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domingo, julho 14, 2019

Diego Goldberg: uma vida dedicada a fotografia






Para trabalhar com alegria e prazer, é necessário alimentarmos nossa inspiração. Para isso, sempre busquei em entrevistas e biografias o alimento para o meu trabalho. Principalmente relatos de pessoas que dedicaram boa parte de sua vida para seus projetos. 
Ao lembrar disso, procurei na web algo que pudesse trazer este estímulo para os artistas produtores e para os produtores artistas.

Me deparei com o canal argentino "Fotoforum", com a entrevista sobre a carreira do fotógrafo Diego Goldberg.





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS), produtor e gestor cultural com especialização pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) no Rio de Janeiro e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Autor dos livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

segunda-feira, dezembro 12, 2016

O Brasil de Walter Firmo


Entrevista de Walter Firmo concedida ao Conversa Afiada




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com





Em meio a tanta efervescência sobre "em que Brasil vivemos" ou "que Brasil queremos", iniciada nas manifestações de 2013, fiquei pensando em falar sobre profissionais cujas carreiras artísticas e criativas possuem o Brasil, sua cultura e seu povo como elementos centrais. Tanta gente faz isso que é difícil escolher. Ontem, mexendo em antigas fitas VHS, achei um filme chamado "O Brasil de Walter Firmo". Trata-se de um documentário premiado no Festival Nacional de Vídeo promovido pelo MAM/Rio. A data é janeiro de 1997. O documentário foi uma produção coletiva de Ana Lopes, João da Mata e Jorge Goia (Utopia Filmes).





Foto: Milton Montenegro



Procurei na internet, para recomendar aqui, mas não achei. Então pensei em mostrar algum outro material sobre Walter Firmo. Outra tarefa difícil. Há muitas imagens, reportagens e informações sobre este mestre da fotografia.

Felizmente achei duas fontes muito bacanas: uma que está no início desta postagem, uma entrevista concedida ao jornalista Paulo Henrique Amorim (parte 1 e parte 2), e outra que é uma autobiografia feita para a TV Facha.

Assista. Mestre Walter Firmo tem muito a ensinar sobre a carreira artística e criativa da fotografia. Uma de suas grandes referências é o fotógrafo húngaro André Kertész.




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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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segunda-feira, maio 11, 2015

Documentário "Sal da Terra" mostra uma linda carreira artística independente

Cena do documentário "O sal da Terra"/ Da esquerda para direita:
Win Wenders e Sebastião Salgado



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Gosto muito de pensar sobre as infinitas possibilidades que uma carreira artística e criativa proporciona para quem tem coragem de trilhá-la e cria condições para trilhá-la. Escolher como modo de produção de sua vida profissões para as quais nem sempre há um mercado de trabalho organizado na região do planeta onde você escolheu viver ou que muitas vezes está sujeita à tensões provocadas por oligopólios, não é uma tarefa simples. Ter coragem de experimentar uma carreira artística e criativa, só pelo experimento em si, não importa o tempo que seja, irá proporcionar a você a noção de que você é capaz de realizar algo. E esta realização independente lhe proporcionará a você a sensação de liberdade. Agora, imagine se você estender a experiência de alguns dias fotografando para um tempo tão longo que se confunda com o tempo de sua própria vida. Como seria esta sensação?


Não há uma única resposta para isso. E também não há resposta certa e errada. O que existem são respostas. Respostas mais ou menos intensas.

Uma resposta intensa para esta pergunta é o documentário "O Sal da Terra" de Win Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, sobre a carreira do fotógrafo Sebastião Salgado. Assisti no último sábado, aqui no Rio de Janeiro, na Casa de Cultura Laura Alvim e recomendo. O filme respondeu algumas questões que sempre busco entender no trabalho de um profissional criativo: como foi sua origem, quando começou a realizar seu trabalho, que questões busca mostrar em seu trabalho, como este trabalho se situa nos diferentes planos de sua vida. 


Win Wenders e Juliano Ribeiro Salgado foram muito felizes na realização deste filme. Conseguiram mostrar a obra artística, os ciclos de trabalho, as questões existências e o pensamento de Sebastião Salgado. A narrativa fisga a sua atenção desde os primeiros minutos até o fim. E no fim, você lamenta que acabou. Fica desejando entrar em uma livraria, em um café, e encontrar toda a equipe do filme, para conversar e saber mais.




Sebastião Salgado e Lélia Wanick Salgado/Foto: Ricardo Beliel


Curioso, após o filme, busquei algumas informações recentes na web sobre o documentário e encontrei uma fala muito interessante do Sebastião Salgado sobre Lélia Wanick Salgado, sua esposa:


"é a minha companheira. Na vida, no trabalho, em tudo. Sem ela não teria feito um terço do que fiz".


Muitos podem achar que esta frase é bonita pelo fato de um marido estar reconhecendo o quanto sua esposa contribuiu para a evolução de sua carreira. Eu vou mais longe. É o reconhecimento de um artista experiente sobre o quanto é fundamental o trabalho de produção em uma carreira artística e criativa.

Torço para que alguém também se estimule a fazer um livro ou documentário sobre a história da Lélia Wanick Salgado. Com certeza aprenderemos muito.



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Alê Barreto (ou Alexandre Barreto) é administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, empresário artístico, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, blogueiro, professor e palestrante. Concluiu sua formação em gestão pública em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, à novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. 
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Atualmente reside no Rio de Janeiro, é um dos gestores do Grupo Nós do Morro na comunidade do Vidigal e responsável pela implantação da área de Produção Cultural na Escola de Música da Rocinha.

+55 21 97627 0690 alebarreto@gmail.com

quarta-feira, outubro 22, 2008

Conheça o Projeto Memória e Movimentos Sociais



Conteúdo extraído do site www.memoriaemovimentossociais.com.br


O Projeto Memória e Movimentos Sociais, tem como finalidade contribuir para o resgate da memória dos movimentos sociais contemporâneos. Ele inicia-se com um acervo digital, de fotografias de autoria da fotojornalista Claudia Ferreira que retratam os movimentos sociais protagonizados por mulheres e as manifestações políticas e sociais das décadas de 80, 90 e 2000 no Brasil.

Estas fotografias, de cunho etnográfico e jornalístico, constituem uma importante fonte de pesquisa da História Contemporânea dos movimentos sociais no Brasil e sua inserção em nível global, como nos Fóruns Sociais Mundiais e Conferências das Nações Unidas.

O projeto propõe ainda que os usuários e usuárias que acessem o site possam contribuir, acrescentando informações às legendas ou identificando pessoas constantes das fotos. Essas contribuições proporcionarão ampliar a base de dados sobre a História Contemporânea dos movimentos sociais no Brasil e sobre seus protagonistas.

As fotografias, contextualizadas historicamente através de legendas informativas, estão disponíveis para consulta. Algumas das imagens estão disponíveis, mediante autorização, para cessão gratuita para estudantes, pesquisadores, centros de estudos e pesquisa e organizações dos movimentos sociais.

Na segunda etapa, o Banco de Imagens disponibilizará o acervo iconográfico do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, atualmente em fase de digitalização e pesquisa, composto por fotografias e cartazes dos movimentos de mulheres e da história do CNDM. Este acervo estará disponível para consulta e cessão gratuitas através do site.

O Projeto Memória e Movimentos Sociais, é um projeto do CACES - Centro de Atividades Culturais, Econômicas e Sociais, tem o apoio institucional do Laboratório de História Oral e Imagem - LABHOI, Federal Fluminense – UFF, e do Programa Avançado de Cultura Contemporânea - PACC da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

O projeto conta também com a parceria da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - SPM, e com o apoio do Fundo das Nações Unidas para as Mulheres - UNIFEM.

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