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domingo, abril 04, 2010

Páscoa diferente: pensando sobre música e literatura


Tony Bellotto falando com Edney Silvestre em entrevista para o Globo News


Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Hoje acordei e decidi passar um domingo de Páscoa diferente. Entrei na internet e comecei a folhear os grandes portais (Globo.com, Terra, Uol, etc) para ver que conteúdos haviam sido publicados sobre este tema.

Lá pelas tantas, navegando no site do Globo News, achei uma sessão chamada Espaço Aberto com a matéria "Tony Bellotto fala do papel da música na criação literária".

Fiquei curioso e assisti a entrevista, pois há um bom tempo tenho uma curiosidade de conhecer mais o trabalho deste artista. Além disso, na medida que tenho avançado no meu trabalho como produtor cultural independente, tenho me aproximado das palavras.

Escutar um músico falar dos caminhos que o levaram a literatura é uma ótima forma de passar uma Páscoa diferente.

Amplie sua formação de produtor independente. Assista a entrevista.



Pense na primeira pergunta feita pelo Edney Silvestre ao Tony Bellotto:

quem manda na sua cabeça: a música ou a literatura?

terça-feira, julho 28, 2009

Um escritor que é um produtor cultural independente




Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Resolvi assistir a sessão do filme "Palavra (En) Cantada" no Odeon, no último domingo.

O filme é ótimo. Não sou um conhecedor profundo do trabalho da Adriana Calcanhotto, mas o que conheço gosto muito. Neste filme, pude ouvi-la falar. Foi ótimo ver a insatisfação dela com o debate "letra de música não é poesia". José Miguel Wisnik e Luiz Tatit dão uma aula sobre os momentos da história em que a música brasileira passa a flertar mais com a literatura. Arnando Antunes sempre direto e sincero fala sobre sua tranquilidade de conviver com a diversidade cultural. Zeca Baleiro e seu encontro com a Hilda Hist. A Zélia Duncan cantando. O Caetano completamente Caetano na época dos Festivais. Para mim, foi uma aula de produção cultural. No sentido amplo.

Enquanto me recordo do Jorge Mautner cantando Maracatu Atômico, do Lirinha falando "que a poesia está além da estrutura", do Lenine falando da verdade do trovador medieval presente nas fontes da cultura brasileira que inspiram o seu trabalho, compartilho com vocês uma pergunta feita pelo escritor Férrez: porque não se inclue um livro na cesta básica?

Essa frase não para de ecoar na minha cabeça. Fiquei curioso para saber quem era este tal de Férrez.

Este é o primeiro material que encontro dele no youtube, onde fala outras idéias muito interessantes.