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sexta-feira, maio 20, 2016

Produtor Independente em destaque no Jornal Extra do Rio de Janeiro




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Seguidamente colaboro com a imprensa brasileira e com estudantes do meio acadêmico (com muito prazer), para ampliar o conhecimento sobre assuntos dos campos da produção, administração e gestão cultural.


Dia 19 de maio o Jornal Extra do Rio de Janeiro (extra.globo.com) publicou a matéria "Produção cultural movimenta economia e cria oportunidades no mercado de trabalho", elaborada pelo jornalista Geraldo Ribeiro, na qual falo algumas impressões sobre o tema.


Leia a matéria na íntegra





Leia também:



Guia do Estudante do Produtor Cultural Independente


"Curitiba: feita para grandes eventos?" (Jornal Gazeta do Povo, Curitiba, 2015)


"A formação em Administração, Produção e Gestão Cultural como elemento facilitador do desenvolvimento da carreira artística" (V Seminário Internacional de Políticas Culturais, Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, 2014)

"O setor de Cultura precisa se organizar" (Jornal A Tarde, Salvador, 2013)





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INSCRIÇÕES PARA O CURSO "GESTÃO DE CARREIRAS ARTÍSTICAS E CRIATIVAS" 04 DE JUNHO EM PORTO ALEGRE

DIRETO NO SITE https://www.sympla.com.br/curso-gestao-de-carreiras-artisticas-e-criativas-incluindo-informacoes-para-venda-de-shows__66566
 

(21) 97627-0690
alebarreto@gmail.com
https://www.facebook.com/alexandre.barreto.73





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Tá chegando o livro "Carreira Artística e Criativa"


O livro "Carreira Artística e Criativa" está em fase de finalização da diagramação. É 
fruto de uma rede de pessoas. Eu escrevi o conteúdo. Eliane Costa, professora, coach e consultora nos campos da gestão cultural, da cultura digital e da economia criativa, fez a orientação. Erica Resende, foi responsável pela revisão. Marcela Bantle, publicitária, foi a responsável pela arte da capa. Juarez Rodolpho dos Santos fez a diagramação. E além de todas essas pessoas, o conteúdo foi escrito a partir da contribuição de mais de 70 autores, que fazem parte da bibliografia pesquisada.

Quando livro chegar, a forma de adquiri-lo e os cursos, workshops e palestras relacionados ao seu tema serão divulgados neste blog, no meu perfil, no grupo e na página do Produtor Cultural Independente no Facebook.




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[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
Saiba mais

quarta-feira, outubro 26, 2011

Trabalho: Instituto Ciranda do Amanhã abriu processo seletivo para contratação de monitores regionais do Escritório de Apoio à Produção Cultural


Conheça os Pontos de Cultura do RJ, iniciativas culturais desenvolvidas pela sociedade civil que estão sendo potencializadas pelo Governo Federal, através do Programa Mais Cultura, em conjunto com o Governo do Estado do RJ


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Dica quente para quem quer começar a atuar em produção cultural no Rio de Janeiro, de segunda a sexta-feira.

O Instituto Social Ciranda do Amanhã abriu processo seletivo para contratação de monitores regionais do Escritório de Apoio à Produção Cultural da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, para atuação junto à Rede de Pontos de Cultura.

Habilidades Necessárias:
- Interesse em cultura popular
- Interesse em processos educativos e culturais para a transformação social
- Experiência/vivência artística e/ou cultural
- Disponibilidade para viagens durante a semana e, eventualmente, nos finais de semana.
- Gostar de lidar com o público
- Gostar de ouvir
- Boa redação

Habilidades Desejáveis:
- Conhecimento prévio do Programa Cultura Viva/Pontos de Cultura
- Estar familiarizado com o conceito de “cultura digital”
- Noções de coleta e sistematização de dados


Remuneração: R$ 2.000,00 + R$ 500,00 (auxílio viagem)

Os interessados devem enviar o currículo para o email: escritoriodeapoio.secrj@gmail.com até 30/10/2011.

