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terça-feira, abril 12, 2011

Como divulgar suas ideias?





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Ontem falamos nas possibilidades que se abrem quando resolvemos divulgar uma ideia. Hoje vamos pensar um pouco sobre "como" divulgá-la.

Em junho do ano passado, resolvi mudar a forma como utilizava o meu blog Alexandre Barreto (www.alexandre-barreto.blogspot.com). Usava ele anteriormente como um "currículo on-line". Desde então passou a ser uma espécie de "visite a nossa cozinha" (leia o post na íntegra). Numa cozinha você encontra desde um chef que acerta de primeira um determinada receita até um cozinheiro insatisfeito que resolveu fazer o prato novamente. A ideia é escrever sem me preocupar só em divulgar boas notícias. Acho mais a cara do nosso dia a dia.

Pois bem: o fato de ter me permitido escrever de forma mais livre, o que permite que minhas ideias cheguem mais longe, não exclui a necessidade de aprender a fazer isso.

Isso me levou a começar a avaliar "como" estava escrevendo minhas ideias. Percebi que alguns textos poderiam estar sendo muito extensos e outros curtos demais.

Como divulgar uma ideia é um processo muito parecido com vender uma ideia, pesquisei na literatura de marketing este assunto e encontrei o artigo "Texto longo ou texto curto?" escrito por Pedro Venturini Filho, publicado no site da revista Venda Mais.

No artigo, o autor afirma que no marketing a busca de se chegar a um tamanho adequado de texto visa gerar motivação e impulso de compra.

O especialista aconselha:

- colocar-se no lugar do comprador;

- sempre que possível, faça testes;

- segmentação (se a mensagem estiver nas mãos de quem a quer receber, será lida do início ao fim, entendida e, com grande índice de sucesso, comprada!);

- não devemos deixar de fora do texto nenhum valor percebido pelo cliente.


Sugestão do Alê Barreto: comece a se colocar no lugar do seu leitor.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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segunda-feira, outubro 18, 2010

É possível conhecer o público através de seu consumo




Por Alê Barreto*


Na disciplina "Análise de Experiências Corporativas em Marketing Cultural", ministrada pela professora Mariana Várzea, no MBA em Gestão Cultural que estou cursando, estudamos nas últimas aulas a importância de que projetos, programas e ações culturais estabeleçam diálogo com o público.

É um absurdo profissionais de produção e gestão cultural não se preocuparem com isso, só porque os projetos possuem recursos garantidos através de patrocínios via leis de incentivo. Quantas exposições, mostras de cinema, seminários, debates, shows musicais são realizados com platéias de 4, 7, 10 pessoas?

A professora instigou-nos a pensar a partir das seguintes perguntas:

"O que motiva as pessoas a irem ao seu espetáculo"?

"Os espectadores sabem porque existe o seu projeto cultural"?


Saí da aula e fiquei pensando sobre isso. Em casa, me ocorreu um insight, que rapidamente anotei no meu caderno: "procurar entender o comportamento de consumo do público". Conhecer o comportamento de consumo do público é uma boa forma de se entender seus hábitos de consumo culturais.


Nesta semana, a reportagem de capa da revista Exame aborda este assunto.





Você sabia que a classe C representa uma massa de 95 milhões de brasileiros, com renda familiar entre R$ 1.126 e R$ 4.824 reais por mês? Tem noção de que isso representa 50,5% da população?

Tem noção de que 71% deste 95 milhões de brasileiros acessa internet diariamente?

Procure ler a reportagem "A Classe C cai na rede". Amplie sua forma de pensar o consumo cultural e a formação de público para as artes, cultura e entretenimento.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

Qual é a visão que os paulistas têm de cultura?




Por Alê Barreto*


Recebi do meu amigo Luiz Pedreira Jr., da Visuart Comunicação Dirigida, a informação de um importante seminário que irá ocorrer em SP.

