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segunda-feira, julho 19, 2010

Como aproveitar cursos: aprenda a investir melhor na sua educação




Por Alê Barreto*


Há pouco dias, divulguei o artigo que escrevi para a Revista Fazer e Vender Cultura. Nele faço um convite para que a gente desenvolva as áreas de produção e gestão cultural?

Uma das formas que acredito que podemos contribuir para que haja um maior fluxo de trocas entre os profissionais que atuam nestas áreas é a realização de cursos. Os cursos, quando bem aproveitados, podem ser grandes oportunidades de desenvolvimento profissional.

Mas como aproveitar um curso? Não acredito numa fórmula infalível para todo mundo. Cada pessoa é única. O que servirá para um nem sempre servirá para outro. Contudo, minha experiência como um produtor que se preocupa em educar as pessoas e como produtor que se preocupa em estudar me diz que é possível pensarmos alguns critérios para escolha e melhor aproveitamento do investimento que fazemos nos cursos.


Aprimore suas escolhas


O que você está buscando?

Antes de sair se matriculando num curso como quem passa numa banca para comprar uma revista, pense bem. O que você está buscando? Qual é o seu objetivo?


A escolha de um curso

Depois de ter clareza sobre o que você está buscando, pesquise várias opções de cursos.


A escolha do palestrante

Através do Google você pode pesquisar:

- quem é o palestrante, qual é a sua formação, qual é a sua trajetória profissional;
- qual é a produção de conteúdo deste profissional? Possui textos publicados? Possui algum livro?

No livro "Pedagogia da Autonomia", de Paulo Freire, encontrei valiosas informações sobre como avaliar um educador. Sempre que procuro um curso, pesquiso se o ministrante reflete sobre a prática, se é consciente do seu inacabamento, se é humilde, se sabe escutar, se está disponível para o diálogo. Também considero muito importante saber se um educador possui um método, se pesquisa continuamente, se é comprometido com o que acredita e se está convicto de que as mudanças são possíveis.


Seja curioso: ligue e peça informações detalhadas

Folders, cartazes e releases em sites nem sempre conseguem traduzir com clareza a proposta de um curso. Após ler estes informativos, seja curioso. Ligue e peça informações mais detalhadas.



Aproveite melhor o curso


Acelere processos educativos

Invés de ficar tentando "inventar a roda" o tempo todo, pense um curso como uma possibilidade de acelerar um processo educativo.

Fazer um curso com esta intenção pode ser bem mais produtivo do que se inscrever para ganhar diploma ou porque a empresa liberou você alguns dias para uma atividade de treinamento.


Tome notas

Durante o período que você está disponível para o aprendizado, sua mente muitas vezes faz sínteses brilhantes. Mesmo que você vá ganhar uma apostila ou comprar o livro do palestrante, escreva palavras-chave, frases, pequenos resumos e ideias. Serão muito úteis.


Se relacione

Curso são ótimas oportunidades de aprimorar o processo de se relacionar com as pessoas.

Num curso você irá encontrar pessoas que estão querendo entrar no mercado, pessoas que já atuam no mercado e pessoas que estão diversificando suas ações no campo profissional.

Leve sempre um cartão de apresentação. Grandes amizades, parcerias e projetos nasceram de encontros em cursos.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

terça-feira, julho 08, 2008

Inscrições para o Rumos Educação, Cultura e Arte até 25 de julho de 2008


Imagem: Carlos Eduardo Cinelli e Warley Goulart narrando A Rainha das Cores/Divulgação Itaú Cultural

Conteúdo extraído da newsletter e do site do Itaú Cultural.


As inscrições para o Rumos Educação, Cultura e Arte foram prorrogadas! Os educadores têm até 25 de julho para se inscrever no programa, que oferece R$ 10 mil e chances de conhecer projetos em todo o Brasil. É importante lembrar que o edital foca no profissional de educação não-formal e que não há necessidade de documentação que comprove vínculo empregatício com instituições.


Sobre o programa Rumos Educação, Cultura e Arte

A arte propicia compreensão de aspectos da vida, dos relacionamentos e da realidade, sendo uma forma de conhecimento do mundo imediato, concreto e intuitivo. A utilização das linguagens artísticas no processo educativo não-formal é uma prática freqüente em organizações voltadas para ações de inclusão social, econômica e cultural, assim como em museus e instituições culturais.

Uma parcela significativa dos museus e das instituições culturais brasileiros desenvolve atividades educativas que valorizam as culturas locais, regionais e/ou de um grupo específico, propiciam a discussão e o respeito pela diversidade cultural e/ou ampliam o repertório nas diversas linguagens artísticas.

As ações educativas no campo da cultura e da arte realizadas em organizações, museus e instituições culturais são criadas, coordenadas e executadas por educadores. São esses profissionais, com formação diversa, que dão forma às idéias, constroem e aperfeiçoam as atividades educativas de forma integrada com os participantes/educandos. Eles criam estratégias e metodologias específicas para o público participante, de acordo com o contexto em que estão inseridos e em harmonia com os referenciais culturais e as linguagens artísticas utilizadas. Os educadores atuam como mediadores, facilitadores, estimuladores, orientadores e parceiros na construção de experiências educativas que são significativas para sua formação cultural e de todos os participantes.

O programa Rumos Educação, Cultura e Arte 2008-2010 pretende mapear e valorizar os educadores e as experiências criadas e colocadas em prática por eles no contexto da educação não-formal. As ações nesse contexto são fundamentais para a experimentação na educação, a transformação pessoal e profissional dos participantes e o desenvolvimento sociocultural no Brasil.


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sexta-feira, junho 13, 2008

REDES - Cobrindo o Pelô



Foi lançado dia 20 de maio de 2008 o concurso de blogs “Redes-Cobrindo o Pelô” na sede do Programa Pelourinho Cultural.

Os participantes devem criar as páginas com base no tema: "Pelourinho: bom para morar, trabalhar, visitar e freqüentar"

Os três melhores blogs, eleitos por votação pública, terão seus links disponíveis no Portal Cultural do Pelourinho, um dos produtos a serem criados pelo projeto Pelourinho Digital.

“Com esses projetos, o Programa Pelourinho Cultural começa a atuar de forma mais efetiva na implementação de políticas públicas para o Centro Histórico e seu entorno. A idéia é envolver jovens moradores na elaboração de novos discursos sobre a região, a partir de uma ação que vai possibilitar a inclusão social e digital dessa população”, destaca o secretário de Cultura, Márcio Meirelles.

O concurso de blogs, nesse sentido, visa estimular a reconstrução da memória do Centro Histórico e, ao mesmo tempo, o reconhecimento de seus atuais agentes sociais. “Qual o perfil de quem mora, trabalha, freqüenta e visita hoje o Pelourinho? O reconhecimento das dinâmicas econômicas e sociais do Pelourinho, que é o coração do Centro Histórico, é fundamental para que seja possível promover o desenvolvimento sustentável de todo o Centro Antigo de Salvador”, destaca o secretário.

O concurso acontece em parceria com a produtora cultural Adorno Lisboa Produções e Eventos, que vai contemplar as três melhores criações com até três mil reais.

As páginas vencedoras serão definidas por votação pública através de um link postado por cada concorrente no período entre 21 e 30 de junho. No dia 1º de julho, os ganhadores serão notificados por endereço eletrônico. “O tema pode ser explorado de infinitas formas. Queremos incentivar os diversos olhares sobre o Pelourinho, desde o seu aspecto social, econômico e cultural até o seu significado como patrimônio da humanidade”, explica a Diretora do Pelourinho Cultural, Ivanna Soutto.

Textos, fotografias, resenhas, ilustrações e imagens em movimento, são apenas algumas das ferramentas disponíveis para uso dos participantes. “Pode-se utilizar de inúmeras linguagens. É necessário apenas que estejam embasados na história e nos aspectos reais que envolvem a região. A idéia é que sejam projetos artísticos para extrair e apresentar para o mundo o que o Pelourinho, que é um pólo infinito de informações, tem a oferecer”, diz a produtora cultural, Andréa May. O objetivo principal, explica, é promover conhecimento e difundir informações sobre o Centro Histórico de Salvador.

A criatividade dos participantes e a sua qualidade interpretativa podem estar fundamentadas nas histórias dos moradores e comerciantes locais, na arquitetura do lugar, nos monumentos, no patrimônio material e imaterial, nos eventos ou nos espaço públicos, por exemplo. “Além do registro de informações, o que tem uma importância inquestionável, acredito que vamos suscitar discussões e maior interesse acerca do nosso Centro Histórico”, completa May.

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quinta-feira, maio 08, 2008

Programa Rumos Educação, Cultura e Arte 2008-2010



A arte propicia compreensão de aspectos da vida, dos relacionamentos e da realidade, sendo uma forma de conhecimento do mundo imediato, concreto e intuitivo. A utilização das linguagens artísticas no processo educativo não-formal é uma prática freqüente em organizações voltadas para ações de inclusão social, econômica e cultural, assim como em museus e instituições culturais.

Uma parcela significativa dos museus e das instituições culturais brasileiros desenvolve atividades educativas que valorizam as culturas locais, regionais e/ou de um grupo específico, propiciam a discussão e o respeito pela diversidade cultural e/ou ampliam o repertório nas diversas linguagens artísticas.

As ações educativas no campo da cultura e da arte realizadas em organizações, museus e instituições culturais são criadas, coordenadas e executadas por educadores. São esses profissionais, com formação diversa, que dão forma às idéias, constroem e aperfeiçoam as atividades educativas de forma integrada com os participantes/educandos. Eles criam estratégias e metodologias específicas para o público participante, de acordo com o contexto em que estão inseridos e em harmonia com os referenciais culturais e as linguagens artísticas utilizadas. Os educadores atuam como mediadores, facilitadores, estimuladores, orientadores e parceiros na construção de experiências educativas que são significativas para sua formação cultural e de todos os participantes.

O programa Rumos Educação, Cultura e Arte 2008-2010 pretende mapear e valorizar os educadores e as experiências criadas e colocadas em prática por eles no contexto da educação não-formal. As ações nesse contexto são fundamentais para a experimentação na educação, a transformação pessoal e profissional dos participantes e o desenvolvimento sociocultural no Brasil.


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