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segunda-feira, setembro 25, 2017

"A maior barreira para aprender algo novo não é intelectual. É emocional."




Por Alexandre Barreto *


Você já parou para pensar quantas horas de sua vida já utilizou planejando fazer alguma coisa, mas na hora de começar, abandonou a missão? Não se desespere e nem se sinta culpado. Isso é mais comum do que você imagina.

Desistimos de fazer algo por acharmos que não vamos conseguir. Acreditamos que com a desistência, evitamos desperdiçar nosso tempo. Desistimos de fazer algo por não nos sentirmos seguros para ir em frente.

Desistimos de fazer algo quando percebemos que pessoas que já realizaram o que desejamos fazer começaram há muito tempo atrás. Desistimos de fazer algo quando as pessoas com quem iríamos fazer algo juntos desistem.

Há muitas outras razões para desistir. E não vou resumir isso a explicações do tipo "os fortes conseguem" e "os fracos desistem." Não vou sequer tentar explicar os motivos e as consequências de desistirmos. Prefiro focar na possibilidade que existe de se realizar algo que desejamos.

No TedTalk "As primeira 20 horas - Como aprender qualquer coisa", Josh Kaufman em menos de 20 minutos fala como descobriu uma forma de lidar com obstáculos para aprender novas habilidades. É uma reflexão que ele fez a partir de sua busca. Não é uma receita infalível, nem serve para tudo e para todos os contextos. Mas dá boas pistas para quem anda querendo aprender coisas novas e está com dificuldade. Josh afirma: "a maior barreira para aprender algo novo não é intelectual. É emocional." Assista, vale a pena. Aprendi muito.



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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sábado, julho 23, 2016

Uma carreira artística e criativa não se desenvolve só com projeto. Tem que fazer acontecer





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com

Muita gente me perguntou ao longo de quase 15 anos de trabalho e ainda pergunta porque eu não dou aulas sobre "como fazer projetos culturais", ainda mais tendo eu a formação de administrador. As pessoas que dão esta sugestão, em sua maioria, utilizam como justificativa a ideia de que o tema projetos "está em alta", "está bombando", "está sendo muito procurado".

Timidamente, dei alguns cursos de projeto entre 2012 e 2013. Um curso simples que se chama "Aprenda a fazer propostas e projetos". Talvez volte a dar este curso, mas sempre com muita cautela, pois existe hoje no Brasil uma oferta muito grande de cursos de projeto, cursos de planejamento, livros, métodos, etc, que vendem a ideia de que se a pessoa fizer o curso ou comprar o livro, necessariamente terá sucesso em seu projeto. Não quero que associem o meu trabalho a esta ideia de que existe o "plano perfeito". E esta percepção não é algo somente meu. Milhares de pessoas pensam assim. A vida me ensinou isso e as pessoas que inspiram o meu trabalho continuam me ensinando isso.

Uma das pessoas que inspira o meu trabalho é o navegador Amyr Klink. Hoje, assistindo um vídeo dele, me deparei com uma fala dele que explica como "atitude" é mais importante que "planejamento que busca a perfeição":

"(...) acontece um momento em que você tem que parar de planejar. O Brasil tá com essa fobia agora de planejamento. Não adianta nada você ser um super planejador. Chega um momento em que você tem que fazer acontecer, tem que executar".

Se você está buscando realizar um projeto, veja o que Amyr Klink recomenda no vídeo "Como conseguiu tornar suas viagens viáveis?"



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, junho 25, 2013

A melhor hora para começar a fazer é agora

Eu e minha namorada Ana Virginia, assessora do Ministério Público do Acre 
e produtora cultural em Rio Branco. Sua vinda ao Rio de Janeiro com a sua mãe, a querida Dona Dora, são lindos presentes de aniversario!


 
Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

 
Nesta semana, dia 28 de junho, estou de aniversário. Faço 41 anos. Sempre no período do meu aniversário, penso sobre como ocupo o tempo da minha vida. Falei sobre isso há poucos dias num encontro promovido pelo Grupo PET Conexões de Saberes, da graduação em produção cultural do IFRJ - Campus Nilópolis.

Diferente do que muita gente imagina, eu não tenho a "fórmula do uso do tempo". Nem acredito que exista esta fórmula. 

Tenho certeza que devem existir milhares de aplicativos para gerenciar o tempo em smartphones, tablets, computadores, os quais vão além das fórmulas.  Ajudam a registrar os históricos das nossas ações e ajudam na previsão e planejamento futuro. Todos são úteis. Tão úteis quanto dois hábitos que desenvolvi e que me ajudam a utilizar melhor o meu tempo: tomar notas sobre os acontecimentos da minha vida e refletir sobre estes acontecimentos.

Uma das reflexões que faço é sobre "a hora de começar a fazer". Em minha formação, há inúmeros momentos em que pessoas mais experientes me aconselharam a esperar, antes de fazer algo que eu estava pensando fazer. "Aguarde o melhor momento". "Não está na época ainda, espere um pouco". As pessoas não estavam erradas. E nem certas. As pessoas que aconselhavam isso, faziam o mesmo que eu, você ou qualquer outra pessoa faz. Geralmente procuramos mostrar aos mais jovens que as coisas que desejamos fazer podem ser feitas em momentos mais favoráveis, momentos mais oportunos. Nada mais sensato do que isso. O único problema é que os conselhos são dados como se alguém tivesse certeza sobre tudo que pode acontecer na vida de alguém no futuro. E esta certeza, não temos.

