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quinta-feira, dezembro 20, 2012

O Grupo Nós do Morro abre inscrições para as oficinas de 2013







Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Queridos, hoje minha amiga Denise Francisco, a linda e querida Dedê, me passou informações super bacanas sobre as Oficinas do Nós do Morro em 2013, que compartilho abaixo com todos vocês.
O Grupo Nós do Morro abre inscrições para as oficinas de 2013

Oficinas - Oficinas

Após a recente renovação do patrocínio da Petrobras, o grupo Nós do Morro inicia o processo seletivo para o ingresso nas oficinas de formação artística de 2013, entre 19 e 20 de dezembro de 2012, e de 03 a 31 de janeiro de 2013.

As etapas do Processo Seletivo de Inscrições e Renovações são entrevista, dinâmica de grupo e apresentação de uma cena individual de até rês minutos. No ato de inscrição, o candidato será informado do horário programado para a avaliação, que acontece nos dias 4 e 5 de fevereiro. O resultado final será divulgado no dia 19 de fevereiro.

Os candidatos às vagas de inscrição e renovação devem preencher o formulário na Secretaria do Casarão – Rua Dr. Olinto de Magalhães, 54, Vidigal, de terça a sexta-feira, das 9h às 20h. Aos sábados, o atendimento é das 10h30 às 16h.

Nos dias 19 e 20 de dezembro, a Secretaria do Grupo receberá apenas renovações de matrículas, ou seja, apenas alunos matriculados em 2012 podem se candidatar ao Processo Seletivo 2013. Os candidatos à inscrição devem procurar a Secretaria entre 3 e 31 de janeiro, os candidatos que nunca tenham participado das oficinas do grupo
A idade mínima para participar são sete anos. É necessário apresentar o RG (original e cópia), ou certidão de nascimento (no caso de menores, também é requerida a cópia e o original do RG do responsável legal).

A ficha de inscrição de menores de 18 anos só pode ser preenchida pelo responsável legal do menor.

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Promoção de Natal para estimular a capacitação de produtores independentes!


Estão abertas inscrições para o Programa Produtor Cultural Independente, selecionado pelo edital do Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro.

Se você é seguidor do blog Produtor Cultural Independente, estiver na rede do Alê Barreto no facebook https://www.facebook.com/alexandre.barreto.73 ou for seguidores do twitter https://twitter.com/Alebarreto , terá direito a um desconto de R$ 60,00 em cada curso, até o dia 25/12/2012, enquanto houverem vagas.

Participe! Saiba mais!


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Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural



Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

quarta-feira, março 21, 2012

Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais 2011/2013: amplie o seu imaginário


Imagem de divulgação da exposição "Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais 2011/2013"/Itaú Cultural



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


No post "Especial "29ª Bienal de São Paulo: possibilidades para se apreciar a exposição" que publiquei em 2010, inspirado pelo convite que recebi da Petrobras para visitar a Bienal, fiz um breve roteiro para me organizar e aproveitar melhor a exposição. Uma das fontes consultadas para elaborar este roteiro (que recomendo para quem realiza ações educativas) foi a entrevista "A arte aponta aquilo que falta em você" feita por Mariana Sgarioni com Paulo Sérgio Duarte, crítico, professor de história da arte e pesquisador (ver revista Continuum no. 19 do Itaú Cultural).

Nesta entrevista há uma pergunta muito interessante que transcrevo na íntegra abaixo:


[início da transcrição]

Mariana Sgarioni: Como é possível estabelecer parâmetros de avaliação para a arte?

Paulo Sérgio Duarte: Toda avaliação estética foi e vai ser um juízo de valor. Se assim é, ela será sempre de natureza subjetiva. Não existem critérios objetivos, nem houve, nem nunca vai haver, para avaliar uma obra de arte, seja ela qual for. O que existem são consensos, que são estabelecidos por uma coletividade que está de acordo com certos valores. Um exemplo: a Nona [sinfonia] de Beethoven. Pode-se tocar essa música no Japão, na África do Sul, no Marrocos, nos Estados Unidos ou no Brasil que sempre vai haver um consenso. Ou seja: grande quantidade de pessoas estará de acordo que aquela música tem valor, agrada, é importante. Antes de escutar aquilo, a pessoa era uma. E, depois de escutar, ela virou outra, percebendo ou não essa mudança. O critério de avaliação é dado, também, pela experiência da arte. Não há outra forma de acesso à arte que não seja fluindo a sua experiência. Posso ter a experiência da queda de um corpo sem me jogar da janela. Mas não posso "fazer" a experiência de uma música, um poema, um romance, uma pintura, uma instalação sem ter fluido aquela experiência. A descrição de um poema não é o poema. A fotografia de uma pintura não é a pintura. A escrita da pauta da música não é a música. Com base na experiência da arte se chega aos consensos. Grande quantidade de pessoas percebe que aquela experiência é importante, que determinada obra é melhor que outra. Existe a possibilidade de demonstrar isso como uma equação matemática? Não. Mas temos valores históricos estabelecidos em padrões que dizem que uma obra é melhor que outra. São critérios subjetivos armazenados numa experiência coletiva. Então, para estabelecer que um trabalho artístico é melhor ou pior que outro, em primeiro lugar é preciso ver a experiência coletiva de um consenso que se reúne em torno de determinadas obras. Essa experiência da arte só se faz pela repetição. Quem vai a uma exposição uma vez por ano não entende de arte. Quem lê um livro de poesia por ano e diz que gosta de poesia não entende desse gênero. Quem gosta de música e não a escuta todo dia por falta de tempo não tem a experiência da música. Pode até gostar, mas não tem a experiência. A repetição é fundamental. Os conceitos se formam pela repetição da experiência. Portanto: não existe critério objetivo, mas existe a possibilidade de reunir consensos em torno de certas questões.


