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domingo, agosto 21, 2011

Música brasileira: Marcos Sacramento, Mariana Baltar e Cristina Buarque interpretam a obra de Pedro Caetano no Teatro Rival


Clique para ampliar a imagem


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Recebi o flyer acima da minha amiga Maria Braga. Lembrei de multiplicar esta informação aqui, pois o Marcos Sacramento faz um trabalho muito interessante de difusão da música popular brasileira.

Quem estiver no RJ, nos dias 25 ou 26/08, 19h30, poderá conhecer a obra de Pedro Caetano, que será interpretada por Marcos Sacramento, Mariana Baltar e Cristina Buarque. Este power trio será acompanhado pelos músicos Luiz Flavio Alcofra (violão), Pedro Aragão (bandolim), Josimar Carneiro (violão de 7 cordas), Jayme Vignoli (cavaquinho), Lena Verani (clarineta), Netinho Albuquerque e Magno Julio (percussão).

As composições de Pedro Caetano foram gravadas por cantores como Orlando Silva, Cyro Monteiro, Quatro Azes e um Coringa, Francisco Alves, Dircinha Batista, Marlene, Aracy de almeida, Dalva de Oliveira, Elis Regina, Cristina Buarque, Célia, Ceu da Boca, Zélia Duncan, Pedro Camargo Mariano, Karrin Allysin e muitos outros.

Para se tornar um bom produtor, é preciso conhecer o ambiente artístico.

Anote o serviço:

Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dia 25 e 26/08 – Quinta e sexta às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

Compre o ingresso antecipado


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

domingo, junho 27, 2010

Conheça o processo criativo dos artistas, diretores artísticos, curadores ou produtores culturais com quem está trabalhando


Imagem do site Overmundo


Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Para se pensar a estratégia de uma ação cultural, é preciso conhecer o processo criativo do artista com quem pretendemos trabalhar.

Este processo criativo não segue um padrão. Cada artista possui seu processo criativo.

Na reportagem "Arnaldo Antunes - entrevista sobre o CD Qualquer", realizada por Vítor Lopes e publicada no jornal A Gazeta, em março de 2007, Arnaldo Antunes fala de seu processo criativo.

Veja um pequeno trecho:


Como nasce uma obra sua? Como decide se uma idéia vira música poesia, arte digital...?


Existe esse território da palavra que tudo que eu produzo envolve o trabalho com palavra, seja ela com o código musical pra virar uma canção, seja ela com algum aspecto visual que transforme aquilo num vídeo, num cartaz, enfim, num poema visual. Eu acho que a palavra é como um porto seguro de onde me aventuro para outras linguagens. O trânsito entre essas linguagens acaba sendo fluente pela própria presença da palavra poética em tudo que faço. Mas geralmente ao fazer, no processo de feitura, eu já sei o estilo que aquilo vai ter, se é pra ser cantado ou se é uma página. Quando é uma idéia visual muitas vezes já vem. Isso não quer dizer que seja sempre assim. Muitas coisas que fiz originalmente como texto foram musicadas mais tarde por mim mesmo ou por outras pessoas e acabaram virando canções. Ou às vezes faço uma canção e descubro um jogo visual ou uma forma gráfica que ressalte outro aspecto daquela letra e aquilo acaba virando um poema visual. Mas de uma maneira geral, as coisas já vêm um pouco encaminhadas, eu já prevejo se é pra ser cantado, lido, algo que passe com movimento, com cor.

[fim da pergunta]

Você conhece o processo criativo das pessoas com quem está trabalhando?

domingo, junho 13, 2010

Amplie o seu olhar e conheça a arte e a cultura de Angola




Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Como diz a gestora cultural Maria Helena Cunha, é muito importante um produtor cultural conhecer o ambiente artístico. Precisamos entender de administração, economia, planejamento, projetos e várias outras disciplinas. Mas não podemos esquecer que respirar arte é fundamental para o desenvolvimento das competências de um produtor independente.

Pensando nisso, aí vai uma boa dica para quem está em Salvador.


Luanda, Suave e Frenética 2

Dentro das atividades que precedem a II Trienal de Luanda, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) recebe a exposição Luanda, Suave e Frenética 2 – que tem abertura no dia 31 de maio, às 19h, com entrada aberta ao público. O projeto, que é uma iniciativa da Fundação Sindika Dokolo, ocorre em parceria com o Governo da Província de Luanda e o Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura (Secult), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Diretoria de Museus (DIMUS) e MAM-BA. A exposição pode ser visitada gratuitamente de terça a domingo, das 13h às 19h, e aos sábados, das 13h às 21h, até o dia 18 de julho.

