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sexta-feira, dezembro 22, 2017

Artista, você tem alguma dor de cabeça para vender shows?





Por Alexandre Barreto*



Artistas cada vez mais entendem a necessidade de organizar melhor sua forma de interagir com o mercado. Na medida em que começam a planejar melhor suas atividades, percebem que existem uma série de atividades que fazem parte de sua carreira, além de compor, tocar e cantar. É preciso estruturar sua assessoria de comunicação. É preciso construir uma audiência. É preciso fazer projetos. É preciso promover o seu trabalho. É preciso fazer shows. É preciso fazer vídeos. É preciso ensaiar em estúdio. É preciso construir alianças. Tudo ao mesmo tempo. Some-se a isso mais um fator que toma tempo: realizar atividades profissionais fora da música para garantir uma melhor sustentabilidade.



Falta de tempo, cachês baixos, baixa exposição na mídia. Essas e outras dores afligem o dia a dia dos artistas. Essas e outras dores dificultam se conseguir manter uma agenda regular de shows.



Pensando nessas "dores" surgiu o projeto Musical Work. 



Musical Work é uma iniciativa empreendedora que foi selecionada para o programa de pré-aceleração de empresas inovadoras e startups, realizado pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Acre, em 2017.

Consultor Yuri Gitahy ministrando workshop na Biblioteca da Ufac


Hoje completamos um mês de pré-aceleração. Neste curto espaço de tempo, assistimos workshops e palestras com Yuri Gitahy (fundador da Aceleradora, primeira aceleradora de startups do Brasil), Alex Lima (membro do SebraeLab do Acre), Gustavo Gorestein (co-fundador das plataformas Poup e Bxblue), Tatiana Pezoa e Horacio Poblete (co-fundadores da Trustvox), Victor Hugo (fundador da Trackage), Camila Farani (Shark Tank Brasil), entre outros. Muito conteúdo. Uma imersão nos conceitos de empreendedorismo, inovação, lean startup, modelos de negócios, validação, inside sales, inbound marketing, growth hacking. 



Empreendedores do programa de pré-aceleração com Gustavo Gorestein


Neste momento estamos trabalhando as validações iniciais. Queremos entender como os artistas percebem as dores do dia a dia. Se você é artista e tem problemas relacionados a venda de seus shows, nós queremos conhecer as suas dores. Nós queremos conhecer os seus problemas.

Entre em contato pelo Facebook , whatsapp (21) 97627-0690 ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com


(texto originalmente postado no blog Musical Work)



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, julho 25, 2017

Você sabia que a música também é um negócio?







Por Alexandre Barreto *



Fui convidado hoje para participar de um bate papo descontraído sobre o mercado da música, num evento chamado “Papo na Casa”, que está sendo realizado pela Casa Urbana Coworking e ConectBem aqui em Rio Branco, na maior feira de negócios do estado do Acre. O convite me inspirou a escrever este texto.

É difícil no mundo de hoje alguém não simpatizar com a ideia de trabalhar com a música. Aliás, é difícil imaginar o mundo sem música. Você mal sai de casa e já coloca música no carro. Você entra no ônibus e já vê alguém ouvindo música num smartphone. Você entra numa igreja ou num terreiro, logo aparece a música. Você chega em casa, alguém está assistindo a cena de alguma novela e no fundo, música. E no Brasil, a diversidade cultural faz com que esta relação com a música seja mais próxima. A música está presente na maior parte do nosso tempo. Assim, nada mais natural que as pessoas pensarem em trabalhar com música.



