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segunda-feira, março 12, 2012

Como você promove o encontro das pessoas com a sua música?




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Você já fez alguma reunião de criação para pensar o conceito da comunicação do seu trabalho? Que recursos você utiliza para divulgar o seu trabalho?

Veja um exemplo disso. A Petrobras lançou um videocast de cultura chamado



Compacto. Para quem não sabe, os videocasts são arquivos em vídeo, que podem ser assistidos ou baixados pela internet.

O objetivo do Compacto é reforçar os atributos de diversidade e origem brasileira da Petrobras e trabalhar a presença da marca nos meios digitais a partir da produção de conteúdos de entretenimento, seguindo tendência do setor.

Palavras com as quais a Petrobras define os encontros promovidos e apresentados no Compacto: inéditos, improváveis, desejados e diversificados.

Já pensou que palavras transmitem o significado do seu trabalho?


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

A redução de impostos aumentará a oferta de música no Brasil? Irá alterar a forma com que os brasileiros consomem música?




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Você já ouviu falar da "PEC da Música"? Se você atua no setor da música, está na hora de entender uma mudança importante que está prestes a acontecer.

Se for aprovada, a Proposta de Emenda à Constituição 98/2007 reduzirá de 32% para zero o imposto para venda de discos, DVDs e faixas digitais de música feita no Brasil. Já foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

A notícia foi publicada dias atrás por André Miranda no Jornal O GLOBO, na matéria "PEC da Música e iTunes Store devem sacudir indústria musical".

Leia a matéria na íntegra e procure entender como o iTunes está se colocando no novo cenário da cadeira produtiva da música no Brasil.


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Muito obrigado!


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Obrigado! Experimente o prazer de construir todos os dias a realização dos seus sonhos :)


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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou como administrador e produtor executivo junto a diretoria do Grupo Nós do Morro até 2009. Hoje é voluntário do grupo.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural. Ter trabalhado com artistas, grandes eventos e num grupo importante não alterou o seu modo de vida simples, característico de uma pessoa que nasceu numa cidade do interior do Brasil.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações. Saiba mais



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sexta-feira, janeiro 29, 2010

Afinal, a música deve ser paga ou gratuita?




Alê Barreto (Saiba mais sobre este blog)

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Toda crise, por pior que seja, traz oportunidades. A crise da indústria fonográfica é um bom exemplo. Como toda crise, quem sente o efeito no bolso, reclama mais. As empresas que controlavam a distribuição e a venda do fonograma gravado no suporte CD estão reclamando até hoje. Por outro lado, empreendedores que conseguem perceber novas tendências, aproveitam novos hábitos de comportamento e criam novos modelos de negócio.

Mesmo hoje existindo uma geração de adolescentes que nunca compraram um CD em sua vida, muitos fabricantes e distribuidores insistiam (e insistem) em publicar nos meios de comunicação matérias falando no dano causado pelo download gratuito da música.

Para minha surpresa, no fim do ano passado li no jornal Destak do dia 04 de novembro (imagem acima) uma informação que vai "contra a corrente" de que o download de música gratuito é nocivo:

Quem baixa canções, gasta mais com música
"Um estudo realizado pela empresa Ipsos Mori e divulgado pelo jornal The Independent afirma que as pessoas que mais fazem download são também as que gastam mais com música".

Esta semana tive acesso a outra publicação que fala a favor do download gratuito. Desta vez não trata-se de um instituto de pesquisa, mas sim de um empresário que atua no mercado fonográfico. No artigo "Um modelo de distribuição para a música", João Marcello Bôscoli, fundador e presidente da Trama Music Group, argumenta sobre a forma como a Trama vem trabalhando:



"De graça para o público e remunerado para o artista, patrocinado por uma marca. Eu acredito nesse modelo de distribuição para a música. E ele está vigente desde o final da década de 20 do século passado".

Leia o artigo na íntegra e tire suas próprias conclusões.

domingo, dezembro 14, 2008

Música, ídolos e poder: do vinil ao download



Conteúdo extraído do site da Approach Gestão de Informação e do site de André Midani (www.midani.com.br)

Testemunha ocular do Dia D, desertor da Guerra da Argélia, confeiteiro em Paris, executivo da Odeon, Phonogram e WEA, pioneiro na iniciativa de análises qualitativas de mercado, negociador da libertação do publicitário Washington Olivetto. A autobiografia de André Midani é mais do que um depoimento de quem observa os bastidores do mercado musical brasileiro sob um ângulo privilegiado desde a década de 1950. Além de viver alguns dos grandes momentos da história, Midani participou ativamente do nascimento da Bossa Nova, da Tropicália e do rock nacional, dos grandes festivais de música e das fantásticas jogadas de marketing das gravadoras para projetar seus ídolos. Uma trajetória de vida riquíssima, de quem saiu do zero e chegou ao topo do mundo, narrada em detalhes no livro Música, ídolos e poder, que a Nova Fronteira lança em setembro.

No final da década de 1940, o jovem André Midani era confeiteiro em Paris, acostumado a pegar no batente às quatro da madrugada e carregar sacos de farinha nas costas. O açúcar e os ovos foram deixados de lado em uma noite fortuita, quando ele entrou num cinema e assistiu ao documentário Jammin’ the Blues. No dia seguinte, Midani saiu à procura de um emprego como vendedor de discos. Foi o primeiro passo na carreira do maior executivo da indústria musical brasileira. Seu destino de Midas do disco parecia já estar traçado, mas tudo aconteceu por acaso. Em 1955, André saiu da França para evitar a convocação para lutar na Guerra da Argélia e a América do Sul foi o continente escolhido. Na chegada ao Brasil, a sorte lhe sorriu: ao ser confundido com um executivo estrangeiro, conseguiu um emprego na Odeon.

A trajetória do self-made-man teve início com a descoberta dos futuros ídolos da Bossa Nova, ainda numa era dominada pelos cantores do rádio, como Francisco Alves, Aracy de Almeida e Dalva de Oliveira. Hoje consagrado, o novo gênero enfrentou grande oposição. Na primeira audição de “Chega de saudade”, o gerente de vendas da Odeon simplesmente jogou o acetato no chão e esbravejou: “Isso é música de veado!”

A segunda onda veio com a Tropicália e a MPB: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, Elis Regina, Chico Buarque, Vinicius de Moraes — todos eles seriam contratados pelo então executivo da Companhia Brasileira de Discos, filial da Philips. Da década de 1970 em diante, Midani dividiu-se entre os festivais internacionais da canção e o rock nacional. Participou da organização de eventos como a Phono 73 e implementou a noite brasileira no Festival de Jazz de Montreux. Apostou nos Mutantes, em Rita Lee, em Erasmo Carlos e em Jorge Ben Jor. Foi criticado quando disse que o rock seria o futuro da música brasileira. Mas investiu nos Titãs, no Barão Vermelho, no Kid Abelha, no Ultraje a Rigor. E deu no que deu.

Esse executivo que passou 12 anos em Nova York, responsável por 14 companhias de disco no mundo hispânico, participou do lançamento de Luis Miguel e Alejandro Sanz. Mas o trabalho com os ídolos da música não era exatamente uma festa. Numa hora, era obrigado a descolar cocaína para Rod Stewart fazer uma festinha. Em outra, uma garota da Playboy para o tímido Prince. Entre uma gravação e outra, Midani ainda arrumou tempo para se casar com algumas das mulheres mais interessantes da época.

Nas páginas de sua autobiografia, este homem que conhece os meandros do negócio do disco desvenda as origens mafiosas do grupo Warner e a relação entre Mao Tsé-Tung e a pirataria de CDs. Aponta como a crescente dependência do jabá levou a indústria musical a um beco sem saída. E mostra o que acontece quando as gravadoras submetem os seus líderes criativos aos ditames traçados pelos tecnocratas do mercado.

Leia um trecho do livro

sábado, julho 12, 2008

Projeto Imagem e Comprador - Exportação da Música do RS



Divulgação do Fórum de Economia da Cultura do RS


O projeto de exportação da música "Imagem & Comprador" vem ao Rio Grande do Sul pela primeira vez. É realizado pela OSCIP Brasil Música & Artes (BM&A) e pela Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex Brasil). Sua vinda ao Estado é resultado do trabalho do Fórum de Economia da Cultura, coordenado pelo deputado estadual Ronaldo Zülke na Comissão de Economia e Desenvolvimento da Assembléia Legislativa.


O que é?

O Imagem & Comprador, ou Comprador & Imagem (a expressão varia em cada Estado, já que, de fato, são dois projetos que andam juntos) é uma oportunidade para os artistas brasileiros terem contato com o mercado internacional da música através do selo Música do Brasil.


Pré-requisitos

Para a realização do projeto no RS, foram programadas duas atividades preparatórias. Um seminário com os consultores da BM&A, Michel Nicolau e David Mac Lughlin, realizado no dia 11 de junho no teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa, apresentou o projeto. Outra atividade, um seminário marcado para o dia 16 de julho (Experiências gaúchas de exportação da música), trará a experiência internacional dos produtores gaúchos Marocos Borghetti, Ilton Carangacci, Dedé Ribeiro e Paola Oliveira. O evento está marcado para as 18h no Santander Cultural, com entrada franca.




Como funciona?

Nos dias 16 e 17 de agosto de 2008, dez convidados estrangeiros (compradores e jornalistas) farão palestras sobre o mercado internacional (veja lista ao lado). Em seguida, cerca de 20 a 30 artistas pré-selecionados participarão de rodadas de negócios, um momento para ficar "frente a frente" com estes profissionais com o objetivo de afinar o contato para futuros negócios.


Como participar?

Release em inglês contendo obrigatoriamente:

- informação sobre o artista, incluindo seu histórico internacional, tendo como foco o tipo de negócios que os convidados internacionais fazem, contato da gravadora e/ou empresário;
- pequeno texto mostrando os interesses de atuação no mercado internacional;
- No mínimo 02 (duas) músicas por e-mail, CD ou link para site com música (pode ser o myspace ou site da banda.


Local de entrega

O material deve ser entregue A/C Fórum de Economia da Cultura nos seguintes endereços:

1. Gabinete Deputado Ronaldo Zulke

Assembléia Legislativa
Praça Marechal Deodoro, 101/1203
CEP 90010-900
Centro – Porto Alegre – RS

2. Comissão de Economia e Desenvolvimento

Assembléia Legislativa
Praça Marechal Deodoro, 101, 4º andar
CEP 90010-900
Centro – Porto Alegre – RS

3. Representação Regional Sul do Ministério da Cultura

Av. Independência, 867
CEP 90035-076
Bairro Independência - Porto Alegre - RS


4. Fórum Permanente de Música do RS

Por e-mail: moyseslopes@yahoo.com.br


Prazo de entrega

O material poderá ser entregue nestes endereços até dia 16 de julho, ou no Seminário Experiências Gaúchas de Exportação da Música, no Santader Cultural.


Lista dos convidados do Imagem e Comprador

Compradores Internacionais:

1.Brent Grulke - SXSW
2. John Bissell - trilhas sonoras
3. Olivier Lacourt - Discograph, vice-president of French Export Bureau (França)
4. Mel Puljic/Mondo Music - produtor de shows nos EUA (Milton Nascimento, Jorge Ben)
5. Neil Mowat - Branding, Troca Brahma - UK
6. Gene de Souza - Rhythm Foundation

Mídia Internacional:

1. Tracy Mann - EUA
2. Jody Gillett - UK
3. Alex Robinson- jornalista (Songlines, Travel Magazines e New York Times) - EUA
4. Jim Carroll - jornalista (the Irish Times)


Mais informações sobre o projeto

quinta-feira, junho 05, 2008

Seminário Exportação da Música em Porto Alegre dia 11 de junho de 2008



O Rio Grande do Sul fará parte, pela primeira vez, do calendário dos projetos de exportação da música brasileira Imagem & Comprador , desenvolvidos pela Brasil Música e Artes (BMA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX Brasil).

Os projetos serão realizados na segunda quinzena de agosto em Porto Alegre. O seminário Exportação da Música marcado para o dia 11 de junho no teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa será a primeira atividade preparatória ao evento.

A vinda do Imagem & Comprador está sendo organizada pelo Fórum de Economia da Cultura na Comissão de Economia e Desenvolvimento da Assembléia Legislativa, juntamente com o Santander Cultural e Sebrae RS. O evento contará com a presença do francês Michel Nicolau, consultor institucional da BMA, do irlandês David McLoughlin, gerente do projeto de exportação Música do Brasil , executado pela BMA e Apex Brasil, e do músico gaúcho Moysés Lopes, que falará sobre experiências práticas.

Informações: (0xx) 51-3210-2220