Mostrando postagens com marcador projeto Solos Culturais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador projeto Solos Culturais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, abril 10, 2013

A importância do registro de uma ação cultural, artística e criativa: o exemplo do projeto Solos Culturais





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Queridos amigos e leitores, muita gente mandou e-mails e mensagens na semana passada, pois interrompi por uns dias as publicações, por estar envolvido em um trabalho maravilhoso. Estava em Rio Branco, no lindo estado do Acre, ministrando a terceira edição do Programa Produtor Cultural Independente, através da ação "Gestão para Produção Cultural", realizada em parceria com a Rede Acreana de Cultura, que em 2012 recebeu o reconhecimento do Ministério da Cultura. O projeto foi contemplado com o Prêmio Brasil Criativo, concedido pela Secretaria de Economia Criativa, na categoria formação para competências criativas.

Em breve irei compartilhar mais sobre esta experiência.

Vamos a dica de hoje. No capítulo 27 do meu livro "Aprenda a Organizar um Show", existe esta pequena orientação:



"Registro do projeto

Monte uma pasta física ou virtual. Guarde nela a ata da reunião de avaliação junto com as principais informações utilizadas para organizar o show. Desta forma, você poderá mensurar seus avanços".


Uma outra forma bacana e muito dinâmica é o registro em vídeo.

Como exemplo, assista acima o vídeo de registro do projeto "Solos Culturais", do qual fui o articulador da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. O vídeo é de Márcio Belão.



***********************************************************************************************************


Recadinhos rápidos


Amigos de São Paulo, ainda dá tempo de se inscrever nos cursos do Produtor Cultural Independente no próximo sábado e domingo, dias 13 e 14 de abril.

Acesse a loja online 

Para participar do curso "Aprenda a Criar Oportunidades de Negócio" dia 13 de abril, clique aqui




ou fale com a produtora Waleska Ávila  (11) 96623-6238 waleskaavila@gmail.com


Acesse o blog do curso http://produtorindependentesp.blogspot.com.br/




[NOVO!!!] Rio de Janeiro (capital)

Criativa Social promove nova turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista".
O curso está previsto para o dia 18 de abril, das 10h às 16h (com intervalo), na BQ Centro de Treinamento, Rua São José, 40, Centro.
Inscrições e informações pelo fone (21) 3979-5472/ 3437-1160 ou pelo e-mail contato@criativasocial.com




Rio de Janeiro (Baixada Fluminese/RJ)





******************************************************************************************************

Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Possui competências tanto para organização e execução de atividades de produção executiva de eventos como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos, produção de conteúdo, palestras e ações formativas.

Escreve com freqüência no blog Produtor Cultural Independente, é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", é colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de economia criativa do SEBRAE, em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Leia matéria "O mapa da cultura na favela" no jornal O Globo



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Sendo este blog um espaço de estímulo e ideias, compartilho uma matéria muito bacana que saiu hoje no O Globo, sobre o projeto do qual faço parte da equipe e no qual concentrei a maior parte das minhas atividades em 2012. A matéria faz parte da comunicação que está sendo realizada para comunicar as intervenções artísticas que eles estão realizando neste período.


"O mapa da cultura na favela"


Levantamento inédito, que vai virar livro e guia, revela a rica e desconhecida produção cultural de cinco comunidades pacificadas

Por Mauro Ventura

Tem o Chorando à Toa, grupo de choro da Rocinha. E o Teatro Trevo, companhia de dança de rua da Cidade de Deus. Tem ainda a RT Pipas, do Complexo do Alemão, que, como o nome indica, fabrica e vende pipas. Já a Unidos de Manguinhos ensina a tocar instrumentos e a sambar na quadra da escola de Manguinhos.

— A favela tem uma riqueza e uma pluralidade cultural desconhecidas e não reconhecidas. Porque as pessoas podem até conhecer, mas não reconhecem como cultura — diz o geógrafo Jorge Barbosa, professor da UFF. — As favelas são solos férteis para a criação cultural.

