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quarta-feira, outubro 24, 2018

Como aumentar sua audiência sem precisar ficar horas lendo...





Por Alexandre Barreto*


Se você vasculhar a maioria dos blogs e canais sobre o tema "audiência", vai perceber que todos repetem a mesma coisa:


- "o conteúdo é que manda";

- "o principal é o conteúdo";

- "produza conteúdos relevantes".

Ao encontrar esta repetição de respostas, lá se vão aspirantes a Youtubers para frente de suas câmeras para produzir conteúdos. Depois de um tempo, começam a perceber que mesmo produzindo e subindo vídeos todos os dias para a web, não aumenta o número de curtidas nas páginas, não aumenta o número de seguidores.

Como nossos criativos resolvem este problema? Começam a fazer buscas no Google atrás de dicas arrasadoras. Após lerem as dicas arrasadoras, lá vão nossos incansáveis jovens das gerações X, Y e Z na direção de uma nova produção de vídeos. Novamente, depois de um tempo, não aumenta o número de curtidas nas páginas, não aumenta o número de seguidores. Então, o que fazer?


Aumentar a audiência é como resolver um problema


Trabalhar aumento de audiência é resolver um problema. Como se resolve um problema? Primeiro você precisa interpretar um problema, extrair dados e após você busca analisar se existe alguma fórmula para resolver este problema.


Qual é o seu problema com audiência?

Defina qual é o seu problema com audiência. Você quer aumentar sua audiência no Facebook? Quer aumentar sua audiência no Instagram? Quer aumentar sua audiência no Youtube?

Se você quiser fazer "tudo ao mesmo tempo", precisará muito mais tempo. E talvez você não disponha de todo o tempo necessário para criar, produzir, fazer disparo, responder, analisar retorno em todas as mídias que deseja.


Estabeleça um marco zero

Definida qual mídia (ou quais mídias) pretende aumentar a audiência, estabeleça o marco zero, ou seja, o ponto a partir do qual vai começar a acompanhar.

Se for começar hoje, anote. Veja um exemplo:

"tenho na data de 24/10/2018 na página do Facebook um total de 230 curtidas".

É algo simples, mas ao longo do tempo vai lhe ajudar a comparar. Você poderá ver o crescimento diário, semanal, mensal e anual.


O que você produz para as pessoas, volta para você em aprendizado

Se você seguiu métodos infalíveis sobre gatilhos mentais, frases de impacto, neurolinguística, publicidade, propaganda, etc., mas verificou que não aumentou sua audiência, pare de fazer como o aluno que não sabe resolver o problema e fica repetindo a fórmula que já tentou antes. Tente algo novo.

Experimente olhar seu trabalho no Facebook, Instagram ou Youtube não apenas como mídia.

Vasculhe todo o período de postagem, a partir do "marco zero", e verifique a reação às suas postagens. Qual post teve mais curtidas? Teve curtida de pessoas além de seus amigos? Teve compartilhamento? Teve comentário? Quantas visualizações teve o seu vídeo?

Seu trabalho no Facebook, Instagram ou Youtube é uma forma de aprender sobre as pessoas que consomem o seu conteúdo.


Hoje, quem é o seu público ou quem são os seus públicos?

Olhando as reações às suas postagens, conseguiu perceber quem é o seu público? Você pode pensar que pelo fato do seu texto, música ou filme ser similar ao de um artista famoso, que o público é o mesmo. Mas é importante fazer o que no mundo das startups chamamos de VALIDAÇÃO. Você precisa conhecer quem é o seu público. Num primeiro momento, saber faixa-etária e localização geográfica podem ajudar muito. Mas não fique só nisso. Vá além.


Quais são os interesses dos públicos que você quer atingir?

Já pensou a quantidade de interesses que um determinado público pode ter? A diversidade é muito grande. Mas avaliando o retorno em suas postagens, você poderá perceber que determinados assuntos despertam mais o interesse das pessoas. 


Agora chega de teoria

Comece a praticar.



