
Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com
Boa notícia para quem trabalha articulação, mobilização ou captação de recursos. Segue na íntegra.
BNDES lança edital de cinema que destina R$ 14 milhões à área
Inscrições podem ser feitas até 15 de abril de 2012Estão abertas as inscrições para o Edital de Cinema do BNDES, que vai destinar R$ 14 milhões para apoiar a produção e finalização de obras de ficção, animação e documentários. O prazo vai até o dia 15 de abril. No novo edital, além de levar em conta critérios de mercado, o banco estabeleceu uma parcela de recursos para obras de cunho autoral.
O edital do BNDES agora se divide em dois grupos: um que prioriza os resultados comerciais e econômicos, sem prejuízo da qualidade artística e técnica; e outro, com foco no reconhecimento artístico e técnico, que terão analisados argumento, roteiro e storyboard – candidatos à finalização terão avaliado o material filmado. Os filmes do segundo grupo terão R$ 5 milhões concedidos em apoios.
No total, o BNDES vai destinar R$ 12 milhões para a produção e finalização de obras de ficção e animação e R$ 2 milhões para a produção de documentários. O grupo em que o projeto se enquadra é definido pelos candidatos no ato da inscrição.
O valor máximo a ser concedido para projetos de produção é de R$ 1,5 milhão (Grupo 1) e R$ 1 milhão (Grupo 2). Para finalização, o teto do apoio do BNDES é de R$ 750 mil para qualquer dos dois grupos e R$ 500 mil para documentários.
Para concorrer é preciso que o projeto já tenha sido aprovado pela Agência Nacional de Cinema – ANCINE. Também é necessário que possua registro ou protocolo de registro de emissão e distribuição de Certificados de Investimento Audiovisual na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no caso dos gêneros ficção e animação, como previsto na Lei do Audiovisual. Para documentários, o apoio ocorrerá por meio de colaboração financeira não-reembolsável, também prevista na Lei do Audiovisual.
Não serão aceitas inscrições de projetos já apoiados em editais anteriores do Sistema BNDES ou de produtoras e diretores que estejam em situação de inadimplência com o Banco.
Para mais informações consulte o edital de cinema no portal do BNDES.
Fonte: http://www.ancine.gov.br/sala-imprensa/noticias/bndes-lan-edital-de-cinema-que-destina-r-14-milh-es-rea
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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela
Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para
Opus Promoções em shows nacionais (
Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (
Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da
banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco
"Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista
Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o
Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do
Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "
Os Dois Cavalheiros de Verona" e "
Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme
"O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a
Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.
Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação
MBA em Gestão Cultural.
Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela
Cia Ensaio Aberto no
Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja
fotos e
trechos do espetáculo.
Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto
"Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).
É professor convidado da
Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.
Escreve com frequência no blog
Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (
saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da
revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos
textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.
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Alê Barreto é cliente do Itaú.