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sexta-feira, dezembro 07, 2018

O que rolou na primeira edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR)


Vídeo conceito da Ordem do Mérito Cultural 2018



Por Alexandre Barreto*


O Ministério da Cultura (MinC) publicou uma série de matérias no portal G1, relacionadas a primeira edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), evento promovido pelo próprio MinC e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Transcrevo abaixo os links. Acredito que traz uma visão bem mais ampla do papel estratégico da Economia Criativa para um país das dimensões do Brasil.

Nestes textos, você verá uma retomada da visão sobre a importância da dimensão econômica da cultura, através da ação do Ministro Sérgio Sá Leitão. Terá contato com o pensamento do britânico John Newbigin a respeito da criatividade e do trabalho neste século, contato com a nova visão da Moda do japonês Kunihiko Morinaga, vai conhecer os números da Indústria Cultural no Brasil e muitos outros temas interessantes.


Evento em São Paulo destaca contribuição da cultura para a economia

Na abertura do MicBR, que movimenta a capital paulista até domingo com rodadas de negociações, palestras e atividades artísticas, ministro celebrou o potencial do setor

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/07/evento-em-sao-paulo-destaca-contribuicao-da-cultura-para-a-economia.ghtml


“A criatividade será o combustível deste século”, diz gestor público britânico
Em megaevento sobre indústria criativa em São Paulo, John Newbigin mostrou como a cultura pode ser a saída para enfrentar as transformações do mercado de trabalho.

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/07/a-criatividade-sera-o-combustivel-deste-seculo-diz-gestor-publico-britanico.ghtml


“A moda não deve ficar restrita ao que se vê”, diz estilista de roupas inteligentes
Japonês Kunihiko Morinaga criou vestimentas que mudam de cor de acordo com a luz e têm sensores que captam obstáculos e facilitam a vida de deficientes visuais.
https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/08/a-moda-nao-deve-ficar-restrita-ao-que-se-ve-diz-estilista-de-roupas-inteligentes.ghtml


Em gráfico, veja a importância da indústria criativa para o crescimento da economia
Atividades culturais contribuem para o desenvolvimento, gerando emprego e renda

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/08/em-grafico-veja-a-importancia-da-industria-criativa-para-o-crescimento-da-economia.ghtml


“A cultura é um antídoto contra a indiferença”, afirma ex-secretário de Medellín
Jorge Melguizo falou sobre a experiência da cidade com um plano de longo prazo de desenvolvimento do setor

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/a-cultura-e-um-antidoto-contra-a-indiferenca-afirma-ex-secretario-de-medellin.ghtml


Painel em evento sobre indústria criativa discute transformações do mercado de trabalho
Debate mediado pela jornalista Maria Prata tratou do impacto da tecnologia nos postos de emprego e nas relações pessoais.

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/painel-em-evento-sobre-industria-criativa-discute-transformacoes-do-mercado-de-trabalho.ghtml


Painel propõe aproximação da cultura com a tecnologia para sustentar crescimento
Edson Mackenzie e Lucas Foster trataram dos desafios do setor em debate no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), em São Paulo

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/mercado-de-realidade-virtual-busca-crescer-com-aplicacoes-para-diferentes-setores.ghtml


Apresentações para curadores ajudam artistas a ampliar contatos em evento da indústria criativa
Mostra na Funarte incluiu espetáculos de dança e teatro voltados para representantes de festivais internacionais.

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/evento-de-industria-criativa-movimenta-a-avenida-paulista-com-atracoes-culturais.ghtml


Negócios, debates e diversão: evento em São Paulo mobiliza a indústria criativa

Por sete dias, MicBR teve uma geração de negócios estimada em US$ 10 milhões, discutiu o futuro da cultura e lotou a Paulista com feiras e atrações artísticas

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/12/negocios-debates-e-diversao-evento-em-sao-paulo-mobiliza-a-industria-criativa.ghtml


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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS), produtor e gestor cultural com especialização pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) no Rio de Janeiro e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Autor dos livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

terça-feira, março 20, 2018

Circuito #CulturaGeraFuturo percorrerá as cinco regiões do Brasil para capacitar produtores culturais e gestores públicos




Por Alexandre Barreto*



Em janeiro o Ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão lançou a campanha "Cultura gera valor". O objetivo é mobilizar a sociedade para compreensão da Cultura como um ativo que gera emprego, renda, inclusão e que promove um desenvolvimento mais justo e sustentável.

