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quarta-feira, setembro 26, 2012

"Há um espaço inteligente onde você pode construir uma coisa significativa, que pode permitir você viver"





Por Alê Barreto

alebarreto@gmail.com


O título deste post é uma frase de Benjamin Taubkin, músico que é uma referência na minha formação como produtor independente. 

Neste vídeo Benjamin explora pontos importantes para que possamos pensar numa carreira profissional, na música (e na minha opinião, em quase todas as profissões), de maneira ampla. Vale muito a pena assistir.

Por falar em carreira, para quem já está pensando em se preparar e melhorar sua formação, lembro que estão abertas as inscrições da próxima turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista".

O curso foi criado a partir de vivências minhas com músicos e bandas, mas também se aplica a outras áreas.

 

Aprenda a Produzir um Artista 


Você sabia que cada vez mais diferentes pessoas desejam realizar  atividades artísticas e 
culturais?

O maior acesso à educação, a melhoria do nível de renda e as novas tecnologias de 
informação e comunicação tem criado no Brasil muitas oportunidades para pessoas de 
todas as idades que desejam desafios, trabalhos com rotinas mais criativas e conviver num 
ambiente profissional rico em trocas.

Produzir um artista é uma ótima oportunidade de você começar a se desenvolver como 
empreendedor. Para quem já possui uma carreira é, também, uma possibilidade de 
explorar novos horizontes, tornando-se um profissional multicarreira.

Saiba mais sobre o curso "Aprenda a Produzir um Artista" e inscreva-se



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Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos e anos depois começou sua carreira em produção cultural em 2003. No Rio Grande do Sul, trabalhou com artistas independentes, shows nacionais, festivais internacionais e como prestador de serviços da Opus Promoções. Criou em 2006 o blog "Produtor Cultural Independente". Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e lançou o livro "Aprenda a Organizar um Show" no portal colaborativo Overmundo, já baixado por mais de 20.000 pessoas.

Gaúcho de Cachoeira do Sul, morou também em Santa Maria, Erechim, Alegrete e Porto Alegre. Mora no Rio de Janeiro desde 2008. Trabalhou como gestor e produtor cultural do Grupo Nós do Morroconsultor do SEBRAE e da Rede Acreana de Cultura, produtor executivo do espetáculo "Missados Quilombos" (Cia Ensaio Aberto) e iniciou um amplo trabalho independente de formação através de cursos e palestras em várias cidades do Brasil. 


Desde janeiro de 2012 é trabalha no Observatório de Favelas como articulador do projeto "Solos Culturais", na favela da Rocinha, uma iniciativa que está formando 100 jovens, com idades entre 15 a 29 anos, de cinco diferentes territórios – Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha – em produção cultural e pesquisa.


É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão CulturalMinistra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural.

Presta serviços também como consultor e freelancer.

Entre em contato (21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, maio 29, 2012

Artistas e produtores são aliados





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A foto acima foi um momento muito especial em 2012 que quero compartilhar com todos vocês. Após terminarmos o curso “Aprenda a Iniciar um Agenciamento Artístico”, último do seis cursos Programa Produtor Cultural Independente ministrados agora em maio no SESC São João de Meriti (obrigado a Ana Christina e equipe do SESC e a produtora Ahnis Fraga), começamos a tirar algumas fotos, para guardarmos lembranças das nossas vivências. Num determinado momento, a Patricia Polayne, artista sergipana que participou do curso (conheçam mais o trabalho dela neste link), pediu para tirarmos algumas fotos juntos. Então saiu esta maravilhosa foto.

Esta foto para mim é muito mais que uma demonstração de gentileza e carinho desta artista. Este carinho que Patricia manifestou eu sempre tive e tenho com todos os produtores e artistas com quem trabalho. É possível e muito saudável artistas e produtores conviverem assim.

Quero então deixar uma mensagem para todos os meus alunos dos cursos do SESC e para todos que acompanham este blog. São reflexões contidas no último capítulo do meu livro “Aprenda a Organizar um Show”.


Tesão
Um produtor deve sentir prazer pelo que faz. Não se obrigue a fazer algo que você não curte.

