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sábado, janeiro 04, 2020

Como fazer da música uma profissão?




Por Alexandre Barreto*


Se você quer trabalhar com música, aproveite a oficina "Vivendo da música: entrando no setor". Ela será ministrada agora em janeiro, em Porto Alegre, por dois profissionais com uma ampla bagagem na área.

Transcrevo abaixo o conteúdo da divulgação.


"Vivendo da Música" com Ilton Carangacci e Charles Di Pinto

Como fazer da música uma profissão? Um bom começo é entender como funcionam os negócios do setor. No dia 22 de janeiro, a oficina "Vivendo da Música" vai introduzir o processo de gestão de um projeto musical, passando por identificação de talento, produção musical e lançamento.

Quais são as etapas de projetos musicais? Quais são os papeis desempenhados pelos profissionais? Como esse processo gera receita? A oficina vai explicar como funciona essa indústria em um bate-papo com dois profissionais dessa área, com três décadas de atuação: Ilton Carangacci (Papas da Língua, Chimarruts e Armandinho) e Charles Di Pinto (Unisinos e Sigmund Records).

Programa:

- Identificando talentos
Como analisar a viabilidade de mercado do artista?
Relações com o mercado
Produção de contratos
Quais são as áreas do Music Business?
Como são as relações de trabalho?

- Produção
Quais são os papeis na produção?
Planejamento e orçamento de produção
Finalização: métricas de qualidade

- Negócios
Ética nos negócios
Venda de shows
Publishing: como funciona?
Fonogramas: vendendo o produto
Visão estratégica do negócio


Ministrantes



Ilton Carangacci é advogado formado pela PUCRS e, desde 1985, escolheu fazer da música o seu meio de vida. No currículo, tem a gestão de carreiras de Papas da Língua, Chimarruts, Os Eles, Armandinho, Reação em Cadeia, Jéf, The Hard Working Band, Off The Wall e Ivo Mozart e outros. Recebeu o Prêmio Açorianos de Música 2019, pela sua contribuição ao ambiente musical. Realizou mais de 4000 shows em dez países, incluindo a organização de festivais na Áustria e França. É mentor da turma da Sigmund Records, a gravadora do Curso de Produção Fonográfica da Unisinos.




Charles Di Pinto é nativo da Filadélfia (Estados Unidos) e radicado em Porto Alegre, com uma carreira de 30 anos no setor fonográfico. Como produtor musical e engenheiro de som, já trabalhou com Bidê ou Balde, Tom Bloch, Fernanda Takai, Claudio Zoli e Luis Carlini, entre outros.

É educador e consultor na área de projetos fonográficos e atua como docente na graduação em Produção Fonográfica da Unisinos. É criador e gestor da Sigmund Records da Unisinos, a primeira gravadora universitária da América do Sul. Também já foi professor visitante na Marymount Manhattan College, em Nova York, ministrando disciplinas relacionadas à cultura e música.


Serviço

"Vivendo da Música" com Ilton Carangacci e Charles Di Pinto
22 de janeiro, quarta-feira, das 19h às 22h
Opinião (Rua José do Patrocínio, 834, Porto Alegre, RS

Inscrições https://bileto.sympla.com.br/event/63801

Informações:
www.opiniao.com.br
www.facebook.com/opiniao.produtora
www.twitter.com/opiniao

(51) 3211-2838



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* Alexandre Barreto é administrador, professor de 
Administração da Produção, Administração de Materiais e Logística, produtor independente e MBA em Gestão Cultural pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC), no Rio de Janeiro. Atualmente está cursando o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Saiba mais

segunda-feira, março 05, 2012

Ganhe tempo: pense com clareza o que você quer




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Há muitos motivos para alguém não nos atender. Mas na área cultural, nos setores de entretenimento, comunicação, arte, etc., um dos grandes obstáculos é a falta de objetividade na comunicação.

Antes de sair mandando e-mail ou telefonando, sente e pense: o que você realmente quer? O que está buscando?

Escreva e leia. Ficou claro para você? Passe para pessoas próximas lerem. Ficou claro para elas?

Isso facilitará sua vida e você conseguirá ter maior retorno no seu contato com produtores profissionais.



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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.