Então, se você está pensando em fazer algo no tal do "momento certo", pense também que temos uma grande afinidade com o conforto. Não estou falando de luxo. Estou falando de conforto. Conforto é fazer tudo com segurança, tranquilidade e comodidade. E nem sempre fazer as coisas com conforto que idealizamos é a melhor coisa a ser feita.

Quem aguarda anos até que consiga um patrocínio para lançar um livro, para gravar sua música, para encenar o seu espetáculo, faz tudo isso e mais um pouco com bastante conforto. Mas corre o risco de nunca realizar ou realizar muito menos do que tem capacidade de fazer.

Nesta perspectiva, "esperar o melhor momento" pode ser uma grande armadilha. Podemos ficar anos a fio aguardando e este dia não chegar. Como será que iremos nos sentir se a melhor hora não chegar e nos dermos conta que não temos mais tempo em nossa vida para isso?

Por isso, eu sempre digo para todo mundo que me procura nos cursos, me envia e-mails, me envia mensagens via facebook: a melhor hora para começar a fazer é agora. Esqueça a cobrança excessiva que você faz com você mesmo, sempre desejando perfeição, ausência de falhas e sucesso imediato em tudo que inicia.

Eu promovo cursos e às vezes preciso mudar datas. Eu trabalhei em projetos sociais que tinham uma proposta conceitual diferente do que acontecia na prática. Eu faço reuniões que muitas vezes não resultam em trabalhos ou projetos. Eu acreditei em muitos amigos e nem todos foram tão amigos quanto pensei que eram. Estes e outros fatos não são fantasmas do passado que me assombram, pois independente de todos os resultados terem sido os que eu desejava, eu fiz algo que pouca gente faz: decidi fazer e realizei.

Então, se você tem uma ideia aguardando para se tornar realidade, lembre: a melhor hora para começar a fazer é agora :)

Você também pode estudar estas e outras dicas práticas nos cursos  da Maratona Produtor Cultural Independente prevista para os dias 06 e 07 de julho na AGS Meeting Place em São Paulo. Veja como participar em nossa loja virtual http://produtorindependente.loja2.com.br/

Promoção: pagando 01 (uma) inscrição para qualquer um dos cursos oferecidos, você tem direito a levar um acompanhante para estudar junto com você no mesmo curso!



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Como iniciar a produção de um artista?






Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Recebi esta semana um e-mail super bacana da Mariana Rodrigues de Siqueira.

Ela traz uma dúvida muito comum para quem está começando a fazer produção de artistas.

Vamos a questão dela.


2013/2/19 Mariana Rodrigues de Siqueira <marianarsiqueira@globo.com>
Prezado Ale Barreto.

Me chamo Mariana, sou uma grande fã sua, acompanho seu blog, fanpage e procuro estar sempre antenada com o "mundo"da produção cultural. Sou estudante de produção de eventos, onde descobri mais uma paixão para minha vida. Recebi o convite de um novo artista para produzi-lo. Fiquei muito emocionada e motivada, acredito no trabalho dele, sei que é de qualidade. Confio em seu talento, o que acredito ser primordial nesse trabalho. Quando recebi esse desafio e o aceitei, a primeira pessoa que pensei como referencia foi Ale Barreto. Portanto, tomei a liberdade de lhe escrever este email por dois motivos, o primeiro é que mesmo não tendo nenhum laço de amizade gostaria de dividir isso com vc, pelo fato de admirar muito, aprender e acompanhar seu trabalho. E em segundo ficaria muito feliz em receber ao menos uma dica de por onde começar pra não fazer tudo errado ! rs
Aceitei o desafio, estou confiante e muito motivada. Mas confesso que dá um friozinho na barriga.

Desde já agradeço pela atenção em ler este email e agradeço, também, por dividir seu conhecimento. Aprendi muitas coisas valiosas no blog do Produtor Cultural Independente.

Boa semana.
Sucesso !

Att,
Mariana Siqueira




Querida Mariana, em primeiro lugar, parabéns pela sua iniciativa e por estar buscando seguir a sua vocação.

A principal dica que eu lhe dou, neste momento que você vai iniciar o trabalho com o artista que a convidou para produzi-lo, é realizar uma reunião para entender o contexto da carreira dele. Procure fazer um diagnóstico e discutam quais são os pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças, de forma que possam estabelecer objetivos para serem atingidos.

Após a reunião, envie um e-mail com a ata do que conversaram e comece suas ações.

Periodicamente faça reuniões e compare o que está sendo realizado com o que foi previsto nesta reunião.

Sucesso, um grande abraço!

Alê Barreto



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Participe dos novos cursos do Produtor Cultural Independente em SP dias 9 e 10 de março!





Novidades


Carga horária mais flexível: cursos em regime de imersão, com duração de 4 horas

Valor mais acessível: cada curso tem o valor de R$200,00. Quem fizer sua inscrição até o dia 28 de fevereiro de 2013 ganha um desconto de R$ 40,00 (quarenta reais) e paga somente R$ 160,00 (cento e sessenta reais) por curso.

