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sexta-feira, outubro 04, 2013

Trabalhar sozinho é uma opção. E traz resultados.


Foto: Carol Corso



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

Acho muito importante o artista ter atitude. E esta qualidade não falta ao meu amigo Gustavo Telles. Em 2007 trabalhamos juntos na produção e gestão da banda Pata de Elefante.

Gustavo está trilhando uma bonita carreira solo. Aproveitei para compartilhar aqui um pouco de suas últimas ações e próximos projetos, em uma rápida entrevista.


Alê Barreto – Gustavo, você é muito conhecido pelo trabalho pioneiro que liderou à frente da banda Pata de Elefante. Contudo, sua carreira não resume-se somente as composições, a bateria e a produção da Pata de Elefante. Sei que você é um compositor, intérprete, produtor musical, produtor executivo, empresário... enfim... quem é o artista Gustavo Telles?


Gustavo Telles: Pela necessidade, fui aprendendo a desempenhar diferentes papéis como produtor executivo, musical e articulador. Pelo amor à música e pela também necessidade de me expressar, toco bateria, violão, baixo, componho e canto. E assim posso me dizer que o artista Gustavo Telles é movido pelo amor à música e pela necessidade de se expressar e de se manter vivendo da música e para a música.


Alê Barreto – Existem temas centrais em suas composições ou isso varia conforme o trabalho que você realiza?


Gustavo Telles: Podem variar bastante. No entanto, no meu primeiro disco, o tema central é o amor, abordado a partir de perspectivas diferentes. No segundo álbum, outros temas também são abordados, mas o amor também tem um papel fundamental.


Alê Barreto - Como iniciou o trabalho do álbum “Eu perdi o medo de errar”? Fale sobre o que motivou a criação das composições e a formação de uma banda com músicos de diversas vertentes da cena musical do RS.


Gustavo Telles: As composições deste segundo disco dão uma sequência natural ao primeiro, “Do seu amor, primeiro é você quem precisa”. As motivações são diversas, a cada dia que passa, ocorrem inúmeras fatos, e todo acontecimento pode inspirar uma canção. Mas acredito que esse disco, assim como o primeiro, também tem uma certa linha condutora. E nesse caso, com certeza isso tem a ver com o fato da Pata de Elefante ter acabado. Chegamos ao fim da linha, e não há nada de mais nisso. No entanto, foram 11 anos de entrega a esse trabalho e não há como não sentir a mudança, por mais natural que ela seja. Agora que o disco está pronto, escuto e vejo que ele tem a ver com esse recomeço que estou vivendo. E isso tem sido muito bom!


Alê Barreto - Muitos artistas tem dificuldade no relacionamento com os selos e gravadoras. Outros não. Como tem sido sua relação com a Monstro Discos e a Trama, gravadora independente de São Paulo liderada pelo produtor João Marcelo Bôscoli?


Gustavo Telles: A Monstro lançou os dois primeiros discos da Pata. E a Trama lançou o terceiro da Pata e o meu primeiro. Neste momento, não tenho relação com nenhuma gravadora. E digo que estou gostando e muito. As vantagens e desvantagens sempre existem. Mas estou gostando muito de trabalhar sozinho, sem ter contrato com gravadora.


Alê Barreto - Quais são os próximos passos do trabalho?


Gustavo Telles: Acabo de enviar pra fábrica o disco “Eu perdi o medo de errar”. Estou com um projeto de financiamento coletivo na internet, para poder dar conta dos custos de finalização do disco e do show de lançamento. Para quem quiser saber mais sobre esse projeto, o endereço é http://www.tragaseushow.com.br/projeto/gustavo-telles . E no dia 26 de novembro, acontece o show de lançamento deste novo álbum no Teatro São Pedro, em Porto Alegre/RS.



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[NOVO!] 

Leia o "Roteiro de articulação, mobilização e captação de recursos: quais são as minhas necessidades"
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2013/08/roteiro-de-articulacao-mobilizacao-e.html



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* Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ).


domingo, julho 31, 2011

Novas opções: produzir arte, comunicação, cultura e entretenimento com liberdades de escolha


Reportagem sobre a participação de Amartya Sen e Emma Rothschild, historiadora econômica, para a conferência "Justiça, Valores e Economia Política"


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Quinta-feira passada, tive um agradável encontro com Ana Carla Fonseca Reis, nas aulas do MBA em Gestão Cultural. Eu tenho uma grande afinidade com o pensamento dela. Então lembrei de criar aqui uma provocação, a partir de um trechinho do artigo "Economia da Cultura e Desenvolvimento: estratégias nacionais e panorama global", que ela publicou no livro "Economia da Cultura: ideias e vivencias", organizado por ela e pela Kátia de Marco (disponível para download na barra lateral direita).

"Dentre as várias definições possíveis de desenvolvimento, uma das mais professadas foi cunhada pelo economista indiano Amartya Sen. Para ele, desenvolvimento requer a expansão das liberdades de escolha - que, por sua vez, exigem não apenas a possibilidade de fazer uma escolha (ou seja, ela estar disponível), como também ter a capacidade de refletir a respeito do que se quer escolher, ao invés de escolher o que os outros (a mídia, a opinião pública, a crítica especializada) nos levam a querer".

Concordo com ela. Concordo com o Amartya Sen.


Mais conteúdos inteligentes para pensarmos nesta importante noção: expansão das liberdades de escolha.


A internet como ferramenta de mudança



Entrevista de Paulo Sérgio Pinheiro, diplomata, integrante da Comissão de Mortos e Desaparecidos do Governo Federal e ex-secretário nacional de Direitos Humanos, ao site Observador Político, sobre as revoluções contemporâneas.


Marco civil da internet: pensar antes nos direitos e depois na punição



O termo "AI-5 digital" vem sendo utilizado por ativistas da internet livre que já conseguiram apoio de 160 mil pessoas na petição online “Pelo veto ao projeto de cibercrimes – Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento da internet brasileira”.

Leia o excelente texto "O AI-5 digital" publicado por Paula Thomaz na revista Carta Capital.

Conheça também o Marco Civil Regulatório da Internet


Estimular a leitura é uma iniciativa que amplia as liberdades de escolha



Aos oitos anos, Otávio Júnior passou em frente a um lixão e encontrou um livro. A leitura foi uma porta para ampliar suas liberdades de escolha.

Leia a reportagem Livreiro do Alemão cria "barracoteca" na favela, de Emilio Sant´Anna, publicada na Folha de São Paulo, e veja o que ele escolheu fazer com a sua liberdade.

Conheça o projeto no blog Ler é 10.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter