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terça-feira, agosto 03, 2010

Estão abertas as inscrições para o 4º Edital Votorantim de projetos culturais



Por Alê Barreto*

O blog Acesso divulgou que iniciou hoje o período do processo de seleção de projetos culturais a serem patrocinados pelo Instituto Votorantim em 2011.

Serão investidos R$ 3 milhões em projetos de todas as áreas culturais – artes visuais, artes cênicas, cinema e vídeo, literatura, música e patrimônio – desde que estejam comprometidos em ampliar e qualificar o acesso de jovens, entre 15 e 29 anos, a bens culturais.

Poderão se inscrever artistas, grupos, produtores e instituições de todas as regiões do país que tenham projetos de até R$ 500 mil com atividades previstas para serem realizadas de janeiro a dezembro de 2011.

Informações: www.blogacesso.com.br/selecaodeprojetos

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

terça-feira, outubro 20, 2009

Participe da audiência pública "Acessibilidade para a Democratização das Políticas Culturais" e do "6° Encontro da Mídia Legal" no RJ


Divulgação


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Segue texto na íntegra publicado no site do MinC por Karina Miranda.


Diversidade Cultural
Acessibilidade para a Democratização das Políticas Culturais no Rio de Janeiro


O secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), Américo Córdula, participará da audiência pública Acessibilidade para a Democratização das Políticas Culturais, no dia 20 de outubro, na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), às 14h. A audiência foi convocada pela Comissão de Cultura da Alerj, em parceria com a Escola de Gente - Comunicação em Inclusão e a SID/MinC, e faz parte das atividades do 6° Encontro da Mídia Legal.

Além de discutir a garantia do direito à produção e participação na vida cultural por parte das pessoas com deficiência, como a acessibilidade no teatro, na literatura e no campo audiovisual, a audiência visa também divulgar a Campanha Acessibilidade - Siga Essa Idéia!, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE).

A campanha tem por objetivo mobilizar e sensibilizar a sociedade para a eliminação das barreiras de informação e arquitetônicas que geram preconceito e impedem as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida a participarem efetivamente da vida social. Além disso, objetiva criar um grupo de trabalho para mapear a acessibilidade dos equipamentos culturais do estado do Rio de Janeiro.

O Ministério da Cultura vem desenvolvendo diversas ações e programas voltados para promover a Acessibilidade e a Diversidade Cultural como, por exemplo, a 1ª Oficina Nacional de Indicação de Políticas Públicas Culturais para a Inclusão de Pessoas com Deficiência, realizada em outubro de 2008, no Rio de Janeiro. Chamada de Nada sobre Nós sem Nós, a oficina teve ampla participação de pessoas com deficiência e resultou em um relatório contendo diretrizes e ações para nortear as políticas públicas do MinC sobre a inclusão social e cultural do segmento.

Seguindo o Decreto Federal 5.296/04, a audiência pública será realizada com acessibilidade. Haverá tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo o direito à participação de pessoas surdas. As pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida terão assentos reservados.

No 6° Encontro da Mídia Legal serão debatidos os temas Políticas Culturais, acessibilidade e inclusão. O Encontro tem patrocínio da Petrobras e parceria da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), Fundação Avina e UERJ.

Apóiam a iniciativa: Ashoka Empreendedores Sociais; Conjuve; Campanha Nacional pelo Direito à Educação; Centro de Apoio a Mães de Portadores de Eficiência (Campe); Cipó - Comunicação Interativa; Comissão de Cultura da Alerj; Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência da Instituto de Juventude Contemporânea (IJC); Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase); Aracati - Agência de Mobilização Social; Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social; Rede Andi; Rompendo Barreiras; Rompendo Barreiras; Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/Minc); Revista Viração; Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação (Seesp/MEC); Secretaria Especial dos Direitos Humanos (Corde/SEDH); Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria Geral da Presidência da República; União e Inclusão em Redes de Rádio (UNIRR); União Nacional dos Estudantes (UNE); e WVA Editora.

Confira a programação:

Abertura

Acessibilidade para a Democratização das Políticas Culturais

Data: 20 de outubro
Hora: 14h
Local: Audiência Pública na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) - Palácio Tiradentes

Seminários

Políticas Públicas de juventude: O que são? A quem se dirigem?
Data: 21 de outubro

Comunicação e Participação Juvenil
Data: 23 de outubro

Educação Inclusiva: Direito Humano dos(as) Jovens
Data: 27 de outubro

Juventude e Vulnerabilidade: Diferenças e Desigualdades
Data: 29 de outubro

Horário: de 9h às 12:30h

Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Faculdade de Comunicação Social).
A entrada é gratuita e não é preciso fazer inscrição.

