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quinta-feira, abril 02, 2015

Abertas inscrições para pós-graduação lato sensu em Produção Cultural na Cândido Mendes



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Estudei no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes e recomendo o curso de pós-graduação lato sensu em Produção Cultural.

Ótimos professores e uma coordenação de curso atenta ao processo de ensino, a cargo da querida mestra e incentivadora Kátia de Marco.










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Alê Barreto (ou Alexandre Barreto) é administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, empresário artístico, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, blogueiro, professor e palestrante. Concluiu sua formação em gestão pública em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

Alê Barreto gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, à novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares.

Atualmente reside no Rio de Janeiro, é um dos gestores do Grupo Nós do Morro na comunidade do Vidigal e responsável pela implantação da área de Produção Cultural na Escola de Música da Rocinha.

+55 21 97627 0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, janeiro 12, 2010

Começa dia 13 de fevereiro o curso de extensão "Cultura Digital"




Alê Barreto (produtor cultural independente)
Twitter


Como ser um produtor cultural independente é estudar para ampliar o olhar sobre as culturas, segue abaixo uma boa oportunidade de curso para fazer no período de férias.


Universidade Candido Mendes
Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa
Programa de Estudos Culturais e Sociais
Curso de Extensão "Cultura Digital" (disciplina do MBA em Gestão Cultural)

Carga horária: 15h
Dias: 13, 18, 25 de janeiro, 1 e 8 de fevereiro de 2010
Horário: 19h às 22h

Programa:
Reflexões e novos paradigmas advindos da Cibercultura. As janelas digitais e a "Economia da Atenção". Novas percepções e ações promovidas pela interatividade de interfaces e pela convergência digital.

A cibercultura e as mudanças no cotidiano e nas relações sociais e produtivas. Web 2.0. Comunidades culturais virtuais. Acesso ao conhecimento, à informação e à cidadania. Reflexões e ações para dirimir as barreiras da exclusão digital, exclusão cultural e exclusão social.

Reconfiguração da cultura e dos públicos: da era da espetacularização. A Internet, TV digital e rádio digital como desafios na promoção da diversidade cultural na rede.

Distribuição digital X direitos autorais. Open Business. Creative Commons. Cultura Livre. Novos modelos de negócio e de consumo. Mercados periféricos.

Novos modelos de interação cultural e produção colaborativa, no “centro” e nas “periferias” globais.

Estudo de casos: Wikipedia, YouTube, Overmundo, Canal Contemporâneo, Idança, Porta-curtas, Portal Literal, Festival Visões Periféricas, Cine CUFA (Central Única das Favelas), projetos Afroreggae (Rádio digital comunitária e Centro de Inteligência Coletiva Lorenzo Zanetti em Parada de Lucas) e Centro Cultural Wally Salomão de produção de conteúdos digitais, em Vigário Geral), coleção Tramas Urbanas, Spetaculu, Reperiferia.

Professora:
Eliane Costa

Titulação: Mestranda em História, Política e Bens Culturais na FGV-RJ. Pós-graduação na UFRJ e MBA em Comunicação com Formação em Marketing pela ESPM.
Graduada em Física, pela PUC-Rio, é Gerente de Patrocínio Cultural da Petrobras. Como funcionária da Petrobras foi analista de sistemas e projetista de sistemas de multimídia institucional, tendo gerenciado o núcleo de Comunicação nos órgãos de Tecnologia da Informação e na Área de Negócios Internacionais. É coordenadora do módulo “Cultura e Tecnologia” e professora de Cultura Digital no MBA de Gestão Cultural, na pós-graduação de Produção Cultural e no Curso de Extensão em Economia da Cultura, todos na Universidade Candido Mendes.

Inscrições Abertas
Vagas Limitadas
Emissão de Certificado
Valor: R$ 350,00 à vista ou 2x R$ 175,00

Informações e Inscrições:
Universidade Candido Mendes
Rua da Assembléia, 10 sala 616
tel. (21)2531 2000 r. 257 / 289 ou 3543-6489 e-mail: pecs@candidomendes.edu.br
www.gestaocultural.org.br / www.candidomendes.edu.br

segunda-feira, setembro 28, 2009

A profissionalização dos setores culturais


Abertas novas turmas para o MBA em Gestão Cultural da Universidade Cândido Mendes


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Compartilho com todos um texto da professora Kátia de Marco, cientista social, mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense (UFF), membro da Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA) e da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP), presidente da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) e coordenadora do Programa de Estudos Culturais e Sociais, do MBA em Gestão Cultural, do MBA em Gestão Social e da pósgraduação em Vinho e Cultura da Universidade Candido Mendes (UCAM).



