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quinta-feira, fevereiro 09, 2017

"A cultura não é algo que possa ser considerado supérfluo", afirma Roberto Freire, novo Ministro da Cultura


Roberto Freire aposta no incentivo ao livro e à leitura



Por Alê Barreto *



"A cultura não é algo que possa ser considerado supérfluo". Esta frase me chamou atenção ao assistir Roberto Freire no programa "É Notícia" do Uol. A fala do ministro parece trazer um sopro de esperança para uma retomada da gestão pública das atividades culturais no país, nestes tempos de crise.








Mesmo sabendo que continua sendo uma das pastas com menos recursos no orçamento da União, o posicionamento do ministro é importante num momento em que estados extinguem fundações, TV e rádio públicas e secretarias são fusionadas à outras pastas.




Luciana Modé, coordenadora do Observatório Itaú Cultural, falou
no programa "Repórter São Paulo" sobre seminário promovido para discutir a Economia da Cultura



Roberto Freire falou também sobre a retomada dos trabalhos de mensuração da Economia da Cultura no Brasil. Veja o que existe de pesquisas e indicadores da cultura e assista a palestra da especialista Cristina Lins.






Outra boa notícia é o entusiasmo do ministro com a leitura. Roberto enfatizou a importância de se incentivar mais o livro e à leitura. Por fim, abordou também temas polêmicos, como o fim do Ministério da Cultura, o episódio da saída do Ministro Marcelo Calero e impactos da delação da Odebrecht no atual governo federal.


Assista a entrevista do Ministro Roberto Freire.



Nota importante: este blog não tem vinculação com partidos políticos ou governos.





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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sexta-feira, dezembro 02, 2016

Mapeamento dos cursos de gestão e produção cultural no Brasil: 1995 - 2015





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




No mês de outubro, o Itaú Cultural realizou o evento "
Formação e Profissionalização do Gestor Cultural no Brasil", que debateu a formação profissional da área.

No evento, o Observatório Itaú Cultural lançou o "Mapeamento dos Cursos de Gestão e Produção Cultural no Brasil" durante o período de 1995 a 2015, pesquisa realizada por 
Gisele Jordão e Renata Allucci. Esta publicação apresenta um panorama da educação oferecida para a gestão e a produção cultural no país.



Outra parte muito importante do evento foi um debate sobre formação, relação de trabalho, tecnologias e perfil dos profissionais na área da cultura, mediado por Ilana Goldstein, no qual participaram as pesquisadoras do mapeamento, José Teixeira Coelho Neto, Maria Helena Cunha e Kátia de Marco.




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sexta-feira, outubro 07, 2016

Assista a websérie do Observatório Itaú Cultural sobre ocupação e transformação das cidades




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




Assista o 
terceiro episódio da websérie do Observatório Itaú Cultural, que aborda, entre outros assuntos, cultura, política, economia, as tensões entre permanência e renovação nesses campos e uma discussão sobre a ocupação e a transformação das cidades pela cultura e as possibilidades de geração de recursos que isso oferece aos municípios.


Créditos
Gerente do Núcleo de Inovação|Observatório: Marcos Cuzziol
Coordenadora do Observatório: Luciana Modé
Produção: Ediana Borges
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenadora do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Kety Fernandes
Produção audiovisual: Jahitza Balaniuk

Produtora: Avoa Filmes
Roteiro: Keka Reis
Pesquisa: Flávia Fontes







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segunda-feira, agosto 17, 2015

Consultor Romulo Avelar fala sobre desafios a serem enfrentados na busca pela sustentabilidade




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



"(...) A sustentabilidade começa por uma equipe bem estruturada, uma equipe que tenha certa complementaridade de competências. (...) Não basta você ter competência na área finalística, você ter competência no seu trabalho artístico. Isso é fundamental, isso é condição de sobrevivência. É preciso que o trabalho seja bom. Mas você tem que ter também uma série de outras competências para lidar com outros públicos desse grupo. Você tem que ter competências administrativas, competências de produção, competências de comunicação, jurídicas, entre várias outras. Não basta mais a competência artística. Então isso para mim é uma questão chave: você conseguir compor uma equipe".


Trecho do depoimento de Romulo Avelar, consultor em gestão cultural, gravado em 2015, no Itaú Cultural, São Paulo, no lançamento dos livros "Do Grupo Galpão ao Galpão Cine Horto – uma Experiência de Gestão Cultural", de Chico Pelúcio e Romulo Avelar, e "Galpão Cine Horto – uma Experiência de Ação Cultural", de diversos autores.

Assista o depoimento na íntegra.


Créditos do vídeo

Gerente do Núcleo de Inovação|Observatório: Marcos Fernandez Cuzziol
Coordenadora do Núcleo de Inovação|Observatório: Luciana Modé
Produção de conteúdo do Núcleo de Inovação|Observatório: Andréia Briene
Apoio técnico do Núcleo de Inovação|Observatório: Ediana Borges
Apoio técnico do Núcleo de Artes Cênicas: Mariana Cavalcante
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenadora do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Kety Fernandes Nassar
Produção audiovisual: Ana Paula Fiorotto
Captação: André Seiti
Edição: Karina Fogaça
Imagens dos espetáculos: Grupo Galpão






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quarta-feira, outubro 22, 2014

Conheça o livro "O Lugar do Público: sobre o uso de estudos e pesquisas pelos museus"





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Acabei de receber o livro "O Lugar do público: sobre o uso de estudos e pesquisas pelos museus" com direção e organização de Jacqueline Eidelman, Mélanie Roustan e Bernadette Goldsteim.


No texto de contracapa, o professor e pesquisador Teixeira Coelho traz um resumo importante sobre o conteúdo desta publicação, o qual transcrevo na íntegra:


"Este livro oferece uma visão de conjunto dos rumos desta disciplina que responde pelo nome de "estudos de público", do que se fazer para desenvolvê-la e, também, de modo indireto, de como evitar os excessos visíveis no interior desse território de investigação que corre o risco de tornar-se autônomo e desligado das preocupações reais dos criadores e dos destinatários da cultura e da arte.

As linhas de pesquisa propositivas e positivas emergem aqui ao redor de cinco eixos:

1) a cultura como componente de uma economia e uma sociedade "em movimento", sem referentes fixos;

2) a mudança nos modos de consumo de cultura e arte;

3) o novo papel simbólico da cultura e da arte;

4) os novos rumos da produção, difusão e mercado de cultura;

5) as possibilidades de planejamento da cultura e da arte".


O livro pode ser baixado também no site do Observatório Itaú Cultural.


Agradeço muito a toda equipe do Observatório Itaú Cultural pelo livro.



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
É um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

quarta-feira, abril 04, 2012

Participe da Semana de Gestão e Políticas Culturais em Goiânia de 23 a 27 de abril



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Queridos leitores, seguidores do blog, parceiros e amigos. Tenho uma notícia muito especial para comunicar.

Minha formação como produtor cultural independente possui vários ingredientes. Três deles são muito importantes. Um deles são os trabalhos que faço pelo Brasil, viagens que ampliam o meu olhar para as diferentes culturas que formam o que chamamos de cultura brasileira. Outro ingrediente são as referências, ou seja, pessoas, experiências, projetos, instituições e empresas com as quais estabeleço diálogo constante e busco estar sempre próximo. O terceiro ingrediente são os encontros educativos.

Abril será um mês que ocorrerá um eclipse destes três ingredientes. Vou trabalhar em Goiás, um estado que possui uma grande diversidade cultural, com pessoas e instituições que trabalham sério na promoção da cultura e com vários profissionais que são referências na minha formação. E será uma ação educativa.

Amigos, vou participar da Semana de Gestão e Políticas Culturais em Goiânia, uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) e o Observatório do Itaú Cultural, que acontecerá de 23 a 27 de abril. Com carga horária de 40 horas, a Semana terá palestras e aulas sobre temas contemporâneos e importantes para o exercício da gestão, como Patrimônio Cultural, Cultura e Desenvolvimento, Economia da Cultura e outros.

São 150 vagas e a inscrição vai do dia 4 a 17 de abril, por meio do envio da ficha de inscrição para o email semanagestaocultural@gmail.com. A preferência das vagas é para gestores públicos municipais e Pontos de Cultura. A inscrição poderá ser encerrada antes caso as vagas sejam totalmente preenchidas. A Semana é gratuita.

Vou ministrar no dia 25 de abril, das 14h às 18h, a aula "Produção, Administração ou Gestão Cultural? Reflexões sobre desafios e oportunidades na cena da produção cultural contemporânea brasileira". A proposta deste encontro é visualizar o novo cenário da organização da cultura no Brasil, o crescimento da produção de conteúdo voltado a pesquisa e a prática da produção cultural, os desafios existentes na carreira de produtor cultural e as perspectivas para os próximos anos.