Informações:
(21) 8885-1486, com Liseane Morosini
(21) 8131-9210, com Eliane Araujo
www.escoladegente.org.br

quarta-feira, agosto 05, 2009

Conheça um pouco da cultura do Distrito Federal: visite o Açougue Cultural T-Bone




Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


No Distrito Federal, em Brasília, uma experiência muito interessante vem mostrando que trabalho organizado e visão de longo prazo mudam o estado das coisas.

Leia com atenção a reportagem de Isabel Clemente, publicada na Revista Época.


O açougueiro dedicado aos livros



O menino Paulo Ricardo Carvalho das Chagas tem 10 anos e há dois frequenta uma biblioteca. Ele tem a sorte de contar com uma em frente ao trabalho da mãe, onde passa as manhãs antes de ir à escola. A mãe vende salgadinhos e refrigerantes numa barraca na rua, na frente de uma parada de ônibus de concreto e pintura descascada, em uma das avenidas comerciais mais apinhadas de Brasília, a W3 Norte. É na parada de ônibus que Paulo Ricardo e outros passageiros se encantam com livros que acabam levando para casa. “Já li um monte. Gosto muito de contos de fada, meu preferido é Pinóquio”, diz o bem articulado menino, que também se prepara para a longínqua prova de habilitação de motorista lendo manuais de autoescola. “Sei o significado de várias placas.”

De manuais de autoescola a clássicos da literatura mundial, tem de tudo nas 35 bibliotecas montadas nas paradas de ônibus ao longo da avenida que corta de uma ponta a outra os 7 quilômetros da Asa Norte, um dos bairros de Brasília. Os livros estão à disposição do público, de graça e sem fiscalização. As pessoas levam o que bem entendem, sem anotar nomes ou o título da publicação, pelo prazo que lhes convier. As regras estão escritas num pequeno cartaz: “Leve um por vez; devolva-o em bom estado; não fique com o livro por muito tempo”.

Esses livros fazem parte de um acervo de mais de 100 mil títulos da “biblioteca popular”, projeto idealizado e mantido por Luiz Amorim, um açougueiro de Brasília. Paulo Ricardo é um dos colaboradores espontâneos e informais do açougueiro. Divulga sua fonte de consultas para os amiguinhos, arruma e até limpa as estantes e vigia, da barraca da mãe, o que os outros fazem com sua biblioteca preferida.

Visto com descrédito no início, o projeto da biblioteca popular sobrevive há dois anos sem patrocínio. “Nunca tive recursos para comprar um único livro novo. É tudo doado”, diz Luiz, de 43 anos, que aprendeu a ler aos 16. Luiz ganhou fama com as Quintas Culturais, eventos realizados na calçada de seu açougue a cada duas semanas, com escritores e artistas. Já passaram por seu estabelecimento os escritores Ruy Castro, Fernando Morais, Ziraldo e as cantoras Elba Ramalho e Tetê Espíndola. Para esses eventos, com atratividade e publicidade garantidas, Luiz conseguiu o patrocínio da Petrobras, há quase três anos. Afinal, os cachês podem variar de R$ 10 mil a R$ 100 mil, valores fora do padrão de vida desse baiano que migrou para Brasília aos 7 anos. Luiz mora de aluguel com a mulher e o filho de 3 anos numa quitinete de 50 metros quadrados, em cima do açougue. Nas duas horas de conversa com ÉPOCA, o açougue recebeu um único cliente. “Meu desafio no início era atrair as pessoas para eventos culturais num açougue. Agora é mostrar que o açougue é meu ganha-pão, porque as vendas caíram. Isso aqui não é hobby”, diz Luiz, sério.

Inaugurado em 1998, o açougue permanece com a mesma aparência, sem filiais. Antes do patrocínio, Luiz tirava do bolso recursos para fazer os eventos culturais. Foi nesse ambiente que criou a primeira biblioteca popular, disseminando o gosto pela literatura entre funcionários e clientes que chegavam para comprar um bife e saíam também com um livro de Machado de Assis embaixo do braço.