Facilidade para pagamento e inscrição

Para fazer sua matrícula, basta entrar neste endereço http://pupurricultural.loja2.com.br/


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*Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, e do projeto Rio em Rede, uma parceria entre o Observatório de Favelas e o Instituto Avon.

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sábado, setembro 08, 2012

Ideias, conceitos e inovação: Karla da Silva convida você a participar do projeto do seu primeiro álbum




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


No dia 30 de junho, aprendi uma lição importante com a artista Karla da Silva (veja o post). Hoje aprendi outra.

Karla me mandou a seguinte mensagem pelo facebook:

"Alexandre do meu coração! Tudo bem, amigo? Desculpa a invasão!
Escrevo-lhe pois criei um projeto no site Catarse pra arrecadar contribuições de amigos, família e fãs e terminar de produzir meu primeiro e tão sonhado CD.

De acordo com minha contabilidade de gastos pedi o total de 6.800 reais, já consegui 3. 105,00 reais e tenho 40 dias para conseguir o restante pois se eu não bater a meta que pedi todo o dinheiro volta para os apoiadores. Por isso estou escrevendo para pedir que cada uma dos meus amigos entre nessa campanha comigo e some!

Para cada contribuição há uma recompensa bacana (veja no link). É só entrar no site e clicar em "quero apoiar este projeto", as contribuições podem ser feitas através de cartão de crédito, boleto bancário ou débito em conta.

Ficarei muito grata sim e feliz se você puder contribuir com alguma quantia e compartilhar entre os amigos o projeto! O lance é sonhar e somar:http://catarse.me/pt/projects/924-primeiro-album-de-karla-da-silva

Obrigada, um beijo!

Karlinha"



Karla botou o “bloco na rua” e está trabalhando a divulgação de uma campanha voltada ao financiamento do seu primeiro cd. O projeto está sendo construído por uma rede de pessoas:  Felipe Chernicharo (
direção musical, guitarra e produção musical), Paulo Ney (voz e violão), Rodrigo Ferreira (groove), Guido Sabença (batera) e Vinicius Castro (produção musical).

Talvez algumas pessoas possam considerar isso algo muito simples, muito comum, dizer “ah, mas lançar um cd é o mínimo, o básico que todo artista tem que fazer”. Mas nem todo mundo se mobiliza para isso. Inclusive alguns artistas se apóiam em paradigmas do tipo “o artista deve se envolver só com a arte” para ficarem esperando que alguém resolva se dedicar a produzir o seu cd. 

Se você também está com algum projeto na gaveta, faça como a Karla. Comece a fazer.

Eu acredito no movimento e na qualidade do trabalho dela.

Conheça o projeto no portal do Catarse


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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Duas dicas para começar um projeto





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Primeira dica: escreva
Começar um projeto é uma caminhada que inicia quando você percebe uma ideia e acredita que ela deve ser realizada.

Pegue caneta, lápis, papel, celular, computador, tablet, etc e comece a escrever.

Lembre: começar a escrever é uma das formas mais simples e práticas de você ter clareza sobre o que pretende fazer.


Segunda dica: comece agora
Não existe esta conversa de que "época" para escrever projeto. Comece a escrever agora.

Quando aparecer oportunidades como pessoas interessadas em fazer parte, pessoas interessadas em ajudar financeiramente, editais públicos destinando recursos financeiros para ações similares a que você está idealizando, o seu trabalho será apenas de apresentar o projeto e fazer pequenas adaptações necessárias.

Lembre: quanto antes você começar, mais cedo irá perceber se a sua ideia era apenas um "impulso" ou algo que você necessita fazer.


Multipliquem em suas redes sociais, blogs, sites e mailings.

Muito obrigado!


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
Este blog recebeu até agora 162.561 visitas e 355.024 visualizações.


Obrigado! Experimente o prazer de construir todos os dias a realização dos seus sonhos :)



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Estude com o Produtor Cultural Independente no Rio de Janeiro em suas férias!

Faça sua inscrição!




Clique para ler


Estude com o produtor cultural independente Alê Barreto na primeira turma do curso "Aprenda a Organizar um Show" de 2011, no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, dias 17, 18 e 19 de janeiro, das 17h às 21h

Informações http://www.emcartaz.art.br/eventos/alebarreto/index.html


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Leia o texto "Quanto custa meu trabalho" publicado no nº 6 da revista Fazer e Vender Cultura, uma publicação da Associação dos Amigos da Cultura (Clube da Cultura) com patrocínio da Oi e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com apoio do Oi Futuro.


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4".

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais) e a colunista da revista Fazer e Vender Cultura.




Comece a trabalhar com mais organização. Faça o seu trabalho fluir.

Mais importante que ter formação ou experiência é ter atitude e querer aprender a disciplina de investir em seu sonho. Acredite em você e no seu trabalho. Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços úteis e acessíveis, cursos, oficinas, workshops e palestras.

terça-feira, dezembro 27, 2011

O Produtor Cultural Independente apoia o projeto Samburbano

Samburbano Editado from Fernando Alax on Vimeo.


Apoie este projeto no portal Catarse


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Sempre que alguém me pergunta: "Alê, como você começou a ser um produtor independente?", digo que queria estar perto da música. Apoiei e apoio sempre aquilo no qual acredito.

Hoje, após uma reunião de trabalho com a Martha Avelar, da empresa EmCartaz Empreendimentos Culturais, conheci o projeto "Samburbano", de Nilson Athayde e do designer Fernando Alax. Assista o vídeo acima e conheça também.


Comece a produzir apoiando um projeto

Se você é do RJ e gostaria de começar a produzir, seja um dos apoiadores deste projeto. Você irá conhecer mais sobre as rodas de samba do subúrbio: Cacique de Ramos, Portela, Mangueira, Buraco do Galo, entre outras.

Se você não é do RJ, é uma ótima oportunidade de se aproximar da cidade, apoiando um projeto que apresenta composições inéditas de samba de raiz: samba de breque, partido alto, samba de terreiro e dá visibilidade para compositores como Monarco, Trio Calafrio e Osmar do Breque. Um retrato do cotidiano urbano carioca, alicerçado por um caráter histórico e educativo.


Acesse o portal Catarse e apoie este projeto


Multipliquem em suas redes sociais, blogs, sites e mailings.

Muito obrigado!


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
Este blog recebeu até agora 161.619 visitas e 353.516 visualizações.


Obrigado! Experimente o prazer de construir todos os dias a realização dos seus sonhos :)


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Participe do curso "Aprenda a Organizar um Show" em janeiro de 2012 no Rio de Janeiro

Estude com o produtor cultural independente Alê Barreto na primeira turma do curso "Aprenda a Organizar um Show" de 2011, no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, dias 17, 18 e 19 de janeiro, das 17h às 21h

Informações http://www.emcartaz.art.br/eventos/alebarreto/index.html



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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4".

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais) e a colunista da revista Fazer e Vender Cultura.




Comece a trabalhar com mais organização. Faça o seu trabalho fluir.

Mais importante que ter formação ou experiência é ter atitude e querer aprender a disciplina de investir em seu sonho. Acredite em você e no seu trabalho. Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços úteis e acessíveis, cursos, oficinas, workshops e palestras.

quinta-feira, agosto 04, 2011

Começar a fazer: o lugar para trabalhar está mais perto do que você imagina




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Agradecimento pelo momento especial: ontem chegamos 600 seguidores do Produtor Cultural Independente. É um prazer e uma alegria muito grande estar em rede com um grupo tão criativo, diverso e de pessoas que acreditam que podemos construir nossos sonhos! Isso é um estímulo para que eu continue a compartilhar o meu aprendizado com todos vocês!

Muito obrigado!

Alegria, criatividade e esperança movem o mundo!


Vamos ao texto de hoje!

Terça passada, voltando do MBA em Gestão Cultural, sentei no ônibus e encontrei um jornal dobrado. Abri. A cobradora me perguntou: "é de hoje?". Fui ver. Era a Tribuna de Minas do dia 16 de julho. A cobradora fez uma cara do tipo "tá vencido".

Comecei a folhear o jornal, pois jornais e revistas diárias, semanais, mensais, etc., sempre tem conteúdos que podem ser lidos após a data.

Encontrei então na página 8 a seguinte matéria: "Estudo mostra redução da migração no Brasil. Rio de Janeiro e São Paulo deixaram de ser importadores e passam a ser exportadores de moradores". A percepção que temos sobre "o que é Brasil" está mudando.

No texto "Boa notícia: 73,3 % dos municípios brasileiros podem se desenvolver dinamizando a cadeia produtiva da cultura", comentei que de acordo com a publicação "Indicadores Sociais Municipais : Uma análise dos resultados da amostra do Censo Demográfico 2000", a maioria dos municípios possue até 20.000 habitantes. Então o Brasil não é só as grandes capitais. O Brasil é uma espécie de "arquipélago" onde a maior parte das ilhas são pequenos municípios de até 20.000 habitantes.

Então, me pergunto: "lugar para trabalhar é só no RJ e SP"? Que fique bem claro que o questionamento é para estimular a sua iniciativa, estimular você a começar a fazer. Adoro o RJ. Quero cada vez mais ir a SP. E quero que todo mundo entenda que criarmos redes de trabalho entre os municípios e dentro dos municípios é algo possível de fazer agora. Hoje. No curto prazo. Para começar, não é preciso primeiro ter que ser aprovado no RJ e em SP. Eu moro no RJ, mas comecei em Porto Alegre. Se arrumei trabalho no RJ no Grupo Nós do Morro, é porque o que realizei em Porto Alegre foi relevante.

Para que a quinta-feira fique mais produtiva e prazerosa, pare de procurar o "melhor lugar", a "cidade mais favorável", o "estado mais desenvolvido", para fazer o que você acredita, para exercer a sua criatividade. A maior parte das cidades do Brasil encontra-se na mesma situação.

O lugar para trabalhar está mais perto do que você imagina!

