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terça-feira, setembro 15, 2009

Conheça algumas idéias do especialista em políticas culturais Leonardo Brant


Leonardo Brant/Divulgação


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Compartilho com todos mais um link para o blog Cultura em Pauta, de André Fonseca. Trata-se do podcast com Leonardo Brant intitulado “A nossa constituição não diz que empresa tem que investir em cultura. Diz que o Estado tem que investir em cultura”.

Leonardo Brant é pesquisador e consultor em gestão e políticas culturais, presidente de Brant Associados. Atua como consultor estratégico e coach, auxiliando empreendedores públicos e privados de cultura a desenvolver e planejar seus negócios culturais de maneira sustentável. É autor dos livros "Mercado Cultural", "Políticas Culturais vol.1 (org.)", "Diversidade Cultural (org.)" e "O Poder da Cultura" (inédito).

Ouça aqui este profissional falar sobre a indústria audiovisual nacional (Ancine, mercado audiovisual, financiamento e modelo de negócio) e da relação entre artistas e Estado.

sexta-feira, outubro 31, 2008

Conheça o Porta-Curtas Petrobras



Conteúdo extraído do site www.portacurtas.com.br

O Porta-Curtas Petrobras é um projeto que visa não apenas trazer os melhores curtas-metragens brasileiros para a internet, mas também formar um painel representativo da produção nacional de curtas em termos de décadas, técnicas, tendências e elencos.

O Porta-Curtas Petrobras é pioneiro na internet nacional, pois todos os curtas disponíveis são exibidos em sua forma original, sem cortes, e os direitos autorais dos criadores são sempre respeitados.

A principal diferença entre o Porta-Curtas e os demais sites que exibem filmes é que o objetivo principal do projeto é promover os curtas também através de outros sites, garantindo assim uma difusão mais ampla.

Webmasters, editores e blogueiros podem escolher filmes que sejam adições interessantes ao conteúdo de seus sites e receber um link que permite que o curta seja exibido a partir deles. A disponibilização de links para outros sites é um serviço automático e gratuito para todos.



Saiba mais

quarta-feira, outubro 29, 2008

Estudo sobre a indústria cinematográfica brasileira


Imagem: Cleuber Oliveira Nunes

Conteúdo produzido pelo economista Felipe Ribeiro, publicado no site do Ministério da Cultura

O mercado cinematográfico brasileiro é caracterizado, assim como na maior parte dos países em desenvolvimento, pelo amplo domínio do produto importado americano. Diante deste modelo hegemônico, evidencia-se a dificuldade dos países periféricos para estruturar sua produção em busca de uma possível auto-sustentabilidade.

Além da concorrência com a globalizada indústria de produção norte-americana, a produção nacional encontra barreiras quase intransponíveis na distribuição e exibição dos seus filmes.

A partir dos anos 70, houve uma brutal queda do número de salas de cinema. O declínio se deve a fatores diversos, como o aumento do preço dos ingressos e a redução do poder de compra; a modificação dos hábitos de consumo, com a difusão dos shoppings centers; a profusão em massa da televisão; o aumento dos índices de violência, entre outros. Com o fechamento de cinemas de rua nas capitais e de estabelecimentos em outras cidades, o mercado ficou restrito, na sua maior parte, às grandes cidades e seus shoppings centers.

A partir de meados da década de 90, quando o Brasil tinha pouco mais de mil salas - na década de 70 superava as três mil salas -, o setor de exibição começou, lentamente, a dar sinais de recuperação com a entrada dos multiplex por operadoras estrangeiras. Esse fator aumentou a concorrência do setor, então praticamente estagnado, e forçou as empresas sobreviventes a buscarem a modernização das salas. Houve uma recuperação do mercado nacional balizado nos processos políticos, mas desta vez inserindo o filme como um produto audiovisual, dadas as necessidades do mercado e a possibilidade de recuperar seus custos ao longo da cadeia produtiva e de suas diferentes janelas de exibição.

