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quinta-feira, junho 18, 2015

Estude na Escola Popular de Comunicação Crítica (ESPOCC) do Observatório de Favelas - Inscrições até 25 de junho!





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com




Uma boa forma de iniciar uma formação em produção cultural independente é estudar comunicação. O Observatório de Favelas oferece cursos de extensão que trabalham a comunicação a partir de um olhar diferenciado e está com processo seletivo aberto.

Veja algumas informações do edital.


EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA O CURSO DE EXTENSÃO ESCOLA
POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA (ESPOCC) - TURMAS 2015/2016

O Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, com o patrocínio da Petrobras e o apoio da
Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ), da
BrazilFoundation e da ICCO COOPERACIÓN torna público as normas do processo
seletivo de novos alunos para o Curso de Extensão Escola Popular de Comunicação
Crítica (ESPOCC) – Turmas 2015/2016.


1. QUEM PODE SE INSCREVER?
Jovens e adultos que estiverem cursando ou concluído o Ensino Médio e que possuírem
conhecimentos básicos de informática (Windows, Pacote Office e Internet).


2. QUANDO PODEREI ME INSCREVER?
As inscrições terão início no dia 16 de junho de 2015 e encerrarão no dia 25 de junho de
2015. Não serão aceitas inscrições fora desse período.


3. COMO PODEREI ME INSCREVER?
Somente através da Internet e a partir do preenchimento completo da ficha de inscrição
disponível no endereço http://www.espocc.org.br/inscricoes15.
A veracidade de qualquer dado fornecido, bem como problemas técnicos que venham a
inviabilizar o envio da inscrição dentro do prazo previsto é de inteira responsabilidade do
candidato.


4. QUANTAS VAGAS? QUAIS SÃO AS HABILITAÇÕES? EM QUE HORÁRIOS
ACONTECERÃO AS AULAS?
O curso oferece 90 vagas, sendo 45 vagas para a turma de Publicidade Afirmativa com
ênfase em Audiovisual (as aulas dessa habilitação acontecerão às terças, quartas e
quintas-feiras, das 14h30 às 17h30) e 45 vagas para Publicidade Afirmativa com ênfase
em Criação Digital (as aulas dessa habilitação acontecerão às terças, quartas e quintasfeiras,
das 18h30 às 21h30).


5. O QUE PRECISO SABER ANTES DE ME INSCREVER?

Carga horária do curso: 432 horas/aula, sendo 372 horas/aula de aulas e
atividades dentro dos dias e horários de aula previamente acordados (terças,
quartas e quintas-feiras) e 60 horas/aula de oficinas (20 oficinas com duração de 3
horas/aula cada), em dias e horários diversos ao longo do curso.

Duração do curso: 124 dias de aula (42 semanas).

Início das aulas: 14 de julho de 2015 (Aula Inaugural que ocorrerá,
excepcionalmente, às 19h, para as duas turmas, na sede do Observatório de
Favelas, na Maré).

Fim do curso: 19 de maio de 2016

Investimento: Gratuito

Os alunos que apresentarem gastos com deslocamento até a sede do Observatório
de Favelas nos dias de aulas e/ou oficinas receberão uma ajuda de custo que
complementará o valor gasto semanalmente.

Todas as aulas acontecerão na sede do Observatório de Favelas, localizado na Rua
Teixeira Ribeiro, 535, Parque Maré – Maré. As oficinas poderão, 
Rua Teixeira Ribeiro, 535 | Maré | Rio de Janeiro, RJ | CEP 21044-251 | 55 21 - 3105 0240, 3105 4599, 2667 2899 www.espocc.org.br |
www.observatoriodefavelas.org.br

EXCEPCIONALMENTE, ocorrer em locais diversos da região metropolitana do Rio
de Janeiro.

Ao final do processo formativo, as turmas deverão apresentar um trabalho de
conclusão de curso (TCC) produzido de forma coletiva.


6. TEM CERTIFICADO?
Os alunos que concluírem o curso receberão um certificado de Extensão expedido pela
ECO/UFRJ em conjunto com o Observatório de Favelas.


7. O QUE VOU APRENDER?
Conhecimentos teóricos e práticos nas áreas de comunicação, cultura, sociedade e
publicidade com o objetivo de promover a análise crítica e aplicação de conceitos e
metodologias de produção e circulação de bens e serviços de Publicidade Afirmativa nas áreas de Audiovisual e Criação Digital.


Leia as informações completas e se inscreva



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
Saiba mais

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Projeto Rio em Rede do Observatório de Favelas e Instituto Avon lança a ação "Sextas da Casa" na Arena Carioca Dicró





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Queridos amigos do Produtor Cultural Independente, transcrevo mais abaixo as informações referentes ao processo seletivo para apresentações artísticas na Arena Carioca Dicró, no Rio de Janeiro. Trata-se da ação "Sextas da Casa", iniciativa educativa e cultural do Observatório de Favelas e Instituto Avon voltada para o enfrentamento da violência em cinco comunidades do Rio de Janeiro: Cidade de Deus, Rocinha, Complexo da Penha, Maré e Jardim Gramacho. 

A ação cultural “Sextas da Casa” tem como principais diretrizes:

- qualificar o ambiente social da Zona da Leopoldina, território do qual faz parte a Penha, a partir da ampliação da oferta de espaços em equipamentos culturais que possibilitem o acesso à produção e à expressão cultural;

- promover o direito à cidade, a partir do estímulo à fruição estética;

- incentivar a diversidade cultural e social;

- contribuir com a prevenção à violência a partir do fomento de ações artísticas como estímulo a novas sociabilidades, novas formas de convívio mais plurais, responsáveis e solidárias.


Acesse este link 



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Prepare-se: nos próximos dias abrem as inscrições para os próximos cursos do Produtor Cultural Independente em São Paulo e Salvador


Se você mora em São Paulo, vá separando os dias 9 e 10 de março em sua agenda. Se você é de Salvador, separe a tarde de 23 de março!

Nos próximos dias estaremos fornecendo maiores informações e como será o processo de inscrição.

Importante: para os cursos de São Paulo e para o workshop em Salvador, iremos fazer como nos cursos ministrados em janeiro e fevereiro no Rio de Janeiro: daremos descontos para quem se organizar e fizer sua matrícula com antecedência.


Mais informações alebarreto@gmail.com 



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*Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, e do projeto Rio em Rede, uma parceria entre o Observatório de Favelas e o Instituto Avon.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Leia matéria "O mapa da cultura na favela" no jornal O Globo



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Sendo este blog um espaço de estímulo e ideias, compartilho uma matéria muito bacana que saiu hoje no O Globo, sobre o projeto do qual faço parte da equipe e no qual concentrei a maior parte das minhas atividades em 2012. A matéria faz parte da comunicação que está sendo realizada para comunicar as intervenções artísticas que eles estão realizando neste período.


"O mapa da cultura na favela"


Levantamento inédito, que vai virar livro e guia, revela a rica e desconhecida produção cultural de cinco comunidades pacificadas

Por Mauro Ventura

Tem o Chorando à Toa, grupo de choro da Rocinha. E o Teatro Trevo, companhia de dança de rua da Cidade de Deus. Tem ainda a RT Pipas, do Complexo do Alemão, que, como o nome indica, fabrica e vende pipas. Já a Unidos de Manguinhos ensina a tocar instrumentos e a sambar na quadra da escola de Manguinhos.

— A favela tem uma riqueza e uma pluralidade cultural desconhecidas e não reconhecidas. Porque as pessoas podem até conhecer, mas não reconhecem como cultura — diz o geógrafo Jorge Barbosa, professor da UFF. — As favelas são solos férteis para a criação cultural.

Ele tem autoridade para falar. Diretor do Observatório de Favelas, é coordenador geral do projeto Solos Culturais, que mapeou instituições, grupos e indivíduos que produzem cultura em cinco comunidades pacificadas: Complexo do Alemão, Rocinha, Complexo da Penha, Manguinhos e Cidade de Deus. O trabalho vai resultar em duas publicações: no livro “Solos culturais”, que será lançado dia 22, e no “Guia cultural das favelas”, com previsão de lançamento em março ou abril.

Durante um ano, cem jovens das favelas foram formados em pesquisa social da cultura. Em novembro e dezembro de 2012, eles saíram a campo. O guia trará um levantamento minucioso, com fotos, endereços, horários, telefones e descrição das atividades. 





Leia a matéria na íntegra no jornal O Globo



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Estude no Programa Produtor Cultural Independente




Dias 06 e 07/02 acontece o curso "Aprenda a Iniciar um Agenciamento Artístico",

todos módulos integrantes do Programa Produtor Cultural Independente, selecionado pelo edital do Centro Cultural Justiça FederalAv. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro / RJ (estação de Metro Cinelândia), com carga horária de 8 horas.

O valor de cada curso é R$ 200,00 (duzentos reais).


Inscrições antecipadas e inscrições na hora

- inscrições antecipadas somente pela loja virtual ou depósito bancário, enquanto houverem vagas.
- inscrições na hora do curso somente mediante pagamento em dinheiro em espécie ou cheque da própria pessoa que irá participar do curso, para data do primeiro dia do curso, enquanto houverem vagas.


