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sábado, fevereiro 28, 2009

O produtor cultural independente e a Web 2.0

Por Alê Barreto

O número de pessoas conectadas a internet aumenta a cada dia. Pensando nos diferentes impactos desta nova forma de comunicação sobre a cultura, acho que o produtor cultural independente deve entender um pouco mais o conceito de web 2.0.

Pesquisando este conteúdo na web, encontrei a tradução e adaptação do vídeo "The Machine is Us/ing Us", do professor de Antropologia Cultural Michael Wesch, falando sobre hipertexto, web 2.0 e mídia popular.



Este vídeo foi feito pelo Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária (http://www.lidec.futuro.usp.br) da Escola do Futuro da USP e produzido por Dani Matielo (dani.matielo at gmail.com) e Vivian Pereira (viviangper at gmail.com).

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

As vozes do mundo

Por Rodrigo dMart

O
Global Voices Online é uma rede internacional que reúne voluntários, editores e tradutores. Eles garimpam informações na blogosfera que - segundo informações do site - "iluminam locais e pessoas que outras mídias geralmente ignoram" e "trabalham para desenvolver ferramentas, instituições e relacionamentos que ajudarão todas as vozes, em todos os lugares, a serem ouvidas".

Nesse sentido, o GVO guarda certa semelhança com o portal Overmundo, só que a atuação é planetária. Além do inglês, francês, alemão, espanhol, chinês, japonês e italiano, os artigos são traduzidos em idiomas como o albanês, árabe, bengali, hindi, macedônio, malgaxe, persa, suáhili e, é claro, português.

O Global Voices Online faz parte do projeto
“global citizens media”, criado por iniciativa do Centro Berkman para Internet & Sociedade, da Escola de Direito de Harvard. Saiba mais sobre o GVO no Wikipédia (em inglês).

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Campus Party Brasil 2009: inovação tecnológica, entretenimento e produção cultural



Por Alê Barreto

Tudo começou num Barcamp. Sabe o que é isso? Eu também não sabia o que era. Lá estava eu em Porto Alegre, no tal do Barcamp, conversando com pessoas dos Movimentos Sociais e do Software Livre, num modelo de troca de conhecimentos que surgiu nos Estados Unidos em 2005 e se propagou rapidamente pela rede como forma de articular pessoas e idéias ao redor do mundo, quando ouvi pela primeira vez o assunto "Campus Party".

No primeiro instante, "Campus Party" me soou como a dica de alguém para que eu conhecesse o evento, que falava de internet, software livre, etc.

Contudo, ano passado, quando estive no RS divulgando o meu livro "Aprenda a Organizar um Show", acabei por acidente encontrando no aeroporto o Marcelo D´Elia Branco, amigo lá de Porto Alegre, que me passou um cartão com os contatos dele. Na época ele me pediu que enviasse alguma informação sobre qual lugar no mundo o hardcore estava bombando. Acabei esquecendo de pesquisar. Quando ele me encontrar de novo, irá tirar o meu escalpo...

Bom, mencionei ele porque o encontro, além de matar a saudade, pois o Marcelo é super bacana, foi decisivo para que eu fosse em busca de informações sobre o assunto, pois ele é o diretor da Campus Party Brasil.

De acordo com o site oficial, o Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997 na Espanha, que reúne durante sete dias milhares de participantes com seus próprios computadores procedentes de diversos países, com a finalidade de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas a tecnologia, a cultura digital e ao entretenimento em rede.

As oficinas, conferências, competições e atividades são dividas em 12 áreas temáticas que abrangem praticamente todos os campos da criatividade, da tecnologia e do entretenimento digital: CampusBlog, Games, Modding (arte e otimização), Robótica, Simulação, Design, Fotografia, Música, vídeo, Desenvolvimento e Software Livre.

Acho interessante que os produtores culturais independentes que puderem compareçam ao evento. Ali terão oportunidade de vivenciar uma importante experiência para sua formação, que é ver como se organiza e se implementa uma ação cultural concatenada com duas das maiores tendências da atualidade: inovação tecnológica e entretenimento. Se eu conseguir articular minha ida ao evento, sem atrapalhar os serviços que estou prestando no RJ, com certeza estarei lá.

Destaco aqui algumas informações importantes para quem pretende ir que são ao mesmo tempo um excelente modelo de como organizar e disponibilizar informações num site de um evento ou festival independente. Copie boas idéias como essas:

- informação geral sobre o evento aqui.
- escolher como participar;
- como fazer inscrições;
- onde e como chegar;
- primeiros passos;
- normas do evento;
- perguntas mais frequentes.

Ah, quase ia esquecendo: informações para imprensa e créditos para patrocinadores.