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quinta-feira, maio 03, 2018

"Eu não saia fazendo dívidas contando com o sucesso futuro"





Por Alexandre Barreto*


A frase acima podia muito bem ter sido falada por um professor de economia. Podia ter sido falada por um profissional de educação financeira. Contudo, ela foi falada pela artista e empresária Anitta.

Em sua participação no programa #ContaCorrente da Globo News, Anitta fala atitudes importantes para a gestão da carreira artística, que venho pesquisando há anos e que estão sintetizados no meu livro "Carreira Artística e Criativa", como visão estratégica, distribuição de conteúdos, construção de relação com o público, ter um acompanhamento de gestão de carreira, entre outras.

São muitas lições. Me marcou quando Anitta falou "acabei nesses sete anos aprendendo muito, porque fui errando e aprendendo com o erro". 





Outra surpresa bacana neste programa foi o depoimento do Micael Borges, ator e músico com quem trabalhei no Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro:

"o que eu aprendi de muito importante com a Anitta sobre gerenciar a carreira é que é necessário a gente se envolver na parte burocrática também. Aprender, conhecer, ter conhecimento de contratos, um pouco de administração, para você ter controle do seu trabalho, para você está inteirado com os profissionais que trabalham com você, está inteirado de todos os assuntos ligados a sua carreira, não só da parte gostosa que é a parte de criação".

O depoimento do Micael revela uma dificuldade, um problema, um obstáculo, uma verdadeira "dor" existente no caminho dos artistas, que é a dificuldade de lidar com as questões que não estão relacionadas a criação ou performance da música.

Assista a entrevista e amplie a visão sobre sua carreira.



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

quarta-feira, março 19, 2014

Você não é velho. A internet é que é nova.




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Sabe quem é este senhor na foto e o que significa o mapa que ele está apontando? O nome dele é John Postel, o cientista que nos anos 90, sozinho, mantinha os registros de endereços da internet. Aprendi isso no programa Navegador no qual o Ronaldo Lemos falou sobre os 25 anos da internet. Imagine o quanto isso multiplicou nos últimos anos.

A chegada dos 25 anos da internet é importante para várias reflexões. Uma delas é sobre a sensação de se sentir perdido, defasado ou atrasado, devido ao contato diário com um número cada vez maior de informações.

Me desculpem os estudiosos das gerações y, x, z, w e tantos outros nomes que tem surgido para denominar quem nasceu ou foi criança numa época em que já existia internet e que colocam esse "fenômeno" de viver de forma multimídia de forma amplificada. De fato, são diferentes de mim, que tenho 42 anos. De fato, são diferentes de pessoas que tem mais idade. Mas ninguém sofreu uma "mutação genética" tão grande nos últimos 25 anos. As mulheres existem há milhares de anos e sempre foram multimídias, sempre fizeram várias coisas ao mesmo tempo e continuam fazendo (melhor inclusive do que os homens). Logo, acho que vale pensar que os discursos prontos de que "quem não está na internet está morto", "a rede é tudo", "temos que estar conectados o dia inteiro e o tempo todo", não é bem assim. Muita gente vem embarcando nessa onda por medo de parecer que está ficando "velho". Além de não ficar mais novo, pois biologicamente continua envelhecendo, perde muita qualidade de vida.


Antes de mais nada, acho que vale lembrar que a internet é um recurso. Pode ser o principal recurso para muita gente. Mas ainda assim, é um recurso. E um recurso é um meio que serve para alcançar um ou mais fins.

Esta distinção é muito importante. Em 2010 comecei a falar sobre isso no curso "Presença Digital Saudável", que ministrei na Incubadora de Arte e Cultura do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (DF) e em 2011 na SP Escola de Teatro (SP) e na Semana Acadêmica da Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC/RS).

No meio de produção, muitas vezes este estado "online" é até prejudicial. Saber que a qualquer momento você pode acessar alguém, vai facilitando o hábito de deixar para depois ou para o último instante. Isso tem feito muitos produtores novos estarem desenvolvendo o trabalho de forma muito improdutiva. Perguntam várias vezes as mesmas coisas, checam várias vezes informações que já foram checadas. E cometem muitos erros por estarem o dia todo, de alguma forma, batendo papo nas redes sociais.

Atividades de produção, principalmente de leitura e checagem de informação, necessitam atenção. Sobre isso, leia também o artigo "A internet e o déficit de atenção" publicado no Estadão.

O crescimento da rede da internet é um bom exemplo do que acontece com o trabalho de produção. No início, somos que nem o cientista John Postel. Conseguimos controlar tudo. Mas na medida que vamos fazendo diferentes trabalhos, com diferentes pessoas, em diferentes projetos, começamos a não dar mais conta de tudo. No caso do cientista, a sua função de controlar os endereços da internet deixou de ser feita somente por ele e passou a ser feita pela ICANN, uma instituição americana. No nosso caso, na medida que os trabalhos de produção e demais serviços relacionados vão ficando complexos, vamos tendo que criar parcerias, constituir uma empresa, nos associarmos a mais pessoas para dar conta.

Mesmo assim, há um limite natural. Ninguém vai ficar expandindo, expandindo, expandindo. Então é fundamental a gente incluir uns minutinhos de pausa no dia a dia, para enxergar melhor a direção para onde estamos indo.

Pode usar à vontade a internet, mas lembre-se: você não é velho. A internet é que é nova.





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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quinta-feira, janeiro 23, 2014

As coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo







Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

 

A frase acima não é minha. É do José Marcelo Zacchi. Agora, neste parágrafo, ela significa "sim, amigos, eu continuo escrevendo minha monografia sobre carreira artística e criativa". Muita gente me pergunta porque a demora em postar novos conteúdos. Sei que é difícil nos dias de hoje se ter paciência para esperar. Muita gente deve cansar de vir ao blog e não encontrar uma novidade. Mas até terminar esta importante etapa do meu aprendizado, o ritmo de produção de conteúdo no blog e nas redes sociais será lento. E olha... talvez até continue assim.

O exercício de não estar online o tempo todo, interagindo o tempo todo, produzindo conteúdo o tempo todo, não é uma dificuldade minha por não ter nascido em meio a telefones e tablets. Particularmente, posso garantir que utilizo a navegação em internet, blogs, redes sociais, etc. de forma muito mais produtiva e interessante que muita gente. Criei um dos primeiros blogs de produção cultural do Brasil. Lancei um dos primeiros livros de produção de shows do Brasil. Criei e divulguei cursos. Já coloquei mais de 1.000 textos na internet. Textos meus deram origem a publicações impressas. E por aí vai.

Não estar o tempo todo online trata-se de uma percepção de que não podemos endeusar os recursos. Os recursos tecnológicos são apenas recursos. Como um carro. Como uma geladeira. Podem ter um potencial maior de transformação, mas potencial não significa transformação. A primeira vez que falei sobre isso foi em outubro de 2010, no curso “construa sua presença digital saudável”, no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB).   

 
 
Ontem, vi que não é só eu que penso assim. No excelente (excelente mesmo) programa Navegador, da Globo News, o Hermano Vianna falou sobre a Long Now Foundation , a fundação do "Longo Agora" que difunde a ideia de desacelerarmos.
E agora vem de novo a frase do José Marcelo Zacchi. Ele apresentou o conceito de Slow Web, e falou que trata-se de uma ideia "de que as coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo”.

Enfim, continuo minha pesquisa prática sobre como cada vez mais utilizar os recursos ao invés dos recursos me utilizarem.

Para quem não viu o programa, segue o link:

http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/01/slow-food-e-o-contraponto-da-cultura-da-aceleracao-voce-ve-no-navegador.html

Alê Youssef, Hermano Vianna, José Marcelo Zacchi e Ronaldo Lemos estão de parabéns, não somente por este programa, mas por todos e por há tantos anos possuírem uma visão aberta e ampla sobre muitos assuntos. Minha afinidade com o pensamento deles é grande, principalmente sobre a forma como percebem os fenômenos culturais. Professores de produção e gestão cultural, gastem menos tempo em sala de aula discutindo exaustivamente "a problemática da cultura" ou preocupados que a cultura não seja devorada pelo capitalismo e apresentem textos destes pensadores para seus alunos. Estarão proporcionando uma grande lição de diversidade no ensino dos assuntos relacionados a cultura.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

sábado, setembro 21, 2013

A artista Beatriz Milhazes ensina: "essa questão de valor da obra é uma questão que eu tive e tenho sempre que aprender a lidar"





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Assisti há poucos dias no programa Starte da Globo News um encontro muito bacana de Bianca Ramoneda (jornalista, roteirista, poeta e diretora teatral, se dedica à cultura desde o início da carreira) e a artista Beatriz Milhazes.


Duas coisas muito importantes: 

- quem atua na produção e gestão cultural, bem como em todos os setores criativos, aprenderá muito assistindo o Starte. É um programa de alta qualidade, com um conteúdo que você dificilmente irá encontrar em qualquer curso;

- o diálogo entre Bianca e Beatriz traz uma aula para quem está sempre procurando aprimorar sua carreira artística e criativa.


Há um discurso de que as pessoas bem sucedidas profissionalmente são obcecadas pela carreira, que seguem determinados padrões de comportamento e que precisam ter adquirido determinados bem materiais.


Ao ser perguntada sobre como via o crescimento do valor de sua obra, Beatriz demonstrou que não é somente autora de uma obra artística, mas autora da maior de todas as obras, que é sua própria vida. E fez isso com humildade:

"(...) existem os slogans de sempre. As pessoas acham que se você atinge determinado patamar, você tem que ter "x","y" coisas. Eu não acho que eu tenho. Eu tenho que ter o que me dá prazer, o que me faz ser feliz, entende?

Realmente, essa questão de valor da obra é uma questão que eu tive e tenho sempre que aprender a lidar".


Assista o programa dedicado a Beatriz Milhazes na íntegra http://globotv.globo.com/globonews/starte/v/beatriz-milhazes-volta-a-expor-sua-obra-reunida-no-rio-de-janeiro-apos-11-anos/2816238/
Beatriz Milhazes e Bianca estão de parabéns pelo lindo encontro neste programa.


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[NOVO!] 

Leia o "Roteiro de articulação, mobilização e captação de recursos: quais são as minhas necessidades"
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2013/08/roteiro-de-articulacao-mobilizacao-e.html



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* Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ).


quarta-feira, maio 09, 2012

A polêmica exposição de Damien Hirst: negócio ou arte?





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com




O jornalista Silio Boccanera inicia o programa Starte da Globo News, cujo tema é "Artista plástico polêmico tem vendas recordes e se torna o mais rico do mundo", com a seguinte pergunta:


"(...) estamos diante de obras de arte ou de apenas um esquema promocional com alto interesse comercial"?


Ele fala da polêmica que paira sobre a exposição de retrospectiva de 20 anos da carreira do artista contemporâneo britânico Damien Hirst.


Críticos acusam o artista de não ter preocupação com aspectos estéticos. 


Exposições "blockbusters" são um problema ou um dos caminhos para as quais a arte se dirige?


Assista o programa neste link e tire suas conclusões.


Deixo para você mais uma pergunta: é possível alguém escolher viver da arte, como profissão, sem se preocupar com o retorno financeiro desta atividade?




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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um ArtistaPresença Digital Saudável), espaços de discussão e reflexão (Observatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, abril 16, 2012

É possível fazer várias coisas bem?

Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



A maioria das pessoas acredita que só é possível alguém fazer algo bom, de qualidade, com grande chance de sucesso (fica a pergunta: o que é sucesso?), se direcionar todo o seu foco somente para uma atividade.


Você acredita nisso? Concorda em parte? Discorda? 


Assista ao programa Starte da Globo News "Multiartistas extrapolam fronteiras e conquistam o sucesso em diferentes áreas".


Neste programa 






Jorge Mautner, 




Michel Mellamed 






e Tony Bellotto falam sobre o seu processo criativo.




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Aprenda a organizar seu trabalho e gerenciar sua carreira de forma independente

Ligue para (21) 7627-0690 e agende uma reunião para conhecer os serviços de organização e planejamento de carreira, consultoria, coaching, oficinas, cursos, workshops e palestras.


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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais ("Avril Lavigne", "Steel Pulse"), festivais ("Claro que é Rock", "IBest Rock", "Live n´ Louder"), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro ("Os Dois Cavalheiros de Verona""Machado a 3x4" e "Missa dos Quilombos"), projetos sociais ("Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços populares", "Rebelião Cultural" e "Nós do Morro 20 Anos") e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ). A iniciativa que tem o patrocínio da Petrobras vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.