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sábado, junho 05, 2021

Participe do projeto da biografia do música Champignon



Por Alexandre Barreto*


O amigo Pedro de Luna, que é escritor, repórter e quadrinista, responsável pela por mais de dez livros, entre eles a biografia da banda Planet Hemp, do rapper e baixista Speed e do professor de história e parlamentar Chico Alencar, entre outros, está com uma campanha de financiamento coletivo no site Kickante.


Sobre o livro

“Champ” conta tudo sobre a carreira do baixista e vocalista Champignon, que se revelou um prodígio na infância. O livro inicia sua narrativa pelos estudos, o incentivo da família, as primeiras bandas e a amizade com Chorão, com quem formou o Charlie Brown Jr. Mergulha também no processo criativo e revela sem filtros os bastidores de shows, gravações de CDs, DVDs e videoclipes, viagens nacionais e internacionais, competições internas e a relação com os fãs.


Com participar deste projeto?

https://www.kickante.com.br/campanhas/pre-venda-do-livro-biografia-do-champignon?fbclid=IwAR0azlG5c7_FoKTQzUq9YL1Pn4wPDRHsaNd0EeZ1KH-oU5FOO45i6f6Kc_0



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* Alexandre "
Alê Barreto" é Administrador de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EA/UFRGS), Mestre em Educação Profissional e Tecnológica pelo Instituto Federal do Acre (IFAC) e MBA em Gestão Cultural pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM/RJ). É consultor e palestrante sobre organização de shows, eventos, projetos culturais e gestão de carreiras artísticas. É professor no Centro Universitário Uninorte (Rio Branco/AC) e na Universidade Federal do Acre (UFAC). Saiba mais 

quarta-feira, março 15, 2017

Site Gestão de Bandas aposta na profissionalização do mercado musical e no desenvolvimento do músico empreendedor


Gestão de bandas oferece serviços de capacitação para gestão



Por Alê Barreto *

Tem serviço novo para quem está desenvolvendo carreira na área da música. Conversei com o Fábio Marx, um dos fundadores do site Gestão de Bandas (GB).

Produtor Independente - A ideia de criar um site de gestão de bandas começou com uma necessidade própria? Você gerenciava uma banda?

Fábio Marx - A proposta da plataforma da Gestão de Bandas (GB) foi consequência de uma experiência prática, documentada e vivida na rotina de trabalho com pelo menos uma centena de músicos, de diversas bandas e projetos solos.

A história começou com um convite por parte de uma banda para eu colaborar com eles. Na época eu cursava administração, e como é comum neste curso a análise de negócios de diferentes mercados, eu acabei topando.

Como eu desconhecia totalmente esse mercado, iniciei um processo de pesquisa pela internet, redes sociais e livrarias e surpreendi-me pela dificuldade em encontrar material a respeito de um mercado bilionário, que é o mercado musical.

Sem falar que o material era arcaico, induzia o músico a pensar no mercado musical dos anos 80, 90 e início dos anos 2000.

Depois do convite e algumas bandas atendidas, abri uma produtora e comecei a trabalhar em duas frentes: gerenciamento e eventos. A experiência foi enriquecedora e decidi que gostaria de compartilhar esse material com a maior quantidade possível.

Enquanto eu desenhava o plano de negócios, eu descobri que tinha um projeto muito semelhante ao que eu tinha em mente, que se chamava Músico360, do Ivan Junior.

Marquei uma reunião com ele e percebemos que as ideias e planejamento eram muito semelhantes. Foi aí que resolvemos unir os dois negócios em um só e juntos fundamos a GB em julho de 2016.


Produtor Independente - Os serviços oferecidos no Gestão de Bandas são baseados em metodologia própria ou em conhecimentos existentes no campo da gestão? A propósito, alguém no site tem experiência ou estudou gestão?

Fábio Marx - Eu venho do curso de administração e o Ivan de projetos. Pegamos o conhecimento existente no campo da gestão e montamos uma metodologia voltada para o músico e também para o empresário artístico, que é o Músico360.

Esse modelo, que foi inicialmente desenvolvido pelo Ivan, foi aperfeiçoado e em cima dele montamos a grade com mais de 70 cursos será disponibilizado na plataforma até 2018, sendo que 19 deles já foram lançados, e mais os artigos no blog, entrevistas e outros materiais.

Essa metodologia envolve o olhar sistêmico, uma visão holística de todos os processos que envolvem a carreira de um artista.

Essa base de processos gira ao redor de 05 fundamentos: criação de valor, marketing, vendas, produção (entrega de valor) e finanças. Esses fundamentos nós não inventamos, mas ele foi bem estruturado pelo Josh Kaufman.

Observamos muitos erros de planejamento, muitos processos sendo ignorados e um descuido enorme na gestão das finanças, principalmente no fluxo de caixa.

Já vimos produções que consumiram todo o dinheiro da banda, e aí não tinha dinheiro para trabalhar o material, a concepção do show, material gráfico, imprensa, fotografia, vídeos e outros. O resultado era uma grande obra musical sem alcance, sem público, sem material que agregasse valor.



Produtor Independente - Como é falar sobre gestão, que remete a organização, padronização, processos organizados, para um público que muitas vezes acha que o barato da arte é a falta de organização?

Fábio Marx - Tem uma frase do Paul Freet que eu uso muito nas reuniões com músicos: “Todo negócio é um processo que pode ser repetido e que gera dinheiro. Todo o resto não passa de um hobby”.

Essa é a primeira decisão de todo músico, dupla, trio ou banda: se todos estão em comum acordo e encarar a música como um produto, e explorar comercialmente isso; ou irão levar a música como uma atividade secundária, sem a responsabilidade que um negócio exige.

Nossa missão na Gestão de Bandas é educar, mostrar que adotando processos e se tornando mais profissional, ele terá mais oportunidades. Ele precisa querer isso, e nós ajudamos ele nessa transformação.



Produtor Independente - Na sua opinião, em que estágio da carreira um artista precisa contar com uma gestão profissional?

Fábio Marx - Desde o início o artista precisa saber onde está entrando, as dificuldades e os processos que envolvem a gestão de uma carreira musical. Seria ideal que seguíssemos o exemplo de bandas europeias, onde a banda, independente do seu estágio, possui um manager auxiliando, que geralmente é um amigo ou conhecido próximo.

Se ele não possui condições financeiras para pagar alguém para isso, ele terá que dominar os processos e fazer por conta para deixar a “casa organizada”. Isso é bom porque mostra profissionalismo.

E é justamente isso que grandes produtoras, selos e gravadoras querem das novas bandas e artistas: uma carreira mais estruturada e profissional.

Na nossa plataforma, além de atender músicos, os cursos também são voltados para quem deseja participar desse processo. Por isso é comum encontrar na nossa plataforma empresários, produtores, selos musicais e entidades de gestão coletiva.



Produtor Independente - Tem crescido no Brasil a oferta de coaching, cursos, treinamentos e publicações voltadas ao desenvolvimento profissional. Partindo dessa tendência, o que seria o diferencial do gestão de bandas?

Fábio Marx - Poderia citar cinco grandes diferenciais.

Primeiro, é o acesso imediato ao treinamento. Com apenas R$33,97 por mês ele tem acesso a todos os cursos Premium e lista de editais e festivais disponíveis. Quem chega na plataforma tem todo o suporte e orientação para começar, sem precisar passar por um lançamento de produto e arcar com um alto valor de investimento.

Segundo, contamos com um time de instrutores, cada um atendendo a sua área. Tirando eu e o Ivan, temos o Felipe Tazzo, Pedro Valli e Eduardo Panozzo como instrutores. E estamos trabalhando com mais três novos instrutores, que lançarão novos cursos já em março e abril desde ano.

Terceiro, a plataforma possibilita interação com outros músicos e profissionais cadastrados na plataforma. Quando você faz seu cadastro gratuito, você cria um perfil de rede social e utiliza a linha do tempo para expor seus trabalhos, realizar contatos profissionais e fazer intercâmbio com outras bandas e músicos cadastrados.

Quarto, cada conjunto de ações de aprendizado dentro da plataforma, como concluir uma série de cursos e fazer amizades, por exemplo, o membro ganha pontos e conquistas. Quanto mais cursos conclui, mais aprende, e sua pontuação sobe. Aos membros com boa pontuação nós indicamos para produtoras, selos, investidores e gravadoras parcerias.

Quinto, nosso suporte é imediato. Temos diferentes canais onde o aluno envia dúvidas e nós tratamos de responder imediatamente. Entre outras funções, acredito que estas sejam as mais diferentes do que existe hoje no Brasil, em relação a parte de educação.

E um bônus, é que a Gestão de Bandas e para todos. Vemos muitos agentes concentrando toda informação em si mesmos, se postando como autoridades. Não acreditamos que isso funcione por muito tempo. O conhecimento de mercado tem capilaridade e a nossa busca é trazer o especialista de cada ponta, e não nos colocar como detentores de todos os segredos. A GB é o meio que conecta experts, iniciantes e investidores da música.


Produtor Independente - Que sugestões práticas você daria para uma pessoa que está começando a pensar em organizar a gestão de seu trabalho artístico?

Fábio Marx - Olhe para o dinheiro. Parece papo de capitalista, mas essa é a verdade. Não estou dizendo para olhar o dinheiro em primeiro lugar, mas sim olhar TAMBÉM para o dinheiro. Infelizmente, arte por arte ainda é utopia e você precisa ganhar dinheiro para pagar as contas.

Isso não significa mudar os seus valores pessoais. Significa cuidar do negócio. Ao pensar nisso, você passa a enxergar a necessidade de monitorar seu fluxo de caixa, de ter mais fontes de receita do que despesas e assim por diante.

E ao pensar nisso, você inevitavelmente começa a enxergar sua carreira musical como um negocio de verdade, que precisa de cuidados específicos.

Outra boa dica é assinar um plano na GB.

Conheça o site Gestão de Bandas



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, março 14, 2017

Já pensou em trabalhar na Netflix?


A Netflix distribui conteúdo em mais de 20 idiomas



Por Alê Barreto *


E se de usuário da Netflix você passasse para funcionário da Netflix? Trabalhar numa multinacional que distribui conteúdo globalmente pode ser uma boa oportunidade de você conhecer melhor o mercado audiovisual, antes de se aventurar como produtor.

No site da Netflix existem várias oportunidades em aberto, em áreas como Conteúdo, Design, Tecnologia de Informação, Serviços ao Cliente, Marketing, Inovação em Produtos, entre outros.

Pesquise oportunidades de trabalho no site da Netflix



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quinta-feira, agosto 04, 2016

Trabalhar com HQ (histórias em quadrinhos) é uma possibilidade de carreira artística e criativa






Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Histórias em quadrinhos (HQ), porta de entrada para a leitura para muitas gerações, são também possibilidades de carreiras artísticas e criativas.

Fábio Moon e Gabriel Bá são bons exemplos disso. Ouça a entrevista que eles concederam a Fernanda Bastos da FM Cultura 107.7 de Porto Alegre. Falam sobre a adaptação para HQ de "Dois Irmãos”, romance do escritor amazonense Milton Hatoum, outros projetos e analisam o mercado de quadrinhos.






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quarta-feira, junho 01, 2016

Acervo Independente em Porto Alegre: um lugar para se começar uma carreira artística e criativa





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Em meu novo livro 
"Carreira Artística e Criativa" busco mostrar um pouco da complexidade que abrange a gestão de uma carreira. Procurei reunir um conjunto de visões que buscam estimular os leitores a aprofundar a pesquisa sobre o tema e a iniciar a colocar em prática atitudes que poderão contribuir com o seu desenvolvimento (veja como adquirir o livro).

As carreiras artísticas e criativas tendem se tornarem mais viáveis quando se criam espaços para seu desenvolvimento, tanto espaços de produção, como espaços de distribuição, comercialização e consumo.

Em abril de 2015 uma amiga da UFRGS me levou até o Acervo Independente em Porto Alegre, no Centro Histórico. Hoje descobri na web um episódio da série "Desrespeitando o impossível" que trata do Acervo Independente.

O projeto é uma parceria da agência PublivarOn juntamente com as produtoras Black Maria e Loop Reclame.


Assista o episódio


Ficha técnica

Publivar/On

Conceito e Direção de Criação: Thiago Saul Borges

Criação: Fernando Garros, Luciano Maciel, Fernanda Stecanela, Matheus Vivian

Produção/Agência: Rogério Della Vechia

Digital Content: Marcia Chagas, Juliane Guez



Black Maria Sul

Direção: Guilherme Carravetta De Carli

Fotografia: Lucas Cunha

Assis de câmera: Sydney Magalhães

Som direto: Diego Bertini / Fabio Duarte

Montagem: Felipe Alvarez de Toledo

Finalização: Alexandre Linck

Produção: Adriana Gomes

Produtora / executiva: Zanza Pereira



Loop Reclame

Atendimento/Som: Manu Adams

Produção/Som: Naum Gallo

Finalização e Sound Design/Som: Naum Gallo e Matheus Hermann



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INSCRIÇÕES PARA O CURSO "GESTÃO DE CARREIRAS ARTÍSTICAS E CRIATIVAS" 04 DE JUNHO EM PORTO ALEGRE




DIRETO NO SITE https://www.sympla.com.br/curso-gestao-de-carreiras-artisticas-e-criativas-incluindo-informacoes-para-venda-de-shows__66566
 


(21) 97627-0690
alebarreto@gmail.com
https://www.facebook.com/alexandre.barreto.73





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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segunda-feira, maio 09, 2016

Você prefere acreditar na fantasia ou trabalhar para ver suas possibilidades mais próximas da realidade?

Contracapa do livro "Carreira Artística e Criativa 



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



A pergunta parece ter uma resposta óbvia, mas pode ter certeza não se trata nem de uma pergunta óbvia e nem de uma resposta óbvia. Muita fantasia se fala sobre as carreiras artísticas.

No primeiro capítulo do meu próximo livro, falo disso:

" A compreensão do que seja uma carreira profissional é uma percepção individual. Contudo, tal percepção é influenciada por representações coletivas. De modo geral, as representações ou “imagens” mais comuns sobre o que seja uma carreira, são formadas pelo pensamento de pessoas que aspiram iniciar seu primeiro trabalho, pessoas que já estão trabalhando, pessoas que refletem sobre como utilizar melhor o tempo produtivo de suas vidas, pessoas que se encontram em transição de carreira ou pessoas que estão em processo de aposentadoria. Este conjunto de imagens tende a convergir para os seguintes caminhos:

 – reflexões sobre os aprendizados oriundos das próprias experiências profissionais e seus impactos na vida pessoal; 

– análise da própria trajetória de realizações profissionais ou de pessoas próximas, tendo como base o conteúdo expresso em currículo ou portfólio;

– interpretação de narrativas divulgadas nos meios de comunicação, filmes, livros e revistas sobre a vida de profissionais considerados “bem sucedidos”.


Optei estudar e compartilhar conhecimentos sobre as possibilidades de uma carreira de forma ampla. Independente da maioria das pessoas preferir as narrativas ficcionais e "feitos heróicos" sobre as carreiras artísticas , até porque a realidade não é tão linda quanto gostaríamos que fosse, acredito que a beleza de uma carreira artística reside no quanto ela nos permite utilizarmos nossas capacidades, sem restrições. Mas nada vem pronto. É preciso aprender.




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quarta-feira, maio 04, 2016

"GESTÃO DE CARREIRAS ARTÍSTICAS E CRIATIVAS” - 12 de maio no Rio de Janeiro/ 04 de junho em Porto Alegre





INSCRIÇÕES PARA 12 DE MAIO NO RIO DE JANEIRO (com a Criativa Social)

(21) 3979-5472/ 3437-1160 - (21) 98562-1821 (Whatsapp)
contato@criativasocial.com




INSCRIÇÕES PARA 04 DE JUNHO EM PORTO ALEGRE

DIRETO NO SITE https://www.sympla.com.br/curso-gestao-de-carreiras-artisti…

(21) 97627-0690
alebarreto@gmail.com
https://www.facebook.com/alexandre.barreto.73




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Participe do curso “Gestão de Carreiras Artísticas e Criativas” em Porto Alegre com Alê Barreto - incluindo informações para vendas de shows

Indo na contramão da crise, nova ação formativa chega à suas quarta e quinta edições trazendo dicas práticas e úteis para a gestão de carreiras artísticas e criativas. O curso é baseado no conteúdo do livro "CARREIRA ARTÍSTICA E CRIATIVA", próximo lançamento do PRODUTOR CULTURAL INDEPENDENTE, que deve estar disponível para venda a partir do fim de maio.



Arte também é trabalho

Estruturar e trilhar uma carreira artística são ações que vão muito além da busca de tentar ser descoberto. Alê Barreto, autor do livro “Aprenda a Organizar um Show” e criador do blog “Produtor Cultural Independente”, realizou entre 2014 e 2015 uma pesquisa no MBA em Gestão Cultural da Universidade Cândido Mendes buscando entender atitudes que contribuem para boa gestão da carreira artística e criativa. Esta pesquisa e sua vivência com artistas desde 2002 deram origem a este novo curso, que busca oferecer dicas práticas e úteis ao dia a dia dos artistas.

“A atividade artística e criativa, no passado muitas vezes vista com preconceito ou restrita à elite, está se tornando parte do imaginário de pessoas de todas as classes. As pessoas aprendem a tocar um violão, aprendem a pintar, aprendem a cantar e automaticamente passam a pensar na possibilidade disso se tornar um trabalho”, afirma Alê Barreto. “O que é preciso aprender é que uma carreira artística não é o emprego dos sonhos, onde somente se faz atividades prazerosas. É um trabalho que exige dedicação, perseverança e muita ação empreendedora”.



Estudando a gestão da carreira

As primeiras duas edições de “Gestão de Carreira Artística e Criativa” foram ministradas em 2015 na Incubadora Rio Criativo (Governo do Estado do RJ) e na Semana de Inovação, Economia Criativa e Digital (Governo do Estado do Acre). Em 2016, o curso teve sua terceira edição organizada pela Criativa Social no Rio de Janeiro.

O conteúdo é dividido em quatro módulos. O primeiro módulo “Conceito de Carreira Artística” apresenta uma retrospectiva sobre a história do trabalho humano, desde a Revolução Industrial aos dias de hoje, que contribui para que se entenda alguns obstáculos existentes nesta carreira em formação. O segundo módulo “Atitudes que contribuem para Carreira Artística” traz ações sugeridas por produtores, artistas e profissionais criativos. O terceiro módulo “Primeiro passos para organização de carreiras artísticas e criativas” oferece um roteiro para estruturação inicial de uma carreira. O quarto módulo “Primeiros passos para criação da estrutura de gestão da carreira” descreve questões importantes a serem pensadas para a gestão de uma carreira artística.

Fruto de mais de 13 anos de convívio do palestrante Alê Barreto com artistas, eventos, projetos, ONGs, o curso “Gestão de Carreiras Artísticas e Criativas” é uma ação pioneira que busca pensar o trabalho criativo com uma visão de longo prazo, tendo como princípio a ideia de que é possível e necessário aprender a se trabalhar com organização.





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sexta-feira, março 11, 2016

"Precisamos pensar em políticas que estimulem a diversidade”





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


A frase acima é de Pena Schmidt, profissional com experiência de longa data com profissionais da cadeia produtiva da música. Esta semana o Ministério da Cultura publicou em seu site uma reportagem com ele, onde ele fala sobre a importância da diversidade e sobre o cenário da produção. Tem informações importantes para gestão de carreiras artísticas e criativas.

Reproduzimos abaixo o conteúdo na íntegra.


[Início da entrevista]

Você é um profissional que trabalhou muitos anos na indústria fonográfica e agora atua no setor público. Que visão de trabalho essas duas experiências trazem?

São experiências de gestão complementares. Nas gravadoras, você tem como tarefa ativar o processo do consumo. No mercado, existe a relação com o público e isso permanece na gestão pública, em que buscamos atender demandas e desejos em relação à cultura. Significa um grande aprendizado passar de um campo ao outro. Em relação ao setor público, acho que deveria haver mais flexibilidade para se lidar com a cultura, pois se trata de uma área com muitas especificidades, mas, claro, sem que se percam de vista condicionantes e princípios básicos que a lei prevê. Os legisladores precisam se debruçar sobre essa questão.


Você atuou durante muito tempo no circuito das grandes gravadoras e nos anos 90 criou o seu próprio selo, o Tinitus. Por que resolveu seguir este caminho?

Eu fiquei à frente da Tinitus de 1991 a 1999. Na década de 90, houve a proliferação de gravadoras independentes. Eu coloco tudo em um panorama de grandes alterações no mercado mundial. Entre 1985 e 1990, foram feitas as fusões das grandes corporações do mercado fonográfico. No Brasil, saímos de 17 companhias de discos de âmbito nacional e terminamos com quatro, todas multinacionais, que tinham adquirido as empresas brasileiras do setor. Com isso, houve enorme centralização e poucos passaram a administrar a totalidade do mercado. Há números bem explicativos em um livro chamado A Voz do Dono, de Marcia Tosta Dias. Nesse trabalho, ela levantou que, em meados dos anos 80, havia 4 mil artistas contratados no País. Quando se encerrou esse ciclo, com a permanência de apenas quatro majors, o número era menor que uma centena. Foi nesse contexto que se inseriu a gravadora independente. Não havia canais que dessem espaço à carreira dos artistas. Abrir uma pequena gravadora era inevitável se a gente quisesse trabalhar com isso. Nesses oito anos da Tinitus, lançamos uma série de artistas, como Bel, grupo do qual saiu Toni Garrido, futuro vocalista do Cidade Negra; o Yo Ho Delic e o Beijo AA força. Gravamos 37 CDs, com muitas bandas que estavam fora do eixo Rio-São Paulo. Conseguimos mostrar que havia mais coisas acontecendo Brasil afora.


E hoje como vê o cenário de produção?


Ainda estamos em transformação. Não existe um modelo único. Na época do disco, durante 80 anos, da década de 20 ao CD, houve um único padrão. Era somente um formato, com um objeto em que se estruturava o negócio. Atualmente, há vários modelos diferentes. Percebemos um empoderamento do artista, que consegue suprir as suas necessidades, antes preenchidas pela gravadora. O músico pode gravar, eventualmente mandar fabricar, marcar os shows e elaborar a agenda. Provavelmente, esse início acontece de forma autônoma. Num segundo passo, se houver algum progresso, monta-se uma equipe, com gente que vai ajudar na venda do show ou para tornar a produção do trabalho mais sofisticada. Percebemos que os artistas agora se juntam para se apoiarem e se ajudarem nessas tarefas, com foco na cooperação, na parceria. São muitos os grupos atuando dessa forma pelo Brasil, uns trabalhando nos discos dos outros, se produzindo e desenvolvendo projetos de shows.


O que pensa sobre o papel do poder público no apoio a quem atua na área de economia da cultura?

Hoje vemos uma presença grande do poder público na área cultural, por meio de diferentes editais e incentivos de naturezas diversas, no âmbito federal, nos estados e municípios. Creio que vivemos um bom momento para pensarmos em um novo modelo de apoio. O sistema atual é muito finalista. Fica concentrado na compra do espetáculo ou na distribuição de recursos para o produto final, como um disco ou um espetáculo. Na verdade, não temos ações dirigidas ao processo, ao meio do caminho, aos palcos, aos fornecedores de som e luz, a toda parte de gestão. Isso causa um desequilíbrio. Precisamos pensar em iniciativas como os pequenos palcos, presentes na cidade de São Paulo, mas que são necessários no Brasil inteiro. Trata-se de uma oportunidade para que o artista iniciante tenha um primeiro contato com o público. Não vemos incentivos para esse tipo de espaço, que funciona mais por teimosia de algumas pessoas. Pelo contrário: criam-se dificuldades e empecilhos para quem tenta abrir algo assim. Quem sabe, poderíamos isentar de impostos ou oferecer incentivos, criar editais para esses negócios, cruciais ao crescimento de uma arte de alcance nacional. Muita gente se esquece de que nesses pequenos ambientes são ouvidas canções incríveis e acabam saindo grandes artistas. Basta ver na nossa história, no caso dos palcos usados pela bossa nova na década de 60. O próprio rock'n'roll brasileiro começou em lugares menores.


