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quinta-feira, abril 21, 2011

Brasil está entre os piores regimes de direitos autorais no mundo




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Dia 18 de abril o site da Consumers Internacional divulgou que o Brasil está entre os piores regimes de direitos autorais no mundo. A informação é baseada no IP Watchlist, seu terceiro relatório anual sobre propriedade intelectual, que estuda 24 países de todas as regiões do mundo sobre a forma como os seus sistemas de propriedade intelectual levam em consideração os interesses dos consumidores no acesso aos produtos educacionais e culturais, como livros e música.

Os dez piores países classificados foram:

10º - Sérvia
9º - Slovênia
8º - Armênia
7º - Egito
6º - Argentina
5º - Bielorrússia
4º - Brasil
3º - Reino Unido
2º - Chile
1º - Tailândia


Conheça o relatório "The Consumers International IP Watchlist 2011"


Assista um documentário que fala sobre a necessidade de maior flexibilidade dos direitos autorais




"Good copy bad copy" é um documentário de Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke sobre direitos autorais e cultura. Com entrevistas que vão desde o DJ Girl Talk, até o produtor nigeriano Charles Igwe e passando pelo presidente da International Federation of the Phonografic Industry, John Kennedy, os diretores conseguiram captar a tensão existente no debate atual entre detentores de conteúdo da indústria tradicional e artistas da nova indústria.

O nome "good copy, bad copy" não poderia ser melhor para ilustrar este contraponto alertando sobre o papel que o direito autoral pode desempenhar tanto para aprisionar estas novas formas de expressão cultural, quanto para libertar a cultura permitindo uma revolução criativa mais profunda.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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quarta-feira, julho 07, 2010

Good copy bad copy: um documentário que discute a questão da pirataria




Por Alê Barreto*


"Pirataria tem um significado interessante na Nigéria porque as pessoas tendem a pensar: "quem faz isso é um criminoso", "as pessoas vão comprar uma falsificação, uma cópia barata".

A cópia pirata na Nigéria custa o mesmo que a cópia genuína, então o dinheiro não é a questão. A falsificação ou a cópia genuína custam o mesmo. E a pirataria só ocorre quando a cópia genuína está disponível. Então se você se esforça para oferecer ao público a cópia genuína, assim que ela for lançada, por que alguém compraria uma cópia pirata?

Nós também tentamos criar soluções para os problemas que criam a pirataria, ao invés de apenas perseguir as pessoas que falsificam os produtos".

(Trecho do depoimento de um profissional de cinema na Nigéria)




Você tem um conceito formado sobre o que é pirataria? Acredita que o fenômeno crescente de pessoas vendendo cópias de DVDs e CDs trata-se apenas de uma ação criminosa?"

Assista este documentário e tire suas próprias conclusões.














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* Alê Barreto tem 38 anos. É administrador, produtor cultural independente, palestrante e gestor de conteúdo também dos blogs Alê Barreto, onde divulga seu processo de trabalho, e Encantadoras Mulheres, um blog que tem por objetivo reciclar valores machistas.