[fim da transcrição]

Da resposta do professor Paulo Sérgio Duarte, acho muito bacana você pensar nestes conceitos:

- "(...) O critério de avaliação é dado, também, pela experiência da arte. Não há outra forma de acesso à arte que não seja fluindo a sua experiência".

- "(...) Essa experiência da arte só se faz pela repetição. Quem vai a uma exposição uma vez por ano não entende de arte. Quem lê um livro de poesia por ano e diz que gosta de poesia não entende desse gênero. Quem gosta de música e não a escuta todo dia por falta de tempo não tem a experiência da música. Pode até gostar, mas não tem a experiência. A repetição é fundamental. Os conceitos se formam pela repetição da experiência".


Sendo assim, o lance prático da produção cultural é partirmos para a experiência.

Caso você more ou esteja visitando São Paulo e esteja procurando ampliar o seu repertório com novas experiências, visite a exposição "Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais 2011/2013", em cartaz até 22 de abril. A mostra é resultado do mais recente edital do programa Rumos Artes Visuais, que entre 1.770 projetos inscritos selecionou mais de 100 trabalhos de 45 artistas de todo o Brasil.

A curadoria foi realizada por Agnaldo Farias com a ajuda dos curadores Ana Maria Maia, Felipe Scovino, Gabriela Motta e Paulo Miyada e dos curadores viajantes Alejandra Muñoz, Carlos Franzoi, Júlio Martins, Luiza Proença, Marcelo Campos, Matias Monteiro, Sanzia Pinheiro e Vânia Leal.


Saiba mais


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Aprenda a organizar seu trabalho. Gerencie sua carreira

Ligue para (21) 7627-0690 e veja como contratar serviços de organização e planejamento de carreira, consultoria, coaching, oficinas, cursos, workshops e palestras.


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, janeiro 30, 2012

Realize ações integradas com atividades educativas


Programa Educativo da 30ª Bienal de São Paulo já começou. Foto: Denise Adams


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Em janeiro recebi um telefonema. Uma moça me ligou, disse que sua mãe era artista plástica e que queriam fazer uma exposição em março. Expliquei que no momento não estou trabalhando com formatação de projetos, somente ensino as pessoas a fazerem projeto ou presto serviço de revisão.

Mas a questão me fez refletir: adianta sair correndo para em 90 dias abrir uma exposição? Para mim uma exposição precisa de um trabalho articulado de formação, para que possa atingir o maior número de pessoas possível. Sim, o maior número de pessoas possível. A palavra dos dias de hoje é acesso. Inclusive foi o que motivou a Petrobras a convidar um grupo de pessoas atuantes na promoção da arte para visitar a



a 29ª Bienal de São Paulo, em 2010.

Esta preocupação com acesso e formação, não é apenas uma preocupação da Petrobras. Cada vez mais torna-se prioridade na pauta de diferentes agentes culturais.

Um ótimo exemplo é o Programa Educativo da Bienal de São Paulo. Mesmo a Bienal sendo um evento que somente será realizado de setembro a dezembro, a Fundação já realizou no dia 26 de janeiro seu primeiro encontro de arte contemporânea para professores de 2012, na Escola Cidade Jardim Playpen. O encontro inaugurou os cursos para professores da 30ª Bienal de São Paulo – A Iminência das Poéticas. Veja como foi o encontro.


Dica: inclua sempre ações de formação em suas iniciativas culturais.


E por falar em educação, estão abertas as as inscrições para os cursos do Produtor Cultural Independente em São Paulo



Curso "Aprenda a Organizar um Show" - 3 pessoas inscritas - inscrições até 12 de fevereiro

Curso "Aprenda a Produzir um Artista" - 3 pessoas inscritas - inscrições até 12 de fevereiro


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.

É um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, agosto 15, 2011

Patrocínio: Petrobras chega a marca de 500 longa metragens patrocinados




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muita gente enxerga a cultura somente conforme está classificada para encaminhamento para lei Rouanet: dança, música, teatro, cinema, etc. E histórias em quadrinho (HQ), não é cultura?

Claro que é! E a Petrobras, maior patrocinadora da cultura no Brasil, aproveitou a riqueza desta arte e convidou o mestre Maurício de Sousa para comemorar 500 longa-metragens patrocinados.

Tá querendo divulgar o seu trabalho? Já pensou em fazer isso através de desenho animado? Assista o vídeo.

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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Programa Petrobras Cultural patrocina festivais de música, festivais de cinema e difusão de longa-metragem




Por Alê Barreto*


Quem não for viajar na virada do ano e quiser aproveitar melhor o tempo: estão abertas as inscrições do Programa Petrobras Cultural para Festivais de música, Festivais de cinema e Difusão de longa-metragem até o dia 21 de janeiro de 2011.

Leia o regulamento geral e os regulamentos específicos para música, cinema e difusão de longa-metragem.

Se você não sabe como se faz um projeto, veja um bom exemplo neste roteiro elaborado pelo Programa Petrobras Cultural.

Em 2010 a Petrobras já destinou R$ 52,9 milhões para projetos nos segmentos de artes cênicas, audiovisual, música, educação para as artes, literatura, cultura digital e preservação e memória. Quer uma pista do perfil de projeto que a Petrobras seleciona para patrocínio? Veja os contemplados.

Mais duas dicas: conheça a rede de profissionais construída pela Petrobras para qualificar o processo de escolha dos projetos e a distribuição estadual dos projetos.

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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. Gosta de planejar e de meter a mão na massa. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)


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