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS), MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) no Rio de Janeiro e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Alê é um empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Distribuir conteúdos: atitude que contribui para a boa gestão da carreira


Marcus Hadade escreveu um artigo sobre este tema no site da Endeavor Brasil




Por Alê Barreto *


Vamos começar a semana falando de carreira profissional. Em meu novo livro "Carreira Artística e Criativa", cito um trecho do artigo "Imagens de carreira: nove metáforas-chave" do pesquisador Kerr Inkson, que faz parte da obra "Transformações e transições nas carreiras: estudos nacionais e internacionais sobre o tema" organizada pela professora Zélia Miranda Kilimnik. 

O trecho é o seguinte: 


"(...) as metáforas podem auxiliar não só nossos pensamentos sobre alguma carreira em específico, [...] mas também o que pensamos a respeito das carreiras em geral. Isso implica tanto problemas quanto oportunidades. Um problema está no fato de que nossa preferência por uma metáfora em particular poderá restringir nossa capacidade de encarar as carreiras em termos de metáforas alternativas e igualmente plausíveis. Um segundo problema é que a metáfora pode ser usada para persuadir, enganar e induzir que algo seja visto da maneira errônea. Mas as metáforas também fornecem oportunidades. Elas não só expressam nossos pensamentos, mas também nos ajudam a estruturá-los. Escutar e visualizar metáforas cunhadas pelos outros, nos ajuda a ampliar nossa visão".



Me ocorreu pensar na seguinte metáfora: a carreira como uma estrada. Há vários tipos de carreiras, assim como existem vários tipos de estradas. Então vamos imaginar que as carreiras são como estradas. Tem a estrada "do menor esforço". Tem a estrada do "pensamento positivo". Tem a estrada da "louvação ao próprio talento". Tem a estrada "fazer somente atividades que já falaram que sempre terá demanda de mercado", independente de se ter prazer em fazer estas atividades. São inúmeras as estradas (carreiras) que podemos percorrer. Tem uma estrada que podemos chamar de "trocas importantes, que contribui de forma significativa para a promoção da sensação de harmonia, liberdade, reconhecimento, realização e felicidade.



A estrada das "trocas importantes" não é um caminho fácil. E também não é o caminho mais difícil do mundo. Mas ela possui uma característica que a diferencia de todas as outras estradas, que a torna única: ela não está pronta. É uma estrada que só aparece quando decidimos correr o risco de apostar em nossa própria capacidade e começamos a desenvolver atitudes. Uma destas atitudes é "distribuir conteúdos".



Talvez você pense que "distribuir conteúdos" é um assunto para jovens e estudantes, que possuem tempo livre para ficarem navegando em smartphones ou para empresas preocupadas em divulgar seus produtos, que possuem departamentos, profissionais e verbas de orçamento destinadas para esta finalidade. Independente do que você esteja pensando, independente de ter facilidade em lidar com essas novas tecnologias digitais, independente de possuir tempo livre, independente de ter estrutura e dinheiro para realizar isso, se você quer optar por andar com mais velocidade pela estrada das trocas importantes, comece a pensar na possibilidade de aprender a distribuir conteúdos.

Distribuir conteúdos, em primeiro lugar, é começar a habitar o mundo digital (sua presença digital), para onde cada vez mais convergem as diferentes formas de comunicação. Distribuir conteúdos é mostrar que você realiza um trabalho. Distribuir conteúdos é divulgar o trabalho que você realiza para pessoas e empresas. Distribuir conteúdos é mostrar que você não está parado. Distribuir conteúdos é mostrar que você está em movimento.

Não há fórmula pronta de como isso pode ser feito, mas a cada dia cresce o número de meios onde podem ser distribuídos conteúdos. Não há consenso se a distribuição de conteúdos deve ser cobrada diretamente ou indiretamente das pessoas, mas a cada dia cresce o número de pessoas que possuem o hábito de acessar conteúdos sistematicamente distribuídos.

Antes de pensar em querer avaliar a qualidade do que você faz, se pergunte: quais conteúdos eu distribuo? Em que canais distribuo estes conteúdos? Com que frequência distribuo estes conteúdos? Como posso fazer isso?