Hoje, é comum ver os funcionários registrando as doações que não param de chegar. As novidades são distribuídas quando o açougueiro sai em sua Kombi sem bancos para arrumar e abastecer as estantes nos pontos de ônibus, com a ajuda de dois empregados. Um deles, calçando galochas brancas e boné de açougueiro, conta ler pelo menos um por mês. Edglei Cavalcante trabalha há dez anos com Luiz. Estudou até a 5ª série e, enquanto ajuda o patrão a arrumar as estantes populares, separa livros para si ou para a filha de 7. “Depois devolvo e pego mais”, diz.

Ao ver os rapazes arrumando as estantes, uma senhora pergunta, de longe: “E pode pegar assim, é? Pensei que fosse crime!”. Quando a desconfiança vira confiança, Luiz comemora. É essa consciência cidadã que estimula o respeito ao espaço público e ao bem comum que impressionou a responsável pela área cultural da Unesco no Brasil. “Oferecer algo que não é de ninguém, num local público, e contar com que o usuário devolve o livro em bom estado é de uma didática mais importante até que a leitura em si”, diz Jurema Machado, coordenadora de cultura da Unesco no Brasil. “Esse projeto prova que é possível fazer isso, porque funciona.”

A Unesco não dá apoio financeiro a projetos, mas resolveu ajudar a difundir a ideia da biblioteca popular, para que outras pessoas tenham a mesma iniciativa em suas cidades – esse, sim, é o grande sonho do açougueiro. “Me cobram porque eu não estendo até a Asa Sul, ou a cidades-satélites, mas não tenho condição de fazer isso sozinho”, diz Luiz. Sua mulher, Vera, uma gaúcha alta, loura e de olhos verdes, que trabalha como analista de sistemas, afirma: “É como um filho dele. E para manter um filho você não mede esforços, não questiona quanto sai de seu bolso”.

Para tornar as bibliotecas populares uma realidade, Luiz peregrinou por bibliotecas “de verdade”, colhendo informações. Esse filho, como bem definiu a mulher, ele gestou por três anos, até tomar coragem para o parto. Cercou um ponto de ônibus com estantes, expôs 10 mil livros e ficou lá sentado, prancheta na mão, tomando nota. “Aí eu percebi que só teria credibilidade se todos os pontos de ônibus oferecessem isso e estivessem sempre organizados”, diz. “Há estudos de sociologia que explicam esse comportamento por constrangimento. O cara que não cuida do banheiro na rodoviária não tem o mesmo comportamento no shopping, onde encontra tudo limpo. É por aí”, afirma. “E o homem, como ser coletivo, é bom”, diz, citando Aristóteles sem soar pedante. Em nome de sua paixão por livros, Luiz vem investindo quase tudo o que ganha na ideia fixa de disseminar o hábito da leitura. “Devo tudo aos livros e sei que mudei a vida de muita gente com eles.” Alguém duvida?

Fonte: Revista Época


Alguém tem dúvida de que Luiz Amorim é um produtor cultural independente?

O que você faz para levar adiante as suas idéias e projetos?


Conheça mais o Açougue Cultural T-Bone

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Conheça o Programa Eletrobrás de Cultura 2009



Conteúdo extraído do site da Eletrobras


Nos últimos anos, a Eletrobrás vem se destacando entre as cinco maiores incentivadoras de cultura no Brasil. Centenas de projetos patrocinados pela empresa têm movimentado a cena cultural do país, lançando luz e energia sobre os palcos e espaços destinados à música, teatro, dança, cinema, artes plásticas, educação e tantas outras manifestações importantes para o desenvolvimento do povo brasileiro.

A Eletrobrás tem o orgulho de apresentar o Programa Eletrobrás de Cultura com a finalidade de ampliar a democratização do acesso aos recursos destinados anualmente ao patrocínio de projetos culturais. Nesta primeira edição, em 2009, o Programa foi lançado na forma de seleção pública nacional para apoiar a produção de espetáculos teatrais.

Você pode fazer sua inscrição e acompanhar o processo de seleção de projetos de qualquer lugar do país, pela internet. Este processo de seleção conta, ainda, com a participação de renomados especialistas na área de teatro, que avaliarão os projetos sob critérios técnicos.

Para conhecer as regras e participar do Programa

quarta-feira, novembro 19, 2008

Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados



Conteúdo extraído do site www.oifuturo.org.br


O Programa Oi de Patrocínios culturais incentivados está presente em vários estados brasileiros, levando cultura a muitas pessoas.

A Oi valoriza iniciativas que tenham conceitos como identidade, acesso, desenvolvimento, expressão e inovação.

IDENTIDADE
As diversidades regionais. A valorização de talentos e sotaques. A cultura como retrato do Brasil.

ACESSO
Formação de novas platéias. Agenda cultural para todos. A cultura como conquista da cidadania.

DESENVOLVIMENTO
Geração de renda e novas oportunidades de mercado.Formação de profissionais e artistas. A cultura como fomento.

EXPRESSÃO
Linguagens artísticas plurais. Intercâmbio de idéias. A cultura como liberdade.

INOVAÇÃO
Convergência de novas tecnologias. Atitude. A cultura como poder transformador.

Saiba mais

domingo, outubro 12, 2008

USP mapeia práticas de cultura livre em São Paulo



Conteúdo extraído do site Democratização Cultural


Uma pesquisa realizada pela USP – Universidade de São Paulo busca mapear as práticas de cultura livre na capital paulista e descobrir quem são os grupos e indivíduos que realizam atividades criativas que se encaixam no conceito de cultura livre. A pesquisa pretende apurar, também, qual é o entendimento de cultura livre dos grupos, assim como os tipos de licença que utilizam.

A pesquisadora Jhessica Reia, responsável pelo trabalho, disponibiliza um questionário on-line, que pode ser respondido por qualquer ator cultural da cidade, até o dia 30 de outubro de 2008, no site www.gpopai.usp.br/pesquisacl.

O termo cultura livre, que pauta a pesquisa, foi sugerido inicialmente por Lawrence Lessig, no livro de mesmo nome, lançado nos Estados Unidos em 2004 (no Brasil foi lançado em 2005, pela Trama). Lessig se refere às práticas culturais cujas obras são disponibilizadas por licenças alternativas que permitem a livre reprodução e distribuição, podendo restringir o uso comercial e a criação de trabalhos derivados. Para o livro, o autor buscou inspiração no movimento do software livre, criado na década de 80 por Richard Stallman para permitir a livre execução, reprodução e modificação de programas de computador.

No caso do livro de Lessig, os princípios do software livre foram transpostos para outras práticas culturais com a criação da Creative Commons, uma ONG que oferece ao público um conjunto de licenças de direito autoral que permite que os criadores autorizem o livre uso e reprodução das suas obras. A pesquisa desenvolvida na USP quer aferir os efeitos do software livre, do Creative Commons e de outras iniciativas semelhantes na cultura paulistana.

Até o momento, a pesquisa já identificou mais de 200 manifestações que se aproximam do conceito de cultura livre, de grupos de programadores, artistas plásticos, músicos e escritores. O mapeamento da comunidade de cultura livre da cidade será disponibilizado na internet para democratizar o acesso aos resultados.

Fonte: Assessoria de Comunicação da USP

quinta-feira, julho 17, 2008

Banco do Nordeste lança edital do Programa BNB de Cultura 2009




Conteúdo extraído do site do Banco do Nordeste do Brasil


O Banco do Nordeste do Brasil lançou dia 1º de julho em seu portal na Internet (www.bnb.gov.br), o edital do Programa BNB de Cultura – Edição 2009. O Programa BNB de Cultura é uma linha de patrocínio direto do Banco do Nordeste, para apoio à produção e difusão da cultura do Nordeste e Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo (área de atuação do BNB), mediante seleção pública de projetos. Existente desde 2005, o Programa BNB de Cultura, já patrocinou 681 projetos nas quatro edições anuais anteriores, no valor total de R$ 10,5 milhões. O Banco do Nordeste destinará, no próximo ano, o montante de R$ 3 milhões para projetos a serem selecionados nas seguintes áreas: música (com dotação de R$ 700 mil), literatura (R$ 400 mil), artes cênicas (R$ 600 mil), artes visuais (R$ 400 mil), audiovisual (R$ 400 mil) e artes integradas ou não-específicas (R$ 500 mil). Serão contemplados pelo menos 174 projetos – sendo, no mínimo, 42 de música, 27 de literatura, 37 de artes cênicas, 13 de audiovisual e 30 de artes integradas ou não-específicas.