Como fazer sua inscrição

Você poderá fazer sua inscrição através da compra do curso pela loja online ou através de depósito bancário e envio de formulário de inscrição.


1 - Loja online

Acesse o endereço http://pupurricultural.loja2.com.br :


Escolha o(s) curso(s) que desejar fazer.

Clique em "adicionar ao carrinho"

Clique em "finalizar compra"

Clique em "confirmar".

Siga os demais procedimentos do PagSeguro.



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*Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, e do projeto Rio em Rede, uma parceria entre o Observatório de Favelas e o Instituto Avon.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

quarta-feira, dezembro 12, 2012

Cultura e informação para transformar a violência



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Hoje foi um dia iluminado. Comecei fazendo a conexão Vidigal/Central do Brasil. De lá parti para Bonsucesso. De Bonsucesso, fui para o Greip da Penha (Grêmio Recreativo dos Industriários da Penha).

Lá, minha colega do projeto Rio em Rede, a produtora Monique Volquer, articulou uma rede de pessoas, organizações e instituições, para que o lançamento do projeto fosse o melhor possível. Lá estava também a produtora Carolina Meirelles, que cuidadosamente articulou o início das sessões do Cine Tela Brasil na Cidade de Deus.

Fortalecendo a rede de profissionais do Observatório de Favelas, estavam Caio Gonçalves Dias, coordenador executivo do projeto, Jorge Barbosa, diretor do Observatório de Favelas, Raika da comunicação do Observatório de Favelas e o produtor Gilberto Vieira, também da equipe do projeto.

Todos estes colegas, parceiros, companheiros de trabalho, me ensinam muito. A todos eles, meu agradecimento por fazer parte desta equipe.

Mas o dia foi também momento de novos encontros. Conheci Lírio Cipriani, diretor executivo do Instituto Avon, Cida Medeiros, coordenadora de responsabilidade social corporativa da Avon, a equipe do Instituto Avon e a Daniela Pinto, oficial do programa Onu Mulheres (entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres).

Transcrevo abaixo uma matéria que saiu hoje no site do Instituto Avon sobre o projeto Rio em Rede. Tem um edital muito bacana.


Cultura e informação para transformar a violência

O Instituto Avon e o Observatório de Favelas lançaram hoje, no Complexo da Penha, o projeto Rio em Rede, que, ao longo de seis meses, levará sessões de cinema, oficinas de sensibilização, shows e apresentações culturais aos 300 mil moradores de cinco comunidades do Rio de Janeiro: Cidade de Deus, Rocinha, Complexo da Penha, Maré e Jardim Gramacho (em Duque de Caxias). As atividades têm como foco o enfrentamento à violência doméstica por meio de atividades culturais e educativas.

O projeto, que envolveu investimentos da ordem de R$ 1,5 milhão – R$ 890 mil vindos do Instituto Avon e R$ 680 mil da Avon – se estenderá de dezembro de 2012 a junho de 2013. Ele também inclui o lançamento do edital do Fundo Fale sem Medo, que selecionará projetos comunitários voltados para a causa para receber apoios financeiros no valor de até R$ 30 mil.

“Nosso principal papel é o de articulador, reunindo parceiros com potencial para alavancar o fortalecimento de valores relacionados à cidadania e ao respeito, que é o próprio espírito da campanha Fale sem Medo – Não à violência doméstica, coordenada pelo Instituto Avon desde 2008”, disse Lírio Cipriani, diretor executivo do Instituto.

A programação cultural do projeto Rio em Rede começa com sessões gratuitas de cinema do Cine Tela Brasil, no Complexo da Penha, em um espaço itinerante que oferece conforto e qualidade de exibição para o público da comunidade. Serão 124 sessões no total. “Acreditamos que a arte tem um papel fundamental na transformação social. Para nós, estarmos junto com a Avon numa ação focada nas favelas cariocas é muito importante. E mais importante ainda porque estamos fazendo parte de um trabalho em rede, que articula diferentes atores sociais e que vê a arte como instrumento para sensibilizar e enfrentar problemas que fazem parte do cotidiano de inúmeras comunidades”, avaliou Marcos Barreto, coordenador do Cine Tela Brasil.





O cinema itinerante tem 225 lugares 



Convivência pacífica

A coordenadora de responsabilidade social corporativa da Avon, Cida Medeiros, que há dois anos vem desenhando o conceito do projeto e amarrando as parcerias mais adequadas ao perfil do Rio em Rede, explica: “Nosso objetivo, com esse conjunto de ações, é trabalhar os principais vetores da violência doméstica, ressignificando-os para valores geradores de uma convivência pacífica”.

A agenda de programações, ao longo dos seis meses do projeto, incluirá ainda quatro shows do grupo O Teatro Mágico, financiamento de 20 bolsas de R$ 400 reais mensais (por seis meses) para os artistas inscritos no projeto Solos Culturais, na Favela da Maré, selecionados para execução de intervenção cultural. A atividade visa a intensificação da participação das cinco comunidades do Rio em Rede na programação da Arena Dicró, que promoverá apresentações semanais de artistas locais na comunidade da Penha.

O projeto prevê também uma pesquisa sobre as conexões possíveis entre o campo da cultura e o da prevenção à violência, realizada pelo Observatório de Favelas, com o objetivo de subsidiar políticas públicas sobre o tema. “Criar outras compreensões sobre violência e cultura, e, ao mesmo tempo, inventar novas metodologias para ações preventivas” é o objetivo assinalado por Caio Gonçalves, coordenador executivo da área cultural do Observatório de Favelas. “Esse processo não é possível sem uma participação efetiva da população dos territórios populares, dando margem para sua capacidade latente de refletir e criticar situações de violência que perpassam seus cotidianos”.

Paralelamente às atividades culturais, o Rio em Rede apoiará projetos que desenvolvam iniciativas focadas na diminuição da violência contra as mulheres em comunidades da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para isso foi criado o Fundo Fale sem Medo – uma parceria entre o Instituto Avon, a ONU Mulheres e o Fundo Elas (RJ) –, no valor de R$ 300 mil, que será direcionado a pelo menos 10 projetos. O edital está publicado nos sites do Fundo Elas (www.fundosocialelas.org.br) e no do Instituto Avon (www.institutoavon.org.br). As propostas serão aceitas até 31 de janeiro de 2013.



Fonte: Instituto Avon



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Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural



Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, dezembro 11, 2012

Instituto Avon e Observatório de Favelas lançam projeto para enfrentamento da violência doméstica em cinco comunidades da Grande Rio


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com

Muita gente me pergunta sobre como trabalhar com a cultura junto a outras questões.
Um bom exemplo é o novo projeto "Rio em Rede", do qual faço parte da equipe e que irá ser lançado no Rio de Janeiro amanhã.

Seguem mais informações sobre o projeto.



Instituto Avon e Observatório de Favelas
Convidam para lançamento de projeto para enfrentamento da violência doméstica em cinco comunidades da Grande Rio




O Instituto Avon e o Observatório de Favelas convidam para o evento de lançamento do projeto Rio em Rede, na próxima quarta-feira (12/12) às 10h30, no IAPI da Penha (Rua Santa Engrácia, altura do número 440).

O projeto educativo e cultural formatado por meio de uma vigorosa parceria é voltado para o enfrentamento da violência doméstica, e terá como foco inicial cinco comunidades: Cidade de Deus, Rocinha, Complexo da Penha, Maré e Jardim Gramacho. Ele prevê um conjunto de iniciativas culturais envolvendo moradores, oficinas, shows do grupo O Teatro Mágico e mais de 100 sessões em um cinema itinerante do Cine Tela Brasil, um dos parceiros do projeto, que levará uma programação de filmes nacionais para estas comunidades.
Durante o evento, serão apresentados grupos e instituições envolvidos no projeto, detalhes das atividades e cronograma geral, além de informações sobre um edital para patrocinar projetos comunitários voltados para o enfrentamento da violência doméstica na Grande Rio. 

Estarão presentes Lírio Cipriani, diretor executivo do Instituto Avon; Jorge Barbosa, diretor do Observatório de Favelas; Caio Gonçalves Dias, coordenador do projeto, além de representantes das comunidades e entidades parceiras.
Ao final do evento serão servidos quitutes feitos por profissionais da própria comunidade e todos poderão assistir a uma construção coletiva de grafite no espaço público da comunidade realizado pela ONG Rede Nami, liderada pela artista Panmela Castro, e grafiteiros das comunidades, sobre o tema do enfrentamento à violência.

Às 14h haverá a primeira sessão do Cine Tela Brasil, com entrada gratuita.


SERVIÇO:


Data: 12/12
Horário: 10h30
Local: IAPI da Penha - Rua Santa Engrácia, altura do número 440


Fonte: Comunicação do Observatório de Favelas

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Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural



Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

sexta-feira, novembro 23, 2012

Estude na Escola Popular de Comunicação Crítica





Por Alê Barreto

alebarreto@gmail.com



Vejam que bacana esta iniciativa no Rio de Janeiro.


EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA
A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA – ESPOCC

TURMAS 2013



O Observatório de Favelas torna pública, por meio desta chamada, as normas do processo de seleção de alunos para a Escola Popular de Comunicação Crítica – Turmas ESPOCC 2013.
1. INFORMAÇÕES GERAIS

1.1 A ESPOCC

A Escola Popular de Comunicação Crítica – ESPOCC existe desde 2005. Criada pelo Observatório de Favelas no Complexo da Maré é uma das mais tradicionais escolas de comunicação popular do Brasil.

Pelo segundo ano consecutivo, trabalhamos a perspectiva da formação em Publicidade Afirmativa – aquela que não visa o lucro ou a promoção de uma marca com fins estritamente comerciais e que promove valores de sociabilidade, cultura e empreendedorismo comunitário e socioambiental. Incluiremos conhecimentos de comunicação crítica, audiovisual, cultura digital e planejamento.

A ESPOCC quer abrir espaço para a discussão e transmissão de conhecimentos nas áreas de publicidade, propaganda e marketing para jovens, tornando-os capazes de, ao mesmo tempo, acessar o mercado de trabalho e desenvolver ideias inovadoras, inventivas e transformadoras de realidades individuais e coletivas.

1.2 Sobre o Observatório de Favelas

O Observatório de Favelas é uma instituição de pesquisa e consultoria, que desde 2001 se dedica à produção e à troca de conhecimentos sobre comunidades populares. Visa elaborar, articular e implementar, a partir desses espaços, práticas exemplares para superar desigualdades e expandir direitos e responsabilidades, em prol de uma cidadania participativa e plena.

1.3 Objetivo Geral

Contribuir para a valorização e o fortalecimento da condição cidadã dos moradores dos territórios populares através de ações de discussão e produção no campo da comunicação; promover a iniciação/ capacitação de jovens moradores de espaço popular em teoria, linguagens, ferramentas e planejamento de Publicidade Afirmativa; e fomentar uma rede colaborativa de criação e comunicação de produtos para a transformação social e o fortalecimento da educação, da cultura, da ética e da cidadania.


2. SOBRE O CURSO
Início: 15 de janeiro de 2013, às 19h.
Duração: 440 horas – 12 meses.
Aulas Audiovisual: terças, quartas e quintas-feiras, das 14h30 às 17h30
Aulas Cultura Digital: terças, quartas e quintas-feiras, das 18h30 às 21h30.
Investimento: Gratuito

2.1 Certificado: Diploma de Extensão pela UFRJ (conforme detalhado no Projeto Político Pedagógico – disponível no site)

2.2 Objetivos
Apresentar conhecimentos teóricos nas áreas de comunicação, cultura, sociedade e publicidade.
Promover a análise crítica e aplicação de conceitos e metodologias de produção e circulação de bens e serviços de publicidade afirmativa nas áreas de audiovisual e cultura digital.
Estimular e desenvolver produtos, serviços e projetos de publicidade para a colaboração artística, cultural e tecnológica com instituições de ensino, entidades públicas, organizações da sociedade civil e o mercado de publicidade.

2.3 Programa

O programa se desenvolve a partir de módulos interdependentes, em que se combinam teoria e prática. Os alunos terão a oportunidade experimentar os conhecimentos adquiridos em projetos que desenvolverão durante o curso e na Agência-modelo, que funciona de 2ª a 6ª, em horário comercial.

Conteúdos de Comunicação, Cultura e Sociedade
Direitos Humanos
Teorias e História da Comunicação
Comunicação e Práticas Discursivas
Análise crítica das mídias
Comunicação e Ética

Conteúdos de Linguagens da Publicidade Afirmativa

Conhecimentos comuns às duas habilitações:
Processo Criativo
Redação Multimídia
Atendimento/prospecção
Planejamento
Mídias

Conhecimentos específicos de Audiovisual:
Roteiro
Produção
Direção
Montagem

Conhecimentos específicos de Cultura digital:
Arquitetura da Informação
Programação
Webdesign
Redes sociais virtuais

Conteúdos de Planejamento em Comunicação Popular
Gestão integrada de comunicação (comunicação integrada)
Técnicas de gestão de organizações populares de comunicação
Empreendedorismo, Produção Cultural e Indústria Criativa

Produção e apresentação de Projeto Final


3. PRÉ-REQUISITOS
Cursar ou ter concluído o Ensino Médio;
Possuir conhecimentos básicos de informática (Windows, Office e Internet).