Ele tem autoridade para falar. Diretor do Observatório de Favelas, é coordenador geral do projeto Solos Culturais, que mapeou instituições, grupos e indivíduos que produzem cultura em cinco comunidades pacificadas: Complexo do Alemão, Rocinha, Complexo da Penha, Manguinhos e Cidade de Deus. O trabalho vai resultar em duas publicações: no livro “Solos culturais”, que será lançado dia 22, e no “Guia cultural das favelas”, com previsão de lançamento em março ou abril.

Durante um ano, cem jovens das favelas foram formados em pesquisa social da cultura. Em novembro e dezembro de 2012, eles saíram a campo. O guia trará um levantamento minucioso, com fotos, endereços, horários, telefones e descrição das atividades. 





Leia a matéria na íntegra no jornal O Globo



******************************************************************************

Estude no Programa Produtor Cultural Independente




Dias 06 e 07/02 acontece o curso "Aprenda a Iniciar um Agenciamento Artístico",

todos módulos integrantes do Programa Produtor Cultural Independente, selecionado pelo edital do Centro Cultural Justiça FederalAv. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro / RJ (estação de Metro Cinelândia), com carga horária de 8 horas.

O valor de cada curso é R$ 200,00 (duzentos reais).


Inscrições antecipadas e inscrições na hora

- inscrições antecipadas somente pela loja virtual ou depósito bancário, enquanto houverem vagas.
- inscrições na hora do curso somente mediante pagamento em dinheiro em espécie ou cheque da própria pessoa que irá participar do curso, para data do primeiro dia do curso, enquanto houverem vagas.


Como fazer sua inscrição

Você poderá fazer sua inscrição através da compra do curso pela loja online ou através de depósito bancário e envio de formulário de inscrição.


1 - Loja online

Acesse o endereço http://pupurricultural.loja2.com.br :


Escolha o(s) curso(s) que desejar fazer.

Clique em "adicionar ao carrinho"

Clique em "finalizar compra"

Clique em "confirmar".

Siga os demais procedimentos do PagSeguro.



**************************************************************************

*Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, e do projeto Rio em Rede, uma parceria entre o Observatório de Favelas e o Instituto Avon.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

sexta-feira, agosto 31, 2012

Intervenção cultural "Rocinha, Eu Surfo!" mostra a capacidade de planejamento e realização dos jovens do projeto Solos Culturais da Rocinha

Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Muitas pessoas acham que produzir ações culturais é algo que se faz somente através de tentativa ou improviso. Pode ser. Mas com método e planejamento, as chances de dar certo aumentam.

Esta semana, desde domingo, estou acompanhando a realização da intervenção cultural “Rocinha, eu surfo!” que mostra a relação especial entre a cultura da comunidade e a prática que acontece nas praias do Rio de Janeiro desde a década de 50.

A ideia do “Rocinha, Eu Surfo!” surgiu dos encontros promovidos pelo projeto Solos Culturais, iniciativa do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura e patrocínio da Petrobras, que formará até o final do ano de 2012, 100 jovens de cinco territórios (além da Rocinha, Manguinhos, Penha, Cidade de Deus e Alemão) em produção cultural e pesquisa social.



Esta intervenção foi cuidadosamente planejada.


A partir de várias reuniões em sala de aula




trabalho em equipe





e fundamentais parcerias na comunidade, construímos e estamos realizando um projeto.






Esta pesquisa de campo







deu origem a este grafite na Rua 1.






Este estudo sobre a viabilidade de uma projeção no Largo do Boiadeiro




resultou nesta projeção bem recebida pela comunidade.






Este estudo de fixação de pranchas





e esta pesquisa de campo





deu origem a esta exposição na passarela da Rocinha.





No próximo sábado acontece outra exposição




cuja abertura será às 18h (apesar de no cartaz acima constar 17h)


e no domingo a exibição do documentário "Surfing Favela"




na Pracinha (ao lado da passarela).



