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quinta-feira, novembro 03, 2011

Teatro, novo circo e dança: acompanhe o Panorama 2011 e a Plataforma Carioca


Foto de divulgação do espetáculo "Baseado em Fatos Reais" da Cia Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com




Outra dica muito bacana. Numa parceria com a Companhia Ensaio Aberto, que administra o Armazém da Utopia, e o Festival Panorama – 20 Anos, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro vai realizar a 1ª Plataforma Carioca de Artes Cênicas, com o objetivo de promover o intercâmbio nacional e internacional das produções de teatro, novo circo e dança da cidade.




Visite o site do Panorama (http://panoramafestival.com) e da Plataforma Carioca de Artes Cênicas (http://http://www.plataformario.com).


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou como administrador e produtor executivo junto a diretoria do Grupo Nós do Morro até 2009. Hoje é voluntário do grupo. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural. Ter trabalhado com artistas, grandes eventos e num grupo importante não alterou o seu modo de vida simples, característico de uma pessoa que nasceu numa cidade do interior do Brasil.

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sábado, outubro 08, 2011

Coletâneas: organizar e divulgar conteúdos é uma boa forma de dar visibilidade às ações criativas




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Em maio deste ano ministrei uma aula de presença digital na SP Escola de Teatro. Lá recebi um presente muito especial: a coleção "Primeiras Obras" organizada por Ivam Cabral.

Mais do que uma coletânea de textos, os 10 volumes desta coleção dão visibilidade a novos dramaturgos que tem participação no movimento artístico que deu uma nova vida à Praça Roosevelt, na região central de São Paulo.

Acho muito importante esta iniciativa do Ivam Cabral. Serve de exemplo. Você não precisa esperar que alguém reconheça a importância de uma determinada manifestação artística e cultural. Você precisa esperar que o público peça. Você também pode propor novos olhares, novos conteúdos.

Ainda não tive a oportunidade de conversar com o Ivam Cabral, mas pesquisei sobre o lançamento da coleção e encontrei o vídeo acima, em que ele fala durante o Festival de Teatro de Curitiba, em 2010.

Transcrevo aqui também uma fala do Ivam registrada na reportagem de Soraya Belusi, sobre os critérios de seleção dos autores desta coleção:

"Também procuramos estar sintonizados com textos de dramaturgos voltados para temas atuais e que possam gerar debates, novas ideias e contribuição para o conhecimento. Além disso, jovens autores são inspiração para o surgimento de outros novos autores e espectadores. São pessoas que estão despontando, construindo sua trajetória, contando boas histórias". Leia a reportagem na íntegra.


Conheça o texto deste novos autores


Volume 1: Otávio Martins (ator, diretor, produtor e dramaturgo).
Prefácio de Silvana Garcia.
Textos: "A Turba", "Depois da chuva" e "Última notícias de uma história só".

Volume 2: Gabriela Mellão (dramaturga e jornalista).
Prefácio de Alberto Guzik.
Textos: "Nijinsky", "A história dela", "Parasita", "Em camadas" e "Desolador".

Volume 3: Ivam Cabral (ator, diretor, dramaturgo, compositor e gestor cultural).
Prefácio de Erika Riedel.
Textos: "Chove muito lá fora", "Uma arquitetura para a morte", "Gérard, a tragédia" e "De quem sois?".

Volume 4: Sérgio Roveri (jornalista e dramaturgo).
Prefácio de Otavio Frias Filho.
Textos: "A coleira de Bóris", "Não contém glúten" e "Ensaio para um adeus inesperado".

Volume 5: Vera de Sá (jornalista e dramaturga).
Prefácio de Jefferson Del Rios.
Textos: "Caos", "Romance" e "O homem-poltrona".

Volume 6: Sergio Mello (poeta, escritor e dramaturgo).
Prefácio de Mário Bortolotto.
Textos: "Temporada de caça", "Aos ossos que tanto doem no inverno", "Ladeira em carrinhos de supermercado", "Explicando a morte para crianças de 6 anos" e "Summer".

Volume 7: Rudifran Pompeu (ator, diretor e gestor cultural).
Prefácio de Evaristo Martins de Azevedo.
Texto: "A casa".

Volume 8: Marcos Damaceno (diretor de teatro e dramaturgo).
Prefácio de Roberto Alvim.
Textos: "Água revolta" e "Para Luís Melo".

Volume 9: Lucianno Maza (ator e dramaturgo).
Prefácio de Alcides Nogueira.
Textos: "A memória dos meninos", "Carne viva", "No meio do caminho", "Temporal" e "Três T3mpos".

