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segunda-feira, janeiro 20, 2020

Participe da 15ª edição do curso "Música & Negócios" no Instituto Gênesis na PUC Rio





Por Alexandre Barreto*


Outra dica para começar o ano de forma proativa, que recebi da amiga e parceira produtora cultural Carolina Ficheira, pelo Linkedin: estudar música e negócios no Instituto Gênesis da PUC Rio. 

O curso tem um time de feras no corpo docente:Sandra Korman, Sergio Affonso, Gabriel Moura, Mayrton Bahia, Guta Braga, Elisa Eisenlohr, Paula Novo, Miguel Jost, Leonardo de Marchi, Bernardo Amaral, João Augusto, Fábio Silveira, Marcelo Vig, Carolina Ficheira, Daniel Campello de Queiroz, Ingrid Berger, Leonardo José, Debora Sztajnberg, Guilherme Velho, Geraldinho Magalhães e Leo Feijó, entre outros.


Segue o texto de divulgação na íntegra.


Música e Negócios: Empreendedorismo e Inovação 2020.1
Inscreva-se agora!

https://www.sympla.com.br/musica--negocios-puc-rio--edicao-20201__746387


Realizado pelo Instituto Gênesis da PUC-Rio, o programa Música e Negócios: Empreendedorismo e Inovação está com pré-inscrições abertas para a 15ª edição. Mais de 500 alunos já foram certificados desde o início da plataforma de extensão universitária dedicada à indústria da música.

O MN foi eleito no segmento educação Melhor Programa de Music Business no Brasil pelo Prêmio Profissionais da Música (PPM 2019).

Período das aulas: 11 de fevereiro a 14 de abril de 2020

As aulas acontecem às terças e quintas das 18h30 às 21h30. Há alguns dias extras às quartas-feiras (veja calendário abaixo). A carga horária total média é de 50 horas. As aulas acontecem em auditórios no Centro e na Zona Sul do Rio, incluindo o Lab OI Futuro, no Flamengo, Instituto Gênesis da PUC-Rio, na Gávea, na sede da União Brasileira de Compositores (UBC), no Centro e no CRAB - SEBRAE, na Praça Tiradentes, Centro do Rio.


Matrículas e bolsas
Há bolsas integrais e/ou parciais disponíveis (leia abaixo) e os alunos e ex-alunos da PUC-Rio recebem bolsa de 50% automaticamente (bolsa válida para as 10 primeiras matrículas)

As inscrições são feitas pela plataforma sympla.com.br. O valor total do curso pode ser parcelado em até 12 vezes. Há opção de boleto bancário para pagamento em até 3 vezes (solicitar à coordenação do curso a emissão).  O investimento na matrícula integral é de R$ 1.800,00. 


Público-alvo
O programa é destinado a músicos, produtores musicais, gestores de espaços musicais e de eventos, profissionais de comunicação e marketing, rádio e TV, estudantes ou advogados interessados em direito autoral e outros profissionais com atuação ou interesse no mercado da música.

Esta é a 15ª edição do curso, que combina aulas teóricas e práticas. O corpo docente reúne mestres e doutores da PUC-Rio e executivos atuantes na indústria da música, além de profissionais de produção musical e empreendedores do setor.

A programação inclui temas como impacto da tecnologia na indústria da música, marketing e distribuição digital, ecossistema da música, gestão de direito autoral, processos criativos em música, iniciação à produção musical em estúdio, promoção de eventos, gestão de arenas e casas de espetáculo, produção de backstage, elaboração de projetos culturais e captação de recursos, modelagem de negócios, entre outros.

Ao longo do curso é oferecido um eixo de trajetória profissional e planejamento de vida, coordenado pela professora Sandra Korman, além de interlocuções individuais com os alunos.

Inscrição para bolsas de estudo:

Envie e-mail para leofeijo@esp.puc-rio.br. Os currículos serão analisados e as respostas em média são comunicadas em uma semana.



