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quarta-feira, abril 13, 2011

Divulgue sua ideia criando pontos de apoio


Divulgar uma ideia é construir uma ponte para se chegar a algum lugar


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Outra estratégia para divulgar uma ideia é criar pontos de apoio.

Eu divulgo que é preciso qualificar as pessoas que atuam no mercado das artes, comunicação, cultura, eventos e entretenimento. Para que esta ideia se multiplique, venho criando pontos de apoio para isso. Vejamos alguns exemplos.


Articulação com Poder Público



Participei dos trabalhos do Fórum Permanente de Economia da Cultura do Rio Grande do Sul e fiz uma proposta de criação de uma incubadora cultural em audiência pública realizada na Assembléia Legislativa em Porto Alegre em setembro de 2007.


Qualificação de coletivos de cultura



Palestra "Começar a Fazer - informações úteis para quem deseja profissionalizar sua atividade cultural" realizada no festival Grito do Rock, em Brasília, em fevereiro de 2010.


Discussões sobre qualificação com novos empreendedores culturais



Encontro para troca de experiências com a participação de Fabrício Fuji e BC (banda Móveis Coloniais de Acaju), Instituto Batucar e Coletivo Palavra, promovido pela Incubadora de Arte e Cultura do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília, em julho de 2010.


Proposta de qualificação em universidades



Palestra "Gestão Cultural: um novo campo de possibilidades para os profissionais da Administração", na abertura da V Semana da Administração da Universidade Estadual Paulista (UNESP), representando a Associação Brasileira de Gestão Cultural, em 23 de agosto de 2010.


Consultoria para qualificação profissional


Clique para ler

Consultoria e repasse metodológico de gestão para produção cultural para grupos culturais do estado do Acre. Este trabalho, realizado graças a parceria da Rede Acreana de Cultura (Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, Fundação Elias Mansour, SEBRAE, SESC, IPHAM e SESI), gerou uma cartilha básica de produção cultural e deu oportunidade aos alunos do projeto Cultura Acreana para se capacitarem, fazerem atividades de benchmarking no estado de Goiás e produzirem o Porto Arte Festival na cidade histórica de Porto Acre em setembro de 2010.


Produção de conteúdo fomentando a qualificação



Publicação do texto "Vamos educar pessoas para a produção cultural?" no portal Overmundo em 2007 e no Guia Brasileiro do Mercado da Música 2008/2009 do Instituto Totem Cultural.




Apoio a projetos de produção de conteúdo que fomentam a qualificação



Participação no evento de lançamento do projeto "Produção Cultural no Brasil" no Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ em setembro de 2010.


Acompanhamento de nova tendências no setor cultural

Balanço do Seminário Internacional de Políticas Culturais 2010 from Helena Klang on Vimeo.



Participação no Seminário Internacional de Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa em outubro de 2010, no Rio de Janeiro.


Trabalho em rede para amplificar a ideia de profissionalização



O livro "Aprenda a Organizar um Show", de minha autoria, só foi viabilizado graças a uma rede de parceiros qualificados.

A edição do texto foi realizada pelo jornalista, músico e escritor Rodrigo dMart. A revisão do texto foi realizada também pelo Rodrigo e pela jornalista e artista plástica Yara Baungarten. As ilustrações foram realizadas pela Yara.

A capa e o projeto gráfico da edição impressa foi realizada pelo designer Índio San (Everson Nazari). A diagramação foi realizada pela Manuela Kanan.

A produção gráfica, a distribuição, a comercialização, o lançamento e a divulgação da edição impressa foram realizadas pela Imagina Conteúdo Criativo.

O texto do prefácio da edição impressa foi escrito por Leonardo Costa, pesquisador e doutor do Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia.


Comece a fazer! Crie você também os seus pontos de apoio!


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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sábado, agosto 21, 2010

Gerenciar uma carreira de forma profissional e desenvolver um método próprio de trabalho traz bons resultados


Videoclipe de "Grains de beauté" da cantora Céu/direção:renancostalima.org e marcelogomesphoto.com



Por Alê Barreto*


Folheando a edição 156 da Revista Bravo, do mês de agosto, meus olhos se fixaram na matéria "Alma antiga pronta para o futuro", de José Flávio Júnior. Trata-se de uma breve análise sobre os seis primeiros anos de carreira da cantora Céu.