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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Procuro uma procura que me encontre


Escute a música de Alê Barreto no Overmundo


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Trabalhar com a cultura me levou mais longe do que eu imaginava. Comecei pensando que seria "um produtor de banda", um produtor executivo, um tour manager. Pensava que talvez a administração que eu gostava e havia estudado deveria ser abandonada para ficar mais próximo da música. Mas a vivência prática me mostrou que muitas coisas não são excludentes. Gostar de organização e gostar de cultura não são excludentes.

Na medida que me coloquei disponível para aprender o que é produção, administração e gestão cultural, tem ampliado a minha vontade de ler. Tenho descoberto o prazer de assistir exposições, peças de teatro, de escrever. Percebi que tenho uma afinidade muito grande com a música e com o audiovisual.

O que fiz a partir destas percepções? Resolvi viver isso. Resolvi começar a fazer. Escrevi artigos para internet. Fiz pequenos vídeos. Escrevi poesias. Tirei fotos. Fiz a música "Procuro uma procura" publicada no Overmundo.

O que há de mais significativo nisso tudo? A originalidade do conteúdo? A qualidade estética? As técnicas utilizadas? Não. O que considero mais significativo é o meu aprendizado de que um produtor, como qualquer outra pessoa, pode também fazer arte.

Experimente começar a fazer. Tire aquela letra antiga de música da gaveta. Abra aquele livro que está esperando você há meses.

Mostre as suas criações para os outros sem medo. O pior risco que alguém corre é o de desperdiçar o tempo de sua vida e não fazer o que deseja.


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, janeiro 31, 2011

O que eu faço da minha vida? Uma pergunta que irá ajudá-lo a entender sua vontade de trabalhar com cultura


Po Bronson in "How to be Creative"


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Ontem, domingo, você lembrou do seu trabalho? Isso lhe causou stress?

Você não é o único. Segundo Ana Maria Rossi, psicóloga do International Stress Management Association (ISMA-BR), o estresse profissional afeta 69% da população brasileira.

Então é natural que toda vez que você pense sobre o stress em seu trabalho, você pense que trocar de trabalho irá solucionar isso.

O que é mais interessante: fazer uma mudança para diminuir o seu stress ou aproveitar o incômodo para avaliar sua vida como um todo?

PO Bronson, escritor americano que foi garçom, cozinheiro, zelador, instrutor de aeróbica, consultor de litígios, designer de cartões de visita, vendedor de títulos, editor de livros e professor, acredita que o caminho para o sucesso em uma carreira profissional passa pelo interesse de uma pessoa descobrir sua própria identidade. Ao "perceber" quem ela realmente é, irá enxergar com mais clareza os tipos de trabalho que gostará de fazer.

Fácil? Nem tanto. Mudar não é algo simples. Segundo PO Bronson, "(...) nos tempos difíceis, as pessoas geralmente mudam o rumo de suas vidas; nos bons tempos, na maioria das vezes, elas apenas falam em mudança". E esta percepção não é só dele. É de muitos brasileiros também.

De acordo com uma pesquisa feita em São Paulo, Porto Alegre e Belém somente 10% dos entrevistados conseguiram mudar de trabalho ou de carreira. Ana Maria Rossi explica a complexidade do desafio de mudar:

“(...) as pessoas querem mudar de vida porque elas notam que não estão bem, ou que não estão tendo o convívio com os familiares ou o estilo de vida que elas gostariam. Mas elas não querem deixar de ter nada do que elas têm”.

A estas alturas, se você está pensando em ser um profissional que irá trabalhar com arte, comunicação, cultura e entretenimento, talvez tenha ficado em dúvida se sua vontade de mexer com produção cultural é apenas um reflexo de sua vontade de mudar de trabalho ou trata-se da sua intuição impulsionando sua busca pelo desenvolvimento.

PO Bronson, que ouviu cerca de 900 histórias de vida e conheceu intimamente 70 pessoas que mudaram de vida, dá uma boa pista para pensarmos sobre esta questão em seu best-seller "O Que Devo Fazer da Minha Vida?":

"(...) fiquei intrigado com pessoas que descobriram sua verdadeira vocação, ou aqueles que, pelo menos, se dispuseram a tentar. Aquelas que lutaram contra a sedução do dinheiro, da intensidade e da novidade, e superaram a fascinação que eles podem provocar. Aquelas que deixaram o coro para conhecer o som de suas próprias vozes. Nada parecia ser mais corajoso do que assumir a própria identidade e ignorar o discurso que nos diz que devemos ser alguém que não somos".

Não confunda a vontade de estar perto de arte e cultura com a necessidade de trabalhar com produção cultural. São coisas diferentes.

Saiba mais sobre stress no Brasil
Leia também o texto "O que eu faço da minha vida" de Po Bronson


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

domingo, outubro 31, 2010

Leia o texto "Ah, se eu tivesse autonomia…" na nova edição da revista "Fazer e Vender Cultura"



"Calor", ilustração do artista Renato Moll, disponível em http://www.flickr.com/photos/renatomoll/4284206916/sizes/s/in/photostream/


Por Alê Barreto*

O que é melhor para a carreira de um produtor cultural: trabalho com horário fixo em um único lugar ou trabalhar como autônomo, de forma independente?