Volume 10: DramaMix 2007 (coletânea de 29 autores).
Prefácio de Alberto Guzik.
Textos: escritos para as "Satyrianas" de 2007, evento que é uma saudação à primavera, realizado desde 1991 pela Companhia de Teatro Os Satyros, e encenados dentro do projeto DramaMix de 2007.

Autores:

Alex Gruli
Ana Rüsche
Andréa Bassitt
Antonio Rocco
Bráulio Mantovani
Célia Forte
Claudia Vasconcellos
Contardo Calligaris
Duilio Ferronato
Eduardo Sterzi
Gerald Thomas
Germano Pereira
Jarbas Capusso
João Luiz Sampaio
José Simões
Jucca Rodrigues
Lucia Carvalho
Marici Salomão
Mário Viana
Mário Bortolotto
Marta Góes
Nicolás Monastério
Noemi Marinho
Renata Pallottini
Roberto Alvim
Priscila Nicolielo
Paulo Vereda
Rogério Toscano
Sabina Anzuategui


A coleção foi editada e lançada pela Imprensa Oficial de São Paulo.



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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou como administrador e produtor executivo junto a diretoria do Grupo Nós do Morro até 2009. Hoje é voluntário do grupo. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural. Ter trabalhado com artistas, grandes eventos e num grupo importante não alterou o seu modo de vida simples, característico de uma pessoa que nasceu numa cidade do interior do Brasil.

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segunda-feira, outubro 19, 2009

Tempo de começar


Atriz Cecília Homem de Mello/Foto: Silvia Zamboni


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Muita gente acredita que se alguém não "estourar" em sua carreira profissional até os 30, está fadado ao fracasso. Eu penso que esta é uma visão equivocada. Não há "idade certa" para começar ou para ter o seu trabalho reconhecido. Cada pessoa é um universo de diferentes possibilidades. Quanto mais vou pesquisando o setor cultural, mais encontro informações que comprovam isso.

Convido a todos para lerem a matéria "Nossa aposta" de Armando Antenore, publicada na revista Bravo de setembro, que apresenta o trabalho da atriz Cecília Homem de Mello (foto acima), a "Ana" da minissérie "Som & Fúria", que a Globo exibiu entre 7 e 24 de julho.


Som & Fúria - último capítulo (24/07/09)

Conheçam a trajetória desta artista habilidosa que conseguiu viver do conhecimento que adquiriu no meio artístico e que está tendo um reconhecimento significativo do seu talento profissional aos 55 anos.

Parabéns Cecília, é sempre tempo de começar quando se deseja fazer uma ação cultural.

domingo, fevereiro 15, 2009

Nova gestão da rede pública de teatros da cidade do Rio de Janeiro




Informações da Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio


Se você é produtor cultural independente que atua na área de artes cênicas no RJ ou está de passagem pela cidade, compareça na próxima segunda-feira, 16 de fevereiro, 20h, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.

Neste encontro, Jandira Feghali, nova secretária municipal de Cultura da cidade do Rio de Janeiro, irá apresentar para atores, diretores, produtores e técnicos os projetos de gestão da Rede Municipal de Teatros

terça-feira, novembro 18, 2008

Cooperativa Paulista de Teatro lança livro sobre as políticas públicas para o setor



Conteúdo extraído do site da Cooperativa Paulista de Teatro

No dia 19 de novembro, às 21h, no Espaço Parlapatões (Praça Roosevelt, 158, Centro), a Cooperativa Paulista de Teatro lança o livro "A Luta dos grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas para a Cultura – Os cinco primeiros anos da Lei de Fomento ao Teatro".

O lançamento do livro inicia as comemorações pelos 30 anos da Cooperativa Paulista de Teatro, a serem completados em 2009. Escrito por Iná Camargo Costa, a pedido da Cooperativa, a pesquisa contou com o apoio de Dorberto Carvalho e levou mais de um ano para ser concluída.

No dia do lançamento, serão realizadas apresentações de grupos teatrais fomentados e de grupos que sugiram em conseqüência de ações incentivadas pela Lei de Fomento, como nos projetos do grupo Caixa de Imagens, da Cia. Estável e do grupo Sobrevento.

Ilustrando os benefícios indiretos da Lei, os grupos Caixa de Imagens, Sobrevento e a Cia. Estável mostrarão como os seus projetos se ampliaram às comunidades onde atuam, ao apresentando performances teatrais de novos núcleos artísticos, que surgiram dentro das ações fomentadas.

A Casa da Tia Siré é um coletivo que surgiu de interesses comuns entre alunos e integrantes do projeto "Amigos da Multidão", da Cia. Estável de Teatro, realizado entre 2001 e 2004, no bairro Cangaíba, Zona Leste de São Paulo. Já o grupo Mão na luva é um núcleo nascido em atividades do grupo Sobrevento, que já formou mais de 20 marionetistas devido às atividades viabilizadas pelo Fomento.


O Livro

O livro "A Luta dos grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas para a Cultura" analisa os cinco primeiros anos da Lei Municipal de Fomento ao Teatro.

Da crítica aos modelos de financiamento público que se dão por meio da isenção fiscal, até o movimento da classe teatral A arte contra a barbárie, que foi uma das células de germinação da Lei de Fomento ao Teatro, o livro de Iná Camargo Costa compõe o retrospecto da luta dos grupos teatrais de São Paulo por políticas públicas para o setor.

Para além desta tarefa, o volume relata as experiências fomentadas e mostra os impactos que a Lei trouxe na diversificação da cena teatral, ao compor uma nova fisionomia para o teatro paulistano.


Os autores

Iná Camargo Costa – Doutora em Filosofia, Iná é professora aposentada pela USP. Pesquisadora do teatro épico e da dramaturgia nacional, é uma militante incansável do movimento teatral paulistano, por sua presença constante nas rodas de formação dos grupos de São Paulo. A autora não cobrou honorários para escrever o livro. Segundo ela, os seus rendimentos como aposentada, oriundos do estado, já a remuneram o suficiente para trabalhar para a causa pública.

Dorberto Carvalho – ex-secretário da Cooperativa Paulista de Teatro, formado em Letras pela USP, atua na promoção de Políticas Públicas para a Cultura e para a formação de públicos para o teatro.

A Secretaria Municipal de Cultura contribuiu para a composição do livro ao autorizar a publicação de dados estatísticos sobre o Programa, que constam nos anexos ao texto de Iná e Dorberto.


A Lei de Fomento

O livro resgata a história do Arte Contra a Barbárie – movimento iniciado em 1998 pelas Companhias Folias D´arte, Latão, Vertigem, Grupo Tapa e Pia Fraus – que ganhou a adesão de boa parte da categoria e derivou no Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, Lei 13.279, em 2002.

O projeto concebido pelo Arte Contra a Barbárie, amplamente discutido com a classe teatral, em encontros na antiga sede dos Parlapatões, em Pinheiros, no Oficina, no Teatro de Arena e diversos outros espaços, teve a participação ativa do diretor teatral Luis Carlos Moreira (Grupo Engenho) e Cezar Vieira (Teatro Popular União e Olho Vivo).

Estão presentes: a história do movimento, a instauração da Lei, que teve votação unânime na Câmara (via projeto apresentado pelo então vereador Vicente Cândido), os debates públicos com as comissões julgadoras dos editais, o processo de politização dos grupos e companhias, a experiência do Jornal O Sarrafo, entre outros momentos importantes para a consolidação do programa de fomento.

A luta pela manutenção do programa, de modo independente à variação dos governos municipais em vigência e às instabilidades partidárias, compõe o painel de uma história paradigmática no debate nacional sobre fundos e incentivos fiscais nas políticas públicas para a cultura a serem desenvolvidas no Brasil.

De junho de 2002 a janeiro de 2008, foram realizados 13 editais do Programa, pelos quais 192 projetos de 93 núcleos artísticos da cidade de São Paulo foram selecionados, propiciando condições – não só para a montagem de seus espetáculos – para a manutenção de suas pesquisas estéticas e interventivas.

SERVIÇO
- Lançamento do livro A Luta dos Grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas Para a Cultura – de Iná Camargo Costa e Dorberto Carvalho. (280 páginas)
- Apresentação de grupos teatrais convidados.

Local: Espaço Parlapatões (Praça Roosevelt, 158, Centro)
Horário: 21h
Ingresso: As apresentações têm entrada franca (o livro será distribuído gratuitamente).
Informações: (11) 2117-4710/ (11) 2117-4711

terça-feira, outubro 28, 2008

Conheça o Espaço Cenográfico



Conteúdo extraído do site www.espacocenografico.com.br

O Espaço Cenográfico é um laboratório permanente de pesquisa e de experimentação nas áreas de cenografia, arquitetura teatral e outras linguagens afins. A idéia da criação desse centro de estudos nasceu da ampliação da demanda por profissionais na área e da conseqüente necessidade de se criarem alternativas para os interessados em pesquisar e fazer cenografia.

Embora o Brasil faça parte da elite cenográfica internacional, tendo inclusive recebido o prêmio máximo na Quadrienal de Cenografia, Indumentária e Arquitetura Teatral de Praga, na República Tcheca em 1995, nosso país carece de escolas de nível universitário nessa área, bem como de escolas técnicas que formem mão de obra especializada, quase não conta com publicações em língua portuguesa que tratem do assunto, nem possui qualquer organismo estruturado que participe dos grandes centros internacionais como OISTAT (Organização Internacional dos Cenógrafos, Técnicos e Arquitetos Teatrais) ou USITT (United States Institute for Theater Technology).

Estimulado por essas questões e após a experiência de dirigir por 11 anos o núcleo de cenografia do CPT (Centro de Pesquisas Teatrais do SESC), coordenado por Antunes Filho, onde realizava as cenografias dos espetáculos e coordenava o curso de cenografia mantido pelo núcleo, surgiu a idéia de se aprofundar os estudos da linguagem cenográfica, criando de forma independente e num ateliê próprio o Espaço Cenográfico.

O trabalho desenvolvido no CPT prioriza, e com razão, o trabalho do ator. Para o bem da cenografia, era o momento de se criar um espaço em que a prioridade fosse a discussão cenográfica; em que se pudesse encontrar uma infra-estrutura que propiciasse o avanço na pesquisa e no conhecimento do assunto. Nesse sentido, o primeiro passo foi montar uma oficina onde se pudesse trabalhar na prática com os materiais, com as maquetes, os experimentos. Aliada a isso se iniciou a criação de uma biblioteca especializada, rara no Brasil, onde hoje cerca de 2.000 títulos já estão à disposição dos interessados. Com a oficina e a biblioteca, o caminho para um curso de formação estava próximo. Temos estruturado um curso baseado nas aulas práticas, na constante visita a teatros, na discussão de cenografia de espetáculos em cartaz e acompanhamento de montagens junto a diretores e grupos de teatro sem deixar de lado o aprofundamento teórico e prático.

Paralelamente a essas atividades, outras se desenvolvem no Espaço Cenográfico, como a realização de uma publicação mensal abordando o universo cenográfico, a iluminação, a cenotécnica, a arquitetura teatral, maquiagem, figurinos, efeitos especiais, etc., ciclos de palestras mensais em que um criador ou um técnico na área faz seu depoimento seguido de debate com o público, exposições, debates, etc.
A idéia, enfim, é criar um ponto de encontro para o profissional da área. Um laboratório em constante movimento em que a troca de idéias e informações poderá, mesmo que a longo prazo, mudar as referências cenográficas brasileiras.


Coordenação do Espaço Cenógráfico

José Carlos Serroni é arquiteto, cenógrafo e figurinista de teatro, televisão e shows. É também artista plástico. Formou-se em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP - em 1977.

Coordena desde, de 1987, o núcleo de cenografia e figurinos do C.P.T. - Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Realiza anualmente um curso de cenografia, além de todos os cenários e figurinos das montagens do C.P.T. Em maio de 1998, inaugurou o Espaço Cenográfico, que reúne seu atelier e diversas atividades relacionadas à cenografia e arquitetura cênica abertas ao público, tais como biblioteca especializada, exposições, publicação de um boletim informativo sobre o assunto e um disputado curso.

Em Setembro de 2002, lançou o livro "Teatros: uma memória do espaço cênico no Brasil" (Editora Senac), que traz informações sobre 892 casas de espetáculos, contemplando os 26 Estados e o Distrito Federal.


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sábado, agosto 23, 2008

Conheça o Investeatro: manual on-line para investimento em teatro




Conteúdo extraído do site Investeatro


Uma das principais dificuldade de quem começa a desenvolver a atividade de produção cultural independente hoje no Brasil é encontrar informações práticas que contribuam com o planejamento e a organização do trabalho.

Uma boa dica para quem atua na organização da produção de espetáculos teatrais é o site Investeatro. Trata-se de um manual on-line para investimento em teatro, apresentado como Projeto Experimental em Comunicação pela aluna Jussilene Santana do Nascimento., da Faculdade de Comunicação da UFBA no segundo semestre de 1999, orientado pelo professor Messias Bandeira.

O site teve a concepção, arquitetura da informação e textos produzidos pela própria Jussilene, design Visual de Alice Vargas, programação de Marcelo Gadelha,foto de Eduardo Moody e apoio do Laboratório de Multimídia da Facom.

Conheça o site