4. NÚMERO DE VAGAS
90 alunos – 45 para cada turma (Audiovisual e Cultura Digital);
No mínimo, dois terços dos alunos serão moradores de favelas e periferias do Rio de Janeiro.

5. INSCRIÇÃO
As inscrições serão aceitas durante o período de exposição deste Edital – de 08 de outubro a 30 de novembro de 2012.

As inscrições devem ser feitas mediante envio de currículo para:
Correio-eletrônico: selecao.espocc@gmail.com (no corpo do e-mail, e não anexado);
Ou entregue impresso no endereço: Rua Teixeira Ribeiro, 535 – Parque Maré.

Junto ao currículo, o candidato deve entregar uma carta de apresentação de até uma página descrevendo evidências de seu interesse em fazer o curso. Da mesma forma, nesta carta deverá ser explicitada qual a preferência de habilitação que pretende cursar (audiovisual à tarde ou cultura digital à noite).
A habilitação pretendida, em função da procura e do processo seletivo, pode não ser a ofertada ao aluno ao fim da seleção.


O Observatório de Favelas não se responsabilizará por inscrições não recebidas por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores que impossibilitem a transferência de dados.

O candidato inscrito se compromete automaticamente, caso aprovado, a entregar os documentos comprobatórios dos requisitos exigidos no presente edital.
O candidato não precisará efetuar pagamento de nenhuma espécie.


6. SELEÇÃO E MATRÍCULA

a. 1ª etapa
Seleção de currículos: Aconselha-se descrição de formação, experiência de trabalho (profissional, estágio ou monitoria), cursos extracurriculares, produção técnica e cultural, conhecimentos de informática e participação em eventos. Não serão aceitos currículos sem telefone ou e-mail de contato.
Divulgação da seleção: até 3 de dezembro de 2012 – por e-mail aos inscritos, no site do Observatório (www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/projetos) e na sede da organização.

b. 2ª etapa – Final
Entrevista: Tem por base o currículo e será conduzida por uma banca avaliadora.
Período: 3 a 10/12/2012, das 9 às 18 horas, na sede do Observatório de Favelas, em horários distribuídos e divulgados pela ESPOCC.
Divulgação da seleção final: 10/12/12/12
Período de Matrícula
De 11 a 13/12/2012, das 14:30 às 21:00 horas, no Observatório.

7. DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS

Devem ser apresentados no ato da matrícula
Cópia de documento de identidade com foto;
Cópia CP.F.;
Comprovante de conclusão ou de matrícula no ensino médio ou superior
02 foto 3×4.

8. INÍCIO DO CURSO
Aula Magna: 15 de janeiro de 2013.
Início dos módulos: no dia seguinte.

9. INFORMAÇÕES
Correio-eletrônico: selecao.espocc@gmail.com
Telefone: 21 3104 4057
Endereço: Rua Teixeira Ribeiro, 535 – Parque Maré


Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2013



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Nosso grupo está crescendo! Já temos 20 interessados nas próximas turmas dos cursos do Produtor Cultural Independente no Rio de Janeiro! 






1 - Daniel Eugênio
2 - Elida Kronig
3 - Fábio Couto
4 - Felipe Tavares
5 - Jéferson (produtor da cantora Flávia Saolli)
6 - Jéssica Lora Las Casas
7 - João Paulo Costa Quirino
8 - Karen Kristien Silva dos Santos
9 - Lâmia Brito (produção MC Marechal)
10 - Lucas Barrionovo
11 - Lucas Silverio de Lima
12 - Marcelle Valença
13 - Márcia Alves
14 - Mariana Rodrigues de Siqueira
15 - Matheus da Silva Gonçalves
16 - Narcelio Ferreira
17 - Raquel Cerqueira P. de Lemos
18 - Romulo Rother
19 - Anderson Arêas
20 - Ariane Freire


Entre na lista!

Se você tem disponibilidade e recursos para estar no Rio de Janeiro, em um sábado, para assistir aos cursos do Programa Produtor Cultural Independenteveja como fazer parte da lista de interessados! Clique aqui



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Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão CulturalMinistra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

segunda-feira, agosto 20, 2012

Ideias, inovação e conceitos: projeto Solos Culturais estimula jovens para reflexão e ação na Cidade de Deus, Complexo da Penha, Complexo do Alemão, Manguinhos e Rocinha

Jovens do Solos Culturais assistindo aula sobre conceito de cultura na Escola de Música da Rocinha


