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sexta-feira, março 04, 2011

"O gestor cultural, por natureza, deve dialogar"

Claudia Leitão from FLi Multimídia on Vimeo.




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Claudia Leitão foi secretária de Estado da Cultura do Ceará entre 2003 e 2006. É atualmente conselheira do Programa Cultura Viva, pertence à Rede de Estudos em Políticas Culturais (Redepcult), integra o conselho de redação da revista eletrônica Políticas Culturais em Revista da UFBA e foi convidada agora em 2011 para assumir a nova secretaria de Economia Criativa criada pelo Ministério da Cultura.

Fui aluno dela e tive também o prazer de assistir sua participação no Seminário de Políticas Culturais da Casa de Rui Barbosa, aqui no Rio de Janeiro.

Assista o depoimento que ela concedeu para o projeto Produção Cultural no Brasil.


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

domingo, janeiro 16, 2011

Gilda Mattoso considera importante um assessor de imprensa ter criatividade e sensibilidade para criar uma pauta diferenciada

Gilda Mattoso from FLi Multimídia on Vimeo.



Por Alê Barreto*


Você sabe o que faz um assessor de imprensa? Assista acima o depoimento de Gilda Mattoso para o projeto Produção Cultural no Brasil. Gilda é sócia-proprietária da Mattoso & Vinícius Produções Artísticas e assessora artistas como Gilberto Gil, Frejat e Toni Garrido.

Em 2006, escreveu o livro “Assessora de Encrenca”, compilando histórias dos 30 anos de carreira.

Ela é uma profissional que tem muito a ensinar para todos que estão começando a atuar no mercado de arte, comunicação, cultura e entretenimento.

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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)


alebarreto@gmail.com




Alê Barreto é cliente do Itaú.

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Um escritor que é produtor

Marcelino Freire from Coletivo Garapa on Vimeo.



Por Alê Barreto*


Escritor também produz. Escritor também pode ser produtor. Marcelino Freire é um bom exemplo disso. Produz A "Balada Literária" em São Paulo, ação cultural com lançamento de livros e festas em bares da Vila Madalena.

Não o conheço pessoalmente, mas já li o livro



“Contos Negreiros”, que é excelente, e assisti uma entrevista dele na TV. Parecia que conhecia ele há anos. Me identifiquei muito.


Assista acima o vídeo com o depoimento que ele deu para o projeto Produção Cultural no Brasil.


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. Gosta de planejar e de meter a mão na massa. É também autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Trabalha sua presença digital saudável nos blogs Alê Barreto, "Aprenda a Organizar um Show" e Encantadoras Mulheres.

Recomenda a todos que conheçam a Associação Brasileira de Gestão Cultural e o SEBRAE.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)


alebarreto@gmail.com

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Flora Gil afirma: "o combinado não sai nem caro e nem barato. Só sai o combinado".

Flora Gil from FLi Multimídia on Vimeo.




Por Alê Barreto*


Assista no video o importante depoimento que Flora Gil concedeu ao projeto Produção Cultural no Brasil. Flora Gil é produtora cultural e diretora da Gegê Produções Artísticas desde 1987.

Leia também a reportagem sobre sua carreira na revista Trip.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@gmail.com

segunda-feira, outubro 25, 2010

A presença digital contribui para o desenvolvimento de negócios (inclusive os culturais)




Por Alê Barreto*


Uma das primeiras vezes que comecei a entender o que era a "tal" da internet, foi quando visitei meu amigo Fabrício Silveira, em Porto Alegre, em 1996. Na época, em meio a uma conversa em sua casa, no bairro Cidade Baixa, ele disse: "me dá uns dois minutinhos que vou checar se chegou um e-mail com uma tese que pedi para um colega na Europa". Olhei para o computador dele e não entendi direito como poderia ele receber uma tese, da qual eu tinha a ideia de um livro impresso, no computador da casa dele. Dali em diante, as coisas começaram a ficar mais rápidas, não só para mim, mas para muita gente, em diversas partes do mundo.

Em 1999, tive a oportunidade de entrar na empresa de telecomunicações "Claro Digital", conhecida hoje somente por "Claro" e assistir a chegada da era da internet, com uma força que já anunciava o que viveríamos nos dias de hoje.

Desde aquela época, percebi a internet como um espaço que aos poucos vai sendo habitado. É como uma área de território que começa a ser urbanizada. Mas é claro que no processo de urbanização, há várias tensões. A primeira é a pressão para que todo mundo vá morar lá ("todo mundo está indo morar lá"). A segunda tensão é de que é preciso ficar lá o máximo de tempo possível ("fique conectado o tempo todo"). A terceira tensão é a tendência a se utilizar a comunicação para desvalorizar e tornar obsoleto tudo que não pertence a este mundo. Nas cidades isso é comum. As pessoas interessadas em oferecer produtos e serviços em uma nova região da cidade produzem informações sobre a vantagem de se viver no novo lugar e as desvantagens de se viver em outras áreas.