Fonte: http://www.vivafavela.com.br/agenda-e-servicos/sele%C3%A7%C3%A3o-de-monitores-para-atuar-em-pontos-de-cultura-no-rj


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
Este blog recebeu até agora 152.889 visitas e 336.958 visualizações.


Obrigado! Experimente o prazer de construir todos os dias a realização dos seus sonhos :)



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Leia também:

Coletâneas: organizar e divulgar conteúdos é uma boa forma de dar visibilidade às ações criativas

Gestão de espaços culturais: Itaú Cultural assumiu a gestão do Auditório Ibirapuera em SP

Dica útil: utilize melhor seu tempo livre


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou como administrador e produtor executivo junto a diretoria do Grupo Nós do Morro até 2009. Hoje é voluntário do grupo. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural. Ter trabalhado com artistas, grandes eventos e num grupo importante não alterou o seu modo de vida simples, característico de uma pessoa que nasceu numa cidade do interior do Brasil.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações. Saiba mais



Comece a trabalhar com mais organização. Faça o seu trabalho fluir.

Mais importante que ter formação ou experiência é ter atitude e investir sem si próprio. Acredite em você e no seu trabalho.

Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços úteis e acessíveis, cursos, oficinas, workshops e palestras.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Mercado em expansão para produtores culturais no Estado do Rio




Por Alê Barreto*


Muita gente me escreve solicitando informações sobre o mercado de trabalho do produtor cultural. Não temos ainda no Brasil uma pesquisa quantitativa e qualitativa que forneça este tipo de informações. Mas seguidamente aparecem reportagens que trazem referências para auxiliar nossas escolhas profissionais.

Segue abaixo uma reportagem recente feita por Fabiana Torres para o jornal O Fluminense em 11/07/2010.


Mercado em expansão para produtores culturais no Estado do Rio


Com chance de empregabilidade de 80% e salário inicial médio de R$ 1,5 mil, carreira exige dedicação e identificação com as artes. Procura por cursos de formação é crescente

“Aproximar o artista do seu público”
. Esse é o papel de um produtor cultural, segundo a subsecretária de Planejamento Cultural de Niterói e coordenadora do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Candido Mendes, Kátia de Marco.

Com salário inicial de R$ 1,5 mil, em média, e expectativa de inserção no mercado de trabalho de 80%, a procura pelo curso de produção cultural é crescente.

“Nas últimas duas décadas, o incentivo à cultura cresceu muito, principalmente em relação ao sistema de financiamento público. A cultura vem sendo institucionalizada desde então, e isso está gerando uma necessidade cada vez maior da profissionalização e capacitação de produtores culturais”, explica Kátia, que vislumbra um futuro promissor para a carreira.

“O público está consumindo mais cultura porque tem mais acesso a ela, e isso já começa a despertar um nicho importante da economia. Não tenho dúvidas de que a produção cultural faz parte das profissões do futuro”, completa.

A subsecretária garante que esse incentivo à cultura deve chegar também ao município de Niterói.

“Estamos montando uma lei (que será levada ao prefeito Jorge Roberto Silveira para aprovação) que porpõe a criação do Fundo Municipal de Cultura, o que deve gerar também uma ampliação do mercado de trabalho na cidade”, revela.

O curso de pós-graduação em Produção Cultural da Candido Mendes foi criado em 2008 e já está na segunda turma.

“O curso surgiu da necessidade de formar profissionais com foco na produção executiva de ações culturais. A carga horária é de 376 horas, sendo composto por cinco módulos. As aulas acontecem aos sábados quinzenalmente, das 8h às 17h”, diz Kátia, que também é presidente da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC).

O valor do curso de pós-graduação é de R$ 10.560, que pode ser dividido em 22 parcelas de R$ 480. Entretanto, a instituição oferece descontos especiais para associações e instituições ligadas à cultura. Para alunos egressos do curso de graduação em produção cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF), o desconto é de 20%.

A funcionária pública e produtora cultural Maria do Rosario Malcher, de 51 anos, decidiu, há quatro anos, mudar o rumo da carreira.

“Sou formada em Direito e trabalho na Justiça Federal desde 1993. Entretanto, em 2006, pedi transferência para o Centro Cultural Justiça Federal, pois sempre gostei dessa área. Mesmo trabalhando na parte administrativa do Centro Cultural, entendi que precisava me especializar. Quando me formei na pós-graduação em Produção Cultural da Candido Mendes, em 2008, fui convidada para ocupar o cargo de coordenadora cultural. Foi uma mudança muito bem-vinda na minha vida”, festeja.


Dos eventos ao próprio negócio

Para os que desejam tornar-se bacharéis em produção cultural, a UFF oferece um curso de graduação desde 1996, que é pioneiro no Brasil.

“O nosso desafio é ter a formação pragmática, que lida com a gestão, e, ao mesmo tempo, ligada à sensibilidade artística. Buscamos formar um gestor sensível às práticas culturais”, conta o coordenador e professor do curso, Luiz Guilherme de Barros Falcão Vergara, ressaltando o crescimento do mercado de trabalho na área.

“Pelo menos 80% dos nossos alunos já saem da universidade empregados. Os outros 20% geralmente investem na carreira acadêmica e vão direto para o mestrado. Esses jovens podem atuar em diversas áreas, como esferas públicas, empresas privadas, no setor de responsabilidade social, em organizações não governamentais, produtoras de terceiros ou abrir o próprio negócio, além da carreira acadêmica, por exemplo”, enumera Vergara.

De acordo com o coordenador, a profissão deve crescer muito nos próximos anos.

“A economia da cultura é a economia do século XXI. Mas, para ter detaque no mercado, o profissional deve ter iniciativa e ser empreendedor. O produtor cultural é um solucionador de problema; ele lida com o imprevisto e com a diversidade. Já no que se refere a questão salarial, acredito que um profissional recém-formado não ganhe menos que R$ 1,5 mil por mês”, avalia Luiz.

O curso de graduação da UFF tem 2.655 horas, divididas em oito períodos. O ingresso é feito através do vestibular.

Com duas propostas de estágio e uma de emprego, o estudante da graduação da UFF, Plínio Chaves, de 21 anos, que está no quinto período, aconselha aos futuros produtores culturais a buscarem as oportunidades.

“A inserção no mercado de trabalho é fácil para quem corre atrás. Não dá para ficar esperando a coisas acontecerem. Eu nunca tive dificuldade para conseguir estágio porque sempre fui em busca das oportunidades. Após a formatura, quero viajar pelo Brasil com espetáculos ou trabalhar em produtoras. Mas também penso em fazer mestrado e, quem sabe, abrir minha própria produtora”, revela Plínio.


Exigência do setor


Outra instituição que oferece capacitação para os futuros produtores culturais é o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). O Curso Superior de Tecnologia em Produção Cultural foi o primeiro da área de humanas a ser implantado na instituição, há sete anos.

“O mercado já estava exigindo profissionais especializados nessa área. De todos os curso oferecidos no IFRJ, esse é o segundo mais procurado. No início, era apenas uma turma. Hoje, temos seis turmas em andamento, com cerca de 40 alunos em cada uma”,
comemora o coordenador do curso Jorge Luiz Pinto Rodrigues.

Os alunos já começam a ser absorvidos pelo mercado de trabalho, segundo Jorge, ainda com o curso em andamento.

“Muito alunos já conseguem emprego antes mesmo de terminarem o curso”
, destaca.
A duração do curso é de três anos e os alunos contam com uma extensa grade curricular que, além de abordar disciplinas voltadas para produção cultural, fundamentos das artes e produção de artes cênicas, por exemplo, aprendem sociologia, antropologa, história da arte etc.

Um profissional que esteja envolvido em um grande projeto artístico pode faturar até R$ 4 mil mensais, de acordo com o professor.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Leia a reportagem "A Dança Boêmia do Talento" publicada na Revista Bravo! de dezembro


Imagem do site da Revista Bravo


Alê Barreto (produtor cultural independente)
Twitter


Eu gosto da Revista Bravo. Sempre começo pelo texto do João Gabriel de Lima, diretor de redação, na seção "carta do editor".