PROGRAMA MÚSICA & NEGÓCIOS

MÓDULO 1

1.1 - Laboratório de Trajetórias Profissionais
Pesquisa de Setor
Planejamento de Vida e Carreira

1.2 - Cultura, Tecnologia, Direito Autoral e Marketing Digital
Impacto da Tecnologia no Mercado da Música
Ecossistema da Cultura
Direitos Autorais
Novas Plataformas Digitais e Monetização na internet
Marketing e Distribuição Digital

1.3 - Gestão, Planejamento de Negócios e Captação de Recursos
Planejamento de negócios e modelo Canvas
Editais, leis de incentivo e captação de recursos 
Empresariamento artístico
Selos e Gravadoras
Gestão de Casas de Espetáculos e Turnês internacionais

1.4 - Avaliação
A presença mínima exigida é de 75% para emissão de certificado.
Elaboração do Planejamento de Vida e Carreira
Desenvolvimento de um Plano de Negócios (opcional)



Mais informações e inscrições

https://www.sympla.com.br/musica--negocios-puc-rio--edicao-20201__746387




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* Alexandre Barreto é administrador, professor de 
Administração da Produção, Administração de Materiais e Logística, produtor independente e MBA em Gestão Cultural pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC), no Rio de Janeiro. Atualmente está cursando o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Saiba mais

segunda-feira, janeiro 06, 2020

Cholly Education: um repositório de Educação em Produção Musical e Music Business





Por Alexandre Barreto*


No post anterior, divulguei o encontro "Vivendo da Música com Ilton Carangacci e Charles Di Pinto".

Hoje divulgo aqui um repositório sobre Educação em Produção Musical e Music Business, criado pelo Charles.

Nele você vai encontrar links para cursos e eventos, estúdios, profissionais de music business, notícias sobre o mercado, organizações nacionais e internacionais, eventos da cadeia produtiva da música, inovação.


Anote aí: Cholly Education http://cholly.com/edu/


Charles Di Pinto é nativo da Filadélfia (Estados Unidos) e radicado em Porto Alegre, com uma carreira de 30 anos no setor fonográfico. Como produtor musical e engenheiro de som, já trabalhou com Bidê ou Balde, Tom Bloch, Fernanda Takai, Claudio Zoli e Luis Carlini, entre outros.

É educador e consultor na área de projetos fonográficos e atua como docente na graduação em Produção Fonográfica da Unisinos. É criador e gestor da Sigmund Records da Unisinos, a primeira gravadora universitária da América do Sul. Também já foi professor visitante na Marymount Manhattan College, em Nova York, ministrando disciplinas relacionadas à cultura e música.


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* Alexandre Barreto é administrador, professor de 
Administração da Produção, Administração de Materiais e Logística, produtor independente e MBA em Gestão Cultural pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC), no Rio de Janeiro. Atualmente está cursando o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Saiba mais

quinta-feira, abril 05, 2018

3 formas de começar uma carreira do zero







Uma pergunta que recebo com frequência é sobre "como começar".

Vejamos um e-mail que recebi recentemente.


[início do e-mail]

Conheci seu blog por meio de um comentário seu numa postagem sobre produção cultural.


Estou cursando Produção Cultural e gostaria de uma luz. Ainda não tenho experiência em nenhuma na área e gostaria muito de começar, mas não tenho muita noção de onde procurar, já que sempre que tento entrar em contato com produtoras, elas buscam pessoas com experiência.

Como eu começo?

[fim do e-mail]



Batalhar por uma oportunidade de trabalho começando do zero é um desafio. Mas não é um desafio exclusivo de quem está buscando trabalho na área de produção cultural. É um desafio em qualquer profissão. E para este desafio, não existe uma resposta única.

É importante lembrar também que quando se está começando do zero, não temos quase nenhum poder de barganha. Vale a pena focarmos na prioridade número 1 de quem está começando: desejo de aprender.


Primeira forma de começar do zero: utilize seu tempo livre

Mesmo que você não tenha nenhuma experiência, você tem um recurso em abundância: tempo livre. Muitos trabalhos necessitam mais de disponibilidade de tempo do que de uma longa experiência ou complexas habilidades. Quando procurar um trabalho, mostre que você tem bastante tempo disponível. 


Segunda forma de começar do zero: menos currículo e mais corpo a corpo

Divulgar nosso currículo é importante. Quando mais rápido respondermos a uma solicitação de currículo, mais estaremos demonstrando nosso interesse. Contudo, mais importante que o currículo é o "corpo a corpo". 

Comunique a todos na sua volta que você está procurando trabalho. Não tenha vergonha. No diálogo com colegas, vizinhos, amigos, familiares, conhecidos, procure descobrir o contato de pessoas para quem pode se apresentar como alguém que está procurando trabalho. 


Terceira forma de começar do zero: ofereça-se para trabalhos voluntários

Procure situações de trabalho em que você possa oferecer o seu trabalho de forma voluntária. Trabalhar de forma voluntária é uma ótima oportunidade para você demonstrar qualidades que são procuradas no mercado de trabalho, como atitude, iniciativa, organização, disciplina, motivação, capacidade de trabalhar em equipe e resiliência.



Um breve recado sobre a importância do trabalho artístico na vida do país



Outra dificuldade quando se começa do zero é ter poucos argumentos para rebater críticas das pessoas que adoram dizer que "atividades artísticas não são trabalho".

Em meu livro "Carreira Artística e Criativa", que o meu filho João Gabriel está segurando na  foto acima, esclareço que "(...) a existência da carreira profissional artística, o reconhecimento e o conhecimento de informações sobre a mesma e a estruturação do mercado para o seu exercício são ainda muito recentes. Tais fatos isolados ou em conjunto fazem com que muitas pessoas avaliem a carreira profissional artística com base em estereótipos, comparem-na com outras carreiras mais antigas e concluam que há mais dificuldades do que possibilidades. A representação de que a carreira artística é desvantajosa em relação a outras carreiras quase sempre é alimentada a partir da comparação de oferta de emprego, condições de trabalho e salário, fatores importantes no processo de escolhas profissionais, aos quais são atribuídos diferentes graus de importância conforme o contexto e o estágio de vida que uma pessoa se encontre".

Assim, falar com propriedade é fundamental. Se você está pretendendo iniciar uma carreira artística e criativa, quando alguém lhe disser que "arte e cultura não são prioridade", aproveite para esclarecer esta pessoa que arte e cultura geram valor e inovação.

Aproveite para citar as informações fornecidas pelo Ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão em sua rede social, as quais transcrevo abaixo:

"(...) as atividades culturais e criativas são vocações do Brasil; constituem ativos econômicos muito relevantes; têm alto impacto sobre a geração de renda, emprego, inclusão e valor agregado; respondem por 2,64% do PIB, um milhão de empregos diretos, 200 mil empresas e instituições e mais de R$ 10,5 bilhões em impostos; e apresentam um imenso potencial de crescimento e de contribuição para o desenvolvimento do país. O poder público precisa encarar a cultura como uma área estratégica, por sua dimensão simbólica, cidadã e econômica. Uma área, aliás, que costuma dar ao governo e à sociedade muito mais do que recebe como investimento direto ou incentivo fiscal. E uma área que precisa, para se desenvolver plenamente, de um equilíbrio entre seus segmentos, agentes, elos, cadeias de valor e modos de produção e acesso".



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e CriativaSaiba mais

sexta-feira, março 23, 2018

Morre Miranda, um produtor musical que incentivou muitas carreiras artísticas e criativas







Ontem à noite, veículos de comunicação começaram a noticiar a súbita morte do produtor musical Carlos Eduardo Miranda. Com um vasto currículo, Gordo Miranda deixou um importante legado de contribuições para a música brasileira.


Sempre respeitei muito a sua curadoria musical. Em junho de 2009, época em que estava morando no Rio de Janeiro, escrevi um rápido texto, aqui no blog, sobre uma entrevista dele que eu havia lido na revista Bravo. Miranda falava sobre a carreira na música. Na época me chamou muito a atenção o trecho da entrevista que transcrevo abaixo:


Revista Bravo: Analisando o cenário atual, como você acha que um artista iniciante deve planejar sua carreira?

Miranda: Hoje existem mais possibilidades e condições de se iniciar uma carreira com autonomia. Só que isso traz junto mais responsabilidades. O artista tem de tomar conta do próprio nariz. Começa que a concorrência é enorme. O barateamento das tecnologias possibilitou que muitas pessoas passassem a produzir música. As pessoas têm estúdio em casa. Então, vá lá e faça. As carreiras têm de ser autogeridas. O artista tem de saber botar sua música na internet e saber brigar pelo palco. A equação é internet mais rua. Rua, que eu digo, é o cara assistir a shows, conhecer os lugares nos quais gostaria de tocar, conhecer os outros músicos da sua cena. O artista tem de ser público também. Não é mais o artista lá e o fã aqui. Você tem de pensar que tem uma loja. Por que as pessoas vão comprar na sua e não na outra? O artista está num mercado disputando a atenção das pessoas, uma atenção que é completamente dispersa. E os meios tradicionais ainda são importantes. O cara tem de tentar chegar ao jornal, chegar à rádio. Se for muito carismático, pode dar uma sorte e emplacar. Mas depender só de sorte e carisma, no mundo de hoje, não é viável. O cara tem de construir o caminho para decolar, se preocupar em ter um baita show. Daí é que virá o seu dividendo. Como o público já pega a música de graça na internet, ele só vai te dar dinheiro se quiser. É o conceito de amigo, que o MySpace usa muito bem. O artista tem de ser amigo do fã. Daí o fã vai pensar: "Esse aqui eu quero ver bem, esse faz um trabalho caprichado, vai levar o meu dinheiro".




O relato do Miranda, com vasta experiência no convívio com artistas (diferente de muitos youtubers que hoje querem dar dica sobre carreiras e sucesso, sem ter quase nenhuma vivência...), me fez refletir. Elaborei questões na época para os leitores do blog, mas que são atuais até hoje:


- você já percebeu que é importante definir se quer tocar como livre exercício de sua criatividade ou construir uma carreira profissional na música?

- você tem noção do que é construir uma carreira profissional?

- você entende que a vida de um artista não é apenas a visão romântica e aventureira que lemos nas entrevistas, releases ou biografias, que nela também existe competição?

- você parou para pensar que as novas tecnologias de comunicação, principalmente a internet, podem contribuir para você ter mais autonomia?

- você tem noção de que a música, no âmbito profissional, possui uma cadeia produtiva, onde várias atividades econômicas acontecem, relacionadas a produção, distribuição, comercialização e consumo. Quem é o consumidor da sua música





Miranda (à esquerda) e Thunderbird conversando no Canal Music Thunder Vision 



Muita gente irá lembrar dele como músico do rock gaúcho dos anos 80, como repórter da revista Bizz ou pela sua atuação como jurado nos programas de TV "Ídolos" (derivado do programa britânico "Pop Idol"), "Astros" e "Qual é o seu talento?". Para mim, vai ficar a lembrança de um profissional que foi um verdadeiro mentor de muitas carreiras artísticas e criativas. Miranda atuou como se fosse uma incubadora de artistas, através da ação empreendedora de apostar na diversidade da música brasileira, seja através dos selos independentes que criou, seja através da Trama Virtual, precursor serviço de hospedagem de música de artistas da gravadora Trama.


Assista o Miranda falando sobre sua carreira na entrevista do Vitrola Verde de 2013:



Miranda - Entrevista#01: "Banguela, Titãs e bandas dos anos 90"



Miranda - Entrevista#04: "A cena independente, Manguebeat, Música do Pará e prod. musical"




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segunda-feira, fevereiro 13, 2017

Os mistérios do ofício de atriz


Fernanda Montenegro na nova temporada de Sangue Latino




Por Alê Barreto *


Em meu novo livro "Carreira Artística e Criativa", faço um questionamento: existe carreira artística e criativa no Brasil? A pergunta busca sacudir a ideia de que no Brasil não é possível se trabalhar com arte e cultura. Isso não é verdade. Existe sim. Mas um dos fatores que dificulta o trabalho é que o conhecimento de informações sobre estas carreiras ainda é muito recente.

Não bastasse isso, temos uma outra questão que precisa ser encarada de frente por quem deseja trabalhar nos setores da Economia Criativa: na prática, a maior parte dos mercados são oligopólios, ou seja, apresentam muitas barreiras à entrada de novos profissionais e forte concorrência entre já está estabelecido. Fim do mundo? Motivo para desistir? Não. Motivo para em busca de informações.

Uma das fontes que ajuda são as reportagens e entrevistas. Contudo, há que se ter cuidado: nem toda reportagem e entrevista fornece informações úteis para a construção de sua carreira.

Eu aponto livro algumas fontes. Uma delas é o programa "Sangue Latino", apresentado no Canal Brasil por Eric Nepomuceno.

Aproveite e assista o primeiro episódio da próxima temporada, no qual Fernanda Montenegro fala dos mistérios do ofício de atriz.


Leia sem pressa, também:


livro 'Carreira Artística e Criativa"




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