Comece a construir sua carreira
Nenhuma profissão é moleza, muito menos a de produtor executivo de shows.
Se realmente você sente tesão por este trabalho, é importante estar disponível para a luta, “dar a cara para bater”, arriscar. Comece já.

Sustentabilidade
Procure sempre trabalhar em shows que contribuam para o seu sustento.
A ansiedade gerada por dificuldades financeiras faz com que as pessoas desistam de trabalhar como produtores.

Qualidade de vida
Alguém um dia inventou que trabalhar com shows é um constante estresse e muitas pessoas têm acreditado nisso até hoje. Para mim, a maior parte do stress que acontece em um show vem da falta de organização e profissionalismo de quem trabalha nele.
Se ao trabalhar em um show você proporciona que várias pessoas ampliem sua qualidade de vida pelo contato com a música, sua atividade também deve proporcionar qualidade de vida para você.

Respeito às diversidades
A produção de shows propicia o contato com músicos e técnicos de várias faixas etárias, de diferentes cidades e etnias, com opções políticas, religiosas e sexuais diferentes da sua. Aproveite para aprender e melhorar sua formação humana.

Colaboração
Experimente construir o seu trabalho através de uma cultura de colaboração.

O aprendizado não tem limites
Assim como eu e muitas outras pessoas, você está começando a trabalhar na área cultural através da organização e produção de shows musicais. Mas você não precisa parar aí. Avalie constantemente sua carreira, ouça sua intuição e não hesite em traçar novos mapas e percorrer novos caminhos rumo ao seu aprendizado.




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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do SulSuas competências profissionais vem sendo construídas através da experiência com artistas independentes, coletivos de arte (Coletivo Tarrafa e Bataclã FC), movimentos sociais (Software LivreFórum Social Mundial), eventos (Opus Promoções), shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do MorroInstituto Ensaio Aberto), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um Artistaaula na SP Escola de TeatroPresença Digital SaudávelPrograma Produtor Cultural IndependenteSemana de Gestão e Políticas Culturais), espaços de discussão e reflexão (Música e AçãoObservatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).
Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.
Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

sexta-feira, maio 04, 2012

Gilberto Gil afirma: "A visão de carreira está em cheque"



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Na aula "Produção, Administração ou Gestão Cultural? Reflexões sobre os desafios e oportunidades na cena da produção cultural contemporânea brasileira", que ministrei em Goiânia na Semana de Gestão e Políticas Culturais em Goiânia, promovida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) e Observatório Itaú Cultural, falei o meu olhar (que é apenas um de muitos olhares existente sobre o Brasil) sobre o novo cenário da organização da cultura. 


Um dos componentes deste cenário, que raramente ouço falar em debates e seminários, foi a introdução no Brasil dos conhecimentos de gestão de carreira profissional e, ao mesmo tempo, a desconstrução desta noção.


A noção de gestão em carreira profissional empodera as pessoas que trabalham com arte, cultura, comunicação, entretenimento, produção, enfim, toda a cadeia da economia criativa, a pensarem suas trajetórias profissionais não somente como empregados, mas como agentes livres (free agent). E a "desconstrução desta noção" está sendo as pessoas perceberem que não existe "modelo seguro" para sucesso numa carreira. 


O vídeo acima é um depoimento que Gilberto Gil concedeu ao projeto "Produção Cultural no Brasil". Assista é veja reflexões importantes que ele faz sobre a carreira artística.





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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um ArtistaPresença Digital Saudável), espaços de discussão e reflexão (Observatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Mitos que impedem você avançar numa carreira artística




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Mito: "O principal para avançar é ter apoio da mídia"


Qualquer pessoa que pretenda trabalhar em uma carreira artística necessita entender e organizar sua relação com os profissionais dos meios de comunicação. Mas centrar todos os seus esforços em "fazer uma social" com jornalistas e diretores de emissoras de TV e rádio não garante avanço numa carreira.

Você precisa ter clareza sobre qual é a sua proposta e como pretende apresentá-la para as pessoas.