Como associamos a palavra “música” ao “prazer de ouvir música”, tendemos a pensar que trabalhar com música é sentir prazer o tempo todo. E com a infindável onda de discursos que dizem que você só vai ser feliz se trabalhar no que lhe dá mais prazer, no que mais ama, cresce a cada dia o número de pessoas que sonham em “viver de música”. Já pensou você não precisar mais pegar ônibus ou enfrentar um engarrafamento de trânsito até o seu trabalho e apenas num piscar de olhos aparecer no palco de programas como “The Voice”, “Superstar” ou “Popstar”? Imagine não ter mais que vestir um uniforme para entrar num fábrica e apenas trabalhar no Rock in Rio? Quem não iria preferir abandonar o forno de um terno e a forca de uma gravata apertada para estar bem à vontade cantando como Nego do Borel para a plateia animada da Estudantina na novela “A Força do Querer”? Mas subir no palco ou aparecer na TV, o aspecto performático do trabalho com a música, que sedutoramente parece ser o mais prazeroso, é somente uma “ponta do Iceberg”. Para que a música chegue aos seus ouvidos, ela percorre um caminho complexo. É o que chamamos de “cadeia produtiva da música”. Já ouviu falar?


Mesmo que você não tenha ouvido falar, o assunto não é tão novo. O economista e pesquisador Luis Carlos Prestes Filho lançou em 2005 o livro "A Cadeia Produtiva da Economia da Música", um mapeamento de como funcionava o negócio da música no estado do Rio de Janeiro. Para você ter uma ideia dos valores financeiros movimentados, veja o exemplo do Rock´ n´ Rio. Na época da pesquisa, o livro citou que o evento movimentava entre R$ 350 milhões a R$ 500 milhões, num rede de negócios que abrangia 42 atividades, 363 sub-atividades, cerca de 150 contratos, mais de 100 empresas e ocupação para cinco mil pessoas. Segundo o Jornal O Globo, a última edição do festival, o Rock in Rio 2015, pôs na economia da cidade do Rio de Janeiro um ingresso de dinheiro calculado em R$ 625 milhões.

A cadeia produtiva da música abrange as seguintes etapas: pré-produção, produção, distribuição, comercialização e consumo. Quando você escuta uma música, ou seja, quando você consome a música, ela já passou por todas estas etapas. E tem muitos profissionais e empresas envolvidos nisso. Mas nem tudo são flores. Apesar de desejada, a carreira na música nem sempre traz o reconhecimento e retorno financeiro esperado. Muita gente acaba desenvolvendo a atividade de música juntamente com outras profissões.





clique na imagem para melhor visualização



O debate sobre como desenvolver mais a cadeia produtiva da música no Brasil, sobre como ela pode gerar mais oportunidades de trabalho, é um verdadeiro labirinto. Há quem diga que o problema são as grandes redes de comunicação que dominam boa parte dos canais de distribuição da música, não dando muita chance para muitas pessoas que estão começando. Há quem diga que o problema é falta de uma política de governo que incentive a atividade. Há quem diga que o problema é a falta de financiamento. Há quem diga que a falta de profissionalização atrasa o mercado da música como um todo. E mais recentemente discute-se a pouca renda gerada com o streaming da música. As dez músicas mais tocadas em 2016 em plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Napster, Apple Music) repassaram em direitos autorais aos compositores R$ 46.199,20, ao passo que as dez músicas que mais tocaram no rádio em 2016 repassaram R$ 1.567.761,06 em direitos autorais (quase 34 vezes mais dinheiro que a arrecadação do streaming).



Se por um lado muitos obstáculos continuam dificultando o surgimento de carreiras e negócios na música, por outro hoje em dia existem mais possibilidades. Se você está começando sua carreira, invista parte do seu tempo estudando. Procure compreender um pouco o negócio da música. Estude duas publicações disponibilizadas no site do SEBRAE:














Se você estiver em Rio Branco, apareça lá na Expoacre para gente falar mais sobre a música. Começa às 19h.





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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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segunda-feira, setembro 26, 2016

Participe do curso “Cadeia Produtiva da Música”, um panorama legal do processo de produção de obras musicais





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




Recomendo um curso muito bacana, dica do Ronaldo Lemos no Facebook.



