Mostrando postagens com marcador Instituto Itaú Cultural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Instituto Itaú Cultural. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, junho 05, 2017

"O setor cultural precisa entender a necessidade de uma agenda comum, assim como acontece na educação", afirma Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural


O Instituto Itaú Cultural está celebrando seus 30 anos com a mostra “Modos de ver o Brasil”




Por Alê Barreto *


O caderno de Cultura do jornal O Globo do dia 02 de junho traz uma ótima entrevista com Eduardo Saron, Diretor do Instituto Itaú Cultural.

"(...) nestes 32 anos de MinC, foram 20 ministros. Dá um ministro a cada 1,6 ano, sendo que, nesse tempo, a pasta deixou de existir pelo menos duas vezes: uma no governo Collor e no início do governo Temer. Fica difícil ter política cultural com essa alternância. Como se consegue desenhar uma política, implementar uma ação, ter um pensamento estratégico? Os dois ministros mais longevos foram o Francisco Weffort, que ficou 8 anos, durante o governo FHC, e o Gilberto Gil, que ficou 6 anos, durante o governo Lula."


Clique aqui e leia mais


*************************************


[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]



*************************************






* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
Saiba mais

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Revista Observatório Itaú Cultural estimula a reflexão sobre a arte como objeto de políticas públicas



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Recebi hoje pelo correio do Instituto Itaú Cultural duas publicações muito bacanas. Vou neste post falar de uma delas: a Revista Observatório Cultural.

No texto "Aos leitores", Eduardo Saron, superintendente do Instituto Itaú Cultural desde 2002, inicia a apresentação dos conteúdos do 
nº 13 da revista com a seguinte abordagem:

"Esta edição da revista Observatório Itaú Cultural nos convida a pensar a arte como objeto de política pública no campo da cultura. Habitualmente abordada e discutida pelo viés da criação ou da fruição, a arte é aqui analisada enquanto atividade cultural que, tal qual outra, necessita de condições favoráveis para desenvolver-se e consolidar-se como campo estruturado e dinâmico. Acreditamos que essas condições só podem ser plenamente alcançadas se forem fruto de uma política pública, se tiverem, portanto, permanência e continuidade".

Achei muito pertinente estas palavras. Elas demonstram uma visão ampliada do que geralmente pensamos sobre a arte. Muitas pessoas oriundas de cursos de comunicação, produção, gestão cultural e artes ainda pensam a arte somente pelo viés da criação ou da fruição e produzem textos, monografias e teses somente falando sobre a importância de se ter liberdade para a criar. Concordo que é fundamental a liberdade para criar. Contudo, raras vezes algum pesquisador no Brasil ocupa o seu tempo em buscar entender a complexidade que envolve as atividades artísticas, suas dinâmicas, tensões e fatores que contribuem para que se construa uma sustentabilidade que permita liberdade para alguém poder se dedicar a criação.

Nesta publicação, que conta com a 

edição de Josiane Mozer, Tatiane Reghini Mattos, Selma Cristina Silva, 

produção editorial de Cybele Fernandes e Melissa Contessoto, 

revisão de textos de Nelson Visconti e Rachel Reis, 

projeto gráfico de Jader Rosa, 

design do Estúdio Lumine 

e colaboração de Ana Angélica Albano, Ana Letícia Fialho, Dilma Fabri Marão Pichoneri, Fabio Cypriano, Francisco Alembert, George Kornis, Ilana Seltzer Goldstein, Isaura Botelho, Liliana Rolfsen Petrilli Segnini, Marcia Tosta Dias e Sérgio de Carvalho,

você vai encontrar diversos olhares sobre a arte como objeto de políticas públicas.


Para quem constantemente busca informações para elaborar estratégias para ocupar seu tempo de trabalho com a arte, aconselho a leitura do artigo "Música, Dança e Artes Visuais: aspectos do trabalho artístico em discussão", escrito por Liliana Rolfsen Petrilli Segnini.


Leia a revista acessando este link



****************************************************************************************

Alteração de datas nos cursos em São Paulo (SP)

Devido a colisão de compromissos em minha agenda, os cursos inicialmente previstos para os dias 9 e 10 de março serão transferidos para 13 e 14 de abril.

Estou criando um novo blog, em parceria com a produtora Waleska Ávila (SP), para fornecer maiores informações.

Quem já tiver efetuado sua inscrição na loja virtual http://pupurricultural.loja2.com.br/, considere que a matrícula do sábado 9 de março está automaticamente transferida para 13 de abril e a matrícula do domingo 10 de março está automaticamente transferida para 14 de abril.

Em função da alteração de data, a promoção de inscrição com desconto vai até 22 de março.

Dúvidas e informações, envie e-mail para alebarreto@gmail.com


****************************************************************************************

Workshop em Salvador dia 23 de março (SP)

Veja mais informações com Carine Andrade acessando o link deste blog



****************************************************************************************

Lista de interessados para novas turmas no Rio de Janeiro (RJ)

Quer participar dos cursos do Programa Produtor Cultural Independente? Envie um e-mail manifestando o seu interesse para alebarreto@gmail.com e entre para a lista de interessados.



****************************************************************************************



*Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, e do projeto Rio em Rede, uma parceria entre o Observatório de Favelas e o Instituto Avon.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com