O BNB garante que, no mínimo, 50% do total dos recursos (ou seja, pelo menos R$ 1,5 milhão) do seu programa de patrocínio cultural direto serão destinados para projetos cujas ações sejam realizadas em municípios com até 100 mil habitantes, dentro da área de atuação do Banco. Assegura também que pelo menos 25% do total dos recursos (isto é, no mínimo R$ 750 mil) serão reservados a projetos realizados em municípios incluídos no Programa Territórios da Cidadania, do Governo Federal, cujo objetivo é levar o crescimento econômico e universalizar os programas básicos de cidadania. Na área de atuação do BNB, são identificados 34 Territórios da Cidadania, englobando 586 municípios, sendo 337 inseridos na região semi-árida. A meta da instituição é realizar, até 28 de novembro deste ano, todo o processo de seleção da edição 2009 do Programa, compreendendo, ainda, as seguintes fases: realização de 38 oficinas de elaboração de projetos em todos os 11 estados da área de atuação do Banco (4 a 31 de julho), período de inscrições (1º a 22 de agosto), divulgação da lista de projetos habilitados para o processo de seleção (30 de setembro), análise dos projetos (1º a 31 de outubro) e divulgação do resultado das propostas selecionadas (28 de novembro). A informação é do gerente de Gestão da Cultura do BNB, Henilton Menezes.

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Entrevistas e informações adicionais

• Henilton Menezes (gerente do Ambiente de Gestão da Cultura do BNB) – (85) 3464.3109 / 8635.6064 – henilton@bnb.gov.br

• Mário Nogueira (coordenador do Programa BNB de Cultura) – (85) 3464.3182 / 8830.1110 – amariobn@bnb.gov.br

• Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br

quarta-feira, junho 11, 2008

Programa BNB de Cultura lança edital dia 1º de julho



O Programa BNB de Cultura prioriza a cultura do Nordeste e do norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo (área de atuação do BNB) e está focado na facilitação do acesso da comunidade aos bens culturais, na formação de novas platéias e de cidadãos críticos e conscientes, na ampliação e na democratização das oportunidades de criação, circulação e fruição dos bens culturais, bem como na promoção e proteção da diversidade das expressões culturais.

Em continuidade ao processo de acesso aos recursos que são destinados anualmente ao desenvolvimento da cultura e entendendo que esta forma ética e transparente de seleção dos projetos culturais a serem apoiados pelo BANCO DO NORDESTE permitirá a eqüidade de oportunidades aos usos e fazeres culturais é que se abre o Pré-Edital do Programa BNB de Cultura – Edição 2009, que patrocinará com recursos próprios, no valor de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), projetos nas áreas de Música, Literatura, Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual e Área de Artes Integradas ou Não Específicas.

No período de 05 a 15 de junho de 2008, a exemplo das edições anteriores, serão colhidas sugestões apresentadas por artistas, produtores, entidades culturais e demais interessados, tendo com base o pré-Edital. As sugestões devem ser enviadas para o endereço eletrônico cultura@bnb.gov.br. O lançamento oficial com a versão final do Edital Público do Programa BNB de Cultura está previsto para o dia 1º. de julho de 2008.

Conheça o pré-edital

segunda-feira, abril 28, 2008

3ª Seleção Pública do Programa de Democratização Cultural Votorantim

O Programa de Democratização Cultural Votorantim apóia iniciativas de portes e regiões diversas do País, desenvolvidas em todas as áreas artísticas – artes cênicas, artes visuais, cinema e vídeo, literatura, música e patrimônio – que proporcionem, principalmente à população jovem, oportunidades de contato qualificado com atividades culturais.

O Programa possui três linhas de atuação, com processos e orçamentos independentes:

Seleção Pública de Projetos
Consiste em um processo seletivo aberto a proponentes de todo o Brasil, visando a escolha de projetos de excelência nas mais diversas áreas culturais e regiões do País e que tenham como foco a ampliação e qualificação do acesso da população jovem aos bens, produtos e experiências artísticas. Clique aqui para conhecer o regulamento da 3ª seleção pública do Programa de Democratização Cultural Votorantim.

Desenvolvimento de Projetos Locais
Trata-se de um processo assistido e continuado, em que proponentes de algumas cidades estratégicas para as empresas do Grupo Votorantim são convidados a elaborar projetos culturais que atendam às necessidades específicas da região. Diferentemente da seleção pública, neste processo, os proponentes não podem se candidatar, eles devem ser convidados por uma das Unidades de Negócio do Grupo.

Produção e Difusão de Conhecimento
Com a preocupação de se manter sempre atualizado e de fomentar o debate acerca de questões relacionadas à ampliação e qualificação do acesso à cultura no Brasil, o Grupo Votorantim mantém um núcleo de produção e disseminação de conteúdos especializados.


Conheça mais o programa

Inscrições para 3ª seleção pública do Programa já estão abertas