Site da Revista Bravo!


Quem puder, compre a revista ou arrume emprestado e dê uma lida. Vale muito a pena. Mas não pense que vai encontrar uma fórmula de sucesso. Pelo contrário. O texto mostra que trilhar um caminho sem "regras de ouro" e contando com a gestão profissional (uma empresa gere a carreira dela) pode trazer resultados muito interessantes.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

quinta-feira, junho 17, 2010

"O músico deve assumir a gestão do seu trabalho"


Fábio Neves - Pinho Brasil/Divulgação


Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Quem acompanha o meu trabalho, já deve saber que eu presto consultoria para o Pinho Brasil, duo de música instrumental formado no Rio de Janeiro em 2008, pelo violonista Fábio Neves e o percussionista Márcio Valongo. Mas muita gente não sabe que o Pinho Brasil é um grupo artístico que decidiu planejar e gestionar o seu trabalho.

Esta decisão partiu da análise que Fábio Neves fez do contexto em que se insere seu novo trabalho. Após realizar o bacharelado em música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com especialização em violão, e tendo estudado com conceituados professores como Graça Alan, Márcia Taborda, Bartholomeu Wiese, Wagner Meirelles e Marco Pereira, Fábio avaliou que era necessário conhecer "o outro lado da música". Decidiu fazer a pós-gradução "MBA em Gestão Cultural" da Universidade Cândido Mendes. Concluídos seus estudos, no final de 2009 entrou em contato comigo dizendo que queria trabalhar de uma forma diferente.

Eu já fiz muitas reuniões com músicos. Apesar de todas as mudanças da indústria fonográfica, ainda existem músicos que acreditam que o seu trabalho é só compor e tocar. E há também os xiitas que pensam que qualquer um pode ser produtor e que não precisam de ninguém. Fábio me surpreendeu. Mal começamos a primeira reunião e ele disparou: "o músico deve assumir a gestão do seu trabalho".

Percebendo uma visão madura deste músico sobre os novos contextos do mercado cultural, agendei uma reunião após o carnaval. Quando nos reencontramos, percebi que ele realmente acreditava no que estava falando. Recém tinha retornado de uma bem sucedida série de apresentações na Espanha com o grupo "Violões da UFRJ", coordenado pelo professor Bartholomeu Wiese. Fábio atua neste grupo como músico e produtor executivo.


Grupo Violões da UFRJ/Divulgação


Esta nova forma de pensar a gestão da carreira artística voltada para resultados me despertou a vontade de aprender junto com ele.

Em março começamos a realizar reuniões de planejamento, onde a tônica principal é trabalhar a realização das ações culturais com método e estratégia. Avaliamos pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças. Tudo isso com o objetivo de que Fábio consiga interpretar que cenários são mais favoráveis para as ações do Pinho Brasil e utilize da melhor forma possível os recursos disponíveis.

No meio do caminho, apareceu uma boa oportunidade. Fábio conseguiu uma pauta em um espaço cultural muito bacana do Rio de Janeiro (vejam um músico que "vende" também o seu próprio show) e me convidou para um novo trabalho: assessorar na organização das ações de comunicação.


Centro de Referência da Música Carioca, espaço cultural dedicado à memória, criação, pesquisa e ensino da rica diversidade musical do Rio de Janeiro


Percebam que nas duas situações, tanto para atividades de planejamento, como para comunicação, Fábio não pediu para mim fazer. Fábio me convidou para juntos realizarmos estas atividades.

Tenho certeza que esta postura irá aumentar muito as possibilidades de Fábio avançar em sua carreira artística.

Escute a música Mulher Rendeira, de autoria de Zé do Norte e arranjo do violonista Marco Pereira, sendo executada pelo Pinho Brasil no programa Música e Músicos do Brasil, na rádio MEC, disponível para download gratuito no Banco de Cultura do site Overmundo. Veja como qualidade artística, criatividade, pesquisa, método e estratégia podem caminhar juntos.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Pinho Brasil, veja o serviço e se agende:

O que: Show Pinho Brasil - Madeira de Lei

Sinopse: Pinho Brasil é formado pelos músicos Fábio Neves (violão 8 cordas/viola caipira) e Márcio Valongo (bateria) e tem seu trabalho caracterizado por uma nova proposta musical, com a intenção de aproximar o público da harmonia e dos diferentes ritmos que caracterizam a cultura brasileira.

Quando: 2 de julho, sexta-feira

Horário: 19h

Local: Centro de Referência da Música Carioca
Espaço cultural dedicado à memória, criação, pesquisa e ensino da rica diversidade musical da cidade do Rio de Janeiro.
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ

Ingresso : R$ 10,00

quinta-feira, outubro 08, 2009

Organize melhor suas ações culturais: comece a planejar o ano de 2010


Mapa do Tratado de Tordesilhas/domínio público


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Outubro é um mês oportuno para começarmos a organizar o "mapa" que irá orientar os nossos deslocamentos ao longo das "grandes navegações" do próximo ano.

Pegue uma caneta e papel ou vá para frente do computador e comece:

- qual é a sua missão? Pense em qual é a razão de ser do seu empreendimento cultural.

- qual é a sua visão? Aonde você quer chegar nos próximos 5 anos? Pode estender esta projeção para os próximos 10 anos.

- quais são os seus valores? Espiritualidade, autonomia, prazer, etc. Avalie os quais são os seus critérios para realizar os seus empreendimentos culturais.

- quais são as suas forças? O que você faz bem?

- quais são as suas fraquezas? No que pode melhorar?

- quais são as oportunidades que estão surgindo?

- quais são as ameaças que podem ocasionar prejuízos?

- com base na reflexão do que é a sua missão, visão, valores e de quais são suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, estabeleça objetivos para os próximos anos.

- por fim, vá desdobrando estes grandes objetivos de longo prazo em objetivos palpáveis de serem visualizados e trabalhados no dia-a-dia. Por exemplo: se você tem como objetivo estar atuando como produtor cultural independente profissional em 2014, liste o que precisa ser feito em 2010, 2011, 2012 e 2013 para que isso aconteça. Depois liste o que precisar ser feito em cada mês de 2010.

O planejamento não garante o sucesso, mas é um como um mapa: ajuda a você percorrer o território incerto e desconhecido do futuro.

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Saber interpretar informações econômicas fortalece a estratégia de um produtor cultural independente



Por Alê Barreto


Se você não estudou economia e estava "boiando" sobre o que era a tal da "crise", com certeza o vídeo inteligente e criativo do jornalista Marcelo Tas (a Crise no Taxi) contribuiu para que você comece a aprender a interpretar informações econômicas.

Mas afinal, você pode estar se perguntando: porque é importante saber isso? O meu projeto cultural nada tem haver com isso. Tem sim. Muito mais do que você imagina. A questão é que em geral não estamos acostumados a "conectar" economia com cultura.

Nos últimos dias, revendo meu próprio planejamento, percebi que posso contribuir muito com as pessoas que também estão fazendo seus projetos culturais independentes, que estão "desenhando a estratégia" das suas próximas ações, se falar um pouco sobre a importância de aprender a interpretar informações econômicas.

Um produtor cultural independente deve ter noções mínimas de economia, para que não fique à mercê dos ventos soprados pelos meios de comunicação.

Um bom exemplo do que estou falando são as atuais notícias sobre a crise financeira internacional. Ou crise mundial. Ou crise internacional. Ou tantos outros nomes que estão dando para o mesmo assunto.

Até assistirmos ao vídeo, talvez soubéssemos muito pouco sobre o assunto. Mas já podemos afirmar que sabemos o que é esta crise? Temos noção do impacto dela na economia do Brasil? Na economia do nosso estado? Na economia de nossa cidade? Na economia da cultura do local onde vivemos?


Vídeo "A Crise dentro do Mercado" (Marcelo Tas)

Acho importante que a gente se faça estas perguntas e procure respostas. Primeiro, porque é um fenômeno que causa impacto na economia de muitos países, inclusive o nosso. Segundo, porque uma vez superada esta crise, virão outras crises. E mesmo em meio a sucessão destas crises, a nossa vida não para, os nossos sonhos não param e esta vida (mesmo que tenhamos outras)um dia irá terminar.

