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quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Revista Observatório Itaú Cultural estimula a reflexão sobre a arte como objeto de políticas públicas



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Recebi hoje pelo correio do Instituto Itaú Cultural duas publicações muito bacanas. Vou neste post falar de uma delas: a Revista Observatório Cultural.

No texto "Aos leitores", Eduardo Saron, superintendente do Instituto Itaú Cultural desde 2002, inicia a apresentação dos conteúdos do 
nº 13 da revista com a seguinte abordagem:

"Esta edição da revista Observatório Itaú Cultural nos convida a pensar a arte como objeto de política pública no campo da cultura. Habitualmente abordada e discutida pelo viés da criação ou da fruição, a arte é aqui analisada enquanto atividade cultural que, tal qual outra, necessita de condições favoráveis para desenvolver-se e consolidar-se como campo estruturado e dinâmico. Acreditamos que essas condições só podem ser plenamente alcançadas se forem fruto de uma política pública, se tiverem, portanto, permanência e continuidade".

Achei muito pertinente estas palavras. Elas demonstram uma visão ampliada do que geralmente pensamos sobre a arte. Muitas pessoas oriundas de cursos de comunicação, produção, gestão cultural e artes ainda pensam a arte somente pelo viés da criação ou da fruição e produzem textos, monografias e teses somente falando sobre a importância de se ter liberdade para a criar. Concordo que é fundamental a liberdade para criar. Contudo, raras vezes algum pesquisador no Brasil ocupa o seu tempo em buscar entender a complexidade que envolve as atividades artísticas, suas dinâmicas, tensões e fatores que contribuem para que se construa uma sustentabilidade que permita liberdade para alguém poder se dedicar a criação.

Nesta publicação, que conta com a 

edição de Josiane Mozer, Tatiane Reghini Mattos, Selma Cristina Silva, 

produção editorial de Cybele Fernandes e Melissa Contessoto, 

revisão de textos de Nelson Visconti e Rachel Reis, 

projeto gráfico de Jader Rosa, 

design do Estúdio Lumine 

e colaboração de Ana Angélica Albano, Ana Letícia Fialho, Dilma Fabri Marão Pichoneri, Fabio Cypriano, Francisco Alembert, George Kornis, Ilana Seltzer Goldstein, Isaura Botelho, Liliana Rolfsen Petrilli Segnini, Marcia Tosta Dias e Sérgio de Carvalho,

você vai encontrar diversos olhares sobre a arte como objeto de políticas públicas.


Para quem constantemente busca informações para elaborar estratégias para ocupar seu tempo de trabalho com a arte, aconselho a leitura do artigo "Música, Dança e Artes Visuais: aspectos do trabalho artístico em discussão", escrito por Liliana Rolfsen Petrilli Segnini.


Leia a revista acessando este link



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Alteração de datas nos cursos em São Paulo (SP)

Devido a colisão de compromissos em minha agenda, os cursos inicialmente previstos para os dias 9 e 10 de março serão transferidos para 13 e 14 de abril.

Estou criando um novo blog, em parceria com a produtora Waleska Ávila (SP), para fornecer maiores informações.

Quem já tiver efetuado sua inscrição na loja virtual http://pupurricultural.loja2.com.br/, considere que a matrícula do sábado 9 de março está automaticamente transferida para 13 de abril e a matrícula do domingo 10 de março está automaticamente transferida para 14 de abril.

Em função da alteração de data, a promoção de inscrição com desconto vai até 22 de março.

Dúvidas e informações, envie e-mail para alebarreto@gmail.com


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Workshop em Salvador dia 23 de março (SP)

Veja mais informações com Carine Andrade acessando o link deste blog



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Lista de interessados para novas turmas no Rio de Janeiro (RJ)

Quer participar dos cursos do Programa Produtor Cultural Independente? Envie um e-mail manifestando o seu interesse para alebarreto@gmail.com e entre para a lista de interessados.



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*Alexandre Barreto é um profissional multicarreira. É administrador com ênfase em marketing e produtor, graduado pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou em grandes empresas, de diferentes segmentos.

Mora na cidade do Rio de Janeiro. É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ), onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Ministra aulas sobre produção e gestão cultural em projetos do Itaú Cultural e é um dos articuladores do projeto Solos Culturais, desenvolvido pelo Observatório de Favelas em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, e do projeto Rio em Rede, uma parceria entre o Observatório de Favelas e o Instituto Avon.

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

segunda-feira, junho 11, 2012

Como encontrar trabalho no setor cultural

alebarreto@gmail.com 

O título deste texto também pode ser “como achar trabalho na cultura”, “como buscar trabalho na área cultural”, “como arrumar um emprego cultural”, etc.


Algumas dicas que podem contribuir com a sua busca.


Dica número 1: defina se você quer trabalho remunerado ou trabalho voluntário
Ao responder esta pergunta você economiza tempo. É muito mais rápido encontrar trabalho voluntário do que encontrar trabalho remunerado.


Dica número 2: avalie tudo o que você sabe fazer e o que você está disposto a fazer
Ao responder esta pergunta você terá clareza sobre todos os recursos que você tem disponível para utilizar na elaboração de um currículo e na participação em processos seletivos (entrevistas, dinâmicas de grupo, etc.).

Dica número 3: pesquise que organizações (microempreendedores, empresas de pequeno e médio porte,grandes empresas, etc.) possuem funções de trabalho similares ao que você sabe fazer.
Esta pesquisa pode ser feita pela internet e também utilizando dados e informações de sua rede natural de contatos (parentes, amigos, vizinhos, colegas de escola, curso técnico ou faculdade, colegas e ex-colegas de trabalho).

Dica número 4: descubra como as pessoas são contratadas nestas organizações.
Algumas recebem indicações. Outras empresas iniciam o processo seletivo via cadastro em portais na internet.

Dica número 5: elabore um currículo que comunique o que você quer fazer.
Tendo definido se quer trabalho remunerado ou voluntário, o que você sabe (já estudou e já praticou), o que está disposto a fazer, o tipo de organização que você está procurando e como geralmente as pessoas são contratadas nestas organizações, você terá possibilidade de elaborar um currículo que ao ser recebido terá mais chances de despertar a atenção de quem faz a seleção.

Se você tem mais dicas que funcionam, compartilhe!
 



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Comemorando a chegada dos meus 40 anos dia 28 de junho de 2012, vou publicar no “Blog do Alê Barreto” partes do meu novo livro "Começar a fazer" e compartilhar informações dos meus trabalhos anteriores.




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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do SulSuas competências profissionais vem sendo construídas através da experiência com artistas independentes, coletivos de arte (Coletivo Tarrafa e Bataclã FC), movimentos sociais (Software LivreFórum Social Mundial), eventos (Opus Promoções), shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do MorroInstituto Ensaio Aberto), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaSolos Culturais - Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um Artistaaula na SP Escola de TeatroPresença Digital SaudávelPrograma Produtor Cultural IndependenteSemana de Gestão e Políticas Culturais), espaços de discussão e reflexão (Música e AçãoObservatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda Pata de Elefante em 2007, proponente do grupo no programa Rumos Música 2007-2009 do Itaú Cultural e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.

É aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.