A intervenção "Rocinha eu surfo" tem apoio da Escola de Música da Rocinha, Instituto Reação, C4 Biblioteca Parque da Rocinha, Rocinha Surfe Escola, TV Tagarela, Subprefeitura da Zona Sul (XXVII Região Administrativa), Rádio Brisa-Rio FM 101.7 e do Produtor Cultural Independente.



Conheça o portal do projeto Solos Culturais


**************************************************************************






* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

domingo, agosto 26, 2012

Surf é cultura? Com grande intervenção cultural, jovens de uma das mais conhecidas favelas do Brasil mostram que é




Por Alê Barreto alebarreto@gmail.com
@Alebarreto


Começou hoje a primeira intervenção dos jovens que acompanho no projeto Solos Culturais, na Rocinha. O projeto, que também acontece em Manguinhos, Cidade de Deus, Penha e Complexo do Alemão é uma realização 
do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, patrocinada pela Petrobras através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro.


Segue um trecho do release escrito pelos próprios alunos produtores.



Surf é cultura? Com grande intervenção cultural, jovens de uma das mais conhecidas favelas do Brasil mostram que é. 

Entre os dias 26 de agosto e 2 de setembro, jovens produtores culturais da Rocinha farão uma série de ações que irão mexer com o dia a dia dos moradores. “Rocinha, eu surfo!” é o nome do conjunto de intervenções envolvendo cinema, fotografia, cultura urbana e esporte, que vai mostrar a relação especial entre a cultura da comunidade e a prática que acontece nas praias do Rio de Janeiro desde a década de 50.

A ideia do “Rocinha, Eu Surfo!” surgiu dos encontros promovidos pelo projeto Solos Culturais, iniciativa do Observatório de Favelas, que formará até o final do ano de 2012, 100 jovens de cinco territórios (além da Rocinha, Manguinhos, Penha, Cidade de Deus e Alemão) em produção cultural e pesquisa social.

A Rocinha, situada na zona sul do Rio de Janeiro, vizinha à praia de São Conrado, desenvolveu uma relação muito forte com a praia, que já vem desde a década de 1980, quando começaram a aparecer os primeiros surfistas na comunidade. Desde então, o esporte vem atraindo cada vez mais praticantes, tendo reflexos na cultura local.

“A escolha do surf nos traz algo diferente, pois esse tema foge ao que há de comum em relação a projetos dentro da Rocinha. Com o surf queremos expandir a noção de cultura das pessoas. Sabemos que a maioria entende a cultura de uma forma limitada e estática, onde apenas a música - e nem todos os gêneros são vistos assim - e a literatura, por exemplo, são vistos como práticas culturais”, explica Gracilene Firmino, 18, uma das produtoras do “Rocinha, Eu Surfo!”.






A intervenção acontecerá em cinco pontos da comunidade estrategicamente escolhidos pela grande circulação. Um grande grafite feito na entrada da Rua Um, na parte alta da comunidade marca o início da intervenção, em 26/08". E a primeira intervenção já aconteceu. A Rua 1 da Rocinha agora também surfa!





A intervenção "Rocinha eu surfo" tem apoio da Escola de Música da Rocinha, Instituto Reação, C4 Biblioteca Parque da Rocinha, Rocinha Surfe Escola, TV Tagarela, Subprefeitura da Zona Sul (XXVII Região Administrativa), Rádio Brisa-Rio FM 101.7 e do Produtor Cultural Independente.

Saiba mais sobre o projeto Solos Culturais.



**************************************************************************






* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

segunda-feira, agosto 20, 2012

Ideias, inovação e conceitos: projeto Solos Culturais estimula jovens para reflexão e ação na Cidade de Deus, Complexo da Penha, Complexo do Alemão, Manguinhos e Rocinha

Jovens do Solos Culturais assistindo aula sobre conceito de cultura na Escola de Música da Rocinha