Estou provocando você com este assunto para que você entenda que de alguma forma as nossas idéias ou os nossos projetos necessitam de recursos financeiros. E a maior ou menor disponibilidade de recursos financeiros está relacionada com um contexto econômico mundial, que interfere na atividade econômica do nosso país, do nosso estado e da nossa cidade. E os impactos desta maior ou menor disponibilidade de recursos financeiros não serão os mesmos para todo mundo. Logo, não há respostas ou fórmulas prontas, do tipo "faça isso". Não adianta ficarmos amedrontados com as notícias e abandonarmos as nossas idéias. E também não dá para simplesmente acharmos que somente oração, nossa intuição ou nosso pensamento positivo irão garantir que os nossos projetos aconteçam.


Vídeo: A crise dentro da cabeça (Marcelo Tas)

Por fim, eu proponho que a gente supere a dificuldade de lidar com o assunto "dinheiro" e aprenda noções de economia. Um bom começo é o livro "Aprender Economia", do professor Paul Singer. Trata a economia numa linguagem acessível e, didaticamente, consegue transmitir conhecimentos indispensáveis ao exercício da cidadania.

sábado, janeiro 10, 2009

Estratégia é uma aliada da Produção Cultural


"Man in the Cafe", Juan Gris, 1912. Disponível em www.ibiblio.org/wm/paint/auth/gris/cafephil.jpg

Por Alê Barreto

Há poucos dias escrevi algumas idéias que julgo interessantes para alavancar as nossas realizações culturais em 2009.

Uma das idéias foi "(...) desenhe um "passo-a-passo" de como pretende alcançar seus objetivos no longo prazo. Se pretende ser um produtor cultural e viver somente disso, planeje como pode ir fazendo uma transição de sua profissão atual para a nova atividade".

Então vamos começar.

Planejamento é uma palavra que muitas vezes no meio cultural soa como um bicho de sete cabeças. Mais não é.

Partindo da definição da palavra, segundo o dicionário Michaelis, planejamento é o "(...) ato de projetar um trabalho, serviço ou mais complexo empreendimento; determinação dos objetivos ou metas de um empreendimento, como também da coordenação de meios e recursos para atingi-los; planificação de serviços".

Para mim, numa definição mais prática, o planejamento é um mapa em construção, que nos auxilia a atravessar um mar de incertezas que nos aguardam no futuro.

Podemos planejar o que quisermos. Mas temos que saber de antemão que planejamento é uma tentativa de chegar a algum lugar. Mas a tentativa somente será bem sucedida se soubermos lidar com fatores externos alheios à nossa vontade.

Na área de produção cultural, pelo fato de ainda estar iniciando a sistematização de conhecimentos nesta área no Brasil, a noção de planejamento é bastante limitada, precisa ser ampliada. Em geral os produtores culturais pensam que o planejamento serve somente para apresentar propostas para o Ministério da Cultura, para secretarias de cultura dos estados e municípios ou para tentar captar patrocínio junto aos departamentos de marketing das empresas.

Para mim, a principal contribuição que os diferentes métodos de planejamento podem oferecer para os profissionais da cultura é que possibilitam que se trabalhe com estratégia. E trabalhar com estratégia aumenta muito a probabilidade de sermos bem sucedidos.


Veja dicas do escritor Roberto Shinyashiki




Antes de planejar um evento, uma exposição de artes, uma peça de teatro, um festival, antes de sair prometendo para as pessoas que irá "fazer e acontecer", aprenda a iniciar um negócio ou repense o seu empreendimento.

Uma boa oportunidade de se aprender a planejar é entrar em contato com o SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Através deste link você pode fazer cursos gratuitos, aprimorar sua formação e aumentar consideravelmente as chances de obter bons resultados em 2009.

Outros links no site do Sebrae que irão auxiliar no seu planejamento:

Cultura e Entretenimento

Panorama da Cultura no Brasil

Gestão Cultural

Produção Cultural

Empresas ligadas à cultura poderão contar com apoio financeiro
Seleção do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Sebrae e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) prevê recursos não-reembolsáveis de até R$ 4 milhões para inovação nos segmentos de música, audiovisual, manifestações populares e artes cênicas