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quarta-feira, agosto 09, 2017

"A Rocinha que tem alma é que dá exemplo para o Rio de Janeiro e para o Brasil. É isso que eu pude ver hoje"




Por Alexandre Barreto *



Dois dias atrás, o jornalismo da Globo recebeu duas indicações ao prêmio Emmy International 2017. Uma delas foi na categoria Atualidade, na qual o Globo Repórter foi indicado pelo programa "Arte como passaporte". Essa indicação não é apenas o reconhecimento da qualidade da reportagem, mas também uma evidência do quanto cresce no mundo a percepção de que a arte é uma importante aliada do desenvolvimento.

Hoje foi ao ar no programa RJTV 1ª EDIÇÃO no Rio de Janeiro a matéria "Jovens instrumentistas da Rocinha encontram maestro João Carlos Martins". A dica do programa foi postada pelo querido amigo Rodrigo Belchior, educador e coordenador da Orquestra de Câmara da Rocinha (leia matéria sobre o trabalho dele "uma vida afinada com educação"). Ao ver as imagens, lembrei dos dias em que acompanhei o trabalho de estruturação da orquestra. A sala é a mesma, mas os alunos cresceram. Sua evolução musical é notável. Fiquei emocionado ao assistir aqui da Amazônia, pela web, este lindo encontro. E a emoção, não foi só minha. João Carlos Martins também ficou emocionado:

"eu me emociono porque não é a Rocinha que de vez em quando você vê na televisão. É a Rocinha que tem alma. E a Rocinha que tem alma é que dá exemplo para o Rio de Janeiro e para o Brasil. É isso que eu pude ver hoje".

Uma orquestra, assim como a carreira musical de um músico, não é fruto somente de talento, muito menos fruto de milhares de workshops, webinars e cursos que se multiplicam na internet prometendo ensinar "métodos para o sucesso". Uma orquestra é fruto de muito estudo, muita disciplina, muita perseverança. Por isso o incansável professor Rodrigo Belchior fala todos os dias: "tem que ensaiar". 






Danielle Rodrigues e o maestro João Carlos Martins


Quem convive com jovens que estudam música, seja na Escola de Música da Rocinha, seja na Orquestra de Cordas da Grota, seja no AfroReggae e tantos outros projetos, sabe que aqueles que se dedicam, começam a avançar. Muitos tornam-se profissionais das artes. É o caso de Danielle Rodrigues. Começou como aluna na Escola de Música. Hoje é professora, integrante da Orquestra de Câmara da Rocinha, integrante do Coral da Escola de Música da Rocinha, dá aulas particulares de flauta e ainda está fazendo a faculdade de música.

Tanta dedicação não significa necessariamente sofrimento. É fundamental deixar a sensibilidade fluir. Deixar o prazer fluir. O mestre João Carlos Martins lembrou os alunos da Orquestra de Câmara da Rocinha, que é patrocinada pela Repsol Sinopec Brasil: " música se faz com a disciplina de um atleta e com a alma de um poeta".



Veja mais abaixo a campanha que o coral da Escola de Música da Rocinha está fazendo. Participe!


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Assista "Jovens instrumentistas da Rocinha encontram maestro João Carlos Martins" no RJTV 1ª EDIÇÃO (Globosat)

Conheça a Escola de Música da Rocinha. Acompanhe sua página no Facebook.

Assista o trailer oficial de "João, O Maestro" - Coprodução Canal Brasil

Programa "Arte como passaporte" do Globo Repórter

Leia "Uma vida afinada com educação" no jornal O Globo





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Coral da Escola de Música da Rocinha precisa da sua ajuda para participar do Festival de Coros de Alagoas. Participe!


Há 22 anos, o Coral Infanto-juvenil da Escola de Música da Rocinha vem atendendo crianças e jovens da Rocinha e de outras comunidades próximas, como Vidigal, Parque da Cidade e Vila Canoas.

Esta ação cumpre o papel de contribuir para a formação geral dos alunos, possibilitando o acesso ao estudo da Música e aumentando suas chances de obterem bom rendimento na escola regular.

O grupo trabalha com repertório variado que engloba tanto a música popular quanto a erudita, tendo participado de diversos festivais e apresentações.

No dia 08 de julho, o Coro Infanto-Juvenil participou de um Concerto no Teatro Gonzaguinha- RJ como convidados, por ocasião do último curso do "Observatório Coral". Vídeos da apresentação do coro da EMR foram divulgados nas mídias sociais e, com isso, recebemos um convite para o Festival de Coros de Alagoas/Maceió que se realizará em setembro (2017). O convite foi aceito e a Escola estará se apresentando com 02 coros, o infanto-juvenil e o juvenil.

Estamos lançando uma campanha no Facebook que tem o intuito arrecadar o valor necessário para a compra das passagens de ida e volta do coro. Estimamos que a quantia de R$ 50 000,00 (cinquenta mil reais) seja o suficiente para que todos os 50 envolvidos na viagem possam ir com tranquilidade, integrantes dos coros e monitores.

Ajude a EMR compartilhando a publicação.

A doação pode ser feita através de depósito bancário pela conta a baixo ou na própria EMR
Para maiores informações entre em contato com o número: 21 3322-6358 ou pelo email: em.rocinha@gmail.com

BANCO DO BRASIL
Agência 5975-7
Conta Poupança: 2572-0 (variação 51)
CNPJ 02.044.699/0001-17
Associação Cultural Professor Hans Ulrich Koch





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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quinta-feira, maio 15, 2014

Lançamento do projeto "Caprichos" de Hamilton de Holanda na Escola de Música da Rocinha



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Há poucos dias divulguei o aniversário da Escola de Música da Rocinha. Na próxima sexta-feira, 16 de maio, Hamilton de Holanda estará lá na escola lançando o projeto "Caprichos".


Transcrevo aqui informações do site do projeto.


Sobre o projeto

Este é um trabalho artístico-construtivo. Construtivo pelo conteúdo técnico nele presente, um caminho para o repertório da música brasileira pelo bandolim 10 cordas. Artístico porque é baseado na busca pela beleza através da melodia. Melodia que se basta por ter na sua essência o rítmo e a harmonia.

O impulso inicial para as composições foi o solfejo. Os primeiros caprichos foram feitos em apenas um fôlego; o objetivo era, inicialmente, não pensar, deixar que o caminho melódico levasse ao resultado musical. Além disso, com certeza surgiriam melodias não-bandolinísticas, que desafiam o músico a encontrar novas soluções técnicas. Com essas ideias já consolidadas até o quinto capricho, as composições passaram, também, a serem feitas com o próprio bandolim e escritas direto na partitura.

São vários temas, sejam técnicos ou estéticos. Melodias infinitas, melodias em espiral, melodias simples e complicadas. Mesmo os tempos e compassos foram descobertos através das linhas melódicas. Pelos nomes, pode-se ter uma noção destes temas: Capricho do sul, Capricho Brasileiro, Capricho de Espanha, Capricho Venezuelano, Capricho da lua, Capricho do sol, Capricho do oriente, etc - no total são 24 caprichos. Cada um deles com a atenção de pelo menos um tipo de técnica.

Apesar de serem melodias 'auto-suficientes' na sua concepção inicial e também temas polifônicos - onde os 3 elementos da música (melodia, harmonia e ritmo) estão presentes do começo ao fim - foram criados arranjos para se tocar com outros instrumentos, considerando que a música é um ‘encontro social’ fundamental, é um 'lugar' onde as pessoas se encontram. Para a gravação de alguns temas foram convidados músicos experientes que também ajudaram na concepção do registro dos temas. Além disso, abriram a possibilidade de se tocar os caprichos em qualquer outro instrumento, não só o bandolim 10 cordas.

Importante aos estudiosos: no site criado para esse projeto temos em cada música dicas e informações que ajudam a entender a estética e a técnica de cada peça, além das partituras em dois tipos de arquivos (pdf e xml). Os áudios foram gravados em alta resolução. Não é um método propriamente dito porque segue mais os padrões artísticos do que técnicos, mas ajuda bastante o músico a ter uma noção ampla da música, com os 3 elementos sempre presentes na percepção.

Sejam fáceis ou difíceis, os Caprichos sempre têm um alerta silencioso: os olhos podem marejar, mas os dedos sempre devem estar preparados para a próxima nota. Essa é uma busca sem fim.


O projeto Caprichos é uma realização de Marcos Portinari e Hamilton de Holanda com participações de André Mehmari, André Vasconcellos, Bebê Kramer, Gabriel Grossi, Guto Wirtti, Rafael dos Anjos, Rogério Caetano e Thiago da Serrinha.


Serviço

HAMILTON DE HOLANDA na Escola de Música da Rocinha
16/5 – SEXTA-FEIRA – 19h
Lançamento do projeto Caprichos
Auditório do Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare
Av. Niemeyer, 776 – 18º andar – São Conrado
(em frente à Rocinha, ao lado do Complexo Esportivo e da GRES Acadêmicos da Rocinha)
ENTRADA FRANCA
(distribuição de senhas a partir das 18h no hall de entrada)

Participe da campanha de comemoração dos 20 anos da Escola de Música da Rocinha

Compartilhe o primeiro fascículo em espanhol do livro "Aprenda a Organizar um Show" (“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?)



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quarta-feira, maio 14, 2014

Participe da comemoração dos 20 anos da Escola de Música da Rocinha




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Amigos, as comunidades do Rio de Janeiro possuem uma riqueza cultural muito grande. Um bom exemplo disso é a Escola de Música da Rocinha, que este ano completa 20 anos.


Para comemorar esta importante data, estão fazendo uma campanha de arrecadação de recursos, a qual me somo como mais um elo desta corrente.

Seguem informações sobre a Escola e sobre a campanha.


Escola de Música da Rocinha

A Escola de Música da Rocinha foi fundada em 1994 e desde então vem ampliando gradativamente suas atividades e número de alunos atendidos. Está sediada no Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare, centro de inclusão social e capacitação profissional mantido e administrado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Ocupa 4 salas com toda a infra-estrutura necessária, sendo a única escola de música da comunidade da Rocinha.

O objetivo geral de suas atividades é contribuir para o aumento do grau de escolaridade da população local, através da melhoria no rendimento de aprendizagem escolar e da diminuição do índice de evasão na escola regular. Para atingir este objetivo oferece atividades relacionadas à Educação Musical, com as quais busca sensibilizar os alunos através dos estímulos da linguagem musical.

Ao longo de sua trajetória já atingiu resultados significativos em cada uma de suas linhas de ação. Já funcionou nas dependências de duas igrejas e na quadra da Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, tendo se transferido em 2004 para o Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare, o que significou um grande passo para a ampliação e aprimoramento de suas ações, podendo atender também a jovens do Vidigal, Parque da Cidade e Vila Canoas. A qualidade do espaço e a infra-estrutura disponível ainda permitem a ampliação das atividades oferecidas.

A Escola de Música da Rocinha tem a chancela da UNESCO, é registrada no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e recebeu em 2007 menção honrosa do Prêmio Cultura Nota 10, concedido pelo Instituto Cultural Cidade Viva e pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. É um dos projetos fundadores da Rede Social da Música, associação para a troca de informações e boas práticas entre instituições que utilizam a música como ferramenta de inclusão e transformação social.

Saiba mais



Campanha de comemoração dos 20 anos


A Escola de Música da Rocinha vai completar 20 anos no dia 7 de junho, e pra celebrar a data teremos uma semana de eventos na sede da escola e em outros espaços da Rocinha.
Planejamos uma programação com apresentações de grupos formados na EMR, audição de alunos, exibição de filmes, exposições e também shows de artistas profissionais. O ponto alto da festa será um grande encontro de alunos e professores que participaram da construção destes 20 anos de história.

Pra realizar tudo que planejamos estamos iniciando uma campanha de arrecadação e queremos contar com a colaboração de todos. Quem quiser fazer parte dessa festa, terá as seguintes opções:
1. Comprar um CD do Chorando à Toa por R$ 25,00 + despesas de envio.
2. Comprar camisa comemorativa dos 20 anos (disponível em breve) por R$ 30,00 (adulto) R$ 25,00 (infantil e baby look) + despesas de envio.
3. Doar quantia de livre escolha.
Em todos os casos oferecemos duas opções:
1.Efetuar depósito na conta da EMR e nos enviar o comprovante de depósito.
Banco HSBC
Agência: 0543
Conta Corrente: 04589-84
Titular: Associação Cultural Professor Hans Ulrich Koch
CNPJ: 02.044.699/0001-17


2. Através do sistema Pagseguro.
É rápido, fácil e 100% seguro. Você pode doar qualquer quantia através do cartão de crédito, débito ou boleto bancário.
. Para doar acesse o site Escola de Música da Rocinha http://www.emrocinha.org.br/
. Em seguida clique no ícone da Pagseguro




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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

sexta-feira, agosto 31, 2012

Intervenção cultural "Rocinha, Eu Surfo!" mostra a capacidade de planejamento e realização dos jovens do projeto Solos Culturais da Rocinha

Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Muitas pessoas acham que produzir ações culturais é algo que se faz somente através de tentativa ou improviso. Pode ser. Mas com método e planejamento, as chances de dar certo aumentam.

Esta semana, desde domingo, estou acompanhando a realização da intervenção cultural “Rocinha, eu surfo!” que mostra a relação especial entre a cultura da comunidade e a prática que acontece nas praias do Rio de Janeiro desde a década de 50.

A ideia do “Rocinha, Eu Surfo!” surgiu dos encontros promovidos pelo projeto Solos Culturais, iniciativa do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura e patrocínio da Petrobras, que formará até o final do ano de 2012, 100 jovens de cinco territórios (além da Rocinha, Manguinhos, Penha, Cidade de Deus e Alemão) em produção cultural e pesquisa social.



Esta intervenção foi cuidadosamente planejada.


A partir de várias reuniões em sala de aula




trabalho em equipe





e fundamentais parcerias na comunidade, construímos e estamos realizando um projeto.






Esta pesquisa de campo







deu origem a este grafite na Rua 1.






Este estudo sobre a viabilidade de uma projeção no Largo do Boiadeiro




resultou nesta projeção bem recebida pela comunidade.






Este estudo de fixação de pranchas





e esta pesquisa de campo





deu origem a esta exposição na passarela da Rocinha.





No próximo sábado acontece outra exposição




cuja abertura será às 18h (apesar de no cartaz acima constar 17h)


e no domingo a exibição do documentário "Surfing Favela"




na Pracinha (ao lado da passarela).



A intervenção "Rocinha eu surfo" tem apoio da Escola de Música da Rocinha, Instituto Reação, C4 Biblioteca Parque da Rocinha, Rocinha Surfe Escola, TV Tagarela, Subprefeitura da Zona Sul (XXVII Região Administrativa), Rádio Brisa-Rio FM 101.7 e do Produtor Cultural Independente.



Conheça o portal do projeto Solos Culturais


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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

domingo, agosto 26, 2012

Surf é cultura? Com grande intervenção cultural, jovens de uma das mais conhecidas favelas do Brasil mostram que é




Por Alê Barreto alebarreto@gmail.com
@Alebarreto


Começou hoje a primeira intervenção dos jovens que acompanho no projeto Solos Culturais, na Rocinha. O projeto, que também acontece em Manguinhos, Cidade de Deus, Penha e Complexo do Alemão é uma realização 
do Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, patrocinada pela Petrobras através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro.


Segue um trecho do release escrito pelos próprios alunos produtores.



Surf é cultura? Com grande intervenção cultural, jovens de uma das mais conhecidas favelas do Brasil mostram que é. 

Entre os dias 26 de agosto e 2 de setembro, jovens produtores culturais da Rocinha farão uma série de ações que irão mexer com o dia a dia dos moradores. “Rocinha, eu surfo!” é o nome do conjunto de intervenções envolvendo cinema, fotografia, cultura urbana e esporte, que vai mostrar a relação especial entre a cultura da comunidade e a prática que acontece nas praias do Rio de Janeiro desde a década de 50.

A ideia do “Rocinha, Eu Surfo!” surgiu dos encontros promovidos pelo projeto Solos Culturais, iniciativa do Observatório de Favelas, que formará até o final do ano de 2012, 100 jovens de cinco territórios (além da Rocinha, Manguinhos, Penha, Cidade de Deus e Alemão) em produção cultural e pesquisa social.

A Rocinha, situada na zona sul do Rio de Janeiro, vizinha à praia de São Conrado, desenvolveu uma relação muito forte com a praia, que já vem desde a década de 1980, quando começaram a aparecer os primeiros surfistas na comunidade. Desde então, o esporte vem atraindo cada vez mais praticantes, tendo reflexos na cultura local.

“A escolha do surf nos traz algo diferente, pois esse tema foge ao que há de comum em relação a projetos dentro da Rocinha. Com o surf queremos expandir a noção de cultura das pessoas. Sabemos que a maioria entende a cultura de uma forma limitada e estática, onde apenas a música - e nem todos os gêneros são vistos assim - e a literatura, por exemplo, são vistos como práticas culturais”, explica Gracilene Firmino, 18, uma das produtoras do “Rocinha, Eu Surfo!”.






A intervenção acontecerá em cinco pontos da comunidade estrategicamente escolhidos pela grande circulação. Um grande grafite feito na entrada da Rua Um, na parte alta da comunidade marca o início da intervenção, em 26/08". E a primeira intervenção já aconteceu. A Rua 1 da Rocinha agora também surfa!





A intervenção "Rocinha eu surfo" tem apoio da Escola de Música da Rocinha, Instituto Reação, C4 Biblioteca Parque da Rocinha, Rocinha Surfe Escola, TV Tagarela, Subprefeitura da Zona Sul (XXVII Região Administrativa), Rádio Brisa-Rio FM 101.7 e do Produtor Cultural Independente.

Saiba mais sobre o projeto Solos Culturais.



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* Alexandre Barreto é um administrador de empresas inovador. Suas competências para criação, estímulo ao trabalho com método, conhecimento, gerenciamento de informações, qualidade, com foco em resultados e responsabilidade socioambiental, têm inspirado muitas pessoas que produzem ações criativas, eventos, projetos culturais, manifestações artísticas e empreendimentos de cultura e entretenimento no Brasil.

É um profissional empreendedor. Gosta de estratégia, planejamento, gerenciamento e execução. Incentiva novos profissionais, valoriza as experiências das pessoas e está aberto a novas propostas e convites. Está sempre aprendendo. Saiba mais

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com