Como vê as perspectivas para a área da música e da economia da cultura de forma geral?

Precisamos pensar em políticas que estimulem a diversidade, para que manifestações de caráter mais específico e criativo tenham espaço, e não apenas a cultura de massas. Tem que valorizar expressões locais, de gêneros peculiares, já que o mercado se afasta da diversidade. Procura grandes vendedores e sempre em pequeno número. Acho que podemos nos inspirar em como o poder público age em outras áreas, com fomento para agricultura ou indústria. Quando se criam benefícios e financiamentos, a iniciativa privada acaba reagindo e surgem novos modelos de negócios. E temos um cenário riquíssimo pelo País. Dentro da música instrumental, há inúmeros virtuoses. Na canção popular, também fica nítido que os hibridismos estão gerando artistas extremamente conectados com a sua época, que falam da vida da população e do cotidiano com muita propriedade, como Emicida e Tulipa Ruiz. Sou bastante otimista em relação ao aparecimento de novos talentos.


Fonte: Texto publicado por Marcelo Araújo da Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura.


[Fim da entrevista]





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segunda-feira, março 07, 2016

Trocas são fundamentais para a construção de carreiras artísticas e criativas




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Em meu artigo "Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa", falo sobre a possibilidade de "(...) se pensar o conceito de carreira artística como uma carreira profissional que não está pronta, que necessita ser construída, que proporciona através do exercício organizado e equilibrado de atividades artísticas, convívio com o ambiente artístico e respectivo processo de aprendizado, trocas importantes que contribuem de forma significativa para a promoção da sensação de harmonia, liberdade, reconhecimento, realização e felicidade" (para ler o artigo na íntegra, clique aqui).


Sábado passado lembrei disso quando estava trabalhando na promoção do concerto da turnê brasileira do Coro e Orquestra de Câmara da Universidade de Greifswald (Alemanha), uma das mais antigas da Europa. O regente Harald Braun fez questão de criar momentos de encontro entre os músicos alemães e o público presente.

O primeiro momento foi um convite para que os jovens da Escola de Música da Rocinha se apresentassem.






O segundo momento foi o encontro entre os músicos da Alemanha, moradores da Rocinha e integrantes da Orquestra de Câmara da Rocinha, que tem o patrocínio da Repsol Brasil Sinopec.





Tenho certeza que estas trocas criam um tipo de vivência muito diferente de uma apresentação tradicional, onde os músicos apenas tocam e o público apenas assiste. 






Neste momento de interação, os papéis se invertem: os músicos ouvem e o público toca.







E não importa se um fala alemão e o outro fala português. O que importa é se sentir livre para falar a linguagem da música, que é universal.






Experimente utilizar parte do tempo de suas apresentações para estas trocas.








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domingo, outubro 18, 2015

Documentário "Cidade de Deus - 10 anos depois" retrata muito bem o universo das carreiras artísticas e criativas


Foto: Leo Martins



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Luciano Vidigal deve estar um pouco mais aliviado. Desde que assisti seu documentário em 2013, ao encontrá-lo nas ruas do Vidigal ou no Nós do Morro, eu falo: "Luciano, quando sai o DVD do filme? Quero comprar". Ele carinhosamente diz que irá me dar um DVD. Como agora o filme está chegando aos cinemas, eu vou assistir de novo e vou parar de incomodá-lo.

Esse pequeno episódio de minha vida com o meu querido vizinho aqui no Vidigal é apenas para dizer que gostei muito do documentário, pois toca num assunto que venho dando especial atenção, desde que criei o curso "Aprenda a Produzir uma Banda", em 2010. Trata-se do tema da gestão das carreiras artísticas e criativas, que é foco do meu próximo livro.

