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sexta-feira, novembro 13, 2015

Participe da Maratona Rio Criativo: antropologia do consumo, design thinking de serviços e gestão de carreiras criativas




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


De longa data apoio todas as iniciativas empreendedoras e de incubadoras. Em outubro estive participando da III Semana de Inovação, Economia Criativa e Digital do Estado do Acre. Agora vou participar da #MaratonaRioCriativo, que vai acontecer na Incubadora Rio Criativo.

A Incubadora Rio Criativo é um centro de inovação que estimula o fortalecimento e a sustentabilidade dos empreendimentos da economia criativa do estado do Rio de Janeiro e o seu desenvolvimento econômico e social através da cultura.

Primeira incubadora do Brasil focada exclusivamente nos setores da economia criativa, a Incubadora Rio Criativo foi citada pela ONU, em 2010, como uma das experiências mundiais mais relevantes de fomento à economia criativa; e inspirou o Ministério da Cultura a implementar incubadoras em 14 estados.

Iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, a Rio Criativo é parceira do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Políticas Culturais, do Ministério das Comunicações, da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Rio, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, da Agência Estadual de Fomento-AgeRio, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado-FAPERJ, da FIRJAN, do SEBRAE-RJ, do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, do Raízes da Tradição, entre outros, e faz parte da rede de Incubadoras Brasil Criativo, do Ministério da Cultura.
Programação completa da maratona:


Dia 25/11 - “Antropologia do Consumo aplicada ao Marketing 3.0”, com Hilaine Yaccoub;

Dia 26/11 - “Design Thinking de Serviços”, com Daniel Pan e colaboração de Marcelo Nascimento e Arthur Kjá;

Dia 27/11 - “Gestão de Carreiras Criativas”, com Alê Barreto


Inscrições até 19/11 (até às 18h) no site www.riocriativo.com



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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segunda-feira, outubro 12, 2015

Produtor Cultural Independente inicia novo ciclo de ações formativas em parceria com o SEBRAE, Governo do Acre, Acre Criativo Incubadora e Uninorte

Participantes da primeira oficina 
"Atitudes para Boa Gestão de Carreiras Artísticas e Criativas"



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muitos leitores do blog e pessoas no Facebook viram a divulgação do novo ciclo de atividades formativas do Produtor Cultural Independente. Trata-se da palestra "Carreiras Artísticas e Criativas e da oficina "Atitudes para Boa Gestão de Carreiras Artísticas e Criativas".

Estas ações são inspiradas em um artigo que escrevi sobre carreira artística para a Unochapecó (SC) e na minha pesquisa de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro. Além disso, marcarm um novo momento no meu trabalho, novamente focado no estímulo à formação e qualificação em diferentes cidades brasileiras.





Esta ação somente foi possível graças a parceria iniciada em 2009 com a Rede Acreana de Cultura, que possibilitou que agora em 2015 eu pudesse difundir este trabalho em parceria com 
SEBRAE, Governo do Acre, Acre Criativo Incubadora e Uninorte.



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, junho 25, 2013

A melhor hora para começar a fazer é agora

Eu e minha namorada Ana Virginia, assessora do Ministério Público do Acre 
e produtora cultural em Rio Branco. Sua vinda ao Rio de Janeiro com a sua mãe, a querida Dona Dora, são lindos presentes de aniversario!


 
Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

 
Nesta semana, dia 28 de junho, estou de aniversário. Faço 41 anos. Sempre no período do meu aniversário, penso sobre como ocupo o tempo da minha vida. Falei sobre isso há poucos dias num encontro promovido pelo Grupo PET Conexões de Saberes, da graduação em produção cultural do IFRJ - Campus Nilópolis.

Diferente do que muita gente imagina, eu não tenho a "fórmula do uso do tempo". Nem acredito que exista esta fórmula. 

Tenho certeza que devem existir milhares de aplicativos para gerenciar o tempo em smartphones, tablets, computadores, os quais vão além das fórmulas.  Ajudam a registrar os históricos das nossas ações e ajudam na previsão e planejamento futuro. Todos são úteis. Tão úteis quanto dois hábitos que desenvolvi e que me ajudam a utilizar melhor o meu tempo: tomar notas sobre os acontecimentos da minha vida e refletir sobre estes acontecimentos.

Uma das reflexões que faço é sobre "a hora de começar a fazer". Em minha formação, há inúmeros momentos em que pessoas mais experientes me aconselharam a esperar, antes de fazer algo que eu estava pensando fazer. "Aguarde o melhor momento". "Não está na época ainda, espere um pouco". As pessoas não estavam erradas. E nem certas. As pessoas que aconselhavam isso, faziam o mesmo que eu, você ou qualquer outra pessoa faz. Geralmente procuramos mostrar aos mais jovens que as coisas que desejamos fazer podem ser feitas em momentos mais favoráveis, momentos mais oportunos. Nada mais sensato do que isso. O único problema é que os conselhos são dados como se alguém tivesse certeza sobre tudo que pode acontecer na vida de alguém no futuro. E esta certeza, não temos.

Então, se você está pensando em fazer algo no tal do "momento certo", pense também que temos uma grande afinidade com o conforto. Não estou falando de luxo. Estou falando de conforto. Conforto é fazer tudo com segurança, tranquilidade e comodidade. E nem sempre fazer as coisas com conforto que idealizamos é a melhor coisa a ser feita.

Quem aguarda anos até que consiga um patrocínio para lançar um livro, para gravar sua música, para encenar o seu espetáculo, faz tudo isso e mais um pouco com bastante conforto. Mas corre o risco de nunca realizar ou realizar muito menos do que tem capacidade de fazer.

Nesta perspectiva, "esperar o melhor momento" pode ser uma grande armadilha. Podemos ficar anos a fio aguardando e este dia não chegar. Como será que iremos nos sentir se a melhor hora não chegar e nos dermos conta que não temos mais tempo em nossa vida para isso?

Por isso, eu sempre digo para todo mundo que me procura nos cursos, me envia e-mails, me envia mensagens via facebook: a melhor hora para começar a fazer é agora. Esqueça a cobrança excessiva que você faz com você mesmo, sempre desejando perfeição, ausência de falhas e sucesso imediato em tudo que inicia.

Eu promovo cursos e às vezes preciso mudar datas. Eu trabalhei em projetos sociais que tinham uma proposta conceitual diferente do que acontecia na prática. Eu faço reuniões que muitas vezes não resultam em trabalhos ou projetos. Eu acreditei em muitos amigos e nem todos foram tão amigos quanto pensei que eram. Estes e outros fatos não são fantasmas do passado que me assombram, pois independente de todos os resultados terem sido os que eu desejava, eu fiz algo que pouca gente faz: decidi fazer e realizei.

Então, se você tem uma ideia aguardando para se tornar realidade, lembre: a melhor hora para começar a fazer é agora :)

Você também pode estudar estas e outras dicas práticas nos cursos  da Maratona Produtor Cultural Independente prevista para os dias 06 e 07 de julho na AGS Meeting Place em São Paulo. Veja como participar em nossa loja virtual http://produtorindependente.loja2.com.br/

Promoção: pagando 01 (uma) inscrição para qualquer um dos cursos oferecidos, você tem direito a levar um acompanhante para estudar junto com você no mesmo curso!



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

segunda-feira, julho 16, 2012

Foco e dedicação são fatores que contribuem para o desenvolvimento de uma carreira profissional sustentável nas artes


Incisão "Luz" - Iara Freiberg




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com




No meu curso "Aprenda a Produzir um Artista", uma das primeiras reflexões é buscar entender como o artista percebe sua carreira. Quando um produtor, um gestor, um marchand, um curador, alcança esta dimensão, ele consegue entender qual é a melhor forma de trabalhar com o artista. Quando um artista reflete sobre sua carreira, vai perceber que sua sustentabilidade não depende apenas de políticas públicas de cultura, mas também de uma postura mais profissional, com mais foco.


Encontrei um ótimo exemplo na internet. Vejam estas duas falas:



"Trabalhei com mil coisas para me sustentar. E hoje em dia eu consigo... cada vez eu fui ficando mais próxima do meu assunto".


(...) Eu consegui modificar a minha vida para poder me dedicar quase que só a isso".




Este depoimento é da artista Iara Freiberg, indicada ao Prêmio Investidor Profissional de ARte 2012, uma parceria a Investidor Profissional Gestão de Recursos e o MAM-Rio, criado para divulgar a arte, artistas no Brasil, o MAM-Rio, estimulando a produção nacional de arte contemporânea. Seu objetivo é premiar e consagrar artistas que já vem se destacando por seus trabalhos, já conhecidos no mercado de arte brasileiro.


Assista ele na íntegra.





Conheça mais sobre o trabalho de Iara Freiberg.



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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.


É um profissional empreendedor que gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a  novas propostas e convites.


Aprender, enfrentar desafios com otimismo e bom humor e trabalhar com pessoas de todas as classes sociais são suas marcas pessoais. Saiba mais


(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, maio 29, 2012

Artistas e produtores são aliados





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A foto acima foi um momento muito especial em 2012 que quero compartilhar com todos vocês. Após terminarmos o curso “Aprenda a Iniciar um Agenciamento Artístico”, último do seis cursos Programa Produtor Cultural Independente ministrados agora em maio no SESC São João de Meriti (obrigado a Ana Christina e equipe do SESC e a produtora Ahnis Fraga), começamos a tirar algumas fotos, para guardarmos lembranças das nossas vivências. Num determinado momento, a Patricia Polayne, artista sergipana que participou do curso (conheçam mais o trabalho dela neste link), pediu para tirarmos algumas fotos juntos. Então saiu esta maravilhosa foto.

Esta foto para mim é muito mais que uma demonstração de gentileza e carinho desta artista. Este carinho que Patricia manifestou eu sempre tive e tenho com todos os produtores e artistas com quem trabalho. É possível e muito saudável artistas e produtores conviverem assim.

Quero então deixar uma mensagem para todos os meus alunos dos cursos do SESC e para todos que acompanham este blog. São reflexões contidas no último capítulo do meu livro “Aprenda a Organizar um Show”.


Tesão
Um produtor deve sentir prazer pelo que faz. Não se obrigue a fazer algo que você não curte.

Comece a construir sua carreira
Nenhuma profissão é moleza, muito menos a de produtor executivo de shows.
Se realmente você sente tesão por este trabalho, é importante estar disponível para a luta, “dar a cara para bater”, arriscar. Comece já.

Sustentabilidade
Procure sempre trabalhar em shows que contribuam para o seu sustento.
A ansiedade gerada por dificuldades financeiras faz com que as pessoas desistam de trabalhar como produtores.

Qualidade de vida
Alguém um dia inventou que trabalhar com shows é um constante estresse e muitas pessoas têm acreditado nisso até hoje. Para mim, a maior parte do stress que acontece em um show vem da falta de organização e profissionalismo de quem trabalha nele.
Se ao trabalhar em um show você proporciona que várias pessoas ampliem sua qualidade de vida pelo contato com a música, sua atividade também deve proporcionar qualidade de vida para você.

Respeito às diversidades
A produção de shows propicia o contato com músicos e técnicos de várias faixas etárias, de diferentes cidades e etnias, com opções políticas, religiosas e sexuais diferentes da sua. Aproveite para aprender e melhorar sua formação humana.

Colaboração
Experimente construir o seu trabalho através de uma cultura de colaboração.

O aprendizado não tem limites
Assim como eu e muitas outras pessoas, você está começando a trabalhar na área cultural através da organização e produção de shows musicais. Mas você não precisa parar aí. Avalie constantemente sua carreira, ouça sua intuição e não hesite em traçar novos mapas e percorrer novos caminhos rumo ao seu aprendizado.




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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do SulSuas competências profissionais vem sendo construídas através da experiência com artistas independentes, coletivos de arte (Coletivo Tarrafa e Bataclã FC), movimentos sociais (Software LivreFórum Social Mundial), eventos (Opus Promoções), shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do MorroInstituto Ensaio Aberto), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um Artistaaula na SP Escola de TeatroPresença Digital SaudávelPrograma Produtor Cultural IndependenteSemana de Gestão e Políticas Culturais), espaços de discussão e reflexão (Música e AçãoObservatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).
Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.
Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

quinta-feira, maio 17, 2012

O tempo leva à confiança que estimula a criatividade






[O blog hoje ultrapassou 400.000 visualizações, muito obrigado!]




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com

A frase acima é da matéria "Bagunça Criativa", texto de Raquel Salgado, publicada na revista Época Negócios de maio. Ela fala sobre a carreira do cineasta Fernando Meirelles.


Nas minhas atividades como produtor cultural independente, tenho percebido algumas noções equivocadas que dificultam o crescimento de quem quer começar a fazer produção.


Uma das piores noções é achar que produzir é algo que se faz "do dia para a noite".


Tudo precisa de um tempo de estudo, de prática, de exercício, de reflexão sobre o que já se fez, para que a gente se aproxime do resultado que estamos buscando.


Muita gente sabe quem é o Fernando Meirelles pela repercussão de seu filme "Cidade de Deus".




Mas ele não começou a trabalhar com audiovisual em 2002. Sua carreira começou em 1981, quando fundou com três amigos a produtora Olhar Eletrônico. Em 1992 fundou a O2 Filmes. Em 1998 dirigiu seu primeiro longa-metragem. 


Após a realização de Cidade de Deus, fez em 2005 "Jardineiro Fiel" (seu primeiro filme fora do Brasil), 





em 2008 "Ensaio sobre a  cegueira" baseado no livro de José Saramago e este ano lançou "Xingu" e em breve vai lançar "360", seu sexto longa-metragem.


Perceba que para fazer 6 longa-metragens de altíssima qualidade, existe um processo de mais de 30 anos de carreira.