Mito: "Tendo dinheiro, qualquer um faz sucesso"


Outro engano. Ter dinheiro ajuda na estruturação de qualquer empreendimento. Mas uma carreira artística não está condicionada a quanto você pode ou não investir. O sucesso em uma carreira artística está muito mais relacionado ao quanto você está disposto a aprender e fazer as mudanças que forem necessárias para avançar.


Mito: "Para um artista bombar é preciso ter um produtor"


Para uma carreira artística avançar é preciso ter um processo de produção organizado. Isso poderá (ou não) ser gerenciado por uma pessoa que não seja o próprio artista.



Seja o artista de sua vida. Trabalhe para organizar e realizar tudo aquilo que dá significado para os seus dias.


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Cresce o número de pessoas que já confirmaram sua inscrição nos próximos cursos do Produtor Cultural Independente em São Paulo


15 pessoas já estão inscritas!


1 - Que dias serão os cursos?

O curso "Aprenda a Organizar um Show" está previsto para dia 25 de fevereiro (sábado, manhã e tarde, das 8h às 17h30min)

O curso "Aprenda a Produzir um Artista" está previsto para dia 26 de fevereiro (domingo, manhã e tarde, das 8h às 17h30min)


2 - Quanto é o valor de cada curso?

O valor de cada curso é R$ 180,00. Mas para quem fizer inscrições até o dia 12 de fevereiro, será concedido um desconto de 15%, o que faz com que você pague R$ 153,00 cada curso.


3 - As vagas são limitadas?

Sim. E não é possível fazer reserva de vagas sem a inscrição.

Importante: não vou com frequência à São Paulo. Aproveite.


4 - Como fazer a inscrição?


Clique aqui e se inscreva no curso "Aprenda a Organizar um Show" - inscrições até 12 de fevereiro

Clique aqui e se inscreva no curso "Aprenda a Produzir um Artista" - inscrições até 12 de fevereiro


Aprenda a organizar seu trabalho. Gerencie sua carreira

Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços de organização e planejamento de carreira, consultoria, coaching, oficinas, cursos, workshops e palestras.


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.

É um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Priorize a prioridade. Exercite manter o foco.


Música "Prioridades" do álbum "Enxugando o Gelo" de BNegão & Os Seletores de Frequência


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Semana passada, durante um momento do curso "Aprenda a Organizar um Show", realizado no Centro Cultural Justiça Federal no Rio de Janeiro (atenção povo de SP, estamos organizando turmas de sábados e domingos para o fim de fevereiro, leia mais abaixo), estávamos falando sobre camarim. Neste momento, lembrei a todos que o "camarim" é um espaço importante na produção do show, mas que não pode ser mais importante do que o show em si. Esta é a minha opinião.

Aí começamos a conversar se era adequado a produção liberar bebida alcoólica para os artistas antes do show. Uns eram a favor, outros eram contra. Eu me posicionei sobre o assunto como sendo a favor de que cada caso seja tratado de forma particular, sem uma regra geral. Mesmo tendo esclarecido isso, as pessoas continuaram a falar o que achavam sobre o assunto. Ficamos quase 15 minutos conversando se podia ou não podia servir bebida alcoólica antes do show.

Isso não é uma reclamação. Pelo contrário. Achei o episódio muito construtivo. Fiquei pensando: "como é fácil a gente sair do foco. É muito fácil a gente esquecer o que é a prioridade". E este esquecimento acontece todos os dias em nossas vidas, na maioria das vezes, sem nos darmos conta.

Uma das coisas mais difíceis é manter o foco na prioridade.

Para exercitar "manter o foco", nesta segunda, antes de deitar, se pergunte:

- qual é a minha prioridade?

- o que fiz nesta segunda de construtivo no sentido de realizar a minha prioridade?

- como organizei minha semana para realizar a minha prioridade?



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Retorno da audiência [ACOMPANHE]
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Experimente o prazer de construir todos os dias o mundo que você quer estar.



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[ATENÇÃO!] O Produtor Cultural Independente está organizando novas turmas para finais de semana em fevereiro em São Paulo




Estamos organizando as próximas turmas dos cursos do Produtor Cultural Independente em São Paulo.

O processo é similar ao patrocínio coletivo. Estou organizando as pessoas interessadas.

Datas prováveis:

sábado 25 de fevereiro - Aprenda a Organizar um Show
domingo 26 de fevereiro - Aprenda a Produzir um Artista


Se você tem interesse em participar, envie seu e-mail para alebarreto@gmail.com para saber mais informações.


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais) e a colunista da revista Fazer e Vender Cultura.


Aprenda a organizar seu trabalho. Gerencie sua carreira

Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços de organização e planejamento de carreira, consultoria, coaching, oficinas, cursos, workshops e palestras.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

quarta-feira, abril 27, 2011

Que tal desenvolver um comportamento profissional?


Vídeo de promoção do livro "Aprenda a Organizar um Show"
(próxima turma do curso dia 28 de abril no RJ)

Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muita gente vai ficar com a pulga atrás da orelha quando ler o título deste texto. Isso porque quem deseja produzir arte, comunicação, cultura ou entretenimento houve o tempo todo que a primeira coisa a fazer para conseguir sua sustentabilidade é fazer projetos, submetê-los a leis de incentivo e/ou articular-se politicamente para pressionar o governo para que este destine mais recursos financeiros, que serão novamente destinados através de editais para projetos...

Eu tenho certeza que muitas pessoas conseguiram seus primeiros trabalhos através de projetos, leis de incentivo e editais. Mas este modelo não fortalece a profissionalização, pois reduz-se a estimular as pessoas a aprenderem a solicitar recursos e a prestarem contas. Solicitar recursos e prestar contas não significa melhoria na qualidade de um serviço. Pelo contrário: induz a muita precariedade.

Para mim, a primeira coisa que alguém deve pensar em fazer é desenvolver um comportamento profissional. Não estou aqui me referindo a questão da imagem pessoal (como você se veste, etc.) ou de noções de etiqueta (como você se comportar em diferentes situações sociais, como reuniões, festas, etc.). Estou falando de algo que é comum em várias profissões, mas que muitas vezes às pessoas acham que não se aplica à cultura.


Se organize

O processo de se organizar não tem fim. Mas precisa de estímulo. E o estímulo vem do desenvolvimento do hábito de se organizar.

Não interessa se todo mundo à sua volta é desorganizado. Organização não é moda. Trabalhar organizado é uma escolha.


Atenda bem

Há duas maneiras de se trabalhar com oportunidades: aproveitar quando elas vem o seu encontro ou ir atrás delas.

O mau atendimento afasta as duas. Você perde oportunidades quando não sabe atender bem e você perde oportunidades quando inviabiliza trabalhos por mau atendimento.

Não interessa se todo mundo à sua volta atende mau. Bom atendimento não é moda. Querer atender bem e perseguir este objetivo é uma escolha.


Conheça suas capacidades e recursos

Avalie que competências você precisa desenvolver para que o seu objetivo seja atingido. Se for preciso, contrate um serviço de coaching.


Se abasteça com boas práticas

Não é preciso inventar a roda o tempo todo. Veja quais são os tipos de negócios nas áreas de arte, comunicação, cultura e entretenimento que são bem sucedidos e busque extrair lições das melhores práticas.


Ajuste a sintonia

A sua postura de vida está em sintonia com o objetivo que você está se propondo? Faça uma análise constante disso. Sempre que possível, dê uma pensada a noite se você:

- fez algo para se manter motivado na busca do seu objetivo;
- usou parte do tempo para realizar ações em prol do seu objetivo;
- articulou pessoas e parceiros para conseguir seu objetivo;
- investiu parte dos seus recursos financeiros nesta busca.


Lembre-se

Começar a fazer seu próprio roteiro, seu próprio caminho, leva tempo. E mesmo fazendo tudo e seguindo todas as regras, dicas e métodos, podemos ser surpreendidos por uma série de incertezas. Não se culpe e nem se maltrate quando as coisas não saírem conforme o planejado. Algo não acontecer conforme planejado é muito mais comum do que se imagina. Leia a matéria "Adote um comportamento leve no trabalho".