Na edição de dezembro, a reportagem de capa é "A Dança Boêmia do Talento". Tendo como ponto de partida o livro "A Palavra Pintada", do jornalista americano Tom Wolfe, que visualiza a ascensão de um artista rumo a notoriedade a partir de três etapas distintas, André Nigri, autor da reportagem, apresenta um panorama do mercado na música, cinema, teatro, literatura, artes plásticas, dança e música erudita.

Um aspecto interessante e inteligente da reportagem são os depoimentos de profissionais reconhecidos que falam passagens importantes de suas carreiras.



Foto: João Wainer


Maria Rita, cantora, comenta:

"eu já estava com 24 anos e ainda tinha algumas incertezas quanto ao que fazer da minha vida".




Foto: João Wainer


Fernando Meirelles, cineasta, após ser vaiado, durante a exibição do documentário "Garotos do Subúrbio", e quase apanhar do Clemente, vocalista da banda punk Inocentes, lembra:

"saí do cinema com a fitinha debaixo do braço e uma sensação esquisita de vazio no estômago. Fui para casa reconsiderando minha opção profissional. Então é isso fazer cinema?"



Foto: João Wainer


Deborah Colker, coreógrafa, fala de sua apresentação na abertura do espetáculo do Momix, em 1994:

"Foi de um nervosismo incrível. Dancei o espetáculo inteiro. No final, como eu era a coreógrafa, entrei para agradecer. Eu achava que era impossível dançar naquele palco, que era um símbolo de grandeza. Foi inesquecível. Muita gente não me conhecia. Eu estava voltando a dançar depois de quase dez anos. Era tudo ou nada. Foi ali que eu aconteci".



Foto: João Wainer


Fernanda Torres, atriz, revela que subiu ao palco pela primeira vez em 1983, mas considera que a sua verdadeira estreia ocorreu anos depois, no espetáculo Orlando, da diretora Bia Lessa:

"De repente me vi internada no SESC Tijuca, porque a Bia vinha do teatro do Antunes Filho, que tinha todo aquele rigor e treinamento. Ficamos ali seis meses, lendo o livro, improvisando, cortando. Foi a primeira vez que eu comecei a me entender no teatro. Foi com essa peça que eu fiz minha primeira turnê na vida".




Vale a pena ler a matéria na íntegra, lembrando as recomendações de seu autor:

"(...) Não é autoajuda nem um guia infalível para fazer sucesso. Os caminhos para entrar no mundo da arte são múltiplos, e existe sempre a variável decisiva do talento".

quinta-feira, novembro 05, 2009

Lançamento do livro "Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval"




Por Alê Barreto (produtor cultural independente)


Segue texto na íntegra publicado no site do Nós da Comunicação no dia 04/11/2009.



Livro revela em detalhes a cadeia produtiva do carnaval carioca

Marcos Moura

Será lançado nesta quinta-feira, 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura, no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro, o livro "Cadeia produtiva da economia do carnaval". A obra é resultado de uma parceria da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) com o Sebrae/RJ e o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).

A publicação tem 272 páginas com gráficos, mapas, fluxogramas e tabelas, apresentando uma radiografia da indústria do carnaval do Rio de Janeiro, que movimenta R$ 1 bilhão a cada ano. O livro foi coordenado pelo Núcleo de Estudos de Economia da Cultura da PUC-Rio, sob a orientação de Luiz Carlos Prestes Filho. A organização dos elos da cadeia de suprimento da folia carioca contou com a colaboração de profissionais de várias áreas, como política tributária, economia, direito de propriedade intelectual, estatística, sociologia, comunicação, economia da cultura e carnaval.

O lançamento da obra será no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro, localizado na Praça Tiradentes, 71, centro do Rio de Janeiro, às 19 horas. O preço do livro é R$ 175, mas, durante o evento, poderá ser comprado por R$ 140. Mais informações pelo telefone (21) 2212-7971.