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com

Eu moro na favela do Vidigal desde 2008, ano que vim para o Rio de Janeiro trabalhar na produção e gestão cultural do Grupo Nós do Morro. Morar no Vidigal, trabalhar no Nós do Morro e trabalhar em projetos conjuntos com o Observatório de Favelas, AfroReggae e CUFA (Central Única das Favelas) me trouxeram a oportunidade de começar a conhecer o que é uma favela, espaço urbano tratado como tabu por muitas pessoas, vinculado a uma representação histórica de ausência. Um espaço que na maioria das vezes é representado pelo que “não seria” e pelo “que não teria” (ver mais no livro “O que é favela, afinal?”, organizado por Jailson de Souza e Silva, Jorge Luiz Barbosa, Mariane de Oliveira Biteti e Fernando Lannes Fernandes). Tenho aprendido que dificilmente é possível compreender a dinâmica de um grande centro urbano sem compreender a cidade como um todo. No Rio de Janeiro a maior parte da população vive nas favelas. As favelas são a cidade.

Neste ano, estou tendo outra oportunidade de aprender mais sobre as práticas culturais das favelas. Sou um dos articuladores do projeto “Solos Culturais”, uma parceria do Observatório de Favelas com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro. O projeto está realizando uma formação em produção cultural e pesquisa social para 100 jovens das comunidades de Manguinhos, Penha, Complexo do Alemão, Cidade de Deus e Rocinha, com patrocínio da Petrobras. Trata-se de uma proposta ousada.


Formação, vivência e pesquisa

Num momento em que um número expressivo de pessoas está tendo maior acesso à educação e por isso começando a pensar sobre “o que é cultura” e qual o papel que ela exerce em suas vidas, num momento em que a cidade do Rio de Janeiro vive sobre diferentes tensões provocadas pela vinda da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, num momento especial em que muitas comunidades do Rio de Janeiro começam a ver novamente a presença do Estado, e por fim, num delicado ano de eleições, o projeto “Solos Culturais” aposta na tríade formação, vivência e pesquisa como princípio orientador de seu projeto político pedagógico.

A formação

Desde março os jovens tem discutido em sala de aula o que é cultura, o que é favela, política, política pública, juventude, movimentos de pertencimento. Além disso tem recebido uma formação privilegiada em produção cultural, elaboração de projetos, comunicação e oficina de texto narrativo.

Na busca pela superação de leituras redutoras sobre a juventude (biológica, cronológica e historicista), a formação aposta na capacidade dos jovens de aprender, gerar e mobilizar experiências socioculturais nos lugares onde vivem.


As vivências

Até o presente momento, os jovens do projeto já realizaram um percurso por diferentes espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro.

Inicialmente fizeram um reconhecimento dos lugares onde vivem e conheceram algumas das ações, programas e projetos existentes em seus bairros. Depois, visitaram o Circo Crescer e Viver (Praça Onze), as Bibliotecas Parque (Manguinhos e Rocinha), o Centro Cultural Banco do Brasil, o Theatro Municipal, Centro Cultural Justiça Federal, Museu de Arte Moderna (todos no Centro do Rio), Centro Coreográfico (Tijuca), Galpão Bela Maré e Lona Cultural Herbert Vianna (Complexo da Maré) e Arena Cultural Dicró (Penha). Participaram também de atividades do Festival Internacional de Circo, das exposições “Amazônia: Ciclos de Modernidade” e “Brasil Cerrado” e de atividades na Rio +20, do

Estas vivências visam ampliar o imaginário dos jovens, através do convívio com diferentes práticas culturais que circulam na cidade. Também buscam apresentar diferentes linguagens artísticas e modos de realização.


Começaram as intervenções

Após meses de formação, os jovens estão colocando em prática o que aprenderam. No mês de agosto estão sendo realizadas intervenções culturais em todos os bairros onde o projeto acontece. Serão realizados um festival estimulando talentos locais, cineclube e videodebate na rua, festa na laje, exposições fotográficas, projeções de imagens e atividades de apropriação do espaço público e de equipamentos culturais públicos.

Deixo aqui a dica de lerem neste link mais sobre estas intervenções e que fiquem atentos, pois em breve estarei divulgando mais informações sobre este projeto, que em breve inicia sua fase de pesquisa.

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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

sexta-feira, junho 15, 2012

Observatório de Favelas assume a gestão da Arena Cultural da Penha no Rio de Janeiro

 



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com 

O Observatório de Favelas está assumindo a gestão de um importante equipamento cultural situado em território popular na cidade do Rio de Janeiro.

A inauguração será amanhã 16 de junho e também no domingo 17 de junho, com atividades culturais a partir das 10h.