Uma das ações é o Circuito #CulturaGeraFuturo. Segue abaixo informações do site da campanha.


Circuito percorrerá as cinco regiões do Brasil, entre abril e julho, com objetivo de capacitar produtores culturais e gestores públicos
15 de Março de 2018


O Ministério da Cultura (MinC) vai percorrer as cinco regiões do Brasil, entre abril e julho, com o Circuito #CulturaGeraFuturo, que tem o objetivo de capacitar produtores culturais e gestores públicos para lidar com os mecanismos de fomento à cultura disponíveis no Governo Federal. Equipes do MinC estarão nas 27 capitais brasileiras, levando orientações sobre a Lei Rouanet, a Lei do Audiovisual, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e outros mecanismos. Haverá também um módulo voltado a patrocinadores.

Durante o lançamento do Circuito #CulturaGeraFuturo, nesta quinta-feira (15), em São Paulo, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, anunciou que a primeira capital a receber o evento será Macapá (AP), no próximo dia 2 de abril. O Amapá foi um dos três estados onde não houve captação de recursos via Lei Rouanet em 2017. Os outros foram Acre e Roraima. “Queremos mudar este cenário e ampliar o uso dos mecanismos de fomento à cultura em todas as regiões. Vamos capacitar e estimular proponentes e gestores públicos, qualificar projetos e atrair mais patrocinadores”, disse o ministro.

Em 2018, há R$ 1,35 bilhão para a Lei Rouanet; cerca de R$ 300 milhões para a Lei do Audiovisual; e cerca de R$ 1,2 bilhão para o programa #AudiovisualGeraFuturo, via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, José Paulo Soares Martins, destacou a importância do contato direto com quem atua e investe na cultura. “Não se administram mecanismos de fomento importantes como esses ficando apenas num gabinete em Brasília. É preciso conhecer de perto a realidade do País”, disse Martins.

Os encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo terão formato de seminário, com duração prevista de um dia em cada capital. Uma equipe da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, responsável pela gestão da Lei Rouanet, explicará como funciona este que é o principal mecanismo de fomento à cultura do País, orientando os participantes e tirando dúvidas sobre a apresentação de projetos.

Depois, técnicos da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e da Secretaria de Audiovisual (SAv) do MinC falarão sobre as oportunidades no campo do audiovisual, inclusive os novos editais do programa #AudiovisualGeraFuturo, lançados em fevereiro e março, que contam com R$ 551 milhões do FSA. Também participarão técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e de outras áreas. O ministro também participará de diversas etapas.


Conheça o site da campanha #CulturaGeraFuturo



Veja a apresentação do circuito


Calendário de encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo:
(a
s datas poderão sofrer alterações)

02 de abril – Macapá (AP)
06 de abril – Fortaleza (CE)
09 de abril- Brasília (DF)
13 de abril – Porto Velho (RO)
16 de abril – Rio Branco (AC)
20 de abril- Belo Horizonte (MG)
23 de abril – Maceió (AL)
26 de abril – Florianópolis (SC)
04 de maio – Curitiba (PR)
07 de maio – Natal (RN)
11 de maio – Campo Grande (MS)
18 de maio – João Pessoa (PB)
21 de maio – Porto Alegre (RS)
25 de maio – Rio de Janeiro (RJ)
28 de maio – Salvador (BA)
08 de junho -Palmas (TO)
11 de junho – Goiânia (GO)
15 de junho – Aracaju (SE)
18 de junho – Recife (PE)
22 de junho – Belém (PA)
26 de junho – Vitória (ES)
29 de junho – Boa Vista (RR)
02 de julho – Manaus (AM)
06 de julho – São Luís (MA)
09 de julho – Teresina (PI)
13 de julho – Cuiabá (MT)
16 de julho – São Paulo (SP)


Fonte: http://culturagerafuturo.com/circuito-culturagerafuturo-estara-em-27-capitais/


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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

sábado, março 03, 2018

Ministério da Cultura e Unesco lançam Manual de Exportação de Bens e Serviços Culturais






Por Alexandre Barreto*



Após dois meses envolvido com minha esposa e filho (João Gabriel nasceu na virada do ano) e com o projeto da startup Musical Work no programa de pré-aceleração de empresas inovadoras e startups do estado do Acre, estou hoje retomando as postagens. E começo 2018 com boas notícias. Compartilho abaixo as informações publicadas no site do Ministério da Cultural dia 01/03/2018.


MinC lança primeiro manual de exportação de bens e serviços do setor cultural


O Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), lançou nesta quinta-feira (1º) o primeiro Manual de Exportação de Bens e Serviços Culturais. Com vistas a estimular os empreendedores a levarem a diversificada produção cultural brasileira para além das fronteiras do País, o manual apresenta orientações sobre os caminhos para exportar.



O lançamento ocorreu em São Paulo, com a presença do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e de empresários, empreendedores culturais e artistas. Também participaram do evento representantes do escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados, responsável pela elaboração do guia.



"A economia criativa no Brasil já tem um peso econômico muito significativo, correspondente a 2,64% do PIB, cerca de 1 milhão de empregos diretos e R$ 2,5 bilhões em arrecadação de impostos. Mas nossa produção cultural e criativa ainda é muito voltada ao mercado interno, salvo honrosas exceções", afirmou Sá Leitão. "É uma obrigação da política cultural incentivar os nossos empreendedores culturais para que eles possam, cada vez mais, buscar a circulação de seus bens e serviços no exterior. Precisamos exportar mais e esse manual é para isso, para facilitar a vida do empreendedor cultural", destacou.

"O Brasil tem um potencial enorme de exportação de bens e serviços culturais. Mas tem muita gente que não sabe nem por onde começar. O Manual dá aos potenciais exportadores o caminho das pedras para buscar mercados fora do País", destacou o secretário da Economia da Cultura do MinC, Mansur Bassit.

O Manual de Exportação de Bens e Serviços Culturais, disponível no portal do MinC, abrange cinco segmentos da indústria criativa: TV e Mídias Digitais, Cinema, Música, Games e Publicidade. Concebido a partir da visão estratégica da cultura como ativo econômico do País, o guia reúne informações que estão dispersas em diversos órgãos, facilitando agora a vida do empreendedor cultural disposto a exportar.

A ferramenta traz informações sobre acesso a mercados, exigência de vistos, regimes tributários, cobrança de taxas, necessidade de documentos adicionais, procedimentos e prazos de tramitação, modelos de contratos, feiras de negócios, além de links de instituições públicas e privadas envolvidas no processo de exportação. Também congrega dados das atividades criativas e projeções de crescimento do segmento no Brasil e no mundo nos próximos anos.


Cenário promissor

O Manual de Exportação de Bens Culturais surge diante de um cenário promissor e se soma a diversas outras medidas que vêm facilitar as exportações para o empreendedor cultural brasileiro.


Apesar da crise econômica mundial, nos últimos anos, a exportação de bens e serviços culturais praticamente dobrou no mundo, segundo a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad). Entre 2005 e 2015, as exportações de serviços culturais passaram de US$ 15,4 trilhões para US$ 33,8 trilhões. No mesmo período, as exportações de bens culturais foram de US$ 118 trilhões para US$ 191 trilhões.



O Brasil também segue a tendência de ampliação das exportações, mas projeções de consultorias especializadas indicam que o País tem potencial de aumentar sua participação no mercado cultural internacional, considerando a alta produção brasileira de bens e serviços deste segmento.



A indústria cultural e criativa vai crescer a índices superiores aos da economia tradicional, tanto no Brasil quanto no mundo, segundo projeções de consultorias econômicas. E o mercado de mídia e entretenimento no Brasil deve crescer a taxas superiores às da média mundial: 4,6%, enquanto a projeção da média mundial é de 4,2%, até 2021, segundo a PricewaterhouseCoopers (PwC).

As exportações de serviços audiovisuais brasileiros cresceram 138,9% entre 2014 e 2016. Em 2016, o Brasil vendeu para outros países mais de US$ 176 milhões.


Cooperação


O manual vai preparar os produtores culturais para a abertura do mercado internacional à produção nacional, amparada por acordos internacionais assinados pelo governo brasileiro e em processo de negociação. O Brasil é signatário de diversos acordos, protocolos de entendimento, declarações e outros instrumentos de direito internacional para cooperação cultural.



Além disso, o Ministério da Cultura articula cooperação com instituições como a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Confederação Nacional da Indústria (CNI) para que bens e serviços culturais sejam integrados às ações e programas de exportações dessas entidades.



Outra ferramenta que vai facilitar as exportações é o ATA Carnet, um passaporte aduaneiro internacional, emitido pela CNI em um prazo de 24 a 48 horas, que permite a exportação e a importação temporária de produtos livre de impostos de importação por um ano. É válida em 77 países, incluindo o Brasil, desde 2016.

O MinC também lançou este ano, em parceria com a Unesco, um edital para contratação de empresa que fará o mapeamento tributário da cadeia produtiva de setores da economia da cultura, cujo objetivo é elaborar estudo para o fortalecimento dessas cadeias produtivas no Brasil.

No primeiro momento, serão estudados os regimes regulatório e tributário incidentes sobre cinco setores culturais – música, mercado editorial, audiovisual, jogos eletrônicos e artes visuais. A ideia é identificar aspectos jurídicos e normativos relevantes que incidem sobre esses setores e propor medidas para aperfeiçoar os ambientes regulatórios e de negócios. As propostas serão recebidas até a próxima segunda-feira (5).





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa. Saiba mais

sexta-feira, dezembro 22, 2017

Artista, você tem alguma dor de cabeça para vender shows?





Por Alexandre Barreto*



Artistas cada vez mais entendem a necessidade de organizar melhor sua forma de interagir com o mercado. Na medida em que começam a planejar melhor suas atividades, percebem que existem uma série de atividades que fazem parte de sua carreira, além de compor, tocar e cantar. É preciso estruturar sua assessoria de comunicação. É preciso construir uma audiência. É preciso fazer projetos. É preciso promover o seu trabalho. É preciso fazer shows. É preciso fazer vídeos. É preciso ensaiar em estúdio. É preciso construir alianças. Tudo ao mesmo tempo. Some-se a isso mais um fator que toma tempo: realizar atividades profissionais fora da música para garantir uma melhor sustentabilidade.



Falta de tempo, cachês baixos, baixa exposição na mídia. Essas e outras dores afligem o dia a dia dos artistas. Essas e outras dores dificultam se conseguir manter uma agenda regular de shows.



Pensando nessas "dores" surgiu o projeto Musical Work. 



Musical Work é uma iniciativa empreendedora que foi selecionada para o programa de pré-aceleração de empresas inovadoras e startups, realizado pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Acre, em 2017.

Consultor Yuri Gitahy ministrando workshop na Biblioteca da Ufac


Hoje completamos um mês de pré-aceleração. Neste curto espaço de tempo, assistimos workshops e palestras com Yuri Gitahy (fundador da Aceleradora, primeira aceleradora de startups do Brasil), Alex Lima (membro do SebraeLab do Acre), Gustavo Gorestein (co-fundador das plataformas Poup e Bxblue), Tatiana Pezoa e Horacio Poblete (co-fundadores da Trustvox), Victor Hugo (fundador da Trackage), Camila Farani (Shark Tank Brasil), entre outros. Muito conteúdo. Uma imersão nos conceitos de empreendedorismo, inovação, lean startup, modelos de negócios, validação, inside sales, inbound marketing, growth hacking. 



Empreendedores do programa de pré-aceleração com Gustavo Gorestein


Neste momento estamos trabalhando as validações iniciais. Queremos entender como os artistas percebem as dores do dia a dia. Se você é artista e tem problemas relacionados a venda de seus shows, nós queremos conhecer as suas dores. Nós queremos conhecer os seus problemas.

Entre em contato pelo Facebook , whatsapp (21) 97627-0690 ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com


(texto originalmente postado no blog Musical Work)



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quarta-feira, novembro 01, 2017

Escritório Bahia Criativa lança 10 videoaulas sobre economia criativa e empreendedorismo cultural





Por Alexandre Barreto*



Seguem informações na íntegra da assessoria de comunicação da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Com o propósito de contribuir para a capacitação e qualificação profissional de produtores e gestores culturais, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), por meio do Escritório Bahia Criativa, lança gratuitamente um conjunto de 10 videoaulas com temas relativos à economia criativa e empreendedorismo cultural.

O lançamento será transmitido por vídeo ao vivo no Facebook da Secretaria de Cultura, na página @SecultBA, nesta quarta-feira, 01 de novembro, às 12h. A live contará com as presenças da Secretária de Cultura da Bahia, Arany Santana; do Superintendente de Promoção Cultural, Alexandre Simões; e do especialista em empreendedorismo cultural, Júlio Marques, que falará sobre os contextos e desafios do empreendimento criativo. O evento ocorrerá no Escritório Bahia Criativa, sediado no Forte do Barbalho.