Se você não distribui conteúdos, se pergunte: quais conteúdos eu devo distribuir? Em que canais? Com que frequência? Como posso fazer isso?

Essa é uma atividade que, tanto do ponto de vista do planejamento, como do ponto de vista de sua execução, vai tomar uma parte do seu tempo. Se você dedicar muito tempo para distribuição de conteúdos, pode ter certeza que outras atividades em sua vida vão sofrer alterações no ritmo. Se você dedicar muito pouco tempo para distribuição de conteúdos, dificilmente vai conseguir aprender como a distribuição de conteúdos pode impulsionar sua carreira.

Distribuir conteúdos é uma das atitudes que influenciam a boa gestão da carreira descritas no livro "Carreira Artística e Criativa", lançamento do selo Produtor Independente.





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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quinta-feira, setembro 29, 2016

Audiovisual: conteúdo relevante que pode potencializar sua presença digital

 Foto: Carlos Renato



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com



Buscando aprimorar as ideias estudadas no livro "Presença Digital" de Tércio Struzel, em especial as relacionadas a vídeos no capítulo 12 "Mãos à obra", e dar prosseguimento ao brainstorm realizado junto com o consultor Alex Lima no SebraeLab do SEBRAE AC, que apontou a possibilidade de levar serviços da marca Produtor Independente para o mundo digital, desde terça estou participando de uma capacitação para produção de vídeo na Universidade Federal do Acre (UFAC).


"Presença digital", também conhecida como "marketing digital" ou "marketing online", refere-se ao participação e posicionamento de empresas, marcas corporativas e marcas pessoais nos ambientes digitais. Os vídeos são grandes aliados da presença digital.


ATRATIVIDADE DO VÍDEO - 96% dos internautas assistem videos online.


PONTOS DE CONTATO - vídeos são importantes pontos de contato entre ideias, empresas, marcas, empreendedores e seus públicos-alvo. Além disso, o YOUTUBE é um importante mecanismo de busca.


O minicurso "Produção audiovisual para EAD", ministrado pelo professor Gilberto Ávila, está contribuindo de forma significativa para entendimento de todas as etapas de produção de um vídeo. A necessidade de um bom roteiro, utilização de transmídia storytelling e utilização de ferramentas livres para criação, publicação e transmissão são alguns aprendizados que estão agregando muito valor ao meu trabalho.


O curso faz parte da programação do "VI Seminário de Educação à Distância" promovido pelo Núcleo de Interiorização e Educação à Distância da Universidade Federal do Acre (UFAC).


Conheça as postagens anteriores:


Esquenta 01 - Alexandre Barreto relata o ponto de partida para uma nova forma de compartilhar conteúdo nas redes, a partir de uma consultoria no #SebraeLab do SEBRAE AC


Esquenta 02 - Avançando na leitura do livro "Presença Digital"


Esquenta 03 - Um pouco mais sobre o estudo do livro "Presença Digital" de Tercio Strutzel


Esquenta 04 - Convergência, engajamento, internet das coisas, computação em nuvem, software as a service, Big Data e micromercados (perfis e infográficos)





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domingo, agosto 28, 2016

Presença Digital, marketing digital e marketing online se aprende





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Do início das Olimpíadas até hoje, postei conteúdos nas páginas do Facebook. Se você não conhece ainda elas, aí vão os endereços:


Alexandre Barreto
https://www.facebook.com/ProdutorIndependente/

Produtor Cultural Independente
https://www.facebook.com/blogprodutorindependente/

Carreira Artística e Criativa
https://www.facebook.com/carreiraartisticaecriativa/


Neste período, dei sequência a uma consultoria que recebi no SebraeLab no Sebrae AC, que apontou a necessidade de entender melhor a comunicação digital. Em tempos de diminuição de alcance orgânico das publicações nas redes sociais e também de exageros na busca da atenção das pessoas, comecei a revisar os conhecimentos da disciplina "Novas mídias na comunicação corporativa" que estudei com o professor Walter Romano no MBA em Gestão Cultural na Cândido Mendes.

A primeira fonte que estou consultando é o livro "Presença Digital" de Tércio Strutzel.

O tema "presença digital" também é conhecido como "marketing digital" ou "marketing online".




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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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quinta-feira, janeiro 13, 2011

Como trabalhar sua presença digital e lidar com o excesso de informação




Por Alê Barreto*


Quem deseja produzir arte, comunicação, cultura e entretenimento, já deve ter se dado conta que a quantidade de informações circulando só aumenta. Para você ter uma ideia da dimensão deste crescimento, veja o seguinte:

"o primeiro grande estudo dedicado unicamente à tarefa de medir quanta informação há no mundo estima que, em 2002, foram produzidos e estocados cinco exabytes (5 bilhões de gigabytes) somente em meios físicos (papel, filme, meios óticos e magnéticos). Isso equivale ao conteúdo de 500 mil bibliotecas do Congresso Nacional dos Estados Unidos, cada uma com 19 milhões de livros e 56 milhões de manuscritos" (trecho do artigo "Em busca do leitor atento" de Paulo Pinheiro Gomes Jr., publicado no livro "Mídia, cultura e contemporaneidade: análise e angulações", organizado por César Steffen e Kenia Pozenato).


Já imaginou o que foi produzido de 2002 para cá? Se não imaginou, pelo menos já deve ter observado que muita gente está com a sensação de estar defasado, desatualizado, com leitura atrasada, frente a oferta de informações que cresce a cada dia.

Sem dúvida, essa "tsnumami" de informações têm alterado nossa rotina. Uns preferem ignorar e acham que irão conseguir escapar disso apenas não participando de redes sociais. Outros acreditam que precisam estar conectados com tudo.

Ter medo da internet e do excesso de informações, baseado em teorias conspiratórias e literatura ficcional, não me parece uma forma saudável de lidar com este novo contexto. Deixar de dar uma boa caminhada e perceber as mudanças no espaço da cidade onde você mora para ficar horas convidando pessoas para fazerem parte do seu perfil do Orkut e de suas comunidades, também não me parece muito atrativo. Nem saudável.

Se você está pensando em fazer um filme, irá querer que alguém assista. Se é um compositor, pensará em gravar sua música e apresentá-la num show. Ao pensar em se comunicar com um determinado público, inevitavelmente você terá que compreender um pouco como funcionam os diferentes fluxos de informação na atualidade.

Três sugestões para trabalhar sua presença digital e lidar com o excesso de informação.


Relevância: é importante mesmo?

Antes de se cadastrar em tudo que aparece na sua frente, acalme-se. Você precisa estar nesta rede social? Tirar tempo de outra atividade de sua vida para alimentar com conteúdos uma determinada rede ou blog vale mesmo à pena?


Ansiedade: medo de parecer incompetente

Uma boa forma de não sofrer com excesso de informação é aceitar que em algum momento, você vai esquecer algo ou não vai ter lido algo que talvez seja importante. Apesar de receber estímulos para estarmos o tempo todo consumindo algum tipo de informação, ninguém vai ler tudo e todo mundo se esquece de algo ou deixa de ler algo.


Presença digital saudável: o que contribui para minha vida

Aprender formas saudáveis de se relacionar com a rede e o excesso de informação pode trazer muita qualidade de vida e desenvolvimento profissional. Comece com pequenos objetivos. Faça perguntas para você mesmo e busque suas respostas. Preciso informar para as pessoas o que estou fazendo o tempo todo? Como fazer uma pesquisa no Google? O Facebook pode ser útil para reencontrar amigos? O Twitter pode me auxiliar a manter clientes atualizados? Um blog pode ser útil para apresentar o conceito de um novo trabalho?

A melhor forma produzirmos uma mudança em nossa vida é aquela em que nos colocamos disponíveis para aprender.


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)


alebarreto@gmail.com




Alê Barreto é cliente do Itaú.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Falando de presença digital saudável e carreira artística




Por Alê Barreto*


Estou encerrando a semana muito feliz! Muitas coisas legais aconteceram. Encontrei muita gente que pensa, sente e se move para encontrar novas formas de se trabalhar com a arte, artistas e a tecnologia. Um movimento contínuo que pratico em minha vida.

Durante dois dias realizei a primeira turma do curso “Construa sua presença digital saudável”, no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB), onde em julho participei de um encontro com o pessoal do Instituto Batucar, do Coletivo Palavra e da banda Móveis Coloniais de Acaju.

A ideia de falar sobre presença digital saudável é trocar informações úteis sobre os conceitos com os quais tenho construído o meu trabalho. Assisti de perto a popularização da telefonia celular móvel no Brasil, pelo fato de ter trabalhado três anos dentro de uma das maiores operadoras do Brasil, utilizo computadores há anos, utilizo internet. Também participo do Facebook, Orkut, Twitter, estudo as novas mídias e o conceito de redes sociais. E acho que precisamos estar atentos e nunca esquecermos que tudo isso são recursos para nossa vida. Assim como um carro. Mas são apenas recursos. Não são a nossa vida.



O resultado do encontro foi muito positivo. O grupo de alunos não podia ser melhor. Difícil encerrar o curso. A vontade era de ficar mais tempo dialogando com eles.

Dois feedbacks de quem participou:

"Alê Barreto nos mostra como podemos ser eficientes sem sermos workaholics digitais. E que construir uma presença digital envolve mais do que criar perfis”.
Roberta Dollinger, produtora literária

“É bastante interessante porque dá uma outra visão além do uso pessoal e apresenta várias estratégias para melhorar sua imagem corporativa nas mídias digitais”
Antonio Balbino, assessor de projetos da Incubadora de Arte e Cultura da UNB

Leia mais sobre o curso

Na saída do curso, me reencontrei com a Nina e conheci a Alê Capone, produtora que é uma grande articuladora da cultura no Distrito Federal. Conversamos muito lá no Balaio.


4ª edição da ação cultural "Aprenda a Produzir uma Banda"

Quinta-feira o dia começou com uma grande surpresa. Me disseram que o curso seria num centro cultural. Quando cheguei, pouco antes das nove da manhã, avistei em frente ao centro este caminhão.



Lembrei da imagem. Havia assistido uma entrevista no Programa do Jô, na Rede Globo, sobre uma mulher muito criativa que levava espetáculos culturais com um caminhão para várias cidades do Brasil. Sim! Eu tive a felicidade de ministrar a 4ª edição da ação cultural "Aprenda a Produzir uma Banda" no Centro Cultural Mapati, da encantadora atriz e produtora Tereza Padilha. Olha ela aí no vídeo:



O curso aconteceu no teatro. Trabalhei desta vez de forma diferente, dando muita oportunidade para que os participantes dialogassem. Quem trabalha com produção de bandas, grupos e artistas, muitas vezes não consegue trocar informações com seus pares pois (ainda) existe uma competição exagerada no nosso setor. Foi ótimo ouvir todos falarem. Cada pessoa era um universo diferente.

Tinha gente que está trabalhando projetos com dança e querendo ajudar o filho a se desenvolver na música. Advogada aprendendo a dialogar com artistas. Pedagoga que está fazendo aula de canto.

Tinha advogado que já montou sua produtora. Músicos que querem entender mais sobre o processo de gestão de uma carreira artística. Um cara de street dance.

Tinha músico autodidata querendo saber se era possível lotar um show.
Assessora de imprensa querendo entender como começar a trabalhar com artistas. Produtora formada em artes cênicas com muita experiência na elaboração de projetos incentivados.

Tinha gente que está tendo oportunidade de trabalhar com grupo de músico conhecido em Brasília. Jovem querendo fazer produção musical. Assessora de imprensa que gosta de cuidar das pessoas. Uma mulher que largou tudo para trabalhar com a música. Uma futura socióloga que trabalha com teatro.

Durante todo o dia trocamos informações. Todos nos fortalecemos e aprendemos uns com os outros.

Um dos aspectos que considero muito importante foi poder ampliar o conceito que tenho de carreira artística, completamente diferente de querer apenas "descobrir talentos" ou transformar um artista em "celebridade".

Para mim, uma carreira artística é uma carreira profissional para quem escolheu trabalhar com arte. Não está pronta. Deve ser construída. Necessita de um esforço permanente para isso. Não depende de fórmulas de sucesso. Necessita disponibilidade para aprender.