Dando certo ou não, escolher o desenvolvimento como caminho e perceber a importância e o prazer desta jornada é mais interessante que ficar aguardando passivo a aprovação de um projeto ou que apareça um edital.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

sexta-feira, abril 22, 2011

Produtor Cultural Independente cria novo espaço de diálogo com pessoas interessadas em prestar serviços e gerenciar carreiras artísticas




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A partir de hoje o Produtor Cultural Independente aumenta o diálogo com as pessoas interessadas em prestar serviços de produção ou gerenciar carreiras artísticas.


Está no ar o blog www.aprendaproduzirumabanda.blogspot.com


A proposta é dar continuidade a troca de informações iniciada com a ação educativa "Aprenda a Produzir uma Banda" que vem sendo realizada no Distrito Federal e que também já foi realizada no estado do Espírito Santo.

A ideia básica é simples: sugerir primeiros passos.


Será um prazer compartilhar mais informações com você.



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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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quinta-feira, março 17, 2011

Preparação é fundamental para elaboração de conteúdos interessantes sobre arte e cultura




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Duas coisas acontecem com frequência no Brasil, quando o assunto é jornalismo cultural. Uma é o jornalista copiar e colar quase na íntegra as informações que são enviadas através de um release. A outra é o jornalista não ler as informações que foram enviadas, não pesquisar nada sobre a trajetória do artista e seu momento atual e fazer uma entrevista baseada em clichês ou polêmicas.

Quero destacar aqui que não estou fazendo terra arrasada. Há muitos jornalistas bacanas. Mas estes problemas que citei ocorrem com frequência e as pessoas ficam com medo de falar, achando que serão "queimadas" na imprensa, etc. Para mim, olhar com clareza os problemas e procurar solucioná-los não é algo destrutivo. Tenho certeza que os estudantes de jornalismo que lerem este post terão a oportunidade de se colocar de uma forma diferente no novo mercado de cultura e entretenimento que está se formando no Brasil.

Para uma cobertura rápida, que for ser realizada antes ou depois de um show, sugiro o seguinte: ler com atenção o release do artista e outras informações que o mesmo tenha disponibilizado na internet. A partir disso, pesquise opiniões, comentários e matérias que falem deste artista. Por fim, acrescente a este caldeirão o seu ponto de vista. Tenho certeza que sairão muitas perguntas inteligentes.

Se for uma entrevista longa, aí sugiro seguir as dicas do Ruy Castro, que anotei assistindo a participação dele no Programa Roda Viva em 27/02/2006:

- elaborar umas 150 perguntas; da pergunta 40 em diante, as mais profundas;
- as perguntas devem iniciar agradáveis;
- nunca fazer mais de 1 pergunta por vez;
- se houver “branco” na entrevista, deixar que o entrevistado retome. Aparecem comentários interessantes;
- se possível, numa outra ocasião, fazer novamente as mesmas perguntas (6 meses depois).

Assista o vídeo acima e veja o que pode acontecer quando um artista é abordado por um profissional de comunicação despreparado.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.

quarta-feira, março 09, 2011

Conheça o site Starpolish.com




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


StarPolish é um site dedicado a capacitar artistas, com foco na indústria da música.





Veja artigos sobre a indústria da música, sob a perspectiva de empreendedores americanos.

Acesse www.starpolish.com


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

sábado, dezembro 04, 2010

Profissionais com boa formação e que gostam do que fazem trazem melhores resultados para carreiras artísticas


Graça dos Prazeres: cuidado e afeto com os alimentos. Exemplo a ser seguido pelos produtores que cuidam dos artistas


Por Alê Barreto*

Uns dias atrás, tive vários insights lavando roupa. Isto deu origem ao texto de "De roupa (e alma) lavada". Hoje os insights vieram de outra experiência do meu cotidiano aqui no Rio de Janeiro.

Fui até a casa de um novo amigo, próximo da Lagoa Rodrigo de Freitas, para um almoço. Cardápio? Comida natural. A chef era a amiga Graça dos Prazeres.

Graça tem uma habilidade incrível. Vê-la preparar os alimentos é um espetáculo à parte. Enquanto ela espiava se o peixe já tinha assado, ensinava uma pessoa a preparar o suco verde e dava uma verdadeira aula sobre o bem estar que cada prato faz para nossas vidas, fruto de sua experiência com o projeto Oficina da Semente,




do doutor Alberto Peribanez Gonzalez, autor do livro "Lugar de Médico é na Cozinha". Todos ficam encantados com a leveza, a beleza e o sabor de cada refeição que ela prepara.

Porque não como assim todos os dias? Este encantamento me fez perceber que muitas vezes aceito comer alimentos menos saudáveis e menos saborosos no meu dia a dia, por não dar a atenção necessária para minha alimentação. Muitas vezes justifico isso pensando: "comida não é a minha atividade principal". Mas, no fundo, sei que é só uma desculpa. Sem uma alimentação leve, bonita, saudável e prazerosa, não irei conseguir realizar a arte de viver em toda sua plenitude. Esta situação de "acomodação" também ocorre na produção e na administração de trabalhos artísticos.

Muitas vezes os artistas passam anos pensando que "produção" é uma atividade administrativa, uma atividade de suporte, menos essencial. Dedicam toda sua atenção e investimento financeiro somente para gravar, escrever, ler, filmar, dançar. Isso faz com que tenham que fazer sua própria produção, muitas vezes sem o preparo necessário, ou que tenham que aceitar participar de shows e projetos em condições precárias, por não ter alguém que os represente e trabalhe para minimizar isso. Com o tempo, cansados de passar por tantas experiências ruins, acabam aceitando trabalhar com produtores tolerando grosseria, falta de profissionalismo, baixa qualificação e péssimo atendimento.

Mas isso está mudando. Os artistas novos (e muitos com bastante experiência) já estão se dando conta que é preciso "alimentar" sua carreira formando equipes com profissionais que tenham boa formação e que gostam do que fazem. Isso sempre traz mais leveza, beleza e sabor para sua arte. E mais resultados.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@gmail.com

sexta-feira, novembro 12, 2010

Para Melina Hickson a música brasileira está muito além do samba e da bossa nova

Melina Hickson from FLi Multimídia on Vimeo.




Por Alê Barreto*


O excelente vídeo acima é uma entrevista realizada com Melina Hickson, disponível no site do projeto "Produção Cultural no Brasil".

Melina dedica-se ao desenvolvimento internacional de carreiras de grupos dentro e fora do Brasil desde 2004, já tendo realizado turnês internacionais de grupos como Siba e a Fuloresta e Orquestra Contemporânea de Olinda.

Observe a nuvem de tags abaixo e veja as palavras mais destacadas por ela em suas falas:



Este trecho dá uma pista do porque as palavras "gente" e "carreira" aparecem em destaque:

“Eu desenvolvo carreira de bandas e quando a gente pensa em desenvolvimento de carreira de bandas a gente não está pensando em questões de vender um show e fazer um show. A gente está pensando numa carreira de longo prazo, numa coisa maior, no desenvolvimento de uma vida, na verdade, porque estas bandas, estes artistas vivem disso.”

Quer conhecer o olhar desta produtora? Assista o vídeo e amplie seu aprendizado.

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".

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sexta-feira, outubro 29, 2010

Falando de presença digital saudável e carreira artística




Por Alê Barreto*


Estou encerrando a semana muito feliz! Muitas coisas legais aconteceram. Encontrei muita gente que pensa, sente e se move para encontrar novas formas de se trabalhar com a arte, artistas e a tecnologia. Um movimento contínuo que pratico em minha vida.

Durante dois dias realizei a primeira turma do curso “Construa sua presença digital saudável”, no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB), onde em julho participei de um encontro com o pessoal do Instituto Batucar, do Coletivo Palavra e da banda Móveis Coloniais de Acaju.

A ideia de falar sobre presença digital saudável é trocar informações úteis sobre os conceitos com os quais tenho construído o meu trabalho. Assisti de perto a popularização da telefonia celular móvel no Brasil, pelo fato de ter trabalhado três anos dentro de uma das maiores operadoras do Brasil, utilizo computadores há anos, utilizo internet. Também participo do Facebook, Orkut, Twitter, estudo as novas mídias e o conceito de redes sociais. E acho que precisamos estar atentos e nunca esquecermos que tudo isso são recursos para nossa vida. Assim como um carro. Mas são apenas recursos. Não são a nossa vida.