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com

Eu moro na favela do Vidigal desde 2008, ano que vim para o Rio de Janeiro trabalhar na produção e gestão cultural do Grupo Nós do Morro. Morar no Vidigal, trabalhar no Nós do Morro e trabalhar em projetos conjuntos com o Observatório de Favelas, AfroReggae e CUFA (Central Única das Favelas) me trouxeram a oportunidade de começar a conhecer o que é uma favela, espaço urbano tratado como tabu por muitas pessoas, vinculado a uma representação histórica de ausência. Um espaço que na maioria das vezes é representado pelo que “não seria” e pelo “que não teria” (ver mais no livro “O que é favela, afinal?”, organizado por Jailson de Souza e Silva, Jorge Luiz Barbosa, Mariane de Oliveira Biteti e Fernando Lannes Fernandes). Tenho aprendido que dificilmente é possível compreender a dinâmica de um grande centro urbano sem compreender a cidade como um todo. No Rio de Janeiro a maior parte da população vive nas favelas. As favelas são a cidade.

Neste ano, estou tendo outra oportunidade de aprender mais sobre as práticas culturais das favelas. Sou um dos articuladores do projeto “Solos Culturais”, uma parceria do Observatório de Favelas com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro. O projeto está realizando uma formação em produção cultural e pesquisa social para 100 jovens das comunidades de Manguinhos, Penha, Complexo do Alemão, Cidade de Deus e Rocinha, com patrocínio da Petrobras. Trata-se de uma proposta ousada.


Formação, vivência e pesquisa

Num momento em que um número expressivo de pessoas está tendo maior acesso à educação e por isso começando a pensar sobre “o que é cultura” e qual o papel que ela exerce em suas vidas, num momento em que a cidade do Rio de Janeiro vive sobre diferentes tensões provocadas pela vinda da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, num momento especial em que muitas comunidades do Rio de Janeiro começam a ver novamente a presença do Estado, e por fim, num delicado ano de eleições, o projeto “Solos Culturais” aposta na tríade formação, vivência e pesquisa como princípio orientador de seu projeto político pedagógico.

A formação

Desde março os jovens tem discutido em sala de aula o que é cultura, o que é favela, política, política pública, juventude, movimentos de pertencimento. Além disso tem recebido uma formação privilegiada em produção cultural, elaboração de projetos, comunicação e oficina de texto narrativo.

Na busca pela superação de leituras redutoras sobre a juventude (biológica, cronológica e historicista), a formação aposta na capacidade dos jovens de aprender, gerar e mobilizar experiências socioculturais nos lugares onde vivem.


As vivências

Até o presente momento, os jovens do projeto já realizaram um percurso por diferentes espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro.

Inicialmente fizeram um reconhecimento dos lugares onde vivem e conheceram algumas das ações, programas e projetos existentes em seus bairros. Depois, visitaram o Circo Crescer e Viver (Praça Onze), as Bibliotecas Parque (Manguinhos e Rocinha), o Centro Cultural Banco do Brasil, o Theatro Municipal, Centro Cultural Justiça Federal, Museu de Arte Moderna (todos no Centro do Rio), Centro Coreográfico (Tijuca), Galpão Bela Maré e Lona Cultural Herbert Vianna (Complexo da Maré) e Arena Cultural Dicró (Penha). Participaram também de atividades do Festival Internacional de Circo, das exposições “Amazônia: Ciclos de Modernidade” e “Brasil Cerrado” e de atividades na Rio +20, do

Estas vivências visam ampliar o imaginário dos jovens, através do convívio com diferentes práticas culturais que circulam na cidade. Também buscam apresentar diferentes linguagens artísticas e modos de realização.


Começaram as intervenções

Após meses de formação, os jovens estão colocando em prática o que aprenderam. No mês de agosto estão sendo realizadas intervenções culturais em todos os bairros onde o projeto acontece. Serão realizados um festival estimulando talentos locais, cineclube e videodebate na rua, festa na laje, exposições fotográficas, projeções de imagens e atividades de apropriação do espaço público e de equipamentos culturais públicos.

Deixo aqui a dica de lerem neste link mais sobre estas intervenções e que fiquem atentos, pois em breve estarei divulgando mais informações sobre este projeto, que em breve inicia sua fase de pesquisa.

************************************************************************** 






* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com