As videoaulas estarão disponíveis no website www.bahiacriativa.ba.gov.br após o lançamento e são complementadas por módulos em PDF para download gratuito.

Com apoio do Ministério da Cultura (MinC), por meio do Programa Brasil Criativo, esta plataforma incorpora uma nova tecnologia de aprendizagem produzida pela SecultBA para democratizar o fazer cultural no estado, contribuindo com a sustentabilidade dos empreendimentos criativos.

De forma didática, diversos profissionais e especialistas, com reconhecida atuação no cenário baiano e nacional, ministram aulas que abordam os seguintes temas: economia criativa; empreendedorismo cultural, financiamento de empreendimentos criativos, gestão Financeira, logística e distribuição; gestão de pessoas, dentre outros.

Criado em 2014 o Escritório Bahia Criativa, vinculado à Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult) da Secretaria de Cultura, é um escritório público de atendimento a empreendedores culturais que atuam nos setores criativos da Bahia. Desde a sua inauguração, em maio de 2014, o Escritório realizou, aproximadamente, 4 mil atendimentos presenciais a empreendedores culturais em todos os 27 Territórios de Identidade do estado.

De acordo com o Superintendente da Suprocult, Alexandre Simões, “o Escritório Bahia Criativa tem realizado formação com qualidade para os agentes e fazedores de cultura da Bahia. O lançamento das videoaulas em plataforma digital gratuita é um grande avanço na democratização do acesso a estes conteúdos, contribuindo para o desenvolvimento da dimensão econômica da cultura, um importante vetor para o desenvolvimento social”.


Confira os assuntos de cada videoaula:

1.  Economia criativa;
2.  Empreendedorismo e empreendimento criativo;
3.  As novas tecnologias, as cidades e os empreendimentos criativos;
4.  Financiamento de empreendimentos criativos;
5.  Elaboração de projetos e prestação de contas;
6.  Formalização de empreendimentos criativos;
7.  Contabilidade básica;
8.  Gestão orçamentária, econômica e financeira;
9.  Logística e distribuição;
10.Gestão de pessoas.

Serviço:

Lançamento de videoaulas em gestão e empreendedorismo, ao vivo no Facebook

Data: 01 de Novembro, às 12h, via Facebook.
Transmissão: @SecultBA (página do Facebook)
Participações: Secretária de Cultura da Bahia, Arany Santana; Superintendente de Promoção Cultural, Alexandre Simões; Júlio Marques, especialista em empreendedorismo cultural


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sábado, fevereiro 11, 2017

Inovação precisa ir além da estética. Precisamos inovar na distribuição, comercialização e consumo dos serviços.


MoviePass está inovando no conceito de ir ao cinema




Por Alê Barreto *



Falar que o brasileiro, que a cultura brasileira ou que a arte brasileira são repletos de diversidade, criatividade e inovação já virou lugar comum. Os poucos que se atrevem a discordar desta unanimidade, na melhor hipótese, são condenados a uma espécie de prisão na Sibéria do esquecimento. Na pior hipótese, primeiro são linchados virtualmente no Facebook, Twitter, Instagram, para depois serem condenados a Sibéria do esquecimento. Vou me arriscar a falar sobre este assunto. Por favor, não me mande para Sibéria e nem me linche. Estou apenas conversando.

Se você observar, somos os reis da participação em redes sociais. Mas nenhuma destas rede sociais que hoje somos reis da participação estão sob controle de empresários brasileiros. O que chamam hoje de "ápice" do ecossistema de inovação do mundo, está onde? Vale do Silício, EUA.

Face a isso, alguns adotam a postura "vamos nos aliar a eles". Sim, concordo. Temos que aproveitar a tecnologia que já é produzida em outros países. Mas está também na hora de criarmos de uma vez por toda, em cada estado do Brasil, centros permanentes de pesquisa em inovação.

Quando falo em inovação, não falo só de tubos de ensaio, de aceleradores de partículas ou de usinas nucleares. Falo de inovação em distribuição, comercialização e consumo. A maioria dos modelos de negócio existentes no Brasil, inclusive nos setores de arte, comunicação, cultura e entretenimento, não dão conta do potencial do nosso jeito brasileiro de consumir. Acabamos por adotar para nosso mercado interno algo que oscila entre muito básico (com escassas opções e benefícios) ou o que é adotado em outros países. Do mais simples ao mais complexo. Um bom exemplo disso é o táxi. Sempre teve problemas esse serviço no Brasil. Desenvolvemos uma tecnologia para melhorar e poder desenvolver o uso do serviço? Não. Perdemos esta oportunidade. Adotamos o Uber, porque não se investiu no passado em pesquisa sobre distribuição, comercialização e consumo de serviços no Brasil.

Falando de serviços, vejamos o caso do cinema. É inegável que o cinema produzido no Brasil deu um salto de qualidade muito grande. Vários fatores contribuíram para isso. Mas produção é uma coisa, distribuição, comercialização e consumo, é outra. Quem se dedica hoje a pesquisar inovação na distribuição, comercialização e consumo de filmes, por exemplo?

Enquanto você pensa na resposta, imagine o seguinte: nos EUA onde praticamente reside o controle absoluto de distribuição de conteúdo para salas de cinema, TV e internet, há poucos dias um executivo falou em entrevista ao Estadão que "o cinema parou de inovar". Era Mitche Lowe, um dos primeiros executivos do Netflix que agora está à frente do MoviePass. Este novo serviço é similar ao Netflix, mas a diferença é que você paga uma assinatura e assiste os filmes no cinema.

Enquanto sentamos muitas vezes em seminários, debates, mesa de bar e redes sociais para falar sobre o que falta para dinamizar o mercado brasileiro, nos EUA, onde o mercado já está dinamizado, a inovação segue a todo vapor.

Nossas expressões artísticas e culturais, sem dúvida, são inovadoras. Temos um olhar criador muito inovador. Mas a inovação precisa ir além da estética. Precisamos inovar na distribuição, comercialização e consumo dos serviços.



Leia sem pressa, também: 


O cinema parou de inovar como negócio



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quarta-feira, junho 01, 2016

Atividades culturais também movimentam a economia




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



O jornalista Fábio Prikladnicki e o Jornal Zero Hora estão de parabéns pela reportagem "Como a cultura movimenta a economia e uma cadeia produtiva"

A reportagem menciona em seu início o seguinte: "quando o presidente em exercício Michel Temer anunciou a extinção do Ministério da Cultura (MinC), pouco depois de assumir o governo, parte da população comemorou a decisão nas redes sociais, partindo de uma visão segundo a qual artistas seriam espécies de parasitas que vivem exclusivamente de verba governamental e não movimentam a economia".

Embora essa visão equivocada de muitos cause perplexidade às pessoas que trabalham com arte, comunicação, cultura e entretenimento, setores da chamada "economia criativa", a percepção da arte e da cultura como geradoras de atividade econômica ou como possibilidades de trabalho é ainda algo novo no mundo todo, fato que discuto em meu novo livro "Carreira Artística e Criativa" (veja neste link como adquirir o livro).

Leia a reportagem "Como a cultura movimenta a economia e uma cadeia produtiva" na íntegra, no portal do Jornal Zero Hora


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INSCRIÇÕES PARA O CURSO "GESTÃO DE CARREIRAS ARTÍSTICAS E CRIATIVAS" 04 DE JUNHO EM PORTO ALEGRE




DIRETO NO SITE https://www.sympla.com.br/curso-gestao-de-carreiras-artisticas-e-criativas-incluindo-informacoes-para-venda-de-shows__66566
 


(21) 97627-0690
alebarreto@gmail.com
https://www.facebook.com/alexandre.barreto.73




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terça-feira, setembro 01, 2015

O Produtor Cultural Independente recomenda o curso "Economia Criativa e Cidades" - inscrições até 04 de setembro





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Eu fui aluno do curso de MBA em Gestão Cultural promovido pela Associação Brasileira de Gestão Cultural e Universidade Cândido Mendes e fui também aluno das professoras Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco. Recomendo o curso de extensão "Economia Criativa e Cidades".



Economia Criativa e Cidades - curso de extensão | Inscrições até 04 de setembro

Ao longo de sete encontros, percorreremos casos práticos da temática da Economia Criativa, no Brasil e no mundo; analisaremos as tendências prováveis e em formação; e lançaremos um olhar crítico sobre a economia criativa e as cidades criativas, ao longo de aulas interativas, palestra internacional sobre a economia criativa no mundo e uma visita prática a empreendimento criativo de referência.