O resultado do encontro foi muito positivo. O grupo de alunos não podia ser melhor. Difícil encerrar o curso. A vontade era de ficar mais tempo dialogando com eles.

Dois feedbacks de quem participou:

"Alê Barreto nos mostra como podemos ser eficientes sem sermos workaholics digitais. E que construir uma presença digital envolve mais do que criar perfis”.
Roberta Dollinger, produtora literária

“É bastante interessante porque dá uma outra visão além do uso pessoal e apresenta várias estratégias para melhorar sua imagem corporativa nas mídias digitais”
Antonio Balbino, assessor de projetos da Incubadora de Arte e Cultura da UNB

Leia mais sobre o curso

Na saída do curso, me reencontrei com a Nina e conheci a Alê Capone, produtora que é uma grande articuladora da cultura no Distrito Federal. Conversamos muito lá no Balaio.


4ª edição da ação cultural "Aprenda a Produzir uma Banda"

Quinta-feira o dia começou com uma grande surpresa. Me disseram que o curso seria num centro cultural. Quando cheguei, pouco antes das nove da manhã, avistei em frente ao centro este caminhão.



Lembrei da imagem. Havia assistido uma entrevista no Programa do Jô, na Rede Globo, sobre uma mulher muito criativa que levava espetáculos culturais com um caminhão para várias cidades do Brasil. Sim! Eu tive a felicidade de ministrar a 4ª edição da ação cultural "Aprenda a Produzir uma Banda" no Centro Cultural Mapati, da encantadora atriz e produtora Tereza Padilha. Olha ela aí no vídeo:



O curso aconteceu no teatro. Trabalhei desta vez de forma diferente, dando muita oportunidade para que os participantes dialogassem. Quem trabalha com produção de bandas, grupos e artistas, muitas vezes não consegue trocar informações com seus pares pois (ainda) existe uma competição exagerada no nosso setor. Foi ótimo ouvir todos falarem. Cada pessoa era um universo diferente.

Tinha gente que está trabalhando projetos com dança e querendo ajudar o filho a se desenvolver na música. Advogada aprendendo a dialogar com artistas. Pedagoga que está fazendo aula de canto.

Tinha advogado que já montou sua produtora. Músicos que querem entender mais sobre o processo de gestão de uma carreira artística. Um cara de street dance.

Tinha músico autodidata querendo saber se era possível lotar um show.
Assessora de imprensa querendo entender como começar a trabalhar com artistas. Produtora formada em artes cênicas com muita experiência na elaboração de projetos incentivados.

Tinha gente que está tendo oportunidade de trabalhar com grupo de músico conhecido em Brasília. Jovem querendo fazer produção musical. Assessora de imprensa que gosta de cuidar das pessoas. Uma mulher que largou tudo para trabalhar com a música. Uma futura socióloga que trabalha com teatro.

Durante todo o dia trocamos informações. Todos nos fortalecemos e aprendemos uns com os outros.

Um dos aspectos que considero muito importante foi poder ampliar o conceito que tenho de carreira artística, completamente diferente de querer apenas "descobrir talentos" ou transformar um artista em "celebridade".

Para mim, uma carreira artística é uma carreira profissional para quem escolheu trabalhar com arte. Não está pronta. Deve ser construída. Necessita de um esforço permanente para isso. Não depende de fórmulas de sucesso. Necessita disponibilidade para aprender.

É preciso ter vocação para isso. Eu gosto muito do que eu faço.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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alebarreto@produtorindependente.com

terça-feira, outubro 12, 2010

Artistas independentes ocupam cada vez mais espaços nos circuitos internacionais de espetáculos





Por Alê Barreto*



Em 2005, no Mercado Cultural de Salvador, ouvi artistas falarem que tocavam mais no exterior que no Brasil. Fiquei surpreso. Depois em 2006, conheci o pessoal do Cabruêra e me falaram a mesma coisa. Me deram inclusive de presente uma camiseta com os nomes das cidades de sua última turnê na Europa, realizada naquela época.