Eu não vou poder ir, pois estarei no Rio Grande do Sul ministrando a 10ª turma do "Aprenda a Organizar um Show" na Unisinos (veja informações sobre o curso), mas se estivesse no RJ, faria uma forcinha de pegar a ponte aérea e assistir. O trabalho que será apresentado está em sintonia com a necessidade de organização do setor cultural brasileiro. Precisamos trabalhar com informações e abandonar os "achismos".

O projeto da pesquisa é da J.Leiva Cultura & Esporte, com as parcerias da Datafolha e Fundação Getúlio Vargas (FGV), tem o patrocínio da CPFL Energia e conta com o apoio da Pinacoteca do Estado de São Paulo, PROAC e Governo do Estado de São Paulo. Todas estas empresas e instituições públicas estão de parabéns pela iniciativa.


PESQUISA INÉDITA TRAÇA PERFIL CULTURAL DO PAULISTA

No dia 21 de outubro, quinta-feira, serão apresentados no seminário Como investir em cultura? os primeiros resultados da pesquisa realizada pela Datafolha sobre a visão que os paulistas têm de cultura e a sua frequência a equipamentos culturais. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) colaborou na concepção do questionário e participará da análise dos resultados.

O principal objetivo do projeto, desenvolvido pela J.Leiva Cultura & Esporte, é fomentar a produção e a divulgação de informações sobre a cultura no país. A ausência de dados básicos sobre a atividade cultural, do número de teatros existentes aos empregos gerados, dificulta a compreensão da dinâmica do setor e a tomada de decisão por parte dos gestores culturais, públicos e privados.

O seminário tem a entrada franca.

Veja abaixo como participar, a programação com os temas, nomes dos palestrantes e horários.
Como participar: basta enviar um e-mail para seminario@jleiva.com.br ou telefonar para (11) 3512-2125, das 10h às 12h e das 14 às 18h. No e-mail é necessário informar o nome completo; telefone celular e fixo com ddd; e-mail; nome da instituição que representa ou trabalha; cargo ou área de atuação.

programação
cadastramento - 8h às 9h

PRIMEIRA MESA - 9h30 às 0h30
O que é cultura? O que ela representa para as pessoas? Da arte ao entretenimento
Debatedores: José Teixeira Coelho Netto (MASP), Tales Ab’ Saber (Psicanalista) e Laís Bodanzky (Cineasta)
Mediação: Marcelo Araújo (Pinacoteca)

SEGUNDA MESA - 10h45 às 2h15
Infra-estrutura e acesso. Cultura nas pequenas, médias e grandes cidades
Debatedores: Augusto Rodrigues (CPFL), Fernanda Bandeira de Mello (Secretaria de Estado da Cultura) e Cristina Lins (IBGE)
Mediação: Robinson Borges (Valor Econômico)

TERCEIRA MESA - 14h às 15h30
Economia da cultura, informação e indicadores
Debatedores: José Luiz Herencia (Ministério da Cultura), Eduardo Saron (Itaú Cultural) e Marcos Gonçalves (FGV)
Mediação: João Leiva (J.Leiva Cultura & Esporte)

QUARTA MESA - 15h45 às 17h15
Hábitos culturais. A importância da educação
Debatedores: Denise Grinspum (Arte na Escola), Paulo Pélico (Apetesp) e Ricardo Szperling (Cinemark)
Mediação: Ana Paula Sousa (Folha de S. Paulo)

Data: quinta, 21 de outubro de 2010
Local: Estação Pinacoteca - Auditório Vitae - 5º andar. Largo General Osório, 66 - Centro. São Paulo (SP). Atividade com Certificado.
Vagas: 160 lugares



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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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alebarreto@produtorindependente.com

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

1,2 milhão de crianças já foram beneficiadas pelo ensino de música clássica na Venezuela



Alê Barreto
Administrador e produtor cultural independente

Cada vez mais fica evidente que não é possível pensar em desenvolvimento de uma nação sem pensar em educação para a arte. Apesar disso, há muito que se avançar no Brasil neste sentido.

Uma das maneiras de avançarmos é buscarmos sensibilizar gestores públicos de cultura dos municípios e estados para que se pratique o "copyleft", para que se comece a aprender com as práticas bem sucedidas de outros países.

Um bom exemplo disso é "El Sistema", nome como é conhecido o Sistema Nacional de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela, que desde 1975 (eu já era nascido...) beneficiou 1,2 milhão de crianças venezuelanas com o ensino de música clássica.



Leia a reportagem "O homem que cria orquestras" de Rodrigo Turrer publicada em 29/12/2009 na Revista Época.

domingo, março 29, 2009

Últimos dias para participar da pesquisa que irá orientar a primeira edição do curso "Aprenda a Organizar um Show"




Ilustração: Everson Nazari



Por Alê Barreto


Inspirado no conceito Open Business (Negócios Abertos), está em andamento neste site uma pesquisa livre que irá orientar o planejamento e a organização das primeiras ações educativas presenciais do Produtor Cultural Independente.


O curso

O primeiro curso que será oferecido é "Aprenda Organizar um Show", baseado no livro homônimo de Alê Barreto, lançado no site Overmundo em 2007 e publicado em meio impresso pela Imagina Conteúdo Criativo em 2008.

As aulas ampliam e reforçam o método da produção executiva de shows musicais através da troca de experiências, exemplos e dicas profissionais. Como dinâmica, o autor do livro utiliza a navegação em sites, portais e blogs na internet.


Objetivos do Curso


Ensinar a planejar, executar e desmontar um espetáculo musical.

Desenvolver aspectos da formação do produtor executivo de shows.

Estimular o trabalho do profissional da área de espetáculos musicais.

Fomentar a importância da difusão do conhecimento para uma melhor organização do mercado cultural brasileiro.





Público-alvo

Jovens que estão pensando em começar a carreira de produtor cultural, adultos e pessoas da melhor idade que querem mais informações para atuarem na área de produção cultural, produtores independentes, funcionários de órgãos públicos da cultura, pessoas que trabalham com articulação e organização do setor cultural no Brasil, educadores interessados em ampliar a formação de alunos do ensino fundamental e médio através de atividades de produção cultural e pessoas que acreditam ser importante compartilhar informações para melhorar a qualidade e a sustentabilidade de quem trabalha na área cultural.


Conteúdo Programático

Introdução
O que é fazer a produção?
As etapas de um show

Pré-Produção
Quando / Onde / Conhecendo o local / Cronograma / A equipe / Necessidades de músicos e técnicos / da infra-estrutura / da equipe de produção / Solicitações, autorizações e contratos / Direitos Autorais / Divulgação / Custos e Sustentabilidade

Produção
Sala de produção / Montagem de palco e cenário / do som e da luz / de camarim / Receptivo e acompanhamento / Credenciamento e cortesias / Bilheteria / Passagem de som / A cobertura do show / Segurança / O momento do show

Pós-Produção
Desmontagem do show – partes 1 e 2

Conclusão


Carga horária

16 horas/aula


Material didático
Cada aluno recebe um exemplar do livro “Aprenda a Organizar um Show”.


Cidades onde serão realizadas as primeiras edições do curso

Até o presente momento, houve um retorno bastante positivo da participação do público leitor do site. Houveram manifestações de interesse no curso em todas as cidades propostas e envio de sugestões para realização do curso em outras cidades, como Brasília e Goiânia. As cidades que têm demonstrado maior interesse são Rio de Janeiro (21%), São Paulo (19%) e Porto Alegre (14%).


Dias e horários de realização do curso

Preocupado com a dificuldade das pessoas terem tempo livre para estudar, o Produtor Cultural Independente está consultando os leitores do site sobre que dias da semana e turnos preferem fazer o curso. Até o presente momento, a maioria das pessoas prefere fazer o curso sábado e domingo, manhã e tarde (40%).