Conheça abaixo toda a programação na íntegra:



23/04 – Segunda-feira


8h às 12h
Política e Gestão Culturais: desafios contemporâneos
Noção e abrangência das políticas culturais. Panorama das políticas culturais, em especial, no Brasil contemporâneo. Desafios atuais das políticas culturais.

Professor: Antonio Albino Canelas Rubim
Professor Titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pesquisador do CNPq e do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT). Docente do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (PÓS-CULTURA).  Foi Diretor da Faculdade de Comunicação; Presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS); Presidente do Conselho Estadual de Cultura da Bahia e Diretor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC). Atualmente é Secretário Estadual de Cultura da Bahia.

14h às 18h
Em fase de confirmação. Divulgação em breve.

24/04 – Terça-feira

8h às 12h
'Transformações no mercado cultural a partir das apropriações tecnológicas: novos desafios na formulação e implementação de políticas públicas'
A disciplina se destina a discutir os processos através dos quais se desenvolvem experiências e práticas para a produção de cultura a partir da apropriação criativa de tecnologias de comunicação, com ênfase na possibilidade de, a partir de deste debate, capacitar os agentes a propor políticas públicas que permitam a ampliação e a democratização das possibilidades de expressão. A disciplina também abordará a inconsistência de dados no campo da produção cultural formal e informal.

Professora: Oona Castro
Diretora executiva do Instituto Sociocultural Overmundo. Foi gestora do projeto Open Business Models - América Latina no Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro e co-autora do livre Tecnobrega: o Pará reinventando o negócio da música.
Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, trabalhou no Governo Eletrônico e na Secretaria de Gestão Pública da Prefeitura do Município de São Paulo, bem como nos departamentos de comunicação do Conselho Britânico e do Visit Britain. É integrante do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social.

14h às 18h
Trabalhar com a diversidade cultural: experiências e desafios
A diversidade cultural vista como memória e patrimônio a ser protegido, nos convida a transformá-la em recurso alternativo para o desenvolvimento. A relação entre a preservação e a promoção de nossa diversidade criativa.

Professor: José Márcio Pinto de Moura Barros
Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1980), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e doutorado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003). É professor do Programa de Pós Graduação em Comunicação da PUC Minas, além de integrar o corpo docente do Curso de Ciências Sociais e Comunicação Social da PUC Minas. Coordena o Observatório da Diversidade Cultural e a Diretoria de Cultura da instituição. É professor licenciado da Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais, coordenador pedagógico dos cursos de especialização em Gestão Cultural na Universidade de Cuiabá e de Ensino e Pesquisa no campo da Arte, Cultura e Educação na Escola Guignard/UEMG. Atua na área da Antropologia Urbana, com ênfase nas temáticas da identidade cultural, política cultural, cidade e cultura, gestão cultural, diversidade cultural, comunicação e cultura. É autor dentre outros trabalhos, dos livros Comunicação e Cultura nas avenidas de contorno, publicado pela Editora PUC Minas e Diversidade Cultural da proteção à promoção, publicado pela Editora Autêntica.

25/04 – Quarta-feira

8h às 12h
Indústrias criativas e o ambiente digital: modelos de negócio, direitos autorais e políticas públicas na economia do conhecimento
As indústrias criativas no contexto da economia do conhecimento: panorama e políticas públicas em articulação com os desafios do ambiente digital. Economia criativa: novos modelos de negócio e canais de distribuição e disseminação para as cadeias produtivas da cultura. Panorama sobre direitos autorais e modelos alternativos de licenciamento de obras, como o Creative Commons.

Professora: Paula Martini
Pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV RJ, onde coordena o projeto Estrombo - Novos Modelos de Negócio e Canais de Distribuição para a Indústria da Música (FGV, SEBRAE, BID e Facebook) e colabora com os projetos Creative Commons e Cultura Livre. Sócia-diretora da Martinica Digital, empresa de comunicação digital que desenvolve estratégias nas áreas de cultura e responsabilidade social, focada em novos modelos de negócio e mobilização
                                   
14h às 18h
Produção, Administração ou Gestão Cultural? Reflexões sobre desafios e oportunidades na cena da produção cultural contemporânea brasileira.  
A proposta deste encontro é visualizar o novo cenário da organização da cultura no Brasil, o crescimento da produção de conteúdo voltado a pesquisa e a prática da produção cultural, os desafios existentes na carreira de produtor cultural e as perspectivas para os próximos anos.

Professor: Alexandre Barreto
“Alê Barreto” é formado em Administração com ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Criou em 2006 o blog “Produtor Cultural Independente” e lançou em 2007 no portal colaborativo Overmundo o livro “Aprenda a Organizar um Show”. Mora no Rio de Janeiro desde 2008, ministra palestras, oficinas e cursos sobre produção cultural e é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Suas competências profissionais vêm sendo construídas através da experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais e internacionais, festivais, grupos culturais, espetáculos de teatro, projetos sociais e gestão de carreiras artísticas.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ).
http://www.produtorindependente.com/


26/04 – Quinta-feira

8h às 12h
Patrimônio cultural em suas múltiplas dimensões
Nesta aula de quatro horas, a intenção é abordar as diversas dimensões do patrimônio cultural em seus conceitos e práticas. O processo de constituição do campo do patrimônio no Brasil, a atuação das diversas instituições, o patrimônio em suas escalas, do local àquele que é considerado da humanidade. Será dada especial atenção à noção de paisagem cultural, assim como aos ganhos e impasses do patrimônio imaterial ou intangível.

Professora: Silvana Rubino
Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas  (2002). Atualmente é professora do Departamento de História da UNICAMP e, também, no curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo. Realizou estágio pós-doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris. Tem experiência nas áreas de Antropologia Urbana, História Intelectual e História da Arquitetura Moderna. É uma das fundadoras do Comitê Brasileiro do Patrimônio Industrial. É pesquisadora do projeto temático “Saberes eruditos e técnicos na configuração e reconfiguração do espaço urbano do estado de São Paulo, séculos XIX e XX”, projeto que reúne a UNICAMP, a Puc-Campinas, a Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Bauru e a Scuola Studi Avanzati de Veneza. Atualmente pesquisa as transformações no espaço doméstico no século XX.

14h às 18h
Economia solidária da cultura: conceito e experiências
Esta atividade propõe uma reflexão sobre economia solidária da cultura a partir de práticas de empreendimentos culturais organizados com base no trabalho associado e na autogestão. O conceito de economia solidária da cultura será trabalhado em diálogo com experiências de produção, circulação, comercialização e fruição de bens e serviços culturais articulados em rede. Tendo como pano de fundo a relação entre cultura e desenvolvimento, temos a preocupação de situar o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural no conjunto de suas dimensões econômica, simbólica, cidadã e da gestão pública. Para tanto, serão abordadas iniciativas específicas de fomento à produção colaborativa na cultura, como os pontos de cultura e programas de formação de redes em economia solidária. Esta atividade também identificará possíveis interfaces entre as ações de economia solidária da cultura e a política de economia criativa concebida pelo governo federal.

Professora: Luana Viluttis
Educadora e socióloga, doutoranda do Pos-Cultura/UFBA, trabalha com formação e pesquisa nas áreas de cultura, economia solidária e políticas públicas. Sua pesquisa de doutorado é voltada à organização social da produção cultural de pontos de cultura que trabalham com economia solidária.


27/04 – Sexta-feira

8h às 12h
Economia criativa
O  curso buscará discutir os principais marcos conceituais da Economia Criativa no mundo, inserindo essa discussão dentro de uma perspectiva histórica, dando ênfase às mudanças na sociedade que trazem a tona a criatividade como vetor de desenvolvimento econômico e social. O curso abordará a questão do desenvolvimento local e das cidades criativas, oportunidades de negócios nas cadeias produtivas criativas e os novos modelos de negócio que emergem dentro deste contexto. Por fim, o curso abordará as principais políticas públicas para o setor atualmente discutidas no âmbito governamental.

Professora: Juliana Nolasco
Coordenadora do Núcleo de Cultura e Educação do Instituto Asas. Cursa mestrado em Administração Pública e Governos na Fundação Getúlio Vargas. Trabalhou como Coordenadora Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais do Ministério da Cultura e como coordenadora de Estudos da Cultura Digital do Centro de Referência da Música Brasileira, no auditório Ibirapuera. Formada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, foi assessora da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, chefiada pelo ministro Roberto Mangabeira Unger.

 14h às 18h

Territórios criativos e governanças culturais
Nos últimos poucos anos, uma série de fatores têm levantado interesse crescente pelas cidades. A maioria do mundo já vive em espaços urbanos; o número de megacidades não pára de crescer; a economia criativa instaura novas dinâmicas em cidades cujo desenho ainda é industrial; os problemas, como transporte público e poluição, parecem só se agravar. Mas as cidades não são problemas, são soluções. Como podemos transformar as cidades, com base na criatividade de seus habitantes? Como podemos estimular a formação de ambientes urbanos mais propícios à criatividade e à inovação? O que caracteriza uma cidade criativa? Essas e outras questões serão vistas neste bloco, mesclando conceitos emergentes e um tour por diversas cidades do mundo.

Professora: Ana Carla Fonseca Reis
Bacharel em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV); economista, mestre em Administração e doutora em Urbanismo pela Universidade de São Paulo (USP), Ana Carla é fundadora da empresa Garimpo de Soluções - Economia, Cultura e Desenvolvimento; consultora especial em economia criativa para a ONU; consultora e conferencista internacional em cinco línguas e 22 países; curadora de conferências nacionais e internacionais; membro da Associação Internacional de Economia da Cultura (ACEI); professora da FGV/SP e da UCAM/RJ; e autora de vasta bibliografia, incluindo os livros Marketing Cultural e Financiamento da Cultura e Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável - O caleidoscópio da Cultura (Prêmio Jabuti 2007) e a concepção e coordenação do livro digital trilíngue Economia Criativa como Estratégia de Desenvolvimento, co-edição Garimpo de Soluções e Itaú Cultural




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Aprenda a organizar seu trabalho e gerenciar sua carreira de forma independente

Ligue para (21) 7627-0690 e agende uma reunião para conhecer os serviços de organização e planejamento de carreira, consultoria, coaching, oficinas, cursos, workshops e palestras.


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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais ("Avril Lavigne", "Steel Pulse"), festivais ("Claro que é Rock", "IBest Rock", "Live n´ Louder"), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro ("Os Dois Cavalheiros de Verona""Machado a 3x4" e "Missa dos Quilombos"), projetos sociais ("Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços populares", "Rebelião Cultural" e "Nós do Morro 20 Anos") e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ). A iniciativa que tem o patrocínio da Petrobras vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que visa preparar os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, setembro 19, 2011

Exemplo de atendimento: Itaú Cultural vai além das expectativas do cliente




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Falando sobre o problema de falta de retorno no atendimento do Jornal Destak, lembrei de compartilhar uma história que é exatamente o contrário: o caso de excelência no atendimento do Itaú Cultural.

Em março de 2010, tentei baixar o livro "República dos Bons Sentimentos" no site do Itaú Cultural (http://www.itaucultural.org.br), pois o mesmo aparecia disponível para download. Tentei baixar, nada. Tentei de novo, nada.

Entrei em contato pelo formulário de atendimento do portal e em breve recebi primeiramente esta resposta:

[início da primeira mensagem de atendimento do Itaú Cultural]

Nº do Atendimento: 10480
Sua Mensagem
Prezados Srs.: O livro está com link do site apresentando bug. Não está sendo possível fazer o download. Como posso fazer para obter o arquivo? Abs, Alê Barreto


Resposta do Núcleo Responsável

Olá ALÊ,

O arquivo para baixar o livro fica disponível apenas no site.
Peço a gentileza que entre em contato com a equipe do Observatório através do e-mail
Abraços,

[nome do funcionário]


[fim da primeira mensagem de atendimento do Itaú Cultural]



Entrei em contato. Após informar que eu gostaria de acessar o livro, a funcionária rapidamente respondeu o seguinte:


[início da segunda mensagem de atendimento do Itaú Cultural]

Oi Alexandre

Temos lá apenas o sumário em pdf.

Vamos mandar um livro impresso para você. Pode ser?
Mande o seu endereço completo.

Abraço

[fim da segunda mensagem de atendimento do Itaú Cultural]


Resultado:




recebi um livro novo na minha residência!


Minha opinião como profissional: o atendimento do Itaú Cultural é excelente!

Qual é o centro cultural que você conhece cujo serviço de atendimento atende rapidamente suas dúvidas, lhe encaminha para o setor correto e ainda por cima envia um livro de São Paulo para sua residência como cortesia?

Além desta história, em 2007 e 2008 tive outras duas excelentes experiências de atendimento. Em 2007, fui proponente da Pata de Elefante no Programa Rumos Itaú Cultural Música. Em 2008, acompanhei também as gravações do DVD em São Paulo e no mesmo ano fiz a produção executiva do espetáculo de teatro "Machado a 3x4", do Grupo Nós do Morro, no projeto Antídoto. Tanto no Rumos Música como no Antídoto, fui atendido com profissionalismo, atenção aos detalhes, objetividade na comunicação, agilidade e qualidade como poucas vezes vi no Brasil.

