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segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Uma abordagem profissional é o melhor cartão de apresentação




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com

Muita gente investe num bom cartão de apresentação, se veste bem, busca impressionar as pessoas através da imagem. Sabe o que realmente impressiona: uma boa abordagem profissional.

2 Dicas para uma boa abordagem profissional:

Saiba o que deseja falar
Parar na frente de uma pessoa e começar a pensar o que gostaria de falar demonstrará falta de objetividade. Pense claramente o que você deseja comunicar. Se for preciso, escreva antes num papel e leia, para ver se você está conseguindo se expressar bem.

Consulte a disponibilidade de tempo das pessoas
Antes de parar alguém na rua para falar ou ligar achando que alguém está disposto a ficar 10, 15 ou 20 minutos falando com você, pergunte se a pessoa está disponível ou procure agendar um espaço de tempo para falar a sua ideia ou apresentar sua proposta.


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE. Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.

É um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

quinta-feira, julho 28, 2011

7 Dicas para melhorar o uso do telefone

Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


No texto "O telefone é uma ferramenta importante para o produtor e gestor cultural", sugeri um pequeno roteiro de ações para quem compreende que o telefone poder ser utilizado de forma mais eficiente. Para quem trabalha com arte, comunicação, cultura e entretenimento, o telefone é uma das principais ferramentas, pois nos permite estabelecer os diálogos com colegas, parceiros e clientes.

Hoje vou sugerir um novo roteiro para que a gente possa construir com mais atenção nossa presença digital saudável.


1 - Cada pessoa usa o telefone do seu jeito

Quando ligamos para alguém, muitas vezes temos a ousadia de achar que esta pessoa, com quem desejamos falar, tem a obrigação de adivinhar que vamos ligar, parar tudo o que está fazendo e nos atender até o segundo toque.

Mude este pensamento. As pessoas tem maneiras diferente de usar o telefone e este modo de uso também muda ao longo de sua vida.

Exemplo: uma jovem de 14 anos provavelmente está o tempo todo "conectada" ao seu celular, seja para utilizar o relógio, aguardar mensagens das amigas, atender toda e qualquer ligação, etc. Já um homem de 35 anos talvez estabeleça um outro tipo de relação, em que não fique o tempo todo disponível para falar ao telefone.

Sugestão: pergunte que dias e horários uma pessoa está mais disponível para o contato telefônico.


2 - Restrições legais ao uso do telefone

Exemplos: Durante deslocamento aéreo, é proibido manter o telefone ligado. No trânsito é proibido o uso de telefone. No Estado do Rio de Janeiro, foi promulgada uma lei que proibe o uso de telefones celulares em bancos.

Sugestão: olhe sua agenda e avise para seus colegas, parceiros e clientes os períodos que não será possível atender ao telefone. Isso promove qualidade de vida, pois permite uma melhor organização do trabalho e previne que as pessoas fiquem ansiosas e irritadas com a demora em receber um retorno.


3 - Restrições tecnológicas

Muitas vezes vamos ligar ou vão nos ligar e se ouve a seguinte mensagem:

"o número chamado encontra-se fora da área de cobertura".

Exemplos: Estar em algum lugar da sua casa onde o sinal da rede celular é fraco, estar dentro de cozinhas e banheiros, estar em garagens no subsolo, estar dentro de um elevador, estar se deslocando no metro, etc.

Sugestão: estimule seus colegas, parceiros e clientes a entrarem em contato em horários que você estará em um lugar onde você não tenha restrição tecnológica.


4 - Restrições de bom senso

Em muitas situações o bom senso indica que devemos desligar o telefone, apesar da ansiedade de muitas pessoas julgar que é necessário o telefone estar ligado o tempo todo e ser atendido sempre.

Exemplos: Cinemas, teatros, espaços de leituras em bibliotecas, exposições, shows, dentro de transporte público, etc., etc., etc.

Sugestão: combine os horários de comunicação com seus colegas, parceiros e clientes. Isso evitará que as pessoas fiquem griladas achando que você não quer atender.


5 - Estimule o uso do recado

Muita gente liga uma vez e espera que você ligue para saber porque ela lhe ligou. Se não deixar claro que necessita de um retorno, dá o direito a outra pessoa que não atendeu pensar que se ela não deixou recado, não deve ser algo importante.

Sugestão: combine com seus colegas, parceiros e clientes para que todos deixem recado "de voz" ou enviem mensagem de texto solicitando contato o mais breve possível, caso não sejam atendidos num determinado momento.


6 - Responda suas mensagens

Uma das coisas que mais nos deixa impaciente é alguém nos prometer que vai entrar em contato e não cumprir.

Sugestão: informe aos seus colegas, parceiros e clientes um prazo médio de retorno, para que cada pessoa possa gerenciar melhor o diálogo que está mantendo com você.


7 - Atenda bem

Sempre que falar com alguém, imagine que é a primeira vez que está falando com essa pessoa. Coloque nas suas palavras, no seu olhar, na sua voz e na sua postura corporal toda a energia com a qual quer estabelecer um boa comunicação.

Sugestão: para treinar, pode até colocar um espelho na sua frente, enquanto faz a ligações. Você verá que a sua expressão facial varia conforme varia o seu astral durante o atendimento ao telefone.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

quinta-feira, junho 09, 2011

Parcerias produtivas devem ser construídas com bastante atenção




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Hoje o texto é bem objetivo.

Quando for chamado para uma reunião em que estão lhe convidando para uma parceria, otimize o seu tempo.

1 - Pergunte no telefone se a pessoa pode resumir brevemente de que forma está pensando em fazer esta parceria.

2 - Peça para encaminhar mais detalhes via e-mail.

3 - Após analisar se esta parceria não irá tomar o tempo de outros trabalhos prioritários que você já colocou em andamento, agende uma reunião.

4 - Após a reunião, faça uma comunicação via e-mail em que fique claro para ambos e de forma detalhada o que cada um se compromete a fazer, prazo de duração da parceria e datas das reuniões em que serão avaliados os resultados da parceria.


Mais informações relacionadas você encontrará no "Roteiro para prestação de serviços em projetos"


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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