Leia a matéria na íntegra e estude os fatores que contribuem para que Fernando Meirelles desenvolva um trabalho de qualidade.




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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um ArtistaPresença Digital Saudável), espaços de discussão e reflexão (Observatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

terça-feira, abril 03, 2012

Aprenda com a carreira do percussionista Ney Rosauro



Ney Rosauro/Divulgação



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Quando fui morar em Porto Alegre, em 1994, falei para várias pessoas que na cidade de onde eu vinha, Santa Maria, havia uma cena cultural muito forte. Mais forte ainda na música.

Um bom exemplo é o mestre Ney Rosauro. Mestre por vários motivos. É músico com grande experiência. É um grande compositor. É uma das maiores referências em percussão sinfônica no mundo. E construiu uma  carreira na música contrariando todos os discursos prontos existentes no Brasil, tais como "música não é trabalho", "música não dá dinheiro", "ninguém vive de música no Brasil", "somente com a mídia você chega lá", etc.





Tive o prazer de assistir o lançamento de seu Cd "Rapsódia" (1993).


Assista o vídeo abaixo e ouça lições importantes para uma carreira artística.




Leia também a matéria "Villa-Lobos das baquetas" de Alexandre de Santi e conheça o site do Ney Rosauro.


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Aprenda a organizar seu trabalho e gerenciar sua carreira de forma independente

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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais ("Avril Lavigne", "Steel Pulse"), festivais ("Claro que é Rock", "IBest Rock", "Live n´ Louder"), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro ("Os Dois Cavalheiros de Verona""Machado a 3x4" e "Missa dos Quilombos"), projetos sociais ("Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços populares", "Rebelião Cultural" e "Nós do Morro 20 Anos") e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ). A iniciativa que tem o patrocínio da Petrobras vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que visa preparar os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Naná Vasconcelos: um homem corajoso que vive fazendo o que gosta


Mestre Naná Vasconcelos em seu mais novo projeto: "Pinicos e Panelas"



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Muita gente acredita que "vida de artista" resume-se a viver como uma celebridade. De fato, muitos artistas optam por seguir este caminho. Mas uma carreira artística é só isso?

Assista ao programa "Almanaque" da Globo News e conheça um pouco da carreira de um dos maiores percussionistas do mundo.


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Mitos que impedem você avançar numa carreira artística




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Mito: "O principal para avançar é ter apoio da mídia"


Qualquer pessoa que pretenda trabalhar em uma carreira artística necessita entender e organizar sua relação com os profissionais dos meios de comunicação. Mas centrar todos os seus esforços em "fazer uma social" com jornalistas e diretores de emissoras de TV e rádio não garante avanço numa carreira.

Você precisa ter clareza sobre qual é a sua proposta e como pretende apresentá-la para as pessoas.


Mito: "Tendo dinheiro, qualquer um faz sucesso"


Outro engano. Ter dinheiro ajuda na estruturação de qualquer empreendimento. Mas uma carreira artística não está condicionada a quanto você pode ou não investir. O sucesso em uma carreira artística está muito mais relacionado ao quanto você está disposto a aprender e fazer as mudanças que forem necessárias para avançar.


Mito: "Para um artista bombar é preciso ter um produtor"


Para uma carreira artística avançar é preciso ter um processo de produção organizado. Isso poderá (ou não) ser gerenciado por uma pessoa que não seja o próprio artista.



Seja o artista de sua vida. Trabalhe para organizar e realizar tudo aquilo que dá significado para os seus dias.


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Cresce o número de pessoas que já confirmaram sua inscrição nos próximos cursos do Produtor Cultural Independente em São Paulo


15 pessoas já estão inscritas!


1 - Que dias serão os cursos?

O curso "Aprenda a Organizar um Show" está previsto para dia 25 de fevereiro (sábado, manhã e tarde, das 8h às 17h30min)

O curso "Aprenda a Produzir um Artista" está previsto para dia 26 de fevereiro (domingo, manhã e tarde, das 8h às 17h30min)


2 - Quanto é o valor de cada curso?

O valor de cada curso é R$ 180,00. Mas para quem fizer inscrições até o dia 12 de fevereiro, será concedido um desconto de 15%, o que faz com que você pague R$ 153,00 cada curso.


3 - As vagas são limitadas?

Sim. E não é possível fazer reserva de vagas sem a inscrição.

Importante: não vou com frequência à São Paulo. Aproveite.


4 - Como fazer a inscrição?


Clique aqui e se inscreva no curso "Aprenda a Organizar um Show" - inscrições até 12 de fevereiro

Clique aqui e se inscreva no curso "Aprenda a Produzir um Artista" - inscrições até 12 de fevereiro


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.

É um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

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Alê Barreto é cliente do Itaú.