Este é o nível de atendimento que precisa se tornar comum no setor cultural. Multiplique esta ideia.

Parabéns ao Itaú Cultural!


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
Este blog recebeu até agora 146.526 visitas e 325.008 visualizações. Obrigado!


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Está fazendo a pós-graduação MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes.

Serviços para contratação: assessoria para elaboração de projetos (planejamento e revisão), gestão de projetos, acompanhamento de carreira artística (coaching), consultoria e assessoria (para artistas, produtores, empresas e projetos), atividades de formação (cursos, oficinas, workshops e palestras) e produção executiva de eventos.

Reside no Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Contato: + 55 21 7627-0690 (Claro)


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, maio 10, 2010

Itaú Cultural e Fundação Casa Rui Barbosa lançam o edital 2010 Rumos Pesquisa na próxima quarta-feira no RJ




Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Você sabia que o Itaú Cultural além de promover ações culturais nas áreas de Literatura, Música, Teatro, Jornalismo Cultural, também estimula a pesquisa em gestão cultural?

Conheça mais através do e-mail que recebi hoje do Luiz Pedreira do Itaú Cultural.


2010/5/10 Itaú Cultural - Comunicação Dirigida itaucultural@comunicacaodirigida.com.br


Itaú Cultural e Fundação Casa Rui Barbosa
convidam


Investigação no campo da cultura, gestão cultural, patrimônio cultural, museus e memória social são os temas das palestras que ocorrem dia 12 de maio, quarta-feira, início às 18h, na Fundação Casa de Rui Barbosa. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados nos temas em pauta.

Dia: 12 de maio, quarta-feira / Início às 18h
Local: Rua São Clemente, 134, Botafogo - Fundação Casa de Rui Barbosa / http://www.casaruibarbosa.gov.br/
Entrada franca: não há necessidade de reserva antecipada (300 lugares). Lotação por ordem de chegada.

Temas e palestrantes

- Gestão Cultural e a Capacitação de Gestores de Cultura: o Caso de São Gonçalo com Cleisemery Campos Costa
A palestrante é arte educadora, agente cultural e professora de História, com Licenciatura em Estudos Sociais pela Faculdade de Formação de Professores-FFP/ Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Tem graduação em História e Mestrado em História Social e Política do Brasil, pela Universidade Salgado de Oliveira. Realizou trabalhos e atividades no Teatro de Bonecos Trio de Três, na passagem pela Prefeitura Municipal de São Gonçalo, e na Comissão Estadual dos Gestores de Cultura – com ênfase na atuação em História e Cultura, nos seguintes temas: cultura, política e cultura, cidade e sociedade, cidadania cultural, políticas públicas, políticas culturais, gestão cultural, educação, patrimônio cultural e memória, arte educação.


- Arte como instrumento de cidadania e artista como trabalhador: duas abordagens de investigação no campo da cultura, com Liliana Segnini e Cibele Rizek

Cibele Risek, possui graduação em Ciências Sociais pela USP, mestrado em Ciências Sociais pela PUC/SP e doutorado em Sociologia pela USP. Atualmente é professora do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos da USP e pesquisadora do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania, também da USP. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Outras Sociologias Específicas, atuando principalmente nos seguintes temas: cidades, reestruturação produtiva, habitação, espaço público e cidadania.

Liliana Segnini é doutora em Ciências Sociais pela PUC/SP, Livre Docente pelo Departamento de Ciências Sociais na Educação da Faculdade de Educação da Unicamp. Professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Unicamp; professora e pesquisadora do programa de Doutorado em Ciências Sociais. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: relações de gênero, sociologia do trabalho, sociologia do trabalho em serviços, sociologia do desemprego, trabalho precário, divisão internacional do trabalho, mundialização, mercado de trabalho, trabalho artístico - música e dança, trabalho e indústria cultural.

As palestras fazem parte do programa Rumos Itaú Cultural, que neste ano lança o edital Rumos Pesquisa e mais outros editais em áreas distintas: Literatura, Música e Teatro.

Mais informações sobre os editais no site www.itaucultural.org.br/rumos. O programa também mantém um blog com notícias: http://www.itaucultural.org.br/blogdorumos.

A atividade será aberta, às 18h, por Josiane Mozer, do Observatório Itaú Cultural que dará todas as informações sobre os editais Rumos Itaú Cultural.

contato:
luiz pedreira | itaucultural@comunicacaodirigida.com.br | tel 11 3881-1710