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quarta-feira, fevereiro 29, 2012

Limpe a sua comunicação: roupa suja se lava em casa




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Uma das poucas coisas que eu posso afirmar é que um dia você vai estar envolvido em algum problema de comunicação.

Quando isso acontece comigo, não tem jeito: o negócio é lavar a roupa suja.

Duas dicas rápidas que funcionam:

- crie urgente um espaço de diálogo: faça uma reunião com as pessoas que estão envolvidas no problema de comunicação.

- escute as pessoas. Fale menos. Procure escutar mais.


Aplique isso e depois me diga o resultado.



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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

quarta-feira, novembro 17, 2010

O telefone é uma ferramenta importante para o produtor e o gestor cultural




Por Alê Barreto*


Você já se deu conta que saber usar o telefone pode fazer a diferença na hora de planejar ou gerenciar um projeto cultural?

O senso comum diz que no mundo da produção "o importante são os contatos". Discordo: o importante é saber como acessar os contatos. Uma das maneiras é saber usar o telefone. Temos na maioria das vezes uma sensação de que sabemos usar, pois basicamente é preciso falar e ouvir, algo que já fazemos desde a infância.

Dê uma espiada no roteiro abaixo e veja se o telefone está sendo utilizado da forma mais eficiente.


Como você aborda uma pessoa no telefone pela primeira vez?

Quando ligar para alguém, seja objetivo na sua apresentação.

Exemplo:

"Boa tarde, meu nome é Alê Barreto, sou um produtor cultural. Estou falando com João Carlos, gerente de patrocínio da Doações Culturais Ilimitadas"?

Em uma frase você diz quem é, o que faz e pede confirmação para saber se quem está atendendo é quem você está procurando.


Peça licença para não se tornar invasivo

Muitas vezes quem atende, não pode falar muito naquele momento. Verifique se é possível falar.

Exemplo:

"João Carlos, eu gostaria de falar rapidamente, não mais que três minutos, para saber como encaminhar uma proposta de projeto que acredito ser também do interesse de sua empresa. Posso falar"?


Se a pessoa não pode falar

Não force a barra. A primeira impressão é que fica. Se você for um chato, irá inviabilizar novos contatos. Busque uma alternativa.

Exemplo:

"Ok João Carlos, entendo que neste momento não é possível. O que você acha melhor: eu ligar novamente ou você me passar seu endereço de e-mail para mim ir adiantando a conversa? Qual o melhor horário para ligar?"


Se errou o contato, busque informações

Muitas vezes você liga e ouve "a pessoa que atende este assunto agora tem outro telefone, trabalha em outro departamento". Daí você simplesmente agradece e desliga.

Aproveite e busque saber como encontrar esta pessoa.

Exemplo:

"João Carlos, você teria o novo telefone desta pessoa ou poderia me indicar o número de telefone de alguém que possa passar esta informação?"


Telefone não é solução. É uma ferramenta. Cabe aos produtores e gestores saberem utilizá-lo.

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@gmail.com