A profissionalização dos setores culturais

Kátia de Marco


A arte e a cultura – como produção de conhecimento e, sobretudo, como entretenimento – têm movimentado de maneira crescente, no decorrer das duas últimas décadas, importantes índices mercadológicos, que impulsionam a expansão das indústrias culturais nacional e internacional. Estudos recentes apontam para mudanças antropológicas nos padrões de consumo e lazer das sociedades contemporâneas ocidentais, alocando a cultura em um patamar privilegiado pelos novos padrões de qualidade de vida, cada vez mais fundamentados na ampliação dos meios tecnológicos,o que gerou o compartilhamento de um novo tempo estendido e de espaços inéditos de comunicação para usufruto do lazer e da cultura.

Percebemos, hoje, que a cultura vem sendo priorizada como foco crucial nas agendas dos programas de desenvolvimento, permeando as temáticas de diversos segmentos de Estado, expandindo suas vertentes como alicerce estratégico na própria governabilidade das nações. É um dos setores de mais rápido crescimento nas economias pós-industriais, situando-se, além de seu implícito valor intangível, também como valor tangível, delineado por seu potencial de mercado. A conjunção que alia a economia do conhecimento – balizada pelas esferas da produção de conteúdo por meio das atividades artísticas e intelectuais – com a economia do entretenimento – ilustrada sobretudo pelos setores das indústrias fonográficas, audiovisuais, editoriais, redes informáticas e produções de grande dimensão – equipara a cultura a segmentos das indústrias tradicionais, no que diz respeito à lógica numérica dos grandes mercados, na incidência dos índices monetários (cf. Canclini; Moneta, 1999).

Conforme argumenta George Yúdice em A conveniência da cultura (2004), a cultura passa a ser entendida como recurso valioso, comparado aos recursos naturais, fundamental para o fortalecimento do tecido social, situando-se ainda como capital social de uma nação, perpassando, de maneira transversal, os segmentos políticos, econômicos e sociais. Desse modo, a cultura amplia sua legitimidade deslocando-se do campo formal das artes, folclore e patrimônio e de sua especificidade científica no campo das ciências sociais para as esferas de conhecimento do mundo dos negócios, do gerenciamento, da distribuição e do consumo de produtos e serviços.

Essa percepção ampla acerca do papel central da cultura no processo de desenvolvimento social e econômico das nações e como busca da inclusão cultural enquanto ação transformadora foi, em grande parte, preconizada pela Unesco. Por meio das temáticas de seus consecutivos fóruns, a cultura ecoou nas esferas sociopolíticas internacionais como protagonista do desenvolvimento humano, promotora da redução de desigualdades e fio condutor da prática dos direitos humanos (Cuéllar, 1997).

Em 1982, o Congresso Mundial sobre Políticas Culturais ocorrido no México, também nominado “Mondiacult”, semeou as bases para essa virada essencial na concepção tradicional de cultura, ampliando seu espectro social, econômico e político. Fazendo reconhecer esses novos fundamentos, as Nações Unidas decidiram consagrar o decênio de 1988 a 1997 ao estudo, formulação e divulgação de uma nova dimensão desenvolvimentista para a cultura e formaram uma comissão independente, auspiciada pela Unesco, presidida por Javier Pérez de Cuéllar e com a colaboração de representantes de diversas nações. Por meio dos estudos desenvolvidos pela Comissão Mundial de Cultura e Desenvolvimento, Cuéllar (1997) lançou a pedra fundamental que delinearia a inserção da cultura no novo milênio chamando a atenção para a máxima de que é o desenvolvimento que floresce com a cultura e não o contrário, como se preconizava. Na mesma vertente, Enrique Iglesias, presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, ao sustentar as metas da instituição em promover o desenvolvimento econômico e social, institui a cultura como base primordial dos ideários de uma reforma social para a América Latina mediante elevação dos níveis de educação e capacitação, buscando que estes incidam na produtividade e na melhoria da eqüidade social (cf. Arizpe, 2000).

No Brasil, as tentativas de implantar um sistema público de cultura, gerador de políticas estratégicas e continuadas para o setor, são uma experiência relativamente recente, tal como ainda é neófita a compreensão da produção da cultura num sentido holístico, permeando as áreas da economia, da administração, do marketing, do direito, do turismo e das relações políticas em geral.

A ressonância dessas novas abordagens permearam o cenário brasileiro durante a criação do Ministério da Cultura e das secretarias estaduais e municipais de cultura, que começaram a ser implementadas em meados dos anos 80, marcando o início do processo de redemocratização nacional. Os incentivos fiscais à cultura foram criados no Brasil com a Lei Sarney em 1986. Quatro anos depois, o governo Collor extinguiu os poucos mecanismos de fomento à cultura implementados pelo Estado. Mais adiante, em 1991, foi criada a Lei Rouanet; em 1993, a do Audiovisual, entre tantas outras estaduais e municipais que vieram a seguir. Enfim, estamos falando de uma experiência efetiva de duas décadas e de experimentações políticas cujas vivências demandam ainda ajustes e reestruturações, ou seja, trata-se de um processo ainda em construção.

Vivenciamos um período de grandes mudanças e de novas experiências na pasta da cultura em nosso país. De fato, houve uma abertura do diálogo com as comunidades relacionadas e de interesse, e os canais interativos se processam de maneira mais eficiente. No entanto, o Estado não pode perder de vista sua costura democrática e de
representação ampla, devendo atuar mais como maestro e menos como interventor, como estimulador atento às diversidades e nuances regionais sociopolíticas e econômicas, atendo-se não somente à produção de cultura e à circulação de bens culturais mas também à formação profissionalizante dos agentes culturais e à formação de artistas e público.

Cabe ainda, como desafio ao governo, desacelerar a corrida atropelada às leis de incentivo e promover o estímulo da participação empresarial no processo de financiamento privado à cultura mediante campanhas efetivas de aculturação e adesão de setores da sociedade civil como contrapartida cidadã e de responsabilidade social, minorando a tendência aos focos de interesse meramente mercadológicos das empresas. Tal cenário vem sendo dinamizado na atualidade e promove, paulatinamente, uma ampliação da conscientização corporativa de construção, manutenção e até mesmo de
resgate de marcas por meio da eficácia de ações em marketing institucional na implementação de incentivo à produção de cultura e de ações sociais.

Na diretriz de potencializar essa vertente, verificam-se a importância e a necessidade de o desenho das estratégias políticas estar sustentado,estruturalmente, por pesquisas atualizadas e oficiais e, sobretudo, por deliberações formuladas por conselhos representativos de todos os segmentos socioculturais da sociedade civil. A cautela e a sensibilidade em tratar diferencialmente, dando os mesmos espaços ao produtor de arte que busca financiamento e aos artifícios potentes do poder econômico utilizados pela indústria cultural, são uma das grandes expectativas. Há um aumento na demanda por informações confiáveis, por suportes de indicadores culturais efetivos, mapeamentos e diagnósticos profissionais. A atuação pública não mais deverá ser pautada por iniciativas isoladas, com resultados de sucessos casuais e pontuais recortados de uma estratégia maior, sem o respaldo de programas continuados e censos periódicos promovidos por institutos de pesquisa fidedignos.

Cada vez mais nos certificamos de que a arte e a cultura são geradoras de empregos diretos e indiretos, dinamizando recursos e investimentos na mesma ordem que outras atividades econômicas tradicionais. Assim sendo, tem-se a dimensão da necessidade premente da profissionalização dos setores culturais e da sistematização do conhecimento acadêmico como uma tônica global. A formação autodidata na área cultural sempre predominou, e a gestão cultural é uma profissão que se desenvolveu a partir da prática real, fundamentada em um conhecimento empírico pouco desenvolvido como objeto de estudos e pesquisas.

A partir dos anos 90, o cenário cultural apontava mudanças profundas no que se refere à produção, à administração e ao consumo culturais, gerando uma ambiência que apontava para a necessidade de profissionalização dos setores culturais públicos e privados. O desafio seria ainda maior para a administração pública, que se via diante da necessidade de formar seus quadros a fim de capacitar para a gestão profissional essa nova estrutura que se potencializava em crescimento. Desse modo, os setores de cultura e de entretenimento configuraram-se como campos promissores para o desenvolvimento de profissionais formados nas áreas de administração, comunicação, economia, direito e marketing, tendo em vista as ativadas demandas do mercado de trabalho nos setores da cultura em seu espectro mais amplo, como ilustramos anteriormente. De fato, em nossa experiência de cinco anos no setor, presenciamos esse novo público aproximar-se dos cursos de pós-graduação em Gestão Cultural. Em grande parte são profissionais graduados em áreas afins que se vêem traídos por esse mercado e são motivados a aprimorar-se e a especializar-se em cultura como campo ampliado para o exercício de suas práticas formativas de graduação.

A necessidade premente de profissionalizar e capacitar profissionais na área advém de uma demanda de priorização da gestão administrativa de excelência que viabilize otimizar a relação custo-benefício entre cultura e mercado, compreendendo as dinâmicas dos ciclos produtivos da cultura em prol da auto-sustentabilidade de ações sociais e culturais como alicerce do desenvolvimento social regional e nacional.

Essa nova categoria profissional necessita habilitar-se quanto à capacidade organizacional e à ampliação de conhecimento junto ao instrumental técnico das áreas de planejamento e gestão e embasar-se em conteúdos reflexivos e avaliativos inclusos no macrocenário da cultura no que se refere aos conhecimentos advindos de saberes afins, conforme citado.

O gestor cultural deverá conhecer as especificidades dos diversos espaços de atuação: museus, centros culturais, teatros, casas de espetáculos, bibliotecas, sets de filmagem, produtoras privadas, setores da indústria cultural, departamentos de marketing de empresas, secretarias de cultura, órgãos públicos etc. Deverá ainda ter um conhecimento amplo e atualizado dos diversos meios de expressão, focando-se com mais profundidade na área escolhida para atuar, estando atento ao direcionamento conceitual e empírico das diretrizes das políticas culturais, das orientações e mecanismos de financiamento e das estruturas de captação de recursos.

Na busca recente por delinear seu universo de atuação, focos de estudo e de mercado de trabalho, a transdisciplinar área profissional em Gestão Cultural possibilita o diálogo aberto com diversas áreas e segmentos sociais interceptando-os com o desafio de uma abordagem inovadora e humanista, descortinando novas questões para seus temas reflexivos, na medida em que a cultura tem a característica intrínseca de fazer pensar o que expressa, de flexibilizar fronteiras cristalizadas, podendo revitalizar essas especializações permeando o universo das artes e dos meios de expressão, provocando com novas perspectivas analíticas seus objetos de estudos originais.


Bibliografia

ARIZPE, Lourdes. La integración de la identidad a la globalización. Cultura e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Funarte, 2000. (Cadernos do Nosso Tempo).

CANCLINI, Néstor García; MONETA, Carlos Juan (orgs.). Las industrias culturales en la integración latinoamericana. México: Grijalbo, 1999.

CRESPO-TORAL, Hernán. Nuevas perspectivas a las relaciones entre la cultura y el desarrolo. Cultura e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Funarte, 2000. (Cadernos do Nosso Tempo).

CUÉLLAR, Javier Pérez de (org.). Nossa diversidade criadora. Relatório da Comissão Mundial de Cultura e Desenvolvimento. Campinas/Brasília: Papirus/Unesco, 1997.

YÚDICE, George. A conveniência da cultura: usos da cultura na era global. Belo Horizonte: UFMG, 2004.

terça-feira, setembro 22, 2009

Abre nova turma do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ)


Programa do MBA em Gestão Cultural (clique para aumentar)


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Recebi ontem da Ingrid Borges, que trabalha junto à coordenação do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Candido Mendes (PECS/ UCAM), a informação que irá abrir a sétima turma da pós-graduação lato sensu MBA em Gestão Cultural.

Conforme já comentei em posts anteriores, eu fiz o curso de extensão universitária "Micro e Macro Economia da Cultura", que é uma disciplina do MBA em Gestão Cultural, com os professores Ana Carla Fonseca Reis e Luis Carlos Prestes Filho. Considero muito bom o nível do curso, a estrutura da universidade, o cuidado da coordenação e a qualidade dos professores.


Segue abaixo mais informações sobre este curso:


PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MBA EM GESTÃO CULTURAL

A Universidade Candido Mendes recebe em outubro de 2009 novos alunos para o curso de pós-graduação lato sensu, MBA em Gestão Cultural.

O MBA em Gestão Cultural vem implementar a capacitação e o aprimoramento profissional na área de Administração dirigida à instituições, programas e projetos culturais, visando otimizar a eficiência das propostas programáticas para o setor. As aulas terão início em outubro de 2009, com carga horária de 405h, duração de 16 meses, no campus Centro, no turno da noite (das 19h às 22h) e aulas às terças e quintas-feiras.

