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terça-feira, fevereiro 07, 2017

Você aumenta sua chance de sucesso em vendas quando realiza uma boa abordagem





Por Alê Barreto *


Se você está de alguma forma acompanhando as redes sociais, em especial o Facebook, já deve ter percebido que em qualquer direção que você olhe, vai encontrar postagens ou anúncios impulsionados oferecendo “livros gratuitos”, “dicas para sua saúde”, “métodos para ser um líder de sucesso”, “maneiras de fazer com que seus vídeos no YouTube recebam milhões de visualizações”, “o jeito certo de enriquecer” e por aí vai. Ícaro de Carvalho fala muito bem sobre isso no texto "Por que a indústria do empreendedorismo de palco irá destruir você", publicado no Medium.


Para quem é adolescente ou jovem, de fato, os tais "métodos" são uma novidade. Mas se você já está passou dos 40, já deve ter percebido que são novas versões de antigos sistemas de vendas que são verdadeiras lavagens cerebrais. Nos anos 90 foram muito utilizados para forçar as pessoas a comprar cosméticos, clubes de turismo, assinaturas de jornais e revistas, cursos de inglês, seguros, planos de saúde, cartões de crédito, etc. Lembram da Amway? Estes sistemas se ampliaram e hoje em dia são utilizados para vender quase tudo que você possa imaginar. O que todos tem em comum: prometem que se você seguir suas instruções, irá ficar rico.

Eu vou lhe sugerir um método que não tem nada de milagroso, que não promete vendas rápidas, muito menos que você vai ficar rico. A única coisa que posso garantir é que você poderá fazer algo diferente, de maneira acessível e econômica. E ao fazer algo diferente, poderá se diferenciar de uma grande massa de pessoas que segue as modas existentes.

O método que vou lhe sugerir é descobrir a sua maneira natural de abordar as pessoas. Se você já leu sobre vendas, poderá pensar “primeiro vem o planejamento”. Sim, você está certo. Mas estou sugerindo uma abordagem muito prática, que evita as procrastinações que infindáveis ações de planejamento podem desencadear. Repetindo: experimente descobrir a sua maneira natural de abordar as pessoas. Como você aborda seus amigos? Como aborda colegas de trabalho? Como aborda pessoas na rua quando está buscando informações? Perceber como você se comunica com as pessoas, vai lhe dar muitas pistas sobre o que você já faz naturalmente, que traz bons resultados para a sua vida e pode ser ampliado. 

Todas as vezes que consigo me desapegar da multidão de informações que habitam minha mente sobre “como vender” e escuto minha voz interior, consigo naturalmente realizar uma boa abordagem, aquela que não soa artificial, que não fico repetindo como um robô o que todos repetem. Toda vez que me dou a oportunidade de falar com as pessoas naturalmente, vendo muito mais. E mesmo quando não vendo, aprendo mais rapidamente o que necessita melhorar na minha comunicação para começar a vender mais e deixo uma boa impressão nas pessoas. 

Se você já usa recursos automatizados de promoção de venda, como e-mail marketing, por exemplo, não precisa abandoná-los. Mas repense a forma como vem utilizando. Se você está copiando textos prontos e repetindo mecanicamente, avalie: está realmente despertando a atenção das pessoas? Quando você faz um disparo de e-mail para uma lista de endereços, oferecendo um show, isso está surtindo efeito? Quando você posta um conteúdo em rede social, ele provoca reação nas pessoas? Você já experimentou ver a diferença entre enviar um anúncio e fazer um vídeo oferecendo um espetáculo?

Não gaste seu tempo apostando em “fórmulas de sucesso”. Acredite na sua capacidade de utilizar um recurso que dificilmente será copiado e utilizado por outras pessoas: o seu jeito único de se comunicar com as pessoas.

Lembre: você aumenta sua chance de sucesso em vendas quando realiza uma boa abordagem. E boa abordagem começa com ser natural em sua comunicação.



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, dezembro 13, 2016

Pare de reclamar de falta de dinheiro e aprenda a vender




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Vou repetir: pare de reclamar de falta de dinheiro e aprenda a vender. Soa estranho? Parece muito capitalista? Feriu sua sensibilidade artística? Falei como um mercenário? Coisa de neoliberal? Talvez você tenha pensado várias destas coisas. E talvez já esteja a fim de encerrar a visualização deste texto. Como tempo é algo escasso, vamos economizar tempo. O seu e o meu.

O meu tempo dediquei a ajudar as pessoas que estão perdidas no labirinto das lamúrias e queixas sobre 2016, sobre o Brasil, sobre a Cultura, etc. Já estive neste labirinto e sei que existe o risco da pessoa nunca mais sair dele. E o seu tempo eu acredito que você dedica para encontrar respostas aos seus questionamentos. Mas se você acha que vale a pena continuar reclamando, continue reclamando. Use seu tempo assim e não leia esse texto. Se você acha que parar de reclamar pode ser algo bom e que aprender a vender pode ser uma nova possibilidade, continue lendo.



Parar de reclamar


Não é aula de autoajuda. É só um lembrete: pare de reclamar. Se você está sem dinheiro, ainda tem um pouco de saúde, energia, tempo e algum acesso a internet (do contrário não estaria lendo este texto). Se continuar reclamando, continuará sem dinheiro e verá sua saúde, energia, tempo e acesso a internet diminuírem.


Aprender a vender

Direto ao ponto: há milhares de maneiras de aprender a vender. E todas elas convergem para um ponto em comum. Que ponto esse? Aprender a vender é aprender a trocar uma mercadoria ou um serviço por alguma outra coisa. Essa outra coisa pode ser dinheiro, ações, cotas de participação, favores, apoios, serviços, etc.

Você pode aprender isso sozinho (como o homem faz a milênios), pode aprender na prática e também ler sobre isso, pode começar fazendo cursos e depois ir para prática. O que importa é que você pode aprender. E se tiver um mínimo de boa vontade e persistência, eu garanto que você vai vender bem. Ao vender, você vai gerar recursos próprios, sem precisar depender de leis de incentivo, editais, doações ou patrocínios.



Mas... e seu odeio vendas?

A maioria de nós odeia vendas porque associa "vendas" a todo tipo de "forçação de barra", desde um vendedor em uma loja nos oferecendo algo que não queremos comprar até anúncios, spam, etc. E de fato, há muita forçação de barra. Mas também tem muita gente que fuma no mundo e nem por isso significa que eu vou ter que virar um fumante. Você para vender um show, espetáculo, performance, livro, música, vídeo não precisa forçar a barra. Já imaginou você tentando convencer alguém a comprar um quadro? Pense em você agarrando uma pessoa e forçando ela a escutar um piano porque você quer muito vender um concerto. Você seria capaz de parar no semáforo e ficar gritando "comprem meu livro"?


Partindo do princípio que todo mundo (se quiser) pode vender, fiz uma seleção de alguns textos já publicados no blog que vão lhe auxiliar nesse aprendizado. Aproveite.


Ah, em troca destas dicas, envie um e-mail para alebarreto@gmail.com que estou montando uma lista para divulgar cursos, livros, etc em 2017.



Aprenda a vender um show

6 noções básicas sobre agenciamento artístico

Artistas aprendem a produzir e também ensinam lições para os produtores

Como montar uma agenda de shows para 2013 ou venda também se aprende

Quer divulgar seu trabalho? Aproveite seus ensaios

Vale mais a pena agir do que ficar só esperando o melhor momento e a condição mais confortável

Vamos começar a vender nosso próprio trabalho?

Aprenda a definir o preço do cachê de suas apresentações. Veja os cachês praticados na Virada Cultural de São Paulo 2013

O que posso fazer quando tento ligar para vender um show e sou mal atendido?

Vendo o meu trabalho ou estabeleço uma parceria com um agente artístico?

Como vender shows: defina o valor do seu show





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, janeiro 24, 2012

Aprenda a vender suas ideias descobrindo o valor que elas tem


Trecho que Will Smith interpreta o fascinante Chris Gardner no filme "A Procura da Felicidade"


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Para a gente aprender a vender um projeto, um show, um espetáculo, um grande evento, cotas de patrocínio, a tarefa inicial é aprender a vender nossas ideias.

O que é vender uma ideia? Vender uma ideia é você comunicar para alguém que existe uma oportunidade da pessoa participar de algo que tem valor.

Dois exercícios práticos:

1 - Se você está pensando em organizar um evento, vai precisar falar com várias empresas. Talvez já tenha até pensado em algumas empresas que poderiam se interessar pelo evento que você está criando. Escreva o nome de uma destas empresas em um papel. Além de "divulgar a marca no evento", agora escreva que oportunidades existem para esta empresa participar do seu evento. O que terá valor para esta empresa? Se coloque no lugar da empresa e escreva.


2 - Você está precisando de alguém que venda os seus shows. Além de oferecer a oportunidade para alguém de "ganhar uma comissão pela venda dos shows", pense e escreva que outras oportunidades existem para que uma pessoa tenha interesse se associar ao seu trabalho.


Aprenda a vender suas ideias.


Multipliquem em suas redes sociais, blogs, sites e mailings.


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
Este blog recebeu até agora 166.453 visitas e 361.521 visualizações.


Experimente o prazer de se colocar disponível para aprender todos os dias a fazer o que você acredita.


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Começaram as inscrições para o curso "Aprenda a Organizar um Show" em São Paulo



Saiba mais


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais) e a colunista da revista Fazer e Vender Cultura.


Aprenda a organizar seu trabalho. Gerencie sua carreira

Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços de organização e planejamento de carreira, consultoria, coaching, oficinas, cursos, workshops e palestras.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

terça-feira, abril 26, 2011

"Como me tornei um cara bom em ganhar dinheiro"




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A frase acima é o título de uma matéria publicada na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios do mês de abril. Trata-se de um depoimento do empreendedor americano Jason Fried.

Importante dizer: não acredito em "fórmulas de sucesso". Mas isso não me impede de olhar com atenção as histórias e reflexões de pessoas que conseguiram viabilizar seus negócios e aprender.

A matéria me chamou a atenção pois pode auxiliar várias pessoas que estejam precisando conseguir recursos e estejam meio perdidas no meio de tanta teoria que envolve o assunto captação de recursos.

Diferente do senso comum da maior parte das pessoas, que acredita que é preciso de doações, patrocínio ou empréstimo, Jason Fried decidiu que seus clientes seriam seus financiadores. Os artistas que arrecadam recursos através da venda direta de shows, espetáculos, etc., não fazem o mesmo?

Eu mesmo já fiz isso. Quando precisei captar recursos para que um grupo independente de Porto Alegre pudesse viajar para um festival em outro estado, vendi um show.

Veja ainda algumas sugestões práticas que ele ensina:

- descubra o que o cliente quer saber;

- empolgar seu cliente é bem fácil quando você também gosta do que está vendendo;

- as pessoas ficam felizes em pagar por algo que consideram bom;

- tente novas formas de entregar seus produtos;

- ter de faturar desde o início oxigena o negócio;

- treinar habilidades de venda nunca é demais.


Aprofunde lendo a reportagem na íntegra.



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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter