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terça-feira, maio 19, 2015

Conheça mais sobre a carreira artística e criativa de autor e como publicar seus livros

E-book de Laura Bacellar disponível no site www.escrevaseulivro.com.br



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Era 2011 e encontrei um site cujo título me pareceu ser muito interessante. Estou falando do www.escrevaseulivro.com.br  Na época, me chamou muito atenção o fato da autora Laura Bacellar se propor a fazer algo no que eu acreditava e continuo acreditando: é fundamental compartilhar informações para termos um mercado mais profissional. Através da ideia de oferecer informações relevantes, fruto de sua experiência profissional, Laura oferecia um conteúdo muito útil para quem desejava atuar no mercado editorial. Cheguei a pensar "que pena que não conheci este site antes de publicar meu livro Aprenda a Organizar um Show". Publiquei a dica aqui no blog.

Agora, em 2015, estou iniciando o planejamento do lançamento do meu segundo livro, intitulado "Carreira profissional artística e criativa: atitudes que influenciam a boa gestão da carreira", cujo texto concluí este mês.

Então lembrei do site da Laura e fui lá conferir se existia. Para minha alegria, existe. E está melhor do que em 2011.

Como gosto de compartilhar minha forma de trabalhar, recomendo que se você tem interesse em conhecer um pouco mais sobre a relação do autor com o mercado editorial, se você deseja impulsionar sua carreira artística e criativa no mundo das letras, dê uma passada no www.escrevaseulivro.com.br 



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Alê Barreto (ou Alexandre Barreto) é administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, empresário artístico, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, blogueiro, professor e palestrante. Concluiu sua formação em gestão pública em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, à novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. 
Saiba mais

Atualmente reside no Rio de Janeiro, é um dos gestores do Grupo Nós do Morro na comunidade do Vidigal e responsável pela implantação da área de Produção Cultural na Escola de Música da Rocinha.

+55 21 97627 0690 alebarreto@gmail.com

segunda-feira, novembro 02, 2009

Conheça a Cooperativa Cultural Brasileira


Arte do site da cooperativa


Por Alê Barreto (produtor cultural independente)





Marília de Lima é administradora de empresas com especialização em eventos. Mineira, mora em São Paulo e atua há 10 anos na área de produção cultural.

O Produtor Cultural Independente fez uma breve entrevista com esta profissional, para dar visibilidade a experiência da Cooperativa Cultural Brasileira, organização da qual é presidente há 2 anos.

Produtor Cultural Independente: Como surgiu a idéia de criar uma cooperativa cultural?

Marília de Lima: A idéia de criar uma cooperativa de cultura não é nova. No Brasil existem mais de 50 cooperativas de cultura e em outros países, principalmente da Europa, onde o cooperativismo é bastante presente, temos por exemplo só em Portugal mais de 300 cooperativas de cultura. Mas a idéia da criação da Cooperativa Cultural Brasileira foi devido a necessidade de alguns músicos regularizem seu trabalho para ações contratadas pelo estado de São Paulo.


Produtor Cultural Independente: Quando iniciou a cooperativa?

Marília de Lima: A CCB, como é conhecida também a Cooperativa Cultural Brasileira, foi criada em 2004. Como primeiro objetivo trabalhar com músicos e depois diante de outras necessidades passou a trabalhar com todos os segmentos da Cultura tendo como foco os profissionais da cultura. Há dois anos temos realizado ações para que possamos atender ainda mais os objetivos dos sócios-cooperados.


Produtor Cultural Independente: Quantas pessoas participam da cooperativa?

Marília de Lima: Atualmente temos no quadro de sócios-cooperados mais de 6 mil profissionais.


Produtor Cultural Independente: Onde é a sede da cooperativa?

Marília de Lima: A Cooperativa Cultural Brasileira fica na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 252, 5º andar (em frente ao Memorial da América Latina), Barra Funda, São Paulo, SP.


Produtor Cultural Independente: Quais são os serviços oferecidos para os cooperados?

Marília de Lima: Uma sociedade cooperativa está entre uma empresa e uma associação. É uma empresa de pessoas e não de capital. Tem quase a estrutura funcional de uma associação porém com objetivos econômicos onde seus sócios tem como objetivo diminuir despesas ou melhorar as possibilidades de renda. Neste sentido a empresa oferece a seus sócios-cooperados junto ao mercado a formalização de seu trabalho como emissão de notas fiscais e comercialização dos seus produtos culturais e para eles consultoria gratuita para projetos, elaboração de releases, orientações da carreira, cursos etc.


Produtor Cultural Independente: como entrar em contato para solicitar serviços, saber mais sobre a cooperativa ou estabelecer uma troca de saberes?


Marília de Lima: Para conhecer mais sobre a cooperativa acesse o site www.coopcultural.org.br e se quiser pode me mandar emails para conversarmos mais presidente@coopcultural.org.br

sábado, junho 06, 2009

Carlos Eduardo Miranda dá dicas importantes para artistas administrarem suas carreiras



Carlos Eduardo Miranda/Imagem: Valéria Mendonça



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Hoje, após retornar de uma sessão na Landromat, lavanderia próxima do Posto 9 onde levo as minhas roupas (e tinha muita coisa para lavar, nossa...), agarrei a revista Bravo de junho e dei uma olhada na capa: "o produtor Miranda diz que o download de músicas vai acabar". Fiquei curioso. Fui até a página 45 e li a entrevista.

Como boa parte do meu trabalho é voltada à pesquisa e difusão de conteúdos e experiências práticas voltadas a sustentabilidade de quem trabalha na produção cultural, concentrei mais minha atenção no trecho da entrevista que transcrevo abaixo:


Revista Bravo: Analisando o cenário atual, como você acha que um artista iniciante deve planejar sua carreira?

Miranda: Hoje existem mais possibilidades e condições de se iniciar uma carreira com autonomia. Só que isso traz junto mais responsabilidades. O artista tem de tomar conta do próprio nariz. Começa que a concorrência é enorme. O barateamento das tecnologias possibilitou que muitas pessoas passassem a produzir música. As pessoas têm estúdio em casa. Então, vá lá e faça. As carreiras têm de ser autogeridas. O artista tem de saber botar sua música na internet e saber brigar pelo palco. A equação é internet mais rua. Rua, que eu digo, é o cara assistir a shows, conhecer os lugares nos quais gostaria de tocar, conhecer os outros músicos da sua cena. O artista tem de ser público também. Não é mais o artista lá e o fã aqui. Você tem de pensar que tem uma loja. Por que as pessoas vão comprar na sua e não na outra? O artista está num mercado disputando a atenção das pessoas, uma atenção que é completamente dispersa. E os meios tradicionais ainda são importantes. O cara tem de tentar chegar ao jornal, chegar à rádio. Se for muito carismático, pode dar uma sorte e emplacar. Mas depender só de sorte e carisma, no mundo de hoje, não é viável. O cara tem de construir o caminho para decolar, se preocupar em ter um baita show. Daí é que virá o seu dividendo. Como o público já pega a música de graça na internet, ele só vai te dar dinheiro se quiser. É o conceito de amigo, que o MySpace usa muito bem. O artista tem de ser amigo do fã. Daí o fã vai pensar: "Esse aqui eu quero ver bem, esse faz um trabalho caprichado, vai levar o meu dinheiro".


A resposta do Miranda toca em aspectos úteis a serem pensados:


- você já percebeu que é importante definir se quer tocar como livre exercício de sua criatividade ou construir uma carreira profissional na música?

- você tem noção do que é construir uma carreira profissional?

- você entende que a vida de um artista não é apenas a visão romântica e aventureira que lemos nas entrevistas, releases ou biografias, que nela também existe competição?

- você parou para pensar que as novas tecnologias de comunicação, principalmente a internet, podem contribuir para você ter mais autonomia? Antes você precisava de muitos intermediários para que seu trabalho fosse conhecido. Hoje você pode fazer muita coisa antes de realmente ser obrigado a ter intermediários.

- você tem noção de que a música, no âmbito profissional, possui uma cadeia produtiva, onde várias atividades econômicas acontecem, relacionadas a produção, distribuição, comercialização e consumo. Quem é o consumidor da sua música?


Avalie estas questões. Esta reflexão irá contribuir com o seu aprendizado, com a organização e resultados do seu trabalho.





Leia a entrevista do Miranda na íntegra.


Ficou interessado?

Envie e-mail para alebarreto@gmail.com e receba mais informações.



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* Alê Barreto (ou Alexandre Barreto) é administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, empresário artístico, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, blogueiro, professor e palestrante. Concluiu sua formação em gestão pública em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, à novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. Saiba mais

Atualmente reside no Rio de Janeiro, é um dos gestores do Grupo Nós do Morro na comunidade do Vidigal e responsável pela implantação da área de Produção Cultural na Escola de Música da Rocinha.


+55 21 97627 0690 alebarreto@gmail.com

sábado, novembro 08, 2008

ReverberAÇÕES 2008



Conteúdo extraído do site Cultura e Mercado e do blog http://blog.reverberacoes.com.br/


De 12 a 16 de novembro, será promovida a 3ª edição de Reverberações, encontro que articula e integra pessoas que trabalham com processos coletivos de criação, espaços auto-geridos, iniciativas independentes, desenho cultural e gestão de projetos; ações e outras manifestações das práticas e pensamentos culturais da atualidade.

O encontro, que é aberto ao público e incentiva a participação de todos, pretende criar um bem comum, material e imaterial, decorrente de princípios como colaboração, cooperação, autogestão, autonomia e inter-independência.

Além disso, a idéia do projeto é criar um espaço/tempo de convívio que possibilite o compartilhamento de experiências e, através de dinâmicas coletivas, apontar os desafios que envolvem os processos coletivos de trabalho e criação. Durante o evento, esses temas serão levantados e aprofundados pelos participantes presentes visando um encaminhamento de estratégias para o aprimoramento das práticas coletivas. Para isso, serão realizadas atividades como a oficina de desenho cultural "Como ampliar o burburinho cotidiano – Gestão Cultural: Prática a partir das margens"; e a Conferência Intermediae com Suset Sánchez – Curadora da INTERMEDIAE/Madrid – ES, em parceria com o Centro Cultural da Espanha em São Paulo/ AECID.

Nos dias 12 e 13 de novembro, o encontro acontecerá no Centro Cultural da Espanha em São Paulo, que está situado na rua Martinico Pardo, 474, em Higienópolis – São Paulo. Já de 14 a 16 de novembro, o evento estará no espaço UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura da Paz, no Parque do Ibirapuera – Portão 7A – São Paulo.

Realizado nos anos de 2004 e 2006, o festival Reverberações integrou diversas iniciativas independentes que estavam acontecendo no Brasil naquele momento. A iniciativa reuniu representações de quase todos os Estados brasileiros, com participações da França e Argentina, sendo contemplado com o premio “Cultura e Pensamento”, programa do MinC, em Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade, para o seminário Ritmos da Urgência.


Saiba mais sobre a programação em http://blog.reverberacoes.com.br/


Conheça quem faz ReverberAÇÕES



Rede de Articulação: www.corocoletivo.org