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quinta-feira, julho 26, 2012

Participe do Programa de Patrocínios Banco do Brasil 2013 até o dia 31 de julho



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Este edital é para quem já tem um pouco de experiência. Mas se você está começando, também vale a pena participar, para aprender como funciona um edital de uma grande empresa pública.

Algumas dicas sobre este edital.


Objetivo

O objetivo do Programa é definir projetos a serem apoiados pelo Banco do Brasil em 2013, por intermédio de chamada pública, com inscrições pela Internet.


Foco dos recursos de patrocínio

Os recursos serão destinados à realização de projetos ambientais, sociais, culturais e negociais, com início entre 01 de fevereiro de 2013 e término em 31 de dezembro de 2013.


Montante de recursos destinados para este Edital

Será definido posteriormente de acordo com as cotas de patrocínio a serem acordadas com os proponentes dos projetos pré-selecionados e a disponibilidade orçamentária do Banco do Brasil, que será determinada pelo Conselho Diretor da Empresa.


Quem avalia?

Comissões de Seleção Internas.



Critérios/atributos na análise dos projetos


Visibilidade.

Fortalecimento da marca BB.

Potencial de relacionamento.

Relevância das contrapartidas.

Potencial mercadológico.

Brasilidade.

Inovação.

Sustentabilidade.

Responsabilidade Social.

Democratização.

Distribuição geográfica.

Promoção da cidadania.

Desdobramento educacional.

Acessibilidade.

Aderência à estratégia de atuação do Banco do Brasil e oportunidade (conforme detalhamento no item 4.1.2 deste Edital).



Que ações não são consideradas como ações de patrocínio


Doações: cessão gratuita de recursos humanos, materiais, bens, produtos e serviços que não seja divulgada e mantenha o doador no anonimato.

Permutas ou apoios: troca de materiais, produtos ou serviços por divulgação de conceito e/ou exposição de marca.

Projetos de veiculação em mídia ou em instalações que funcionem como veículo de comunicação, com entrega em espaços publicitários.

Projetos de transmissão de eventos esportivos, culturais, informativos ou de entretenimento, comercializados por veículos de comunicação.

Ações compensatórias: apoio a projetos cuja execução seja compulsória e prevista em lei.

Locação de espaço e/ou montagem de estandes em eventos sem nenhuma contrapartida de comunicação.

Ações realizadas pelo próprio órgão ou entidade, neste caso, o Banco do Brasil.



Quem aprova?

Conselho Diretor do Banco do Brasil



Quem valida?

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.



Prazo

Encerra dia 31 de julho.



Como participar?


Entre neste link.



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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil. 
Saiba mais


É um profissional empreendedor que gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites.


Aprender, enfrentar desafios com otimismo e bom humor e trabalhar com pessoas de todas as classes sociais são suas marcas pessoais.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

quarta-feira, julho 25, 2012

Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro está com edital aberto para patrocínio de projetos

Clique para ler

Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Amigos,

recebi hoje um e-mail do João Pedro Martins, que trabalha na Coordenadoria de Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, sobre o edital de Microprojetos.

Esta iniciativa é uma excelente oportunidade para quem quer começar a viabilizar suas ações culturais. Além disso, é uma ótima forma do Estado utilizar com mais abrangência os recursos públicos. É também um processo educativo. Ao invés de uma pessoa que nunca fez um projeto querer iniciar tendo que planejar um projeto de R$ 100.000,00, R$ 200.000,00, a pessoa começa dando um primeiro e importante passo de aprender a planejar e gerenciar um orçamento de R$ 8.000,00.


Preste atenção: você ainda tem um mês pela frente. Dá tempo. Aprenda a trabalhar planejado. Comece a mudar esta cultura do "é para ontem". Com planejamento, sua ação cultural é melhor concebida e você tem mais qualidade de vida.


A Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro está de parabéns. Torço para que outros estados brasileiros façam ações similares.



O edital de Microprojetos encerra dia 31 de agosto. Entre no link do edital.

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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil. 
Saiba mais


É um profissional empreendedor que gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites.


Aprender, enfrentar desafios com otimismo e bom humor e trabalhar com pessoas de todas as classes sociais são suas marcas pessoais.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, abril 26, 2011

"Como me tornei um cara bom em ganhar dinheiro"




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A frase acima é o título de uma matéria publicada na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios do mês de abril. Trata-se de um depoimento do empreendedor americano Jason Fried.

Importante dizer: não acredito em "fórmulas de sucesso". Mas isso não me impede de olhar com atenção as histórias e reflexões de pessoas que conseguiram viabilizar seus negócios e aprender.

A matéria me chamou a atenção pois pode auxiliar várias pessoas que estejam precisando conseguir recursos e estejam meio perdidas no meio de tanta teoria que envolve o assunto captação de recursos.

Diferente do senso comum da maior parte das pessoas, que acredita que é preciso de doações, patrocínio ou empréstimo, Jason Fried decidiu que seus clientes seriam seus financiadores. Os artistas que arrecadam recursos através da venda direta de shows, espetáculos, etc., não fazem o mesmo?

Eu mesmo já fiz isso. Quando precisei captar recursos para que um grupo independente de Porto Alegre pudesse viajar para um festival em outro estado, vendi um show.

Veja ainda algumas sugestões práticas que ele ensina:

- descubra o que o cliente quer saber;

- empolgar seu cliente é bem fácil quando você também gosta do que está vendendo;

- as pessoas ficam felizes em pagar por algo que consideram bom;

- tente novas formas de entregar seus produtos;

- ter de faturar desde o início oxigena o negócio;

- treinar habilidades de venda nunca é demais.


Aprofunde lendo a reportagem na íntegra.



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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Lucimara Letelier, especialista em captação de recursos, recomenda o dossiê de cultura do Censo GIFE 2009-2010




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muita gente fala sobre captação de recursos de maneira equivocada. Há os que acham muito difícil. Tem os que pensam que é uma forma de "ganhar dinheiro rápido e sem muito esforço". Tem gente que acha que qualquer um pode sair por aí pedindo dinheiro. Tem muita gente ganhando dinheiro chamando curso de formatação de projetos para Lei Rouanet de "curso de captação de recursos". Dentro deste universo, é importante saber separar o joio do trigo. Vou dar um exemplo de profissional que considero uma referência em captação de recursos.



Lucimara Letelier está ministrando a disciplina "Gestão de Patrocínio e Investimento Privado" no MBA em Gestão Cultural que estou cursando na Universidade Cândido Mendes. Ela possui mais de 11 anos de atuação em organizações sem fins lucrativos como ActionAid, Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, Caixa Cultural (SP), Guggenheim Museum(NY), The Children’s Museum (Boston), Bienal de Artes e Articultura. Hoje é uma especialista em captação de pessoa física, mudança organizacional e estruturação de departamentos de desenvolvimento institucional.

Em todas as aulas ela tem ensinado que com estudo, método e ações planejadas aumenta-se muito as chances de se conseguir captar recursos.

Outra coisa importante: ela não trabalha somente com "importação de modelos", coisa que muitos gestores e administradores brasileiros adoram. Lucimara destaca a importância de se fazer um "raio x" da organização para a qual se pretende captar recursos, para que se possa articular os pontos fortes e oportunidades existentes, sem a necessidade de se ter que começar tudo do zero.

Competência para estabelecer diálogos construtivos e produtivos. Esta é outra grande característica desta profissional que tenho certeza que um bom captador de recursos precisa desenvolver.

Na aula de ontem, Lucimara passou uma excelente dica que compartilho agora com todos: o GIFE, uma rede sem fins lucrativos que reúne organizações de origem empresarial, familiar, independente e comunitária, que investem em projetos com finalidade pública, lançou o Censo GIFE 2009-2010, que é um mapeamento dos maiores investidores sociais privados do Brasil.

Nesta edição, foram aprofundadas questões relacionadas ao investimento social em Cultura, uma das principais áreas de atuação dos Associados GIFE.

Conheça o dossiê "especial cultura"

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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Crowdfunding: divulgação e articulação de recursos com a participação do público


Modelo do crowdfunding


Por Alê Barreto*


Na última turma do curso "Aprenda a Organizar um Show", que realizei em Porto Alegre, e na primeira turma do curso "construa sua presença digital saudável", ministrado em Brasília, falei que está mudando muito o conceito de comunicação. Antes, a preocupação era pensar a comunicação com foco no público que achávamos que teria relação com o que estávamos querendo oferecer. Agora a comunicação é pensada e realizada com o público. E mais: o público começa a ser percebido como principal financiador do projeto. Para dar exemplo, citei a experiência bem sucedida de um grupo de cariocas que trouxe para o Rio o show do Miike Snow.

No cinema isso já está acontecendo também. Veja outro bom exemplo de "crowdfunding", prática de articulação de recursos, através da mobilização de públicos interessados.



Público banca realização de filme (matéria de Marco Tomazzoni para o iG São Paulo)


Na minha opinião, melhor que tentar captar recursos é articular recursos. Um articulador de recursos pode ser bem mais interessante para o seu projeto do que um captador. Já pensou se este articulador de recursos for um fã do seu projeto?


Saiba mais sobre crowdfunding no



blog Crowdfunding Brasil, um grupo que difunde este modelo de financiamento pelo Brasil.