Economia criativa – novo paradigma para um mundo em transformação
12/set | Ana Carla Fonseca | Garimpo de Soluções

Indicadores e estudos – a economia criativa em números
26/set | João Leiva | J. Leiva Cultura e Esporte

Economia criativa – estratégias, oportunidades e desafios
10/out | Ana Carla Fonseca | Garimpo de Soluções

Economia criativa e cidades – de clusters criativos a tendências mundiais
24/out | Ana Carla Fonseca | Garimpo de Soluções

Cultura cidadã e inteligência coletiva – reinventando cidades
07/nov | Alejandro Castañé – Adailton Medeiros | Garimpo de Soluções e
Ponto Cine

Turismo criativo – uma visão integrada
21/nov | Maurício Werner | FGV Management

*Palestra internacional – economia criativa na América Latina
24/nov | Felipe Buitrago | Banco Interamericano de Desenvolvimento
(*Hangout em espanhol, sem tradução).

Investimento: R$ 1.300,00
Parcelamento: 3x no cheque, ou em até 5x no cartão de crédito.

Horário das aulas: 08h às 17h

Carga horária: 56h

Coordenação de Conteúdo:

Profa. Dra. Ana Carla Fonseca – Doutora em Arquitetura e Urbanismo (USP). Mestre em Administração de Empresas (USP), Administradora Pública (FGV/SP), Economista (USP), com MBA (Fundação Dom Cabral). Fundadora da empresa “Garimpo de Soluções – economia, cultura e desenvolvimento”. Consultora internacional e palestrante em 5 línguas e 30 países, autora ou editora de nove livros, como “Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável” (Prêmio Jabuti 2007) e “Cidades Criativas” (finalista no Prêmio Jabuti 2013). http://garimpodesolucoes.com.br/

Coordenação Acadêmica:

Profa. Me. Kátia de Marco

Graduada em Ciências Sociais e mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense. É curadora independente e membro da Associação Brasileira dos Críticos de Arte – ABCA. Fundou e preside a Associação Brasileira de Gestão Cultural - ABGC e é coordenadora acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais e Sociais - PECS, da Universidade Candido Mende. É gestora do projeto Dialogue Café Rio, ONU/ UNAOC/UCAM e também é Diretora do Museu Antonio Parreiras SMU/SEC/RJ

Mais informações:

(21) 3543 6489
pecs@candidomendes.edu.br
contato@abgc.org.br
http://www.abgc.org.br/fo/cursos-de-extensao/
Rua da Assembleia, 10 sala 616 – Centro do Rio de Janeiro




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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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quinta-feira, janeiro 02, 2014

Publicado o artigo "Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa" na revista "Cadernos do CEOM" da Unochapecó




Texto curto, rápido de ler (publicado originalmente na página do Produtor Cultural Independente no Facebook)


Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Amigos, compartilhando: escrevi ano passado o artigo "Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa". Trata-se de um tema que estou trabalhando também na monografia da pós-graduação em gestão cultural.

O artigo foi publicado agora em dezembro de 2013 na revista "Cadernos do CEOM" do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina da Universidade da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O número 39 da revista é dedicado aos temas "Economia Criativa" e "Economia da Cultura".

Vou divulgar esta informação várias vezes durante o mês de janeiro, alternada com outras postagens.

As reflexões contidas no artigo dão continuidade a ação formativa "Aprenda a Produzi uma Banda", iniciada em 2010 e que depois foi ampliada para "Aprenda a Produzir um Artista" e que hoje faz parte do Programa Produtor Cultural Independente.

Segue o link http://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/1735


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

segunda-feira, julho 29, 2013

Assista a palestra de Cláudia Leitão sobre Economia Criativa na Universidade Cândido Mendes (RJ) dia 01 de agosto





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Quem não puder comparecer ao lançamento dos editais da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura dia 31 de julho, tem a chance de assistir a palestra da secretária Cláudia Leitão na Universidade Cândido Mendes, dia 01 de agosto, às 19h.

É preciso confirmar presença no e-mail ite@candidomendes.edu.br



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

quinta-feira, julho 25, 2013

Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura aposta na formação e qualificação dos profissionais brasileiros



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


O Ministério da Cultura por meio da Secretaria da Economia Criativa lançará no dia 31 de julho dois editais muito importantes: apoio a formação para profissionais e fomento a incubadoras. Estas são duas causas às quais tenho me dedicado desde 2007, época em que publiquei o texto "Vamos educar pessoas para produção cultural?" no portal Overmundo e que propus em uma audiência pública na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul a criação de uma incubadora cultural.