Taí uma pergunta cabeluda. Não tem resposta pronta. Não é fácil responder. Para complicar, pode ser respondida sobre vários ângulos, o que muitas vezes nos leva a demorar a tomar a decisão.

Nestes oito anos em que atuo como um produtor cultural independente, muitas vezes as circunstâncias da vida me levaram a ter que responder esta pergunta. No início, eu era muito rígido. Achava que um produtor cultural necessitava de tempo livre. Hoje acho que vários formatos de trabalho são possíveis.

Enquanto você participa das eleições 2010 e torce para a Dilma ou o Serra, separe uns minutinhos e leia este conteúdo útil na íntegra no número 4 da revista online "Fazer e Vender Cultura". Ah, um detalhe: para quem ainda não conhece, trata-se de uma revista para produtores culturais, uma iniciativa do publisher e produtor cultural Miguel Gomes. É uma publicação da Associação dos Amigos da Cultura (Clube da Cultura) com patrocínio da Oi e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com apoio do Oi Futuro. Os textos são qualificados e há muita gente bacana escrevendo. Está sendo uma grande fonte para meu aprendizado.

Depois de dar um passeio pela revista, leia também "Uma nova forma de trabalhar com a arte, artistas e a tecnologia".

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".


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sábado, outubro 09, 2010

Está no ar o blog "Aprenda a Organizar um Show"




Por Alê Barreto*


Escrever meu livro "Começar a Fazer" tem me feito refletir muito sobre a importância de aprofundar o processo de aprendizagem sobre o trabalho colaborativo. Uma das molas propulsoras disso é a troca de saberes.

Me dei conta que este mês o método livre "Aprenda a Organizar um Show" completa três anos. Quero aprender mais com ele.

Para isso, criei um novo ambiente virtual. No blog http://www.aprendaorganizarumshow.blogspot.com vou mostrar resultados, dialogar com quem usou o método e estimular as pessoas a começar a fazer o que buscam em suas vidas.

Conheça este novo espaço e participe!


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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terça-feira, setembro 07, 2010

Texto "Começar a Trabalhar com Produção Cultural" é publicado na revista Fazer e Vender Cultura




Por Alê Barreto*


Já está no ar o número 3 da revista online "Fazer e Vender Cultura". Trata-se de uma iniciativa cultural muito bacana coordenada pelo Miguel Gomes, que coordena também todos os meses um colóquio no Oi Futuro Flamengo (RJ) no qual são debatidos assuntos de interesse da área cultural.

Conheça o artigo que publiquei nesta edição.


Começar a Trabalhar com Produção Cultural

Sugerir como alguém pode começar a trabalhar com produção cultural não é uma tarefa muito simples. É preciso entender que nem todo mundo está no mesmo momento de vida. Uma pessoa de 16 anos provavelmente irá pensar em trabalhar no backstage de um show. Uma pessoa de 30 anos talvez queira gerenciar a carreira artística de um músico. Uma pessoa de 50 anos pode se mostrar interessada em trabalhar com projetos culturais mais amplos, com impacto social. Enfim, há muitas situações diferentes, que variam conforme a idade, situação financeira, localização geográfica, grau de escolaridade, etc.

É comum se pensar em trabalhar com produção cultural quando se é jovem. E aqui não estou me referindo a juventude somente como período biológico estabelecido, mas como um estado de espírito. A pessoa jovem quer viver experiências intensas e trabalhar com a cultura é uma experiência intensa. Eu sempre me emociono quando termina um show ou um espetáculo de teatro em que trabalhei na produção. Eu sei que aquela produção que eu realizei passou a fazer parte da vida de muitas pessoas. E tornou a minha vida melhor.

Mas esse estado "jovem" de ser traz também muitos questionamentos. O adolescente que está cursando ensino médio começa ouvir sua família falar que ele deve "tomar um rumo na vida" com a conotação de que o tal rumo é trabalhar para ganhar muito dinheiro. O "jovem" que não aceita que a sua vida deve ser somente casar, ter filhos, ser refém de expectativas de sucesso (o que é sucesso?) dos grupos sociais com quem convive, também começa a pensar que faz sentido escolher uma atividade que lhe dê mais liberdade para viver a sua vida. O "jovem" que é músico, ator, dançarino, escritor, malabarista, poeta, que curte cinema, moda, arte da gastronomia, design, iluminação, que não aceita discursos equivocados de que "cultura não dá dinheiro", fica horas pensando em como conciliar a vontade de estar no meio artístico e sobreviver dignamente.

Para todos estes jovens, a primeira sugestão é: busque informações detalhadas sobre o que você quer fazer.

Há muitas formas de se fazer isso. As mais conhecidas são "dar um google" com palavras-chaves, pesquisar em livros e revistas, entrevistar pessoas que trabalham na atividade que você pretende fazer e por fim, a mais arriscada, que é começar a fazer um estágio ou trabalhar por um período em algo que você desconfia que é o que você procura, mas que ainda não tem bem certeza.

Além de buscar informações sobre o que você quer fazer, acho importante que paralelamente se façam outros dois movimentos importantes: autoconhecimento e aprender a gestionar sua carreira profissional. Com o autoconhecimento, você poderá perceber quais são as "trocas" que você necessita no seu momento atual de vida. Pode inclusive "projetar" cenários de sua vida para o futuro. Aprendendo a gerenciar sua carreira profissional, você poderá realizar ações que alavanquem o seu desenvolvimento profissional.

Então, a coisa toda pode funcionar mais ou menos assim: você começa a se autoconhecer e ver se realmente quer trabalhar com a cultura; na medida que isso vá ficando evidente, você começa a buscar informações sobre como trabalhar nesta área. Na medida que começa a trabalhar nesta área, começa a aprender a gerenciar sua carreira para que o trabalho lhe proporcione alcançar os seus objetivos.

É importante pensar ainda o seguinte: por mais que você pesquise e planeje, você nunca terá a garantia de que irá dar certo. Mas se não pesquisar e planejar, se não se aplicar para que as coisas aconteçam, nunca elas vão acontecer.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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terça-feira, agosto 10, 2010

Labirinto - agosto de 2010 - dúvidas sobre produção e gestão cultural




Por Alê Barreto*


Labirinto é um post onde são publicadas consultorias gratuitas que são realizadas para algumas questões selecionadas dentre as várias recebidas dos leitores do blog.


Pergunta sobre Produção de Bandas


2010/8/9 Fabiana Araujo

Olá Alê!

Tudo bem? Eu sou a Fabiana de Brasília, participei do curso "como produzir uma banda".

Bem, eu tenho uma dúvida, minha banda pode ter cnpj, pq o seguinte, se eu contribuir com algum dinheiro para gravar músicas por exemplo, e se eu sair um dia dela é claro que quero receber de volta porque por ser uma banda ainda "principiante" não vão colocar créditos em meu nome. Então, como poderia proceder?

Obrigada Alê!

Abraço!!!

Fabiana Oliveira de Araujo, estudante, 21 anos, Brazlândia - DF



Serviço de consultoria do Produtor Cultural Independente


Olá Fabiana, tudo bem?

Fico muito contente de ver que você está buscando aprofundar os conhecimentos que trocamos no curso "Aprenda a Produzir uma Banda".

A questão que você fala é muito interessante.

É comum quando uma banda ainda está começando que se tenham diferentes ideias e se façam diferentes arranjos de trabalho para viabilizar que as coisas aconteçam. Contudo, nem sempre estes arranjos são reconhecidos pela legislação em vigor.

Fazer um "mutirão" para arrecadar fundos e pagar o estúdio para gravação de uma música não confere a você direitos patrimoniais sobre os fonogramas (as músicas) gravados. Mas contribuir financeiramente para viabilizar a gravação da música irá permitir que o artista divulgue o seu trabalho e no futuro aumentem as chances de se começar a gerar renda através de shows.

Recomendo que se você está pensando em investir recursos financeiros em um determinado artista, estabeleça um contrato com ele, no qual estabelece um tempo mínimo de trabalho entre ambos. Isso tornará a relação mais profissional, mais organizada. O artista perceberá que você está investindo visando obter também ganhos financeiros.

Mas avalie. Nem todas as situações exigem contrato. O ideal é você detalhar bem as suas necessidades para um advogado. Ele é o profissional habilitado a aconselhá-la sobre qual é o melhor caminho a seguir.

Muito obrigado pela oportunidade de refletir mais sobre nossa profissão.

Sucesso em seu trabalho!

Um abraço,

Alê Barreto
Produtor Cultural Independente


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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alebarreto@produtorindependente.com

sexta-feira, junho 11, 2010

Aprenda a captar recursos também através de editais




Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Demorou, mas tive que dar o braço a torcer. Desde que comecei a atuar como produtor independente, tinha uma rejeição a ideia de submeter um projeto a um edital público ou privado. Sabia escrever, mas não queria. Cheguei a escrever para outras pessoas. Para mim, nada.

Não queria porque achava que um trabalhador da área cultural não podia ter sua sustentabilidade baseada somente em editais. Com o tempo, fiquei menos radical. Continuo achando que um produto ou serviço cultural precisa ter vida própria, como qualquer negócio profissional, mas passei a ver a captação de recursos através da participação em processos seletivos de editais como uma possibilidade (não a única) de transformar ideias em projetos ou dar vida a projetos que somente existem no papel.

Semana passada, dei o meu primeiro passo neste sentido. Já havia escrito projetos para várias pessoas, mas nunca tinha encaminhado um projeto próprio para um edital.

Então sentei no micro e elaborei um projeto para a "Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet 2010". Este novo movimento na minha carreira me trouxe muitos aprendizados.

Compartilho agora alguns com vocês.


Como saber se participo ou não de um edital?

A primeira dúvida é a própria insegurança de quem nunca participou: "participo ou não"? Essa pergunta sempre surge quando vamos fazer algo novo em nossa vida. Só tem um jeito de saber: leia o edital.


Aprimore sua capacidade de leitura e interpretação

Entendeu o que precisa ser feito? Sabe fazer? Sabe quem pode fazer para você? Tem recursos para pagar um profissional para formatar um projeto para você?


Procure ser objetivo

Editais, via de regra, são documentos objetivos. Se no edital diz "envie 03 (três) vias da sua documentação" quer dizer que vocẽ tem que enviar 03 (três) vias. Não há espaço para "mas seu eu esquecer uma via, será que eles vão me desclassificar"? Vão.

Apresente todas as informações e documentos solicitados. Se quiser, pode encaminhar informações auxiliares, mas não invente de fazer coisas que o edital não está pedindo. Toma tempo e pode inclusive prejudicar a sua avaliação por parte da comissão organizadora do edital.


Guarde uma cópia com você

Imagine você enviar um projeto, ele ser aprovado e depois você não saber o que enviou porque não consegue acessar o arquivo num pendrive ou porque não lembra o que digitou num formulário eletrônico?

Se enviar o projeto impresso, faça mais uma cópia e guarde.
Se preencher formulário eletrônico, salve o conteúdo em um arquivo de texto eletrônico.



Não seja um "obsessivo" atrás de editais

Em geral, quem não tem o hábito de submeter projetos para editais e descobre que um abriu, entra em êxtase, fica eufórico e pensa que "esta chance não dá para perder". Calma. Editais não são promoções de supermercado que você precisa sair correndo e comprar. Todo mês tem editais abrindo em algum lugar do Brasil e do mundo. Todo ano tem edital abrindo. Não vale a pena entrar numa "obsessão" pelo edital. Pense no edital como alguém que liga solicitando um orçamento do seu trabalho. Poderá ser aprovado ou não. Você poderá ser escolhido ou não.


Quer experimentar? Acesse o observatório de editais do Ministério da Cultura. Ah, e não esqueça dos editais do programa Rumos Itaú Cultural.

quinta-feira, março 04, 2010

Quem acredita em uma ação cultural, dá o primeiro passo


Arquétipo da força


Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Uma das coisas que mais acontecem com quem decide trabalhar como produtor cultural ou que atua em gestão e captação de recursos para a cultura é receber convite para trabalhar num projeto de alguém que não acredita muito em sua própria ideia. Eu recebo vários destes convites.

No início, eu embarcava em várias destas situações. Hoje não faço mais isso.

Estes tipos de trabalho não me trazem crescimento. Geralmente são propostos por pessoas que acreditam que um produtor cultural deve "servir" um artista, conceito que discordo radicalmente. Eu não decidi ser produtor para ser babá ou mordomo de artista. Além disso, produzir não é uma função menor do que criar. Indo mais além: quando se pensa na construção de uma sociedade mais equilibrada e harmônica, desaparece a ideia de que "os artistas são especiais". Todas as profissões são especiais.

Decidi utilizar a minha formação de administrador para trabalhar como um produtor cultural independente, para obter a renda da minha sobrevivência através da prestação de serviços para pessoas ou organizações interessantes e autônomas, que entendem a necessidade de se contar com um profissional especializado para se realizar uma ação cultural. Quando me refiro a "pessoas ou organizações interessantes e autônomas" estou falando daquelas que realizam aquilo que se propõem. São as que colocam em prática boa parte de suas ideias antes de conhecer um produtor ou captador de recursos. Estas me proporcionam muito aprendizado.

Quem acredita em uma ideia, dá o primeiro passo. E o primeiro passo não é tentar uma vez e desistir. O primeiro passo é persistir realizando o que se acredita, ao longo do tempo, apesar dos obstáculos.

sábado, fevereiro 27, 2010

Labirinto - fevereiro de 2010 - dúvidas sobre produção e gestão cultural




Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante



Labirinto é um post onde são publicadas consultorias gratuitas que são realizadas para algumas questões selecionadas dentre as várias recebidas dos leitores do blog.


Pergunta sobre Shows de Abertura


2010/2/11 Cida Santos

Oi Alê,

Antes de qualquer coisa queria parabenizá-lo pelo trabalho!

Meu nome é Cida Santos, pretendo ser uma "produtora" e trabalho com algumas bandas, grupos instrumentais e artistas plásticos. Conheço um pouco do seu trabalho... entro todos os dias no seu blog, já tenho o seu livro que adquiri há mais ou menos um ano. Adoraria fazer o curso, mas estou aqui em São Paulo.

Não sei se você pode me ajudar com uma pergunta, aliás, nem sei se posso perguntar, mas se você não se importar de respondê-la, eu gostaria de saber como faço para recomendar as bandas com as quais trabalho para abrirem shows de artistas ou bandas já consagrados. Entro nos sites dos artistas mas nunca tem um espaço indicado para este fim.

Agradeco imensamente sua atenção.
Um grande abraço e obrigada,

Cida Santos, produtora cultural, 44 anos, São Paulo - SP



Serviço de consultoria do Produtor Cultural Independente


Cara Cida:

Fico muito contente que o livro esteja contribuindo com a sua vontade de trabalhar na área cultural.

Como o setor cultural e de eventos ainda está em processo de profissionalização no Brasil, não há mecanismos claro e objetivos para recomendar uma banda para abertura de shows.

No seu lugar, eu faria o seguinte: ligaria para as empresas que produzem shows grandes com frequência e perguntaria quais são os procedimentos necessários para apresentar os seus artistas.

Sucesso nas próximas ações de promoção dos seus artistas!


Um abraço,

Alê Barreto
Produtor Cultural Independente