Curso "Cadeia Produtiva da Música"


O curso rápido “Cadeia Produtiva da Música” irá apresentar um panorama legal do processo de produção de obras musicais, desde a concepção do projeto até a remuneração e o consumo. É um olhar 360º da cadeia produtiva da música, desenhado especialmente para quem trabalha ou quer trabalhar nessa indústria e deseja dominar um conhecimento prático. Os professores explorarão conceitos sobre obras musicais, registro, direitos e obrigações relacionados às diversas modalidades de utilização.

Este curso é realizado pelo ITS Rio em parceria com o escritório Di Blasi, Parente &  Advogados Associados.



Temas das aulas



1ª aula: a ideia – criação de obras e concepção do projeto

Com Cristiane Manzueto

O que é passível de proteção por direito autoral? / Conceitos de obra primígena e obra derivada / Direitos do criador / Autoria vs. Titularidade / Obra coletiva / Processo de registro da obra artística / Interface entre a proteção autoral e a marcária na indústria musical (pseudônimo artístico, nome de banda e projeto musical).


2ª aula: mãos à obra – produção
Com Daniela Colla

Os estágios que envolvem a pré-produção e a produção de obras musicais, desde a seleção de repertório, passando pela captação de recursos, formalização da relação de trabalho com os profissionais envolvidos, a opção pela gravação em estúdio ou ao vivo, até oclearance de direitos (autorizações e contratos) / Produção independente vs. produção patrocinada / Cautelas mínimas / A teoria vs. a realidade do mercado / A utilização de obras musicais em produções audiovisuais.


3ª aula: o nascimento – distribuição e divulgação
Com Daniela Colla

O processo de pós-produção e os cuidados necessários para que o produto final possa ser distribuído física e/ou digitalmente com o mínimo de segurança jurídica / O impacto das novas tecnologias na cadeia produtiva e os atuais modelos de negócios / Streaming vs.download / A divulgação das obras musicais e a importância do marketing digital no cenário atual.


4ª aula: considerações finais – remuneração e consumo
Com José Roberto de Almeida Júnior

As possibilidades de remuneração pelos canais disponíveis / A gestão individual dos direitos x gestão coletiva de direitos / O Escritório Central de Arrecadação de Direitos, sua legitimidade e forma de atuação, direitos e deveres dos autores / Distribuição e arrecadação de valores / Os usuários de música, classificação e formas de pagamento / Estudo de casos. Encerramento.


Agenda
24 de outubro: 1ª aula
25 de outubro: 2ª aula
26 de outubro: 3ª aula
27 de outubro: 4ª aula


De segunda à quinta, das 19:00 às 21:00.


Perfil dos alunos
O curso foi desenvolvido para advogados, produtores musicais, autores, cantores, empresários e acadêmicos. Demais interessados também assimilarão o conteúdo das aulas sem dificuldade.


Valor
Inscrições realizadas até 10 de outubro: R$ 261,00
Inscrições realizadas após 10 de outubro: R$ 290,00


Inscrição
A pré-matrícula pode ser realizada preenchendo esse formulário.

Após o cadastro, você receberá um e-mail com o pedido de pagamento, via PagSeguro. A plataforma permite pagamentos em até 12 parcelas, de acordo com as regras do site, utilizando o seu cartão de crédito. Boletos bancários também são aceitos. Se você desejar pagar em Bitcoin, entre em contato com a nossa equipe através do e-mail cursos@itsrio.org.

Qualquer dúvida, inclusive em relação à forma de pagamento, entre em contato com o ITS pelo nosso telefone (21) 3486-0390 ou pelo e-mail cursos@itsrio.org.


Local
Ao vivo online, através de plataforma interativa do ITS a ser disponibilizada aos alunos. As aulas acontecem em tempo real, mas também são gravadas e depois disponibilizadas a todas as pessoas matriculadas.


Professores

Cristiane Manzueto

Bacharel em direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), Mestre em Propriedade Intelectual e Inovação pela Academia de Inovação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Pós-Graduada em Propriedade Intelectual na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e em Direito do Entretenimento, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Com mais de 12 de experiência, atua no gerenciamento de portfólios de marcas, aconselhamento de propriedade intelectual em sede administrativa e contencioso judicial, com ênfase em marcas, desenho industrial, direito autoral, software, trade dress, segredo de negócio, direito da concorrência, direito do entretenimento, contratos na Internet e assuntos regulatórios (ANVISA).


Daniela C. Colla

Bacharel em direito pela Universidade Cândido Mendes (RJ). Pós-graduada em Propriedade Intelectual pela Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). Com mais de 10 anos de experiência, atua com ênfase nos ramos dos Direitos Autorais, da Personalidade e do Direito do Entretenimento prestando assessoria jurídica consultiva e contenciosa para diferentes segmentos da Economia Criativa (Música, Audiovisual, Artes Cênicas, Publicidade e Jogos Eletrônicos).


José Roberto de Almeida Junior

Bacharel em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Pós-Graduado em Direito da Propriedade Intelectual pela PUC-Rio, Pós-Graduação em Gestão de Franquias pela ESPM (interrompida) e Mestrando da UERJ na linha de Empresa e Atividades Econômicas. Com especializações em Direito do Entretenimento (UERJ), Direito Desportivo (EMERJ), Marcas (OMPI-USPTO, Washington DC) e Contratos de Transferência de Tecnologia (ABAPI), atua nas áreas de marcas, indicações geográficas, direito autoral, software, direito da tecnologia da informação, nome de domínio, contratos de transferência de tecnologia, franquias, direito desportivo, contencioso administrativo e judicial.




Acesse o site do ITS



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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terça-feira, agosto 23, 2011

Economia criativa: conheça o Estrombo, primeiro projeto de economia criativa apoiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muita gente acredita que o sucesso de uma rede é a quantidade. Para mim, o sucesso é a qualidade.

Em maio começamos a Rede Aprenda a Organizar um Show, no facebook, uma iniciativa da Nathula Alencar, aluna de produção cultural da Cândido Mendes, após participar do curso "Aprenda a Organizar um Show" que realizei em abril, aqui no Rio de Janeiro.

Nossa rede hoje conta com 30 pessoas. Ainda estamos tímidos. Não trocamos informações o tempo todo. Nem é este o propósito. Mas quando rola troca, é muito bacana.

Ontem outra ex-aluna minha do curso "Aprenda a Organizar um Show", a Louise Oikawa, recém formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, postou na Rede Aprenda a Organizar um Show a dica do projeto Estrombo.




Fui até o site do projeto. Transcrevo abaixo a apresentação do projeto.

[início da transcrição]

Em dezembro de 2010, o FOMIN/BID (Fundo Multilateral de Investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento), o SEBRAE, a Fundação Getulio Vargas (Centro de Tecnologia e Sociedade) e o site Facebook se unem para lançar projeto pioneiro de economia criativa focado no desenvolvimento da indústria da música do Estado do Rio de Janeiro através do uso das novas tecnologias.



Heliana Marinho, gerente de Desenvolvimento da Economia Criativa do Sebrae RJ e coordenadora do projeto Estrombo, fala sobre a importância da música para o desenvolvimento do Estado do RJ (impacto de 12 a 13% sobre o PIB do Estado)


A economia criativa é mundialmente reconhecida como um setor de forte desempenho econômico e potencial de inovação. Entretanto, a cadeia produtiva da música ainda carece de fomento à profissionalização e formalização para atingir seu potencial estratégico na geração de renda e de empregos.



Marcos André, coordenador de Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, fala sobre a criação do Plano Estadual de Economia Criativa e da Incubadora Rio Criativo


Dentre as indústrias criativas, a música se destaca hoje como a mais impactada pelo uso das tecnologias digitais em sua produção, disseminação, distribuição e consumo.



Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getulio Vargas, fala sobre o impacto da tecnologia no negócio da música


Em função desse cenário, o projeto Estrombo tem o objetivo de capacitar, formalizar e apoiar, ao longo de três anos, pessoas e empreendimentos do ramo musical para atuarem em novos modelos de negócios e novos canais de distribuição baseados na internet e nas novas tecnologias. O objetivo é que o mercado se fortaleça e forneça soluções para essa integração com novos canais de distribuição — como, por exemplo, o desenvolvimento de aplicativos para redes sociais e celulares e a integração de músicas com os games em redes como a Rock Band Network, dentre outras.



Oona Castro, diretora executiva do Instituto Overmundo, fala sobre as potencialidades do mercado da música e da importância em mapear o negócio da música


Este é o primeiro projeto de economia criativa a ser apoiado pelo BID no mundo, e visa servir de modelo para implementação de ações semelhantes em outros países latino-americanos.



Veja o depoimento de Luciano Schweizer, especialista do Fundo Multilateral de Investimento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)


As ações previstas para o projeto Estrombo incluem ainda capacitação presencial e online sobre novos modelos de negócio no ambiente digital, direitos autorais nas novas mídias, empreendedorismo e formalização no mercado da música. O projeto também mapeará a cadeia produtiva da música do Estado do Rio de Janeiro, como forma de subsidiar políticas públicas voltadas para o desenvolvimento e formalização do setor, e incentivará a música emergente das periferias, com sua força econômica e circuitos próprios.



Leo Feijó, diretor do Grupo Matriz, fala da importância do Estrombo para a cadeia de música do Estado do Rio de Janeiro.

Um aspecto importante do Estrombo é, também, o apoio à maior integração da cadeia produtiva da música, incluindo: artistas, produtores, casas de shows, lan houses, DJs, fotógrafos, estúdios, escolas, universidades públicas e privadas, webradios, jornalistas, produtores, coletivos, artistas gráficos, figurinistas, técnicos de som e luz, cenógrafos, game designers e outros profissionais importantes para o desenvolvimento da música nesses novos tempos.


Simone Pereira de Sá, do Curso de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense, fala sobre o momento de reconfiguração que a indústria da música está vivendo.

[fim do texto de apresentação extraído do site do projeto]

Muita gente reclama do mercado. Muita gente busca organizar o mercado, mas na maioria das vezes movido pela ânsia de resolver o seu problema. Este é um projeto que pensa no sistema, na forma como estão ocorrendo as relações no mercado da música. É um projeto é diferente. É um projeto muito sério.

E atenção secretários de cultura e gestores públicos de cultura de outros estados brasileiros: o governo do Estado do Rio de Janeiro já entendeu o quanto é estratégico investir em cultura.

Acompanhe também o projeto através do site do projeto http://www.estrombo.com.br/o-projeto, Twitter (http://twitter.com/#!/estrombo) ou Facebook (http://www.facebook.com/projetoestrombo).


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Participe como voluntário do Escritório coletivo independente!


Foto: Patrick Azevedo


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Continua a chamada para a nova turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista", que integra o módulo básico do Programa Produtor Cultural Independente



Olá amigos e leitores do blog!

Estamos construindo nossa próxima turma no Rio de Janeiro.



Nova data prevista: 3 de setembro


"Aprenda a Produzir uma Artista" é um curso intensivo, rápido e acessível que ajudará você a organizar os seus primeiros passos ou práticas profissionais para melhorar a administração de uma carreira artística.


O que você vai estudar neste curso?