Sob a coordenação acadêmica da Profª. Kátia de Marco, o corpo docente é composto por profissionais destacados tanto na esfera executiva como nos setores acadêmicos como Paulo Sergio Duarte (Gestão de Patrimônio Histórico); Yole Mendonça e Marcelo Mendonça (Bases Administrativas na Gestão Cultural); Marcio Schiavo (Responsabilidade Social Corporativa); Ronaldo Lemos (Direitos Autorais na Produção Digital); Lia Calabre (Políticas Públicas Para a Cultura); Eliane Costa (Cultura Digital); Ana Carla Fonseca Reis (Micro e Macro Economia da Cultura); José Carlos Barboza (Legislação de Incentivos ao Setor Cultural).

Apesar de terem focos de conteúdos distintos, ambos os cursos se direcionam a formar e reciclar profissionais atuantes na área da cultura; criar novas gerações de gestores, empreendedores, administradores e produtores culturais; proporcionar ao profissional uma visão integrada das áreas de administração, economia, direito, comunicação, museologia, artes e cultura; preparar o profissional para tomada de decisões, gerenciamento de equipe, análise de projetos, engenharia de orçamentos e domínio do empreendimento cultural.

Duração: 16 meses

Carga horária: 405 horas

Seleção:
- análise de currículo
- realização de entrevista


Mais informações:

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
PROGRAMA DE ESTUDOS CULTURAIS E SOCIAIS – PECS
Rua da Assembléia, 10 / sala 616 – Praça XV – Rio de Janeiro
Marcação de entrevista pelos telefones
(21) 3543-6489; (21) 2531-2000 r. 256 ou 289 ou
(21) 9972 7693
pecs@candidomendes.edu.br / www.candidomendes.edu.br ou www.gestaocultural.org.br

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Pós-graduação em Gestão e Produção Cultural na Cândido Mendes

Por Alê Barreto


Se você já possui curso superior completo, mora no Rio de Janeiro e deseja aprimorar sua formação como produtor cultural, a Universidade Cândido Mendes possui duas boas opções para o primeiro semestre de 2009.





Uma delas é o curso de pós-graduação lato sensu em Produção Cultural, cujo objetivo é qualificar profissionais para atuar de forma reflexiva e empreendedora no universo da produção executiva em cultura, em todas as etapas: da elaboração à realização de programas e ações culturais nas diversas áreas dos meios de expressão.

As aulas terão início dia 28 de março de 2009, com carga horária de 376 h, duração de 16 meses, no campus Centro, no turno da manhã (das 8h às 13h) e aulas aos sábados.




A outra opção é o curso de pós-graduação lato sensu MBA em Gestão Cultural, cujo objetivo é a capacitação e o aprimoramento profissional na área de Administração dirigida à instituições, programas e projetos culturais, visando otimizar a eficiência das propostas programáticas para o setor.

As aulas terão início dia 2 de março de 2009, com carga horária de 393 h, duração de 16 meses, no campus Centro, no turno da noite (das 19h às 22h) e aulas às segundas e quartas-feiras.

Ambos os cursos possuem coordenação coordenação acadêmica da Profª. Kátia de Marco.

O corpo docente é composto por profissionais destacados tanto na esfera executiva como nos setores acadêmicos como Paulo Sergio Duarte (Gestão de Patrimônio Histórico); Yole Mendonça e Marcelo Mendonça (Bases Administrativas na Gestão Cultural); Marcio Schiavo (Responsabilidade Social Corporativa); Ronaldo Lemos (Direitos Autorais na Produção Digital); Lia Calabre (Políticas Públicas Para a Cultura); Eliane Costa (Cultura Digital); Ana Carla Fonseca Reis (Micro e Macro Economia da Cultura); José Carlos Barboza (Legislação de Incentivos ao Setor Cultural).

Apesar de terem focos de conteúdos distintos, ambos os cursos se direcionam a formar e reciclar profissionais atuantes na área da cultura; criar novas gerações de gestores, empreendedores, administradores e produtores culturais; proporcionar ao profissional uma visão integrada das áreas de administração, economia, direito, comunicação, museologia, artes e cultura; preparar o profissional para tomada de decisões, gerenciamento de equipe, análise de projetos, engenharia de orçamentos e domínio do empreendimento cultural.

Mais informações:

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
PROGRAMA DE ESTUDOS CULTURAIS E SOCIAIS – PECS
Rua da Assembléia, 10, Sala 616, Praça XV
Rio de Janeiro
Marcação de entrevista pelos telefones (21) 2531 2000 256 ou 289
ou (21) 9972 7693
E-mail: pecs@candidomendes.edu.br
www.candidomendes.edu.br ou www.gestaocultural.org.br