Em todo o mundo, de um modo geral, apenas 25% da receita total de um filme vem da sua renda nas salas de exibição. Os outros 75% vêm dos chamados mercados ancilares (que correspondem às inúmeras formas alternativas de difusão que hoje conhecemos), sobretudo das televisões aberta e a cabo, mas também do homevideo, do laserdisc, do DVD e da crescente utilização da Internet e do futuro digital.A partir de 2000, com o advento da Lei do Audiovisual, houve uma retomada da produção de filmes de longa-metragem. A difusão, porém, ainda é uma questão complexa no Brasil. O Governo tem procurado estabelecer parcerias com as tvs aberta e a cabo, além da própria Ancine, no sentido de ajudar no aprimoramento da difusão de filmes nacionais. Conforme veremos, a participação do cinema nacional nas salas de exibição vem aumentando ao longo dos anos, assim como o público que assiste a filmes nacionais.

Com relação à geografia do setor cinematográfico no Brasil, o sudeste aparece como o principal centro produtor: o Rio tem 70% de captação, 66% dos filmes, e 68% do público; São Paulo 26%, 29% e 31%. Essa média diz respeito aos filmes realizados entre janeiro de 1996 e junho de 2003. Às vésperas de 2007, entretanto, essa tendência começou a se reverter, mesmo que de forma amena.

O Brasil possui uma sala de cinema para cada 105 mil habitantes. Essas salas estão normalmente concentradas em cidades com mais de 400 mil habitantes. As redes norte-americanas tendem a concentrar seus esforços de exibição em filmes do gênero blockbuster, restando aos mercados alternativos os chamados filmes de arte, que correspondem a 10% do mercado (2003).

Conheça o estudo completo

segunda-feira, setembro 29, 2008

10° Laboratório SESC Rio de Roteiros para Cinema Infantil

Extraído da newsletter encaminhada por Gabriel Guimard, Moderador Rede Cultura Infância, Diretor da Cia. Megamini de Teatro e editor do Portal Cultura Infância www.culturainfancia.com.br

No próximo dia 06 de outubro inicia o 10° Laboratório SESC Rio de Roteiros para Cinema Infantil, 18h30min, no Arte Sesc (Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo).

Serão disponibilizadas 20 vagas para os participantes da lista Cultura Infância, sujeitas à confirmação de presença. As inscrições e confirmações de presença devem ser enviadas para o e-mail labroteiro2008@ gmail.com até 02 de outubro.

Na ocasião haverá um debate sobre Formação de Público com consultores internacionais discutindo como ampliar o público do mercado de cinema através da criação e desenvolvimento de políticas e narrativas para o cinema infantil.

Debatedores:
Arne Lindtner Naess - Noruega
Eric Rognard - França
Michael Goldenberg - EUA
Mieke de Jong - Holanda
Niels Arden Oplev - Dinamarca

Mediação de Carla Camurati, diretora do Festival Internacional de Cinema Infantil.


Informações:

LABORATÓRIO SESC RIO DE ROTEIROS PARA CINEMA INFANTIL
Tel. (21) 2512-6859
labroteiro2008@ gmail.com

quarta-feira, maio 21, 2008

Idéias em Movimento: produzindo e realizando filmes no Brasil



Escrito de forma leve, Idéias em movimento mescla informações precisas sobre o trabalho no cinema com dados históricos sobre a evolução da indústria e da arte em cinematografia, remontando às primeiras películas fabricadas pela Kodak, nos Estados Unidos, e pela Pathè, na França, no fim do século XIX. Além de apresentar minuciosa e didaticamente as funções de todos os que fazem o cinema, Aída Marques procura traçar um panorama da área no país, trazendo declarações de profissionais aclamados na indústria cinematográfica brasileira. Detalhes como os prazos de início de trabalho de determinado profissional – continuístas são contratados uma semana antes de começarem as filmagens, diretores de fotografia, dez dias antes – também são informados, sempre com observações sobre a necessidade de estender ou reduzir tais períodos.

O livro discute ainda situações típicas de países pobres, como o dilema vivenciado por diretores que acumulam a função de produtor, e a necessidade de captar recursos para subvencionar as produções – algo que, segundo a autora, só não acontece nas indústrias norte-americana e indiana, embora também existam subsídios na forma de isenções fiscais ao cinema nos Estados Unidos e na Índia. O seguro do filme, um aspecto geralmente negligenciado no Brasil por diversos setores de produção, também merece destaque de Aída Marques, que ainda montou uma relação de laboratórios, finalizadores e distribuidores, entre outros serviços, que podem ser utilizados por quem faz cinema.


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