Na medida que fui avançando na minha carreira, sempre atento para a nova cena cultural brasileira, percebi que estas percepções deste artistas apontavam para uma tendência: artistas independentes ocupam cada vez mais espaços nos circuitos internacionais de espetáculos.

Marcos Sacramento é um bom exemplo disso. O primeiro show que assisti dele foi há alguns anos no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, época em que trabalhei na Opus Promoções. Em 2009, tive o prazer de reencontrá-lo no espetáculo "Homenagem a Carmen Miranda", com Clara Sandroni, ocasião que me reencontrei também com sua empresária, minha amiga Maria Braga.



www.mariabragaproducoes.com.br


Marcos realizou shows na França em 2009, esteve em Portugal este ano e agora vai para África.

Sorte? Acaso? Trabalho independente com organização e método.

Gosto de dar visibilidade a exemplos bem sucedidos como este. Você tem noção do que é a pré-produção, a logística, o trabalho e todos os cuidados necessários para se fazer um show internacional?





O espetáculo será em Libreville, no Gabão, dia 16 de outubro. Acompanhado de Luis Flávio Alcofra no violão, Netinho Albuquerque no pandeiro/percussões e Pedro Aune no contrabaixo, Marcos irá apresentar "Na cabeça", seu mais recente CD, lançado pela gravadora Biscoito Fino.

Conheça mais sobre o trabalho deste competente artista independente.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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terça-feira, agosto 24, 2010

Fabricio Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, fala sobre a forma de organização do grupo


Imagem do site Produção Cultural no Brasil


Por Alê Barreto*


Nos últimos dias venho falando aqui bastante na importância de se pensar a gestão de uma carreira artística. Compartilhei informações sobre a reportagem da cantora Céu na revista Bravo e sobre a reportagem do ator José Wilker no site da Globo. Uma cantora e um ator.

Agora vamos conhecer também a visão de um produtor.

Conheci em Brasília o Fabrício Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, durante uma reunião realizada em julho na Incubadora de Arte e Cultura da Universidade de Brasília. Naquela ocasião, percebi que tínhamos muitas afinidades. Destaco duas: entendemos que a música pode ser pensada como negócio e que é preciso conhecer como ocorrem as relações entre os agentes do mercado cultural.

Em agosto, tive novamente a oportunidade de poder reencontrá-lo aqui no Rio, durante o debate “O Mercado de Shows e Festivais e sua Influência na divulgação do artista e distribuição de seus produtos”, promovido pelo Coletivo Ponte Plural em parceria com o Sebrae e que teve também a presença do Talles Lopes (representante da ABRAFIN, Circuito Fora do Eixo e produtor do Festival Jambolada), Adilson Pereira (Jornalista cultural, ex-editor da Revista Outra Coisa e Programador do Circo Voador) e Gaby Morenah (Produtora do Circo Voador).

Hoje, entrei pela primeira vez no site do projeto Produção Cultural no Brasil, uma realização da Casa da Cultura Digital e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, cuja execução está a cargo da Beijo Técnico Produções Artísticas, Garapa Coletivo Multimídia e FLi Multimídia, em parceria com a Azougue Editorial. Há muito conteúdo que considero de grande importância para uma formação ampla em produção e gestão cultural. Preciso pesquisá-lo com mais atenção. Mas falei tudo isso para dizer que me reencontrei com o Fabrício na seção de vídeos.

Nesta entrevista, gravada no dia 18 de maio de 2010 no estúdio Cine & Vídeo, em São Paulo, Fabrício fala que é "o décimo integrante da banda" e que além do Móveis ser uma banda, "é também uma empresa". Fala também sobre como encarar a música como um trabalho profissional, sobre a opção do grupo contratar uma empresa de consultoria administrativa para organizar os processos de trabalho, sobre como pensa novos modelos de negócio para música.

Fabricio Ofuji from FLi Multimídia on Vimeo.



Vale a pena assistir esta entrevista.


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