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quinta-feira, agosto 06, 2015

O escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados, a Animus Consult e a Editora Brasileira lançam o "Manual do Patrocinador"








Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Era 2002 e lá estava eu no Google tentando achar alguma coisa ao redor da palavra "patrocínio". Uma das primeiras missões que eu assumi para começar a trabalhar no setor cultural foi tentar captar recursos para um projeto. Como várias pessoas, eu pensava: "me comunico bem, o projeto que vou apresentar possui uma lei de incentivo que permite que o patrocinador utilize parte dos seus impostos devidos para patrocinar, é só uma questão de persistência". Não era. Há mais mistérios entre o patrocinador e um projeto do que julga nossa vã filosofia.

Continua sendo um desafio captar recursos. Aliás, esta definição "captar recursos" já está assumindo novos nomes: articulação de recursos, mobilização de recursos, ativação de públicos interessados, etc. Seja o nome que for, nunca pense que captar recursos é uma tarefa fácil. Fácil é gastar recursos.

Hoje os tempos são outros. Agora vivemos o inverso. Se antes faltavam informações, hoje temos excesso de informações. O caminho é cada vez mais realizarmos uma curadoria, para realmente ocuparmos nosso tempo com informação relevante.

Um bom exemplo de informação relevante é o "Manual do Patrocinador" que o escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados, a Animus Consult e a Editora Brasileira estão lançando. O livro é um mapeamento completo sobre as leis de incentivo fiscal existentes no Brasil. Incentivos fiscais são estímulos concedidos pelo governo a pessoas físicas e jurídicas para viabilização de projetos culturais, esportivos e sociais de outras pessoas físicas ou jurídicas, por meio da destinação de parte de seus impostos devidos.

O objetivo do "Manual do Patrocinador" é disponibilizar para cada agente cultural uma ferramenta prática e esclarecedora sobre os diferentes mecanismos de incentivo fiscal, tanto no âmbito federal, como estadual e municipal das principais localidades do país.

Já li textos e estive em algumas ocasiões em palestras do Fábio Cesnik. Posso afirmar que ele trabalha de forma muito profissional com estes temas relacionados a projetos que utilizam leis de incentivo. Para mim o trabalho dele é uma importante referência. Recomendo a todos aqueles que estão chegando e começando a se debruçar sobre o assunto. E recomendo também às pessoas que já atuam no dia a dia dos projetos.


Os eventos de lançamento acontecerão em São Paulo, no dia 20 de agosto, e no Rio de Janeiro, dia 25 de agosto. 



EVENTOS DE LANÇAMENTO 


São Paulo 
20/08/2015 
Associação Comercial de São Paulo - ACSP 
Rua Boa Vista, 51 – Centro – São Paulo/SP 
09h00 às 12h00 


Rio de Janeiro 
25/08/2015 
Associação Comercial do Rio de Janeiro – ACRJ 
Rua Candelária, 9 – 11º e 12º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ 
09h00 às 12h00


O Manual do Patrocinador já está disponível para download gratuito no site www.manualdopatrocinador.com.br.


Contato: manual@manualdopatrocinador.com.br




Fonte: Comunicação do escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados




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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, maio 06, 2014

Roteiro de articulação, mobilização e captação de recursos: quanto devo pedir?


Imagem do site do Banco Central



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




Passo 2 - Quanto devo pedir?


No passo 1 falamos sobre a importância de se entender quais são as nossas necessidades. Mas e agora, quanto devo pedir?

É muito comum que, preocupados com o bom andamento de nossas ações, façamos um check-list que inclua tudo. E é bem possível que este "tudo" seja um valor alto.

Regra básica para articulação, mobilização e captação de recursos:

quanto mais alta a quantia a ser captada, mais complexa será a ação para obtenção da mesma.

Trocando em miúdos: é mais difícil obter valores muito altos. E os motivos são vários.

Primeiro: a empresa, órgão público ou ONG que irá destinar recursos sempre estará preocupada se quem está solicitando irá realmente utilizá-lo somente para o fim pretendido.

Segundo: a empresa, órgão público ou ONG que irá destinar recursos muitas vezes possui a preocupação de atender muitas atividades. Isso faz com que o limite de recursos para cada projeto não seja muito alto.

Terceiro: a empresa, órgão público ou ONG sabe que quanto maior o volume de recursos, maiores deverão ser as habilidades na administração e prestação de contas destes recursos.

Assim, outra questão central para articulação, mobilização e captação de recursos é pegar o valor total de nossas necessidades e dividi-lo. Desta forma, por exemplo, ao invés de ter que arrumar R$ 500 mil reais para custear uma mostra de teatro e oficinas, possivelmente sua tarefa seja articular R$ 150 mil reais para oficinas e R$ 350 mil reais para uma mostra.


Resumindo:

Passo 1 - Quais são as minhas necessidades?

Passo 2 - Quanto devo pedir ? Quanto mais alta a quantia a ser captada, mais complexa será a ação para obtenção da mesma. Dividir o valor total das necessidades por ações, projetos ou programas.



terça-feira, agosto 20, 2013

Roteiro de articulação, mobilização e captação de recursos: quais são as minhas necessidades?


Imagem do site do Banco Central





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Atualizei o roteiro publicado anteriormente e vou publicá-lo novamente em capítulos.


Passo 1 - Quais são as minhas necessidades?


É comum acharmos que o primeiro passo para articulação, mobilização e captação de recursos é fazer um orçamento.

Fazer um orçamento, num primeiro momento, significa que estamos pensando em comprar produtos e contratar serviços. Contudo, muitas vezes a compra de produtos e a aquisição de serviços não é a questão central.

questão central para articulação, mobilização e captação de recursos é entendermos quais são as nossas necessidades.

Exemplos da diferença entre "pensar em comprar", "pensar em adquirir serviços" e "entender uma necessidade".


Pensar em "comprar":

"Preciso comprar um carro e colocar gasolina para poder ir me apresentar em outra cidade"

Isso significa que preciso conseguir R$ 27.690,00 para comprar um carro popular (exemplo: Nissan March 2014 1.0 ) e depois calcular a quilometragem que vou percorrer, para calcular quanto vou precisar de dinheiro para comprar combustível. 

Você já percebeu que a conta é alta.


Pensar em adquirir serviços:

"Preciso comprar uma passagem de ônibus para poder ir me apresentar em outra cidade".

Isso significa que tenho que entrar no site da empresa concessionária da rodoviária da cidade em que me encontro e ver o preço da passagem para calcular quanto vou gastar de ida e volta (exemplo: 1 passagem de ida e 1 passagem de volta no trecho Rio de Janeiro/São Paulo, em ônibus leito, pela Auto Viação 1001 custa 2 x R$ 166,00 = R$ 332,00).

Você já percebeu que ficou mais acessível. Antes eu precisava R$ 27.690,00. Agora eu preciso R$ 332,00.


Entender uma necessidade

"Preciso transporte para ir me apresentar em outra cidade".

Isso significa que a minha necessidade é transporte. Isso me amplia a visão.


Quantas formas de transporte existem para ir até outra cidade?

- carona;
- ônibus intermunicipal;
- alugar um carro;
- alugar uma van;
- conseguir uma doação em dinheiro com o fim de adquirir uma passagem de ônibus;
- fechar um acordo de apoio com uma empresa para obter a passagem na forma de permuta;
- etc.


Resumindo: 

Entender uma necessidade me ajuda a não desperdiçar tempo ou ficar angustiado pensando que não tenho dinheiro. 

O foco do raciocínio inicial de articulação, mobilização e captação de recursos é entender quais são as necessidades.




Ficou interessado?

Envie e-mail para alebarreto@gmail.com e receba mais informações.




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Alê Barreto (ou Alexandre Barreto) é administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, empresário artístico, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, blogueiro, professor e palestrante. Concluiu sua formação em gestão pública em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, à novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. 
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Atualmente reside no Rio de Janeiro, é um dos gestores do Grupo Nós do Morro na comunidade do Vidigal e responsável pela implantação da área de Produção Cultural na Escola de Música da Rocinha.

+55 21 97627 0690 alebarreto@gmail.com