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Saiba mais

Assista o vídeo da conferência realizada pelo pesquisador Luiz Carlos Prestes Filho durante o Seminário Internacional em Economia da Cultura realizado de 16 a 20 de julho de 2007 na Fundação Joaquim Nabuco.
Baixe o texto em PDF.

terça-feira, setembro 01, 2009

Um bom produtor cultural tem que ser desinibido


O Globo - Educação - 01/09/2009


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Recebi da amiga Renata Montechiare o link para a matéria "Voz da Experiência: Para Tatiana Zaccaro um bom produtor cultural tem que ser desinibido", que foi publicada hoje por Lauro Neto na seção de educação do Globo.

Em respeito a política de direitos autorais deste veículo, mesmo este blog não tendo fins lucrativos, não irei republicar a matéria.

Na matéria, a experiente produtora Tatiana Zaccaro, graduada em jornalismo com MBA em Marketing e gerente de negócios da Fagga Eventos, empresa que está organizando a XIV Bienal Internacional do Rio de Janeiro, responde a várias perguntas enviadas por leitores ao site.

Ela fala com muita clareza sobre temas importantes como a distinção entre produção cultural e de eventos, a importância da formação para a atividade do produtor cultural, mercado de trabalho para o produtor, características importantes no perfil deste profissional.

No fim da matéria, Tatiana aponta os livros "O avesso da cena: notas sobre produção e gestão cultural", do Rômulo Avelar (excelente, comentei no post anterior que estou estudando)





e o meu livro "Aprenda a organizar um show", que é uma realização construída em rede, com a contribuição importante do músico e jornalista Rodrigo DMart, da artista plástica e jornalista Yara Baungarten, da editora independente Imagina Conteúdo Criativo, do designer Everson Nazari (Índio) e do site Overmundo.

Agradeço a Tatiana Zaccaro pela recomendação do meu trabalho.


Leia a matéria na íntegra.

domingo, abril 05, 2009

Especialista fala sobre o tema gestão cultural no Brasil


Divulgação

Por Alê Barreto


Compartilho com todos um excelente link que encontrei em minhas pesquisas sobre produção cultural independente na internet.

O blog Cultura em Pauta, de André Fonseca, traz um podcast com Maria Helena Cunha, intitulado "O poder público deveria estar à frente da discussão sobre gestão cultural”.

Maria Helena Cunha é especialista em planejamento e gestão cultural e diretora da Duo Informação e Cultura. É autora do livro “Gestão Cultural: profissão em formação”.

Ouça aqui esta profissional falar sobre o perfil do gestor cultural e as perspectivas para essa área de atuação.

domingo, fevereiro 08, 2009

Carnaval: festa que dá trabalho para o produtor cultural


http://www.morguefile.com/archive/display/213363



Por Alê Barreto

Na maior parte das cidades brasileiras, o mês de fevereiro é considerado um "mês ruim" para quem está começando a trabalhar com produção cultural. Esta avaliação, no meu ponto de vista, um pouco equivocada, têm sua origem basicamente em dois fatores: intolerância de quem não gosta do carnaval e falta de conhecimento do que ele representa em termos de oportunidades de trabalho.

Muita gente não gosta de samba. Muita gente não gosta de carnaval. Eu mesmo não sou o maior dos foliões. Independente disso, reconheço a importância do carnaval na cultura brasileira e sei que ele pode ser um importante fonte de trabalho para um produtor cultural independente no período do verão. Para você ter uma idéia, segundo a reportagem da Agência Sebrae de Notícias, publicada em 13/02/2006, o carnaval é uma indústria que movimenta R$ 1 bilhão em negócios e gera mais de 300 mil postos de trabalho só no Rio de Janeiro. O impacto econômico desta atividade cultural motivou a realização de uma pesquisa sobre a Cadeia Produtiva do Carnaval no Rio e em São Paulo.

Neste sentido, acho interessante que você aproveite alguns dias do carnaval para ler um resumo da pesquisa sobre a economia do carnaval coordenada pelo professor Luis Carlos Prestes Filho.





Após ler estas informações, faça uma estimativa do número de postos de trabalho que são gerados em todas as cidades do Brasil que possuem festas de carnaval. Você irá perceber que ampliando sua visão sobre o mercado cultural brasileiro talvez seja possível planejar atividades de prestação de serviços de produção para que os próximos sejam "outros carnavais".