho Netto (MASP), Tales Ab’ Saber (Psicanalista) e Laís Bodanzky (Cineasta)
Mediação: Marcelo Araújo (Pinacoteca)

SEGUNDA MESA - 10h45 às 2h15
Infra-estrutura e acesso. Cultura nas pequenas, médias e grandes cidades
Debatedores: Augusto Rodrigues (CPFL), Fernanda Bandeira de Mello (Secretaria de Estado da Cultura) e Cristina Lins (IBGE)
Mediação: Robinson Borges (Valor Econômico)

TERCEIRA MESA - 14h às 15h30
Economia da cultura, informação e indicadores
Debatedores: José Luiz Herencia (Ministério da Cultura), Eduardo Saron (Itaú Cultural) e Marcos Gonçalves (FGV)
Mediação: João Leiva (J.Leiva Cultura & Esporte)

QUARTA MESA - 15h45 às 17h15
Hábitos culturais. A importância da educação
Debatedores: Denise Grinspum (Arte na Escola), Paulo Pélico (Apetesp) e Ricardo Szperling (Cinemark)
Mediação: Ana Paula Sousa (Folha de S. Paulo)

Data: quinta, 21 de outubro de 2010
Local: Estação Pinacoteca - Auditório Vitae - 5º andar. Largo General Osório, 66 - Centro. São Paulo (SP). Atividade com Certificado.
Vagas: 160 lugares



*********************************************************************************




* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

domingo, novembro 09, 2008

MinC realiza Diálogos Culturais em São Paulo



Texto da assessoria de comunicação do Ministério da Cultura

Na próxima quarta-feira, 12 de novembro, às 14h, no Teatro TUCA (Rua Monte Alegre, nº 1.024, Perdizes), em São Paulo, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, dá continuidade aos Diálogos Culturais, série de encontros com representantes do setor cultural para discutir as estratégias e prioridades de gestão à frente da pasta.

O ministro Juca Ferreira apresentará um diagnóstico dos avanços e desafios da política cultural do Governo Lula e discutirá as mudanças na Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet, que deverá ser enviada ao Congresso Nacional até o final do ano.


Informações que dão suporte ao ministro Juca Ferreira na série de encontros abertos "Diálogos Culturais


Também serão discutidas as pautas de revitalização das políticas de governo para as artes - dentro do projeto de reestruturação da Fundação Nacional de Artes (Funarte) -, a modernização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a política de Direitos Autorais e o Programa Mais Cultura, de democratização da produção e do acesso aos bens e serviços culturais no Brasil.

A série Diálogos Culturais marca um esforço da atual gestão de construir as políticas públicas para cultura em parceria com a sociedade. “Eu não acredito em construção de política pública dentro do gabinete. Vamos para a rua ouvir as pessoas que fazem a cultura no seu dia a dia”, afirma o ministro Juca Ferreira.

Os encontros já foram realizados no Rio de Janeiro e em Salvador, no mês de outubro, e contará com a participação de cerca de 200 artistas, produtores e representantes dos diversos segmentos da cultura brasileira.

Saiba mais sobre a discussão da Lei Federal de Incentivo à Cultura: http://blogs.cultura.gov.br/reformadaleirouanet

Informações sobre o encontro em São Paulo: (11) 5539-6304/6308, com Natália Caetano ou Maria Luiza Torres, na Representação Regional do MinC (Largo Senador Raul Cardoso, nº 133, Vila Mariana).

domingo, outubro 12, 2008

USP mapeia práticas de cultura livre em São Paulo



Conteúdo extraído do site Democratização Cultural


Uma pesquisa realizada pela USP – Universidade de São Paulo busca mapear as práticas de cultura livre na capital paulista e descobrir quem são os grupos e indivíduos que realizam atividades criativas que se encaixam no conceito de cultura livre. A pesquisa pretende apurar, também, qual é o entendimento de cultura livre dos grupos, assim como os tipos de licença que utilizam.

A pesquisadora Jhessica Reia, responsável pelo trabalho, disponibiliza um questionário on-line, que pode ser respondido por qualquer ator cultural da cidade, até o dia 30 de outubro de 2008, no site www.gpopai.usp.br/pesquisacl.

O termo cultura livre, que pauta a pesquisa, foi sugerido inicialmente por Lawrence Lessig, no livro de mesmo nome, lançado nos Estados Unidos em 2004 (no Brasil foi lançado em 2005, pela Trama). Lessig se refere às práticas culturais cujas obras são disponibilizadas por licenças alternativas que permitem a livre reprodução e distribuição, podendo restringir o uso comercial e a criação de trabalhos derivados. Para o livro, o autor buscou inspiração no movimento do software livre, criado na década de 80 por Richard Stallman para permitir a livre execução, reprodução e modificação de programas de computador.

No caso do livro de Lessig, os princípios do software livre foram transpostos para outras práticas culturais com a criação da Creative Commons, uma ONG que oferece ao público um conjunto de licenças de direito autoral que permite que os criadores autorizem o livre uso e reprodução das suas obras. A pesquisa desenvolvida na USP quer aferir os efeitos do software livre, do Creative Commons e de outras iniciativas semelhantes na cultura paulistana.

Até o momento, a pesquisa já identificou mais de 200 manifestações que se aproximam do conceito de cultura livre, de grupos de programadores, artistas plásticos, músicos e escritores. O mapeamento da comunidade de cultura livre da cidade será disponibilizado na internet para democratizar o acesso aos resultados.

Fonte: Assessoria de Comunicação da USP