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sexta-feira, dezembro 07, 2018

O que rolou na primeira edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR)


Vídeo conceito da Ordem do Mérito Cultural 2018



Por Alexandre Barreto*


O Ministério da Cultura (MinC) publicou uma série de matérias no portal G1, relacionadas a primeira edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), evento promovido pelo próprio MinC e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Transcrevo abaixo os links. Acredito que traz uma visão bem mais ampla do papel estratégico da Economia Criativa para um país das dimensões do Brasil.

Nestes textos, você verá uma retomada da visão sobre a importância da dimensão econômica da cultura, através da ação do Ministro Sérgio Sá Leitão. Terá contato com o pensamento do britânico John Newbigin a respeito da criatividade e do trabalho neste século, contato com a nova visão da Moda do japonês Kunihiko Morinaga, vai conhecer os números da Indústria Cultural no Brasil e muitos outros temas interessantes.


Evento em São Paulo destaca contribuição da cultura para a economia

Na abertura do MicBR, que movimenta a capital paulista até domingo com rodadas de negociações, palestras e atividades artísticas, ministro celebrou o potencial do setor

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/07/evento-em-sao-paulo-destaca-contribuicao-da-cultura-para-a-economia.ghtml


“A criatividade será o combustível deste século”, diz gestor público britânico
Em megaevento sobre indústria criativa em São Paulo, John Newbigin mostrou como a cultura pode ser a saída para enfrentar as transformações do mercado de trabalho.

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/07/a-criatividade-sera-o-combustivel-deste-seculo-diz-gestor-publico-britanico.ghtml


“A moda não deve ficar restrita ao que se vê”, diz estilista de roupas inteligentes
Japonês Kunihiko Morinaga criou vestimentas que mudam de cor de acordo com a luz e têm sensores que captam obstáculos e facilitam a vida de deficientes visuais.
https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/08/a-moda-nao-deve-ficar-restrita-ao-que-se-ve-diz-estilista-de-roupas-inteligentes.ghtml


Em gráfico, veja a importância da indústria criativa para o crescimento da economia
Atividades culturais contribuem para o desenvolvimento, gerando emprego e renda

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/08/em-grafico-veja-a-importancia-da-industria-criativa-para-o-crescimento-da-economia.ghtml


“A cultura é um antídoto contra a indiferença”, afirma ex-secretário de Medellín
Jorge Melguizo falou sobre a experiência da cidade com um plano de longo prazo de desenvolvimento do setor

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/a-cultura-e-um-antidoto-contra-a-indiferenca-afirma-ex-secretario-de-medellin.ghtml


Painel em evento sobre indústria criativa discute transformações do mercado de trabalho
Debate mediado pela jornalista Maria Prata tratou do impacto da tecnologia nos postos de emprego e nas relações pessoais.

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/painel-em-evento-sobre-industria-criativa-discute-transformacoes-do-mercado-de-trabalho.ghtml


Painel propõe aproximação da cultura com a tecnologia para sustentar crescimento
Edson Mackenzie e Lucas Foster trataram dos desafios do setor em debate no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), em São Paulo

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/mercado-de-realidade-virtual-busca-crescer-com-aplicacoes-para-diferentes-setores.ghtml


Apresentações para curadores ajudam artistas a ampliar contatos em evento da indústria criativa
Mostra na Funarte incluiu espetáculos de dança e teatro voltados para representantes de festivais internacionais.

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/09/evento-de-industria-criativa-movimenta-a-avenida-paulista-com-atracoes-culturais.ghtml


Negócios, debates e diversão: evento em São Paulo mobiliza a indústria criativa

Por sete dias, MicBR teve uma geração de negócios estimada em US$ 10 milhões, discutiu o futuro da cultura e lotou a Paulista com feiras e atrações artísticas

https://g1.globo.com/especial-publicitario/cultura-gera-futuro/noticia/2018/11/12/negocios-debates-e-diversao-evento-em-sao-paulo-mobiliza-a-industria-criativa.ghtml


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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS), produtor e gestor cultural com especialização pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) no Rio de Janeiro e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Autor dos livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

terça-feira, agosto 24, 2010

Fabricio Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, fala sobre a forma de organização do grupo


Imagem do site Produção Cultural no Brasil


Por Alê Barreto*


Nos últimos dias venho falando aqui bastante na importância de se pensar a gestão de uma carreira artística. Compartilhei informações sobre a reportagem da cantora Céu na revista Bravo e sobre a reportagem do ator José Wilker no site da Globo. Uma cantora e um ator.

Agora vamos conhecer também a visão de um produtor.

Conheci em Brasília o Fabrício Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, durante uma reunião realizada em julho na Incubadora de Arte e Cultura da Universidade de Brasília. Naquela ocasião, percebi que tínhamos muitas afinidades. Destaco duas: entendemos que a música pode ser pensada como negócio e que é preciso conhecer como ocorrem as relações entre os agentes do mercado cultural.

Em agosto, tive novamente a oportunidade de poder reencontrá-lo aqui no Rio, durante o debate “O Mercado de Shows e Festivais e sua Influência na divulgação do artista e distribuição de seus produtos”, promovido pelo Coletivo Ponte Plural em parceria com o Sebrae e que teve também a presença do Talles Lopes (representante da ABRAFIN, Circuito Fora do Eixo e produtor do Festival Jambolada), Adilson Pereira (Jornalista cultural, ex-editor da Revista Outra Coisa e Programador do Circo Voador) e Gaby Morenah (Produtora do Circo Voador).

Hoje, entrei pela primeira vez no site do projeto Produção Cultural no Brasil, uma realização da Casa da Cultura Digital e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, cuja execução está a cargo da Beijo Técnico Produções Artísticas, Garapa Coletivo Multimídia e FLi Multimídia, em parceria com a Azougue Editorial. Há muito conteúdo que considero de grande importância para uma formação ampla em produção e gestão cultural. Preciso pesquisá-lo com mais atenção. Mas falei tudo isso para dizer que me reencontrei com o Fabrício na seção de vídeos.

Nesta entrevista, gravada no dia 18 de maio de 2010 no estúdio Cine & Vídeo, em São Paulo, Fabrício fala que é "o décimo integrante da banda" e que além do Móveis ser uma banda, "é também uma empresa". Fala também sobre como encarar a música como um trabalho profissional, sobre a opção do grupo contratar uma empresa de consultoria administrativa para organizar os processos de trabalho, sobre como pensa novos modelos de negócio para música.

Fabricio Ofuji from FLi Multimídia on Vimeo.



Vale a pena assistir esta entrevista.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

sexta-feira, agosto 13, 2010

Ponte Plural inaugura a parceria com o SEBRAE/RJ para a realização de seminários gratuitos sobre Novos Canais de Distribuição da Música



Por Alê Barreto*


Cada vez mais os coletivos organizados mostram que é possível desenvolver o setor cultural brasileiro.

O pessoal do Ponte Plural é um bom exemplo disso. Em parceria com a Musicalmente, lançaram o projeto Música Viva! no campus do Gragoatá da UFF, gratuito e aberto a todos, com a brasiliense Móveis Coloniais de Acaju e as niteroienses Tereza, Os Clodoaldos e Los Leslekitos.



O que acho muito construtivo é que além de construirem espaços alternativos para a música, estão promovendo diálogos entre os agentes da cadeia produtiva da música. Chamaram para isso o Fabrício Ofuji (produtor da banda Móveis Coloniais de Acaju), Talles Lopes (representante da ABRAFIN, Circuito Fora do Eixo e produtor do Festival Jambolada), Adilson Pereira (Jornalista cultural, ex-editor da Revista Outra Coisa e Programador do Circo Voador) e Gaby Morenah (Produtora do Circo Voador) e discutem hoje o “O Mercado de Shows e Festivais e sua Influência na divulgação do artista e distribuição de seus produtos”, sob mediação de Daniel Domingues, coordenador do Núcleo de Negócios do Ponte Plural.

Enquanto alguns esperam que as coisas mudem, este pessoal faz acontecer as mudanças.

O evento será realizado nesta sexta-feira, 13 de agosto, de 15h às 17h, no auditório do SEBRAE/RJ, na R. Santa Luzia, 685, 9º andar, Centro.

As inscrições devem ser realizadas pelo telefone: 0800-570-0800 ou e-mail contato@ponteplural.com.br


Sobre o Coletivo Ponte Plural

Coletivo de empreendedores culturais do Rio de Janeiro e de Niterói, integrante do Circuito Fora do Eixo. Atua desde 2009 divulgando bandas do Rio e de Niterói em diversas viagens pelo país, acompanhando a Rede Rio Música e a Rede Niterói Música, promovendo eventos e encontrando um Brasil receptivo e que valoriza a cultura nacional. Vários laços foram formados e muitas parcerias vêm sendo estabelecidas.

No Ponte Plural os artistas atuam de forma solidária, através de troca de serviços, seja trabalhando na banquinha, vendendo cd’s, camisas ou buttons; seja contribuindo na divulgação de eventos; ou trabalhando nos mesmos.

Trabalhando em conjunto, são realizados mais eventos, mais bandas se apresentam, são realizados podcasts para a web radio e vídeos para a web tv, bem como turnês e intercâmbios nacionais, com garantia de hospedagem e alimentação nos locais de show.


Sobre os participantes do seminário

Adilson Pereira
Jornalista com longa experiência na área de música. Foi repórter do caderno “Rio Show”, do jornal “O Globo”, de onde passou para o “Extra”. Lá e em “O Dia”, atuou como jornalista especializado em música. No “Jornal do Brasil”, atuou como repórter especializado e também crítico desta área. Foi no “Jornal do Brasil” que começou a percorrer festivais – nacionais e internacionais – para cobertura. Editou a revista “Outracoisa”, também conhecida como “a revista do Lobão”, que levou à tona artistas como Mombojó, Cachorro Grande, Vanguart. Editou o site da Warner Music Brasil. Colabora como free lancer para revistas como a “Rolling Stone”. Atualmente, edita o blog “Sambapunk” e trabalha no Circo Voador nas áreas de Comunicação e Estratégia.

Daniel Domingues
Advogado formado pelo IBMEC. Coordenador do Núcleo de Negócios do coletivo Ponte Plural e produtor da banda Tereza, de Niterói.

Gaby Morenah
Produtora do Circo Voador, onde também trabalha na elaboração de projetos. É idealizadora e coordenadora do Pontão de Cultura Digital Circo Voador. Desde 2006, Gaby responde pela MoLA – Mostra Livre de Artes, um dos eventos mais concorridos da casa e da cidade. Já produziu festivais em Quissamã e coordenou em dois lugares um Encontro de Conhecimentos Livres: num assentamento do Movimento dos Sem-Terra, em São Mateus (ES), e no Quilombo do Campinho, em Paraty (RJ).

Fabrício Ofuji
Produtor da banda Móveis Coloniais de Acaju, de Brasília.

Talles Lopes
Secretário-geral da ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independnetes”, produtor do Festival Jambolada e um dos produtores fundadores da associação Casas Associadas. É sócio-fundador da casa de shows Goma, em Uberlândia, onde uma série de shows com bandas do indie nacional vem sendo realizado e também um dos articuladores do Circuito Fora do Eixo e do Circuito Mineiro da Música Independente, que integra hoje dezenas de coletivos dedicados ao setor em MG.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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alebarreto@produtorindependente.com