“Modelos Institucionais de Arte: salões, bienais e trienais em discussão” é o tema da mesa redonda que acontece no dia 1º de junho, às 18h, na Galeria 1 do MAM, e que dá início ao processo reflexivo da mostra. Participam o artista Fernando Alvim, a diretora e curadora do MAM-BA, Solange Farkas, o diretor de Artes Visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Djilson Midlej, e a professora da Escola de Belas Artes da Ufba, Alejandra Muñoz, que atuará como mediadora.


Luanda, Suave e Frenética 2


A mostra tem curadoria do múltiplo artista Fernando Alvim, também curador da II Trienal de Luanda, e traz um recorte ampliado da primeira versão, que ficou em cartaz na Galeria Solar Ferrão, de novembro de 2009 a janeiro de 2010, quando foram apresentados trabalhos de quatro artistas angolanos. Agora, serão apresentados no Casarão do MAM – principal espaço expositivo do Museu – 15 trabalhos de 13 artistas africanos, que mostram sua visão de Luanda através de interfaces diversas como fotografia, vídeo, instalação, pintura, documentário, curtas e arquitetura.

“O intercâmbio entre artistas e instituições, nacionais e estrangeiras, é uma das prerrogativas da minha atuação como curadora e gestora cultural. Expandir a atuação do museu como espaço de exibição de obras e difundir a troca de experiências e o conhecimento é de vital importância num momento em que se consolida o papel da arte num contexto de culturas globalizadas”, declara Solange Farkas, curadora e diretora do MAM-BA.

De acordo com a diretora do Museu, a mostra permite a ruptura de antigos conceitos, principalmente no que se refere aos aspectos artísticos e culturais. “Neste sentido, a exposição Luanda Suave e Frenética 2 possibilitará ao público baiano conhecer e construir seu próprio imaginário a respeito da arte produzida atualmente em Angola, para além dos exotismos a que, infelizmente, os países fora do eixo Norte ainda são submetidos, quando da análise de aspectos de sua cultura”.

Compõem o cast desta mostra os artistas Chilala Moco, Ihosvanny, Paulo Kapela, Kiluanji, Bamba, Ndilo Mutima, Mástio Mosquito, Nguxi Marcas, Jorge Palma, Pocas Pascoal, Orlando Sérgio, Paulo Azevedo, Marita Silva, Cláudia Veiga e Yonamine. Segundo texto assinado pelo curador, a exposição pretende “abordar a cidade de Luanda, numa perspectiva esférica e mutante, sem ter necessariamente um ponto de observação fixo”.

“A diversidade e qualidade das obras apresentadas nesta exposição afirma a complexidade de um país africano que tem muito a dizer ao mundo, em relação a sua história, às particularidades e universalidades de sua cultura”, analisa Farkas.

Além de ser um projeto que precede a II Trienal de Luanda, Luanda, Suave e Frenética 2 é também um reflexo direto, um retrato da situação política, econômica, cultural e artística contemporâneas de Angola, país colônia de Portugal até 1975 e que, a partir daí, passou por 27 anos de Guerra Civil, adaptando-se, pouco a pouco, aos novos caminhos democráticos.

“Depois dos conflitos internacionais e internos em que tivemos expostos, por razões conhecidas, considero que a arte e a cultura angolanas encontram-se num período de reorganização e reflexão sobre a sua estética e do seu DNA cultural, onde assistimos a emergência de artistas que serão fundamentais para se compreender os sintomas culturais dos angolanos,como aconteceu com o primeiro movimento cultural pós independência nos anos 70 em que a literatura e a musica tiveram um papel fundamental na auto estima dos angolanos”, analisa o curador Fernando Alvim.


II Trienal de Luanda

A II Trienal de Luanda nasce com uma proposta que ultrapassa o território angolano e que está expressa no seu tema – Geografias Emocionais, Artes e Afetos. Além de promover a produção artística de Angola, a iniciativa, que acontece entre os meses de setembro e dezembro de 2010, vai estabelecer um maior diálogo entre os artistas daquele país e artistas e culturas de mais de 30 cidades, em diversos países.

Veja também a programação educativa

Fonte: Museu de Arte Moderna da Bahia
http://www.mam.ba.gov.br/?page_id=1633