É preciso ter vocação para isso. Eu gosto muito do que eu faço.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

segunda-feira, outubro 25, 2010

A presença digital contribui para o desenvolvimento de negócios (inclusive os culturais)




Por Alê Barreto*


Uma das primeiras vezes que comecei a entender o que era a "tal" da internet, foi quando visitei meu amigo Fabrício Silveira, em Porto Alegre, em 1996. Na época, em meio a uma conversa em sua casa, no bairro Cidade Baixa, ele disse: "me dá uns dois minutinhos que vou checar se chegou um e-mail com uma tese que pedi para um colega na Europa". Olhei para o computador dele e não entendi direito como poderia ele receber uma tese, da qual eu tinha a ideia de um livro impresso, no computador da casa dele. Dali em diante, as coisas começaram a ficar mais rápidas, não só para mim, mas para muita gente, em diversas partes do mundo.

Em 1999, tive a oportunidade de entrar na empresa de telecomunicações "Claro Digital", conhecida hoje somente por "Claro" e assistir a chegada da era da internet, com uma força que já anunciava o que viveríamos nos dias de hoje.

Desde aquela época, percebi a internet como um espaço que aos poucos vai sendo habitado. É como uma área de território que começa a ser urbanizada. Mas é claro que no processo de urbanização, há várias tensões. A primeira é a pressão para que todo mundo vá morar lá ("todo mundo está indo morar lá"). A segunda tensão é de que é preciso ficar lá o máximo de tempo possível ("fique conectado o tempo todo"). A terceira tensão é a tendência a se utilizar a comunicação para desvalorizar e tornar obsoleto tudo que não pertence a este mundo. Nas cidades isso é comum. As pessoas interessadas em oferecer produtos e serviços em uma nova região da cidade produzem informações sobre a vantagem de se viver no novo lugar e as desvantagens de se viver em outras áreas.

Mesmo com estas e outras tensões, sejam de nosso gosto ou não, é um fato que a comunicação migrou rapidamente para o ambiente virtual. E isso alterou profundamente as relações de mercado. Quem deseja atuar no mundo do trabalho e da nova forma de oferta de produtos e serviços, precisa entender que o deslocamento de atividades para as diferentes redes que constituem a internet cria a noção de "presença digital".

Esta noção induz as pessoas ao entendimento que é preciso estar conectado a tudo e cada vez com maior velocidade. Na minha visão, há um pouco de exagero. Para mim, estar conectado o tempo todo não produz necessariamente resultados. É como trabalhar com horário fixo: há um paradigma no mundo estabelecido de que estar num lugar todos os dias produz resultados, como se toda e qualquer atividade humana necessitasse apenas de que as pessoas estivessem em algum lugar o tempo todo e isso por si só garantisse eficiência e produtividade. Para mim, o que produz resultados é saber utilizar fatores de produção com organização. Sobre isso falarei amanhã e quarta no meu novo curso em Brasília, que se chama "Construa sua presença digital saudável".

Agora veja: muitos negócios estão sendo potencializados pela presença digital das empresas e sua marcas. E isso também vale para o novo mercado cultural e os novos agentes que estão trabalhando neste novo cenário. Vejamos um bom exemplo disso.

No passado, se você digitasse a palavra "produção cultural" na rede, encontraria informações reduzidas sobre o universo desta atividade, pois estava associada em sua maior parte a profissionais que atuavam com formatação de projetos para leis de incentivo. Ou seja: a presença digital do conceito amplo de "produção cultural" era pequena. Hoje se você digitar "produção cultural" irá perceber que a presença digital do conceito ampliou. Um bom exemplo foi a contribuição do site Overmundo (www.overmundo.com.br). Outro bom exemplo é o novo site "Produção Cultural no Brasil" (wwww.producaocultural.org.br).

Tenho certeza que estas e muitas outras iniciativas que estão utilizando em seus conteúdos a presença digital da expressão "produção cultural" estão contribuindo muito para o desenvolvimento de negócios culturais.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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