Compartilho com muito prazer as informações recebidas da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura e parabenizo as ações da Secretária Cláudia Leitão e sua equipe. Pela primeira vez alguém pensa a cultura no Brasil para além da discussão de apenas pedir mais dinheiro público para a arte. É pensando na formação que teremos mais qualidade na utilização dos recursos públicos.




E-mail recebido da Secretaria de Economia Criativa


2013/7/22 Brasil Criativo <brasilcriativo@cultura.gov.br>


Caros amigos,


Seguem anexos banner, flyer e release sobre o lançamento dos novos editais da SEC: o Edital de Apoio à Formação Para Profissionais e Empreendedores Criativos e o Edital de Fomento a Incubadoras de Empreendimentos da Economia Criativa.
Maiores informações sobre o evento de lançamento, que ocorrerá no Observatório de Favelas, na Maré, Rio, estão no release.


Agradecemos o apoio de vocês, que tem sido fundamental e nos estimula a avançar!


Cláudia Leitão
Secretaria da Economia Criativa
MINISTÉRIO DA CULTURA
Release da assessoria de comunicação do Ministério da Cultura (na íntegra).



Editais garantem R$ 6 milhões para empreendimentos culturais e criativos 


A proposta é estimular cursos de gestão cultural e ampliar vagas em incubadoras dos setores criativos 


O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria da Economia Criativa (SEC), lançará no dia 31 de julho, na sede do Observatório de Favelas, na Maré, Rio de Janeiro, dois editais com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento da Economia Criativa brasileira por meio do apoio financeiro à qualificação profissional e ao surgimento de novos empreendimentos nos setores criativos. 


Os editais são dirigidos a instituições públicas ou privadas que atuam na área de ensino, mas beneficiarão diretamente pequenos e micros empreendedores da cultura porque estimulam a formação em uma área pouco atendida, a gestão de empreendimentos culturais e criativos, e ampliam oportunidades para novos empreendimentos no setor. 


O total de recursos investidos pelo MinC, nos dois editais, é de R$6.100.000,00. As inscrições iniciarão no dia do lançamento e ficarão abertas até 13 de setembro de 2013.


Formação e qualificação em gestão cultural


O Edital de Apoio à Formação Para Profissionais e Empreendedores Criativos é voltado à realização de cursos para formação e qualificação em gestão no setor criativo, elaborados e ministrados por instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos. Serão selecionados 11 projetos, divididos em três categorias: Gestão de Negócios e Empreendimentos; Gestão e Produção de Eventos; e Gestão de Carreiras. Os recursos a serem distribuídos nesse edital somam R$1.100.000,00. 


Podem concorrer entidades que tenham no mínimo três anos de existência e atuação comprovada nos 15 setores da Economia Criativa previstos pelo edital. Os cursos promovidos pelas instituições selecionadas devem oferecer vagas gratuitas, preenchidas por meio de processo seletivo público.


Investimento em incubadoras


Já o Edital de Fomento a Incubadoras de Empreendimentos da Economia Criativa tem a finalidade de fortalecer entidades que atuam com empreendimentos criativos e inovadores para que ampliem a oferta de vagas para a incubação. O total investido é de R$5.000.000,00. Serão contemplados até 20 projetos e cada um receberá um valor mínimo de R$250.000,00 e máximo de R$400.000,00. 


O primeiro edital dessa modalidade lançado pelo MinC é dirigido a instituições de ensino superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, também com três anos de existência no mínimo, e que atuem como gestoras de incubadoras.


Uma das metas da SEC/MinC é estruturar políticas de fomento a novos empreendimentos criativos. Algumas das poucas incubadoras públicas e privadas que atuam no setor têm capacidade de investimento limitada. “Queremos estimular as incubadoras que atuam nos setores criativos a ampliar sua capacidade”, afirma a secretária da Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão. 


Outra dificuldade enfrentada pelo setor no Brasil, explica a secretária, é a falta de cursos com foco na gestão de empreendimentos criativos e gestão da produção cultural. “A formação é um dos gargalos da economia criativa e um dos desafios a que nos propusemos na SEC é estimular a formulação de cursos de gestão específicos para os criativos”, diz.

Acesse os editais no site do Ministério da Cultura





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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).