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quarta-feira, abril 11, 2012

Você está disposto a correr o risco de mudar de trabalho?




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com

Quantas vezes você acha que eu ouvi alguém falar "quero largar tudo e trabalhar somente com cultura"? 


Quantas vezes você imagina que eu ouvi alguém falar "assim que a música começar a dar dinheiro, eu largo o meu trabalho atual"?


Posso lhe garantir que esta vontade de mudar de trabalho, de mudar a forma como as pessoas ocupam o tempo de sua vidas e suas habilidades criativas e produtivas, não é um privilégio somente de quem faz produção cultural. A maioria das pessoas sonha em mudar de trabalho. Mas raras são as pessoas que encaram os riscos e mudam.


E tem ainda a fantasia de achar que trabalhar com cultura, arte, entretenimento, não é trabalho.


A revista época recentemente publicou a matéria "7 dicas para seu plano B", produzida por Aline Ribeiro, Maurício Meireles e Nathalia Ziemkiewicz, a qual apresenta histórias de pessoas que mudaram de vida.


Foto: Daryan Dornelles/ÉPOCA

Uma destas pessoas é a artista plástica Julie Brasil. Depois de constatar que não estava mais feliz no seu trabalho (ela era diretora para a América Latina de uma companhia de refrigerantes), começou a fazer várias mudanças em sua vida. Uma delas foi sair deste trabalho para ter mais tempo para acompanhar o crescimento de sua filha. A outra mudança foi seguir seu sonho de infância: as artes plásticas. Aos 41 anos, voltou para a faculdade.


Você faria isso? Leia a história dela e das outras pessoas que mudaram.


Quando pensar em ingressar na produção cultural, pense se você está disposto a assumir riscos.


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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais ("Avril Lavigne", "Steel Pulse"), festivais ("Claro que é Rock", "IBest Rock", "Live n´ Louder"), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro ("Os Dois Cavalheiros de Verona""Machado a 3x4" e "Missa dos Quilombos"), projetos sociais ("Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços populares", "Rebelião Cultural" e "Nós do Morro 20 Anos") e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ). A iniciativa que tem o patrocínio da Petrobras vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.


quinta-feira, fevereiro 23, 2012

O artista: um filme sobre mudanças nas carreiras criativas




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



E falando ainda em vida de artista, uma ótima dica é assistir o filme "O Artista" (The Artist, 2011). Uma grande obra de audiovisual que apresenta as mudanças e conflitos na vida de um ator de cinema mudo que resistia à chegada de uma nova tecnologia: o cinema falado.


Veja abaixo o trailer




Ficha técnica do filme

Diretor: Michel Hazanavicius
Elenco: Jean Dujardin, Bérénice Bejo, John Goodman, James Cromwell, Penelope Ann Miller, Missi Pyle, Beth Grant, Ed Lauter, Joel Murray, Bitsie Tulloch, Ken Davitian, Malcolm McDowell.
Produção: Thomas Langmann, Emmanuel Montamat
Roteiro: Michel Hazanavicius
Fotografia: Guillaume Schiffman
Trilha Sonora: Ludovic Bource
Duração: 100 min.
Ano: 2011
País: França/ Bélgica
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: La Petite Reine / uFilm / JD Productions
Classificação: 12 anos


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

sábado, setembro 24, 2011

Cafezinho Independente: conheça as ideias criativas da artista Liana Keller


Foto: Neidila


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Na primeira turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista", realizada dia 17 de setembro, aqui no Rio de Janeiro, atividade de capacitação que faz parte do Programa Produtor Cultural Independente, conversei com as alunas sobre a importância de criarmos espaços para um bom bate-papo.

Um bate-papo é uma coisa simples. É preciso só separar uns minutinhos para estar junto com as pessoas disponível para ouvir e para participar da conversa.

Um bate-papo traz mais qualidade de vida e é uma forma muito agradável de darmos vazão a nossa vontade de estar mais perto da cultura, da arte, de exercer nossa criatividade. Muitos profissionais de marketing, comunicação e entretenimento estão começando a se dar conta que bem estar aproxima as pessoas.

Decidi a partir de outubro convidar pessoas aqui no Rio de Janeiro para um bate-papo. Para aquecer nasce hoje a seção "Café Independente" no blog. A ideia segue a simplicidade do bate-papo. Irei publicar diálogos com pessoas criativas.

Vamos conhecer a criativa Liana Keller.


[início da entrevista]





Alê Barreto: Liana, gostaria que você se apresentasse, da maneira que você preferir e com as palavras que você se sentir mais à vontade. Fale o nome que você gosta de ser chamada, sua idade e como começou a perceber que o seu caminho era um trabalho criativo.

Liana: Assino "Lía" em meus trabalhos, mas curto mesmo ser chamada de Liana, na real. Tenho 33 anos e alguns meses.

Trabalho com a "Trapo", minha marca de roupas e quadros pintados e customizados. Em 2002 uma pessoa me pediu que fizesse uma camiseta igual a que eu estava vestindo. Era uma regata pintada sem pretensão... Isso foi no Ossip, um bar onde eu trabalhava em Porto Alegre, na época. A partir dessa encomenda, o fazer criativo entrou em minha vida com tudo. Não saiu mais. Nem sairá.


camisetas*vestidos*bermudas*saias*camisa s*gravatas*bolsas*...à venda em várias lojitas em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre...:)
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Alê Barreto: lembro que nos conhecemos lá em Porto Alegre no Ossip, na Cidade Baixa. O que lhe levou a começar a ocupar mais tempo da sua vida com o trabalho criativo?

Liana: Na verdade sempre tive trabalhos paralelos à Trapo. Em geral em bares, como o Ossip, e em danceterias.

Confesso que somente agora, em 2011, estou conseguindo "de fato" pagar minhas contas e viver bem só trabalhando com "arteirices", como forma de obter renda. E estou gostando muito disso.



Detalhes do terninho/foto: CarolEssan
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Alê Barreto: trabalhar com a criatividade traz vários aprendizados. No que você considera que o trabalho criativo ampliou a sua qualidade de vida, o seu desenvolvimento humano?

Liana: Bem... através desses trabalhos, nesses anos todos, conheci e fiz muitas parcerias com pessoas maravilhosas e interessantes. Conheci cidades muito especiais. Vi e vivi momentos lindos e intensos. Portanto, me sinto hoje uma pessoa mais atenta e sensível ao meio onde estou inserida e tento reverter todas essas experiências em trabalhos que passem força, consciência e boas vibrações aos que olharem, tocarem ou adquirirem meus rebentos.



trapo por Carol Essan
Liana Keller,André Lacerda e Morgana Mazzon modelando
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Alê Barreto: Sei que você é uma artista organizada. Pelo menos é a imagem que eu tenho. Muitas pessoas acham que o artista deve só fazer arte e deixar que outra pessoa faça sua produção. Você se incomoda de produzir o seu trabalho? Você acha que só o artista sabe produzir bem o próprio trabalho? É possível artistas, artistas produtores e produtores conviverem sem estas brigas por reserva de mercado?

Liana: Olha, eu tento me organizar [risos]. Muito, te digo, por necessidade mesmo.

Na verdade,adoraria que alguém bacana me produzisse. Porém essa parceria ainda não aconteceu.

Acho complicadas, de forma geral,as associações. Sendo assim, sempre procuro me aprimorar e me emancipar. Faço sozinha todas as etapas de meus trabalhos: captar recursos e materiais, criar, agir, divulgar, comercializar, comunicar, carregar, cuidar das finanças. Claro que sempre com ajudas ocasionais de amigos queridos e que sempre são providenciais.

Às vezes penso que perco muito boas oportunidades por não me dedicar totalmente ao fazer artístico.Mas no momento, minha realidade é essa.

Creio que é possível haver harmonia e colaboração entre artistas e produtores, sim! Boas parcerias de trabalho nesse sentido, por que não?



tu é descartável ou reciclável?
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Alê Barreto: muitas vezes as pessoas criticam um trabalho artístico, um trabalho criativo, pelo fato dele estar sendo veiculado através de grandes redes de comunicação ou estar sendo distribuído e comercializado em grande escala. Você se preocupa com isso ou vai dando andamento a sua carreira sem esta preocupação? Como é para você definir preços e comercializar o seu trabalho?

Liana: Não sou do tipo de pessoas que faz esse tipo de crítica.

Como me coloco sempre contra estagnações, creio que, se o caminho da evolução e crescimento do trabalho de algum artista vai por esses meios, então que assim seja. Por vezes, mudanças e adaptações são necessárias para um real aprimoramento e para uma visão multifocal de trabalhos artísticos.

Mas claro que tudo depende da disposição de cada um, no que concerne aos rumos que deseja dar aos seus fazeres.

E, de forma geral, ainda sinto certa dificuldade em "valorar" meus trabalhos. Sigo no aprendizado de fazer tal coisa. E comercializo sem problemas. Procuro executar esse "comércio" como algo bem natural, como alguém que criou e fez com amor o que está vendendo, o que está apresentando.


Gabi veste trapo coracional
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Alê Barreto: quem trabalha em atividades mais rotineiras, utiliza o seu tempo livre para ler, pintar, escrever, dançar, ver um filme... Todas estas atividades, a pesquisa delas, a experimentação, fazem parte do seu trabalho. O que você faz no seu tempo livre?

Liana: Em meu tempo livre? [risos] Caminho,pratico yoga, assisto filmes, leio, pinto, costuro, namoro, saio com os amigos e amigas. Meu trabalho com pesquisa de campo é incansável. Não pára.


Alê Barreto: inspirado no programa Provocações, do Antônio Abujamra, quero estimular você a dizer algo que gostaria de falar e geralmente não encontra oportunidade. Quer encontrar parceiros de trabalho? Quer fazer uma viagem? Que emoção, pensamento ou ação você quer neste momento comunicar para as pessoas que estão conhecendo você neste blog?

Liana: Sem dúvidas, quero muito encontrar boas parcerias, firmes e duradouras nesse meu caminho "trabalhístico artístico". E circular muito por esse nosso planeta também.

Porém o que tenho vontade de dizer agora é que algumas coisas me trazem certa tormenta no "mundo das artes". Um excesso de burocracia e pose e um recesso de vísceras e sentimentos.

Me traria muita satisfação ver um equilíbrio nesses fatores, valores tão paradoxais que necessitam conviver. Em nosso atual contexto social, o objetivo e o subjetivo tem de se entrosar no mundo das artes.

E ainda quero mais é ver todo o nosso lixo social tranformar-se em flores. Isso é possível ser feito. A arte em muito ajuda, quando feita com o coração. Acredito nisso. E quero contribuir com essa feitura toda!


Estampa
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[fim da entrevista]


Tome um café independente, um chá, um suco ou a bebida de sua preferência enquanto aprecia o trabalho da Liana nos links recomendados por ela:

Flickr: http://www.flickr.com/photos/lianatrapo

Facebook: https://www.facebook.com/lianatrapo


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
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Obrigado!


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.



Está fazendo a pós-graduação MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes.



Serviços para contratação: assessoria para elaboração de projetos (planejamento e revisão), gestão de projetos, acompanhamento de carreira artística (coaching), consultoria e assessoria (para artistas, produtores, empresas e projetos), atividades de formação (cursos, oficinas, workshops e palestras) e produção executiva de eventos.



É gaúcho. Gosta de todos os estados brasileiros. Mora no Rio de Janeiro. Brasil.

Contato: + 55 21 7627-0690 (Claro)


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 800 posts e links de seus conteúdos são enviados para 5.040 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos acompanhada por 766 pessoas nos blogs Produtor Independente (633 seguidores), Blog do Alê Barreto (61 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (35 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (18 seguidores), Encantadoras Mulheres (14 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (5 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.