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. Gosta de planejar e de meter a mão na massa. É também autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Trabalha sua presença digital saudável nos blogs Alê Barreto, "Aprenda a Organizar um Show" e Encantadoras Mulheres.

Recomenda a todos que conheçam a Associação Brasileira de Gestão Cultural e o SEBRAE.


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alebarreto@gmail.com

quarta-feira, novembro 10, 2010

Projeto cultural: uma ideia que é possível realizar




Por Alê Barreto*


Ontem tive a primeira aula de "Projetos e Estratégias de Captação de Recursos”, com Ricardo Falcão, no MBA em Gestão Cultural promovido pela Associação Brasileira de Gestão Cultural.

Ricardo falou orientações práticas que ampliam a visão que temos de projeto. Você acha que projeto é necessariamente só o que escrevemos para leis de incentivo?

Fiz algumas reflexões sobre isso.


O que é um projeto cultural?

Projeto é a tradução de uma ideia em linguagem acessível a financiadores e parceiros.


Formato de um projeto

O formato de um projeto que visa captação de recursos está mais próximo do formato de um plano de negócios do que de um projeto acadêmico.


Seja objetivo

Na maior parte das vezes, nossas ideias nascem desordenadas, caóticas, subjetivas.
Num projeto, é preciso se tratar o texto para que ele seja o mais objetivo possível.


Projeto não resolve tudo. Invista em Profissionalização

Muitas ONGS possuem quem elabore projeto e quem gaste projeto. Mas e a realização do projeto? Ela é tão fundamental quanto a elaboração. Então invista também em profissionalização, para que a equipe que realiza o projeto produza melhores resultados, o que ampliará suas chances de obter futuros financiamentos.


Credibilidade

Na cultura brasileira, o paradigma de "ser indicado por alguém" muitas vezes engessa nossas ações. Achamos que não é possível fazer algo porque estamos começando e não temos "quem nos indique". Mas todo mundo um dia começa a trabalhar e luta pelo primeiro emprego, sem indicação. E muita gente é demitida e precisa arrumar um novo emprego. Apesar de ter experiência, não tem quem indique. E pior: quem poderia indicar talvez seja alguém que não está contente com nossos serviços. O que fazer?

Credibilidade. Pense e inclua no projeto informações que passem credibilidade da sua capacidade de realização.

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".


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terça-feira, outubro 19, 2010

Conheça o projeto "Contribuintes da Cultura"





Por Alê Barreto*



Você acredita que uma doação de R$ 10,00 por mês pode mudar a realidade cultural de sua cidade?

Conheça o projeto "Contribuinte da Cultura" e veja quantas realizações foram possíveis ao se colocar em prática o ditado "a união faz a força".


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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alebarreto@produtorindependente.com

quinta-feira, setembro 16, 2010

Captação de recursos se aprende




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Sensibilizar pessoas físicas ou empresas a serem doadores ou patrocinadores de recursos financeiros para projetos educacionais, sociais e culturais é um dos maiores desafios, no interior, nas capitais e em qualquer país do mundo. Se para quem sabe fazer isso é um desafio, imagine para quem não sabe ou está começando.

Se não sabemos ou estamos começando, captar recursos pode ser visto muitas vezes como um problema. Acredito que o que facilitará a resolução do problema é investirmos nosso tempo, energia e recursos para entender como ele funciona. Isso nos levará a estabelecer escolhas mais focadas e que nos trarão mais impacto e, por consequência, melhores resultados nos nossos empreendimentos.

Um processo de aprendizagem nos leva a compreender problemas ou obstáculos que surgem quando queremos realizar uma ação cultural.

Quando entendemos que é necessário sermos mais humildes e reconhecemos que tentar resolver um problema pelo caminho mais fácil, que é esperar que alguém nos ajude, ou pelo mais difícil, que é partir para tentativa "erro x acerto", não produz muitos avanços, penso que ter coragem de se permitir aprender é um dos melhores caminhos a seguir.

Se permitir aprender é correr o risco de melhorar nosso processo de tomada de decisão.

Precisa de recursos para sua ação cultural? Captação de recursos se aprende.

Um pequeno roteiro para quem vai começar

Um material da biblioteca do SEBRAE


Um artigo da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais

Site da Associação Brasileira de Captadores de Recursos

O caminho mais rápido para se viabilizar um projeto independente é começar e aprender a fazer. Por isso me dedico a ensinar as pessoas a fazerem.

Esta é a minha forma de agradecer tudo que aprendo no meu dia-a-dia, no convívio com as pessoas, nos livros, e com as palavras do educador brasileiro Paulo Freire, que sabiamente nos ensina: "ninguém é sujeito da autonomia de ninguém".


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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