Mesmo com estas e outras tensões, sejam de nosso gosto ou não, é um fato que a comunicação migrou rapidamente para o ambiente virtual. E isso alterou profundamente as relações de mercado. Quem deseja atuar no mundo do trabalho e da nova forma de oferta de produtos e serviços, precisa entender que o deslocamento de atividades para as diferentes redes que constituem a internet cria a noção de "presença digital".

Esta noção induz as pessoas ao entendimento que é preciso estar conectado a tudo e cada vez com maior velocidade. Na minha visão, há um pouco de exagero. Para mim, estar conectado o tempo todo não produz necessariamente resultados. É como trabalhar com horário fixo: há um paradigma no mundo estabelecido de que estar num lugar todos os dias produz resultados, como se toda e qualquer atividade humana necessitasse apenas de que as pessoas estivessem em algum lugar o tempo todo e isso por si só garantisse eficiência e produtividade. Para mim, o que produz resultados é saber utilizar fatores de produção com organização. Sobre isso falarei amanhã e quarta no meu novo curso em Brasília, que se chama "Construa sua presença digital saudável".

Agora veja: muitos negócios estão sendo potencializados pela presença digital das empresas e sua marcas. E isso também vale para o novo mercado cultural e os novos agentes que estão trabalhando neste novo cenário. Vejamos um bom exemplo disso.

No passado, se você digitasse a palavra "produção cultural" na rede, encontraria informações reduzidas sobre o universo desta atividade, pois estava associada em sua maior parte a profissionais que atuavam com formatação de projetos para leis de incentivo. Ou seja: a presença digital do conceito amplo de "produção cultural" era pequena. Hoje se você digitar "produção cultural" irá perceber que a presença digital do conceito ampliou. Um bom exemplo foi a contribuição do site Overmundo (www.overmundo.com.br). Outro bom exemplo é o novo site "Produção Cultural no Brasil" (wwww.producaocultural.org.br).

Tenho certeza que estas e muitas outras iniciativas que estão utilizando em seus conteúdos a presença digital da expressão "produção cultural" estão contribuindo muito para o desenvolvimento de negócios culturais.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

sexta-feira, outubro 15, 2010

Um criador cultural que acredita na organização e no afeto




Por Alê Barreto*


Muita gente acha que escola é assunto somente de professor. Muitos acham que para ser ator é preciso ser jovem. E muitos acham que um criador cultural não pode, não deve ou não tem condições de se organizar, de ser o produtor ou gestor de seu próprio trabalho.

No vídeo acima, o ator que narra a história e que aparece sentado à esquerda chama-se Ruy Cezar. Neste espetáculo ele é responsável pela direção, roteiro, seleção de objetos cênicos e juntamente com Bela Saffe fez a criação e a interpretação.



Ruy Cezar/Foto do site "Produção Cultural no Brasil"

Mas Ruy Cezar não é somente um criador cultural. Em 1982 criou o Instituto Casa Via Magia com a missão de promover a cooperação cultural e o desenvolvimento comunitário, através do estímulo à educação, cultura e da pesquisa pedagógica sistemática, com vistas a contribuir para o auto-conhecimento e formas de expressão individual, assim como para a integração comunitária. Neste Instituto ele trabalha os princípios de interação, cooperação, ética, solidariedade e crítica construtiva.

Conheci ele em dezembro de 2005, na Bahia, quando fui ao VI Mercado Cultural. Apesar de ser ocupadíssimo, foi muito generoso comigo. Me recebeu na Casa Via Magia e durante quase duas horas me falou sobre a importância de se trabalhar em rede e de compartilhar o conhecimento, muito antes de "redes" e "colaboração" virarem moda. Deste dia em diante, passou a ser uma referência na minha formação como produtor cultural independente.

Ruy Cezar é um educador, nasceu em 1956 e é ator, é um organizador da cultura e desempenha um importante papel de articulador de redes culturais.

Assista o vídeo de sua entrevista para o projeto "Produção Cultural no Brasil".

Ruy Cezar from FLi Multimídia on Vimeo.




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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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quinta-feira, outubro 14, 2010

Yakoff Sarcovas afirma: "Hoje, felizmente, você tem um processo de profissionalização não artística ocorrendo na área cultural brasileira"

Yacoff Sarcovas from FLi Multimídia on Vimeo.




Por Alê Barreto*


O que é um produtor cultural? Pensando nesta questão, o projeto "Produção Cultural no Brasil" realizou mais de 600 minutos de entrevistas com artistas, artistas produtores e profissionais de produção.

Assista este vídeo vídeo do projeto e conheça o conceito de produtor cultural de Yakoff Sarcovas, Presidente das empresas Articultura e Significa.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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