Segue abaixo o texto do Jaílson de Souza, coordenador geral do Observatório, sobre a importância desta nova etapa. Recomendo para quem pesquisa as relações entre produção e gestão cultural em espaços populares e para quem pesquisa como a arte e a cultura podem pautar um novo projeto de cidade.


Cultura - 13/06/2012 18:34
Arena Cultural da Penha
Jailson Souza e Silva
A construção das Arenas Cariocas é a expressão consequente de um projeto cultural que busca democratizar as condições de produção das artes na cidade do Rio de Janeiro; nele, o Estado, enfim, cumpre um papel relevante e protagonista no processo. Papel ainda mais significativo pelo fato do poder municipal reconhecer e valorizar a importância da parceria com a Sociedade Civil na construção dessa política pública no campo da cultura.
Através das Arenas Cariocas cria-se um canal central para que os sujeitos dos territórios populares sejam reconhecidos em sua riqueza de experiências e de criação estética, assim como expressões concretas de uma vertente de ação social e econômica fundamental para a melhoria da qualidade de vida da população local. Assim, a relevância da construção da Arena Cultural da Penha – tais como a de Pavuna, Madureira e Guaratiba – decorre, acima de tudo, do fato dela materializar uma política pública que inverte a lógica política tradicional do Rio de Janeiro e concebe uma cidade na qual se valorizam e se fortalecem as práticas artísticas populares e suas organizações sociais.
Essa experiência singular tem ainda maior significado em um momento histórico no qual se afirma o papel da cultura como elemento central para o desenvolvimento econômico. Tais investimentos são de extrema importância, além disso, em termos educacionais, artísticos e, inclusive, no tocante à segurança pública, pois podem contribuir para transformações nas condições de existência dos territórios mais assolados por altos níveis de violência em condições urbanas civilizadas. Nesse caso, a Arena da Penha, que terá como público, dentre outros, os moradores dos Complexos da Penha e do Alemão, poderá cumprir um papel central na valorização ampliada do território e de seus moradores.
Esse tipo de ação é essencial para a construção de uma cidade mais justa e fraterna, na qual se valorizem as pluralidades estéticas e a igualdade de acessos às práticas artísticas/culturais, dentre tantas outras.  E, devido a esses pressupostos e confiança, é que o Observatório de Favelas decidiu assumir um projeto de cogestão do novo espaço artístico da Leopoldina.



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Comemorando a chegada dos meus 40 anos dia 28 de junho de 2012, vou publicar no “Blog do Alê Barreto” partes do meu novo livro "Começar a fazer" e compartilhar informações dos meus trabalhos anteriores.


Texto "Uma viagem que mudou minha vida"


Texto "Lembrei que gostava de música"


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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.


É um profissional que gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites.


Aprender, enfrentar desafios com otimismo e bom humor e trabalhar com pessoas de todas as classes sociais são suas marcas pessoais. Saiba mais


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quarta-feira, maio 30, 2012

Assista a conferência de Jaílson de Souza e Silva no TEDxRio




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



O blog Produtor Cultural Independente é um espaço de encontro, diálogo, troca, inovação e empoderamento.

É um espaço de encontro pois consegue até hoje, desde 2006, ainda sem financiamento, ser um canal de disseminação de informações onde é possível expressar conteúdos de produção e gestão cultural em um sentido amplo, para além das disputas do mercado ou acadêmicas. Reconhece a centralidade e a transversalidade da cultura.

É um espaço de diálogo pois não traz regras. Traz sugestões, traz dicas, traz provocações. 

É um espaço de troca pois nele consigo retribuir todos os conhecimentos que dia a dia aprendo no meu caminho.

É uma espaço de inovação pois permite pensar as mais diferentes conexões entre a cultura, disciplinas do conhecimento, sociedade e novas tecnologias.

É um espaço de empoderamento pois compartilho aqui falas que são minhas referências. Uma destas referências é o Jailson de Souza, fundador do Observatório de Favelas, onde estou atualmente trabalhando no projeto “Solos Culturais” (Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas).

Assista a fala dele no TEDxRio. Ele apresenta conceitos e reflexões que deveriam ser estudados em todos os cursos de produção e gestão cultural.




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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do SulSuas competências profissionais vem sendo construídas através da experiência com artistas independentes, coletivos de arte (Coletivo Tarrafa e Bataclã FC), movimentos sociais (Software LivreFórum Social Mundial), eventos (Opus Promoções), shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do MorroInstituto Ensaio Aberto), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um Artistaaula na SP Escola de TeatroPresença Digital SaudávelPrograma Produtor Cultural IndependenteSemana de Gestão e Políticas Culturais), espaços de discussão e reflexão (Música e AçãoObservatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).
Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.
Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.