Com recursos de altíssima tecnologia de comunicação disponíveis em nossos telefones e computadores, dia a dia aumenta capacidade de simulação. Ao ver alguém em uma tela, seja do Youtube, de TV ou do cinema, as pessoas tendem a acreditar que aquela pessoa "atingiu o sucesso". Isso afeta a forma como avaliamos o conteúdo que chega até nós. O excelente filme "Cidade de Deus" de Fernando Meirelles muitas vezes é percebido sob esta ótica do sucesso. O fato do filme ter atingido (merecidamente, na minha opinião) um grande público, em escala nacional e internacional, leva muita gente a pensar que todos que trabalharam no filme se deram bem. Mas tanto no filme "Cidade de Deus" como em outros filmes, novelas e séries de grande repercussão, nem sempre isso acontece. Nem todos atingem o sucesso. E não basta apenas pensamento positivo, Lei da Atração ou ter fé. É preciso muito trabalho e também saber aproveitar oportunidades. Isso mesmo: não basta apenas ter oportunidades. É preciso saber aproveitá-las.


Saiu uma matéria muito bacana no jornal O Globo hoje no qual o Luciano Vidigal e o Cavi Borges, outro cara que admiro muito aqui no RJ, falam sobre este documentário.


Uma frase de Luciano Vidigal nesta matéria resume muito bem o que o filme mostra em detalhes:


"Entre os que fizeram “Cidade de Deus”, há os bem-sucedidos, os que se deslumbraram e os que continuam na batalha".



Leia a matéria na íntegra



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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quinta-feira, julho 30, 2015

Anísio Campos e Raquel Valadares: dois exemplos de profissionais de carreiras artísticas e criativas




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Assisti no sempre excelente Canal Brasil o filme "HOMEM-CARRO - Anísio Campos em um filme de Raquel Valadares". Filme lindíssimo. 

Raquel Valadares fez uma obra de arte como poucas pessoas são capazes de realizar e simultaneamente dá uma aula de humanidade. Mostrou uma sensibilidade tão grande quanto sua coragem de abrir para o mundo o seu mundo de afetos. E foi muito generosa ao disponibilizar neste filme a experiência de podermos conhecer o fascinante Anísio Campos, um excelente profissional de carreira criativa.

Vejam a sinopse do filme:

"Anísio Campos é um designer de carros responsável pela criação de mais de quinze automóveis entre 1960 e 1990. Estes carros, conhecidos no Brasil como “carros especiais”, foram criados de forma quase artesanal. As mãos de Anísio fizeram maravilhas sobre rodas. A princípio, pode-se dizer que aos oitenta anos de idade, Anísio Campos não tem mais nada para realizar, a não ser deixar seu apartamento em ordem. Todos os seus arquivos, que ele armazena desde o começo de sua carreira, estão deixando-o louco. A filha de Anísio, Raquel Valadares, diretora de Homem-Carro, aceita a tarefa de organizar todos os arquivos. Ao fazê-lo, Raquel passa a conhecer histórias sobre a vida de seu pai e seus carros. Histórias que merecem ser contadas. Ao evocar as memórias frágeis de seu pai, Raquel tenta compreender um passado, quando o sonho de uma indústria automobilística brasileira parecia possível, e um presente, quando tal sonho já faz parte do passado. Conduzindo Anísio em diversas viagens em busca de suas memórias, Raquel promove o encontro de um artista com suas obras, em uma experiência tocante e duradoura que nos faz repensar nossos próprios sonhos".



Vá até o site do filme e pesquisa mais sobre esta carreira criativa.




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segunda-feira, julho 07, 2014

Alunos do curso de produção fonográfica da Unisinos estimulam a economia criativa no Rio Grande do Sul



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Já foi a época da guerra "artistas x gravadoras". Gravadora agora também pode ser sinônimo de estímulo às carreiras artísticas e criativas.


No Rio Grande do Sul, está acontecendo uma iniciativa muito interessante. Falo da "Sigmund Records", projeto experimental do curso de graduação em produção fonográfica, que cria um ambiente de incubadora para os alunos praticarem o que aprendem na Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos).

Assista o vídeo institucional e conheça a página no Facebook.



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog e da marca "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.


Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.