• O que é produzir um artista?
• Que artista pode ser produzido?
• Quem pode produzir um artista?
• Produtor, empresário, agente artístico e representante: semelhanças e diferenças
• Atividades básicas de um produtor (atendimento/ comunicação/ secretariado/agenciamento/captação de recursos/financeiro)
• Atividades avançadas de um produtor (planejamento de marketing/ planejamento de comunicação/ planejamento estratégico)
• Recursos importantes para produção de uma banda
• Kit inicial de comunicação para banda
• Noções básicas sobre atendimento
• Noções básicas sobre condução de reuniões
• Noções básicas sobre apresentação de projetos
• Noções básicas sobre negociação e agenciamento
• Avaliação de risco de propostas de trabalho
• Formatos de trabalho saudáveis
• Critérios para boas relações de trabalho
• Como cobrar pela realização do seu trabalho
• Gestão de expectativas (objetivos/reuniões de acompanhamento)


Participe da nossa próxima turma: faça sua inscrição hoje



A inscrição é feita através do envio de dados dos participante e comprovante de depósito digitalizado.


Envie uma mensagem via e-mail para alebarreto@gmail.com conforme o modelo abaixo:



Assunto (subject): Inscrição no curso “Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro previsto para 20 de agosto de 2011
Mensagem:

Eu, [COLOCAR SEU NOME COMPLETO], CPF nº [COLOCAR O NÚMERO DO SEU CPF], aceito e concordo com as orientações recebidas sobre a realização do curso e sobre como participar do curso “Aprenda a Organizar um Show”, com data de realização prevista para o dia 3 de setembro, das 14h às 18h, no Espaço Ideal Eventos, na rua Santa Luzia, 760, Centro, Rio de Janeiro, RJ.

Seguem abaixo meus dados e em anexo o meu comprovante de depósito:

Nome completo:
Data nascimento: dia/mês/ano
Número do CPF:
Endereço:
Cidade:
Estado:
Telefone para contato:
E-mail:
Data que foi realizado o depósito: dia/mês/ano


Declaro ainda que estou ciente que a condição para a realização do curso na data prevista é a existência de um grupo mínimo de 10 (dez) pessoas com sua inscrição paga antecipamente.


Como pagar sua inscrição



Efetuar um depósito de dinheiro em espécie no valor de R$ 100,00 (cem reais) até o dia 31 de agosto de 2011 na seguinte conta corrente

BANCO ITAÚ
FAVORECIDO: ALEXANDRE BARRETO
AGÊNCIA: 0280 (zero dois oito zero)
CONTA CORRENTE: 00019-1 (zero zero zero um nove dígito um)

No momento ainda não estamos trabalhando com cheque e cartão de crédito.




Digitalize o comprovante (arquivo eletrônico em PDF, JPEG, etc.) e envie anexado num e-mail com seu nome e telefone de contato para alebarreto@gmail.com


Confirmação de inscrição

O participante terá sua inscrição confirmada após serem conferidos seus dados e feita a conciliação bancária (cruzamento da informação do comprovante digitalizado recebido com extrato da conta bancária)


Informações

Informações sobre detalhes do curso e processo de inscrição poderão se obtidas diretamente com Alê Barreto através do fone (21) 7627-0690, de hoje até o dia 17 de agosto, das 9h às 19h, inclusive feriados, sábado e domingo ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com

P.S.: às vezes circulo com o celular pelo metrô e falha o sinal. Tenha tranquilidade.


Condição para realização do curso

Para que o curso seja realizado é preciso haja inscrição de no mínimo 10 participantes. Caso o número mínimo não seja atingido, a organização do curso reserva-se o direito de cancelar ou transferir a data do mesmo. Nesta situação as pessoas que fizeram o pagamento de sua inscrição poderão receber o valor integral pago ou utilizarem como crédito para nova data agendada do curso.

As vagas são limitadas: capacidade máxima da turma é de 30 pessoas.


Condição para participação no curso

Para participar no curso é necessário:

- haver vagas;
- aceitar o formato de inscrição proposto;
- ter efetuado o depósito de dinheiro em espécie na conta-corrente indicada e ter enviado dados de inscrição e o comprovante de depósito até o dia 17 de agosto de 2011.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter