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segunda-feira, abril 25, 2011

Como é a aplicação do dinheiro público em atividades culturais na sua cidade?




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Nas últimas semanas ocorreu um episódio muito construtivo no estado da Paraíba que merece maior visibilidade, para além da mera polêmica.

Durante uma entrevista realizada na manhã da terça-feira do dia 12 de abril, na Rádio Paraíba FM, o músico e compositor Chico César, atual Secretário de Estado da Cultura na Paraíba, declarou que bandas de forró de plástico e bandas sertanejas não estarão na pauta de contratações do Estado para shows nos festejos de São João no Estado.

A declaração, independente de concordar ou não com ela, surtiu um efeito muito positivo. A discussão entre os que apoiam a posição de Chico César e os que são contra colocaram o debate sobre a aplicação dos recursos públicos em cultura na lista dos assuntos mais comentados no Twitter na última terça-feira.

Para mim, o assunto ter subido ao topo do ranking do Twitter mostra:

- que a população brasileira está mais atenta e não "apática e conformista", como muitos alegam;

- que o assunto cultura pode (e deve) ocupar mais espaços;

- que a população está preocupada com a forma como são gastos os recursos públicos;

- que é preciso fomentar mais canais para distribuição de conteúdos culturais, para se buscar harmonizar a tensão entre tradição e inovação.


Chico César aceitou o convite da TV Arapuan da Paraíba e participou de um programa de debates, no qual explicou as razões que embasam a postura adotada. Além disso, divulgou uma nota oficial para esclarecer o episódio, a qual segue abaixo na íntegra.


[início da nota]

“Tem sido destorcida a minha declaração, como secretário de Cultura, de que o Estado não vai contratar nem pagar grupos musicais e artistas cujos estilos nada têm a ver com a herança da tradição musical nordestina, cujo ápice se dá no período junino. Não vai mesmo. Mas nunca nos passou pela cabeça proibir ou sugerir a proibição de quaisquer tendências. Quem quiser tê-los que os pague, apenas isso. O Estado encontra-se falto de recursos e já terá inegáveis dificuldades para pactuar inclusive com aqueles municípios que buscarem o resgate desta tradição.

São muitas as distorções, admitamos. Não faz muito tempo vaiaram Sivuca em festa junina paga com dinheiro público aqui na Paraíba porque ele, já velhinho, tocava sanfona em vez de teclado e não tinha moças seminuas dançando em seu palco. Vaias também recebeu Geraldo Azevedo porque ele cantava Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em festa junina financiada pelo governo aqui na Paraíba, enquanto o público, esperando a dupla sertaneja, gritava “Zezé cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”.

Intolerância é excluir da programação do rádio paraibano (concessão pública) durante o ano inteiro, artistas como Parrá, Baixinho do Pandeiro, Cátia de França, Zabé da Loca, Escurinho, Beto Brito, Dejinha de Monteiro, Livardo Alves, Pinto do Acordeon, Mestre Fuba, Vital Farias, Biliu de Campina, Fuba de Taperoá, Sandra Belê e excluí-los de novo na hora em que se deve celebrar a música regional e a cultura popular”.

Secretário de Estado da Cultura – Chico César

[fim da nota]


E você, já parou para pensar como é a aplicação do dinheiro público em atividades culturais na sua cidade?


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

terça-feira, março 01, 2011

Conheça mais sobre crowdfunding


Imagem que ilustra a matéria "Fenômeno do crowdfunding ganha força no Brasil" na revista Revista EXAME PME


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Tem aumentado o número de reportagens e conteúdos falando sobre o "crowdfunding". Nestes conteúdos, há uma ênfase no sentido de que se trata de uma revolução em termos de captação de recursos para projetos culturais e sociais. Será mesmo?

Separe uns minutinhos para ler duas matérias sobre o que estão comentando sobre esta nova prática:

- "Crowdfunding: um por todos e todos por um" publicada no Blog Acesso do Instituto Votorantin;

- "Fenômeno do crowdfunding ganha força no Brasil" no site da revista Revista EXAME PME


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Lucimara Letelier, especialista em captação de recursos, recomenda o dossiê de cultura do Censo GIFE 2009-2010




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muita gente fala sobre captação de recursos de maneira equivocada. Há os que acham muito difícil. Tem os que pensam que é uma forma de "ganhar dinheiro rápido e sem muito esforço". Tem gente que acha que qualquer um pode sair por aí pedindo dinheiro. Tem muita gente ganhando dinheiro chamando curso de formatação de projetos para Lei Rouanet de "curso de captação de recursos". Dentro deste universo, é importante saber separar o joio do trigo. Vou dar um exemplo de profissional que considero uma referência em captação de recursos.



Lucimara Letelier está ministrando a disciplina "Gestão de Patrocínio e Investimento Privado" no MBA em Gestão Cultural que estou cursando na Universidade Cândido Mendes. Ela possui mais de 11 anos de atuação em organizações sem fins lucrativos como ActionAid, Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, Caixa Cultural (SP), Guggenheim Museum(NY), The Children’s Museum (Boston), Bienal de Artes e Articultura. Hoje é uma especialista em captação de pessoa física, mudança organizacional e estruturação de departamentos de desenvolvimento institucional.

Em todas as aulas ela tem ensinado que com estudo, método e ações planejadas aumenta-se muito as chances de se conseguir captar recursos.

Outra coisa importante: ela não trabalha somente com "importação de modelos", coisa que muitos gestores e administradores brasileiros adoram. Lucimara destaca a importância de se fazer um "raio x" da organização para a qual se pretende captar recursos, para que se possa articular os pontos fortes e oportunidades existentes, sem a necessidade de se ter que começar tudo do zero.

Competência para estabelecer diálogos construtivos e produtivos. Esta é outra grande característica desta profissional que tenho certeza que um bom captador de recursos precisa desenvolver.

Na aula de ontem, Lucimara passou uma excelente dica que compartilho agora com todos: o GIFE, uma rede sem fins lucrativos que reúne organizações de origem empresarial, familiar, independente e comunitária, que investem em projetos com finalidade pública, lançou o Censo GIFE 2009-2010, que é um mapeamento dos maiores investidores sociais privados do Brasil.

Nesta edição, foram aprofundadas questões relacionadas ao investimento social em Cultura, uma das principais áreas de atuação dos Associados GIFE.

Conheça o dossiê "especial cultura"

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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

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quarta-feira, agosto 18, 2010

Programa de Patrocínios Banco do Brasil 2011




Por Alê Barreto*


Mais uma oportunidade de aprender e desenvolver a competência de captar recursos através de editais públicos: desde o dia 9 de agosto estão abertas as inscrições para o Programa de Patrocínios Banco do Brasil 2011.

Este edital, na minha opinião, estabelece dois importantes critérios que considero bastante adequados a realidade do setor cultural brasileiro.

Processo seletivo em etapas

Muitos editais solicitam que os proponentes apresentem vários documentos na fase de inscrição. Isso provoca dois problemas para pequenos empreendedores. Quem não está com sua documentação em dia, não consegue sequer concorrer, fato comum no setor cultural, onde os empreendedores tem inclusive dificuldade de constituir e manter uma empresa legalmente constituída.E quem está com a empresa em dia, acaba tendo que providenciar documentos que talvez não sejam utilizados, no caso do projeto não ser selecionado. Esta situação inibe as pessoas a participarem de editais, pois gera uma demanda de procedimentos burocráticos desnecessários.

No Programa de Patrocínios Banco do Brasil 2011, o processo seletivo ocorre em quatro fases:

- pré-seleção: serão analisadas as propostas por comissões técnicas;
- habilitação jurídica e regularidade fiscal dos proponentes;
- negociação: definição do valor do patrocínio e respectivas contrapartidas e
- homologação: aprovação formal das propostas selecionadas.


Premissas que estimulam a organização e desenvolvimento do setor cultural

Dentre as premissas estabelecidas, encontram-se algumas que considero fundamentais em projetos culturais que utilizam recursos públicos: inovação, sustentabilidade, distribuição geográfica, cidadania, potencial educacional e acessibilidade.


Conheça o edital na íntegra.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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alebarreto@produtorindependente.com

segunda-feira, agosto 16, 2010

Correios irão investir R$5.480.000,00 em projetos culturais




Por Alê Barreto*


Navegando hoje no excelente site da Associação Brasileira de Captadores de Recursos, tomei conhecimento de que os Correios irão disponibilizar um total de R$5.480.000,00 para projetos. As áreas para as quais a instituição está destinando este investimento cultural são dança, teatro, artes integradas, literatura, audiovisual e música.

Mas é importante estar atento para o seguinte: somente serão avaliados os projetos com início de realização previsto para acontecer entre março de 2011 a agosto de 2012.

Leia a notícia na íntegra no site da ABCR


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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quarta-feira, agosto 04, 2010

Sesc Rio e L21 Conteúdo lançam o Prêmio Sesc Rio de Fomento à Cultura




Por Alê Barreto*


Outra oportunidade para obter financiamento para ações culturais: Prêmio Sesc Rio de Fomento à Cultura. O foco é movimentar o setor cultural no Estado do Rio de Janeiro.

Os vencedores do Prêmio Sesc Rio de Fomento à Cultura vão receber em cada uma das nove categorias uma verba de R$ 200 mil (duzentos mil reais) para a produção, execução e apresentação para o público da obra vencedora em, no máximo, oito meses a partir da data da premiação. Na categoria Novos Talentos, o prêmio será dividido pelas cinco subcategorias (R$ 40 mil para cada área).

Entre os critérios de seleção estão a excelência artística, o cumprimento das regras do regulamento e a viabilidade prática da produção.

“A amplitude do projeto, o cuidado com cada detalhe, o acompanhamento passo a passo das produções demonstra sua importância para o Sesc Rio. Esperamos que ele possibilite um crescimento ainda maior do cenário cultural do Estado do Rio de Janeiro. Vamos dar todas as condições para transformar os sonhos daqueles que, como nós, apostam, acreditam e valorizam as mais diversas formas de manifestações culturais”, diz Orlando Diniz, presidente do Sistema Fecomércio-RJ.

Para incentivar produtores, curadores, escritores, artistas e criadores em geral, cada produção poderá ser acompanhada pela internet, através do portal www.sescriofomentocultura.com.br. Será proporcionado um acompanhamento on line das pesquisas teóricas e práticas, processos, ensaios e montagens.

"Vamos promover as condições necessárias para a realização das montagens e lançamentos, dando maior visibilidade aos premiados. Será possível acompanhar a construção dos projetos vencedores (obra em progresso), através de diferentes tecnologias e recursos, criando uma cobertura contínua no portal do Prêmio. Todos os vencedores contarão com uma equipe para documentar todas as etapas da produção, com imagens e depoimentos” conta o empresário Luiz Calainho.

Além do prêmio em dinheiro para a viabilização dos projetos selecionados, as iniciativas premiadas terão suas estreias e/ou lançamentos nas unidades do Sesc Rio, conforme disponibilidade.

Conheça o regulamento

Fonte: release Prêmio Sesc Rio Fomento Cultura

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terça-feira, agosto 03, 2010

Estão abertas as inscrições para o 4º Edital Votorantim de projetos culturais



Por Alê Barreto*

O blog Acesso divulgou que iniciou hoje o período do processo de seleção de projetos culturais a serem patrocinados pelo Instituto Votorantim em 2011.

Serão investidos R$ 3 milhões em projetos de todas as áreas culturais – artes visuais, artes cênicas, cinema e vídeo, literatura, música e patrimônio – desde que estejam comprometidos em ampliar e qualificar o acesso de jovens, entre 15 e 29 anos, a bens culturais.

Poderão se inscrever artistas, grupos, produtores e instituições de todas as regiões do país que tenham projetos de até R$ 500 mil com atividades previstas para serem realizadas de janeiro a dezembro de 2011.

Informações: www.blogacesso.com.br/selecaodeprojetos

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terça-feira, julho 13, 2010

Programa Brasilianas.org discute as mudanças da Lei Rouanet




Por Alê Barreto*


A Lei nº. 8.313 de 1991 é popularmente conhecida por "Lei Rouanet". Esta lei instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), que canaliza recursos para o desenvolvimento do setor cultural, com as finalidades de: estimular a produção, a distribuição e o acesso aos produtos culturais (CDs, DVDs, espetáculos musicais, teatrais, de dança, filmes e outras produções na área Audiovisual, exposições, livros nas áreas de Ciências Humanas, Artes, jornais, revistas, cursos e oficinas na área cultural, etc); proteger e conservar o patrimônio histórico e artístico; estimular a difusão da cultura brasileira e a diversidade regional e étnico-cultural, entre outras.

O Ministério da Cultura vem conduzindo um processo de mudança nesta legislação. Trata-se de uma questão polêmica que vem sendo discutida em diferentes fóruns.

Esta semana, recebi um e-mail da minha amiga Ana Carla Fonseca Reis sobre isso.

2010/7/5 Ana Carla

Caros amigos e colegas,

Aos que se interessam pela candente discussão acerca da revisão da Lei Rouanet, encaminho abaixo o link para o debate transmitido ontem pelo programa Brasilianas, do qual tive o prazer de participar.

Abraços,

Carla





Conheça também o caderno especial sobre a Lei Rouanet, publicado pelo Instituto Pensarte.


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* Alê Barreto tem 38 anos. É administrador, produtor cultural independente, palestrante e gestor de conteúdo também dos blogs Alê Barreto, onde divulga seu processo de trabalho, e Encantadoras Mulheres, um blog que tem por objetivo reciclar valores machistas.

sábado, agosto 23, 2008

Conheça o Investeatro: manual on-line para investimento em teatro




Conteúdo extraído do site Investeatro


Uma das principais dificuldade de quem começa a desenvolver a atividade de produção cultural independente hoje no Brasil é encontrar informações práticas que contribuam com o planejamento e a organização do trabalho.

Uma boa dica para quem atua na organização da produção de espetáculos teatrais é o site Investeatro. Trata-se de um manual on-line para investimento em teatro, apresentado como Projeto Experimental em Comunicação pela aluna Jussilene Santana do Nascimento., da Faculdade de Comunicação da UFBA no segundo semestre de 1999, orientado pelo professor Messias Bandeira.

O site teve a concepção, arquitetura da informação e textos produzidos pela própria Jussilene, design Visual de Alice Vargas, programação de Marcelo Gadelha,foto de Eduardo Moody e apoio do Laboratório de Multimídia da Facom.

Conheça o site

quarta-feira, agosto 06, 2008

Ação Petrobras-MinC de Seleção Pública será nesta quinta-feira (dia 7), no Rio de Janeiro



Artigo de Tatyana Vendramini publicado no site do Ministério da Cultura em 06 de agosto de 2008


Nesta quinta-feira, 7 de agosto, o ministro da Cultura interino, Juca Ferreira, participa do lançamento da Ação Petrobras-MinC de Seleção Pública - parceria do Ministério da Cultura (MinC) com a Petrobras, iniciada em 2003, para a realização de editais de seleção pública de projetos culturais em diversos segmentos.

A cerimônia, a ser realizada no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, a partir das 9h30, contará com a presença de dirigentes e representantes do MinC. Na ocasião, serão anunciados dez editais de seleção em diferentes áreas, com verba total de R$ 28 milhões.

Para o secretário de Políticas Culturais do MinC, Alfredo Manevy, que participa do evento, esta ação confirma o compromisso do MinC e da Petrobras com a cultura brasileira em toda sua diversidade. Além disso, representa um investimento transparente uma vez que é feito via seleção pública, permitindo, assim, o acesso de todos a esses recursos.

“Esta é uma disputa em igualdade de oportunidades entre os produtores culturais. Ao mesmo tempo representa um alinhamento com políticas públicas, isto é, uma relação das políticas de patrocínio com as necessidades e as demandas da população brasileira no que diz respeito à vida cultural”, afirma Manevy.

Dentre os editais que serão lançados, destaque para a consolidação da terceira edição de Programas como Cultura e Pensamento, Capoeira Viva, Prêmio Cultura Viva e a realização da 3ª TEIA - considerado um dos eventos culturais mais importantes do País.

Com exceção do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras e do Edital Nacional de Apoio a Programação de Centros Culturais, que lançarão sua primeira edição, todos os editais já contam com o apoio da Petrobras em suas edições anteriores.

Após a solenidade, haverá coletiva de imprensa com o ministro interino Juca Ferreira, o gerente executivo de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, e a gerente de Patrocínios da Petrobras, Eliane Costa.

Acordo de Cooperação Técnica - Durante a cerimônia de lançamento dos editais, também será assinado o Acordo de Cooperação Técnica Petrobras - Ministério da Cultura, que irá permitir maior agilidade no processo seletivo dos projetos inscritos no Programa Petrobras Cultural (PPC). A Petrobras não mais exigirá a aprovação prévia pela Lei Rouanet para a inscrição de projetos no PPC, com exceção dos referentes a longa-metragens - produção e difusão.

Confira a relação dos 10 editais

sexta-feira, julho 18, 2008

Cultura não dá voto

Entrevista de Marco Antônio Carvalho Teixeira para Juliana de Sordi Gattone, publicada originalmente no site do Diário do Grande AB em 12/07/08


Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político especializado em administração pública, apresenta uma análise sobre a falta de investimentos em Cultura: por não proporcionar obras materiais, é colocada em último lugar no ranking de prioridades. "Não investe porque não vira obra, embora seja ganho imaterial fantástico."

A avaliação é cruel, mas evidencia a realidade não só do Grande ABC, mas de boa parte do País. Ele cita como exemplo o orçamento da União, no qual a Cultura recebe apenas o residual das demais rubricas.

O analista rechaça a teoria de que não há interesse dos governantes em proporcionar cultura aos eleitores. Para ele, isso é um mito e tem mais relação com a questão da alfabetização.

Como a prioridade dos administradores passa por áreas mais críticas, como Saúde, Educação e Segurança, Teixeira sugere a eles que façam a interface da Cultura com outras áreas cujas atividades são similares.

Para o cientista político, há iniciativas viáveis sem a necessidade de investimentos exagerados, como parcerias e oficinas.

Marco Antônio Carvalho Teixeira acrescenta que investir em eventos como rodeios e outros com perfil massificado, por exemplo, é uma forma míope de tratar a Cultura.

DIÁRIO - Historicamente, como os políticos lidam com a Pasta de Cultura no Brasil?

TEIXEIRA - Cultura sempre foi considerada uma área secundária, tanto em termos de orçamento como de propostas. Dificilmente, um político vai a público discutir projetos para a área. Outro fator é que os próprios partidos políticos que forneceriam dados para o governo não o fazem. Os meios culturais têm pouca atenção do setor político e pouca projeção e capacidade de pressionar, por isso, ficam com as sobras dos recursos.

DIÁRIO - Por quê?

TEIXEIRA - Tem demandas muito mais emergentes, sobretudo as sociais, e as escolhas são preponderantes. Mas optar por outras áreas não tiraria a possibilidade de dar atividades, com cardápio variado à população por meio de acessos a shows e outras atividades não muito onerosas. Oficinas culturais, atividades em escolas e ações casadas entre Cultura e Turismo, Cultura e Educação ou Cultura e Desenvolvimento são saídas honrosas. Talvez, os governantes devem pensar Cultura como algo intersetorial, para dialogar com várias setores. Esses exemplos que citei são interfaces possíveis, há enormes similaridades entre essas áreas, que muitas vezes têm seus papéis

DIÁRIO - Alguns administradores optaram em unir as pastas que o sr. citou, mas são acusados de utilizarem os investimentos em Cultura para a área unificada.

TEIXEIRA - O grande problema é quando é aplicado só o mínimo. Excluindo o que não se pode fazer, o político pode fazer outras coisas. E não adianta se não tiver pessoa com capacidade, se for um cargo meramente de indicação política.

DIÁRIO - Por que há essa resistência em aumentar o valor do orçamento para a área?

TEIXEIRA - Via de regra, isso acontece em todo o lugar. No orçamento federal, Cultura também recebe verba residual. Talvez porque a Cultura não dê voto, não aparece tanto. A Cultura aparece mais em rodeios, atividades massificadas. E tratar o setor apenas com essas ações é ver a área de maneira míope, sem lidar com a questão de valores e tradição. Algumas iniciativas que têm parcerias com o poder público podem trazer resultados fantásticos. São nelas que se descobrem talentos escondidos, de pessoas que não teriam a possibilidade de aprender a tocar um instrumento, a pintar. Veja a orquestra da Favela do Heliópolis, por exemplo. Ganhou notoriedade pela qualidade dos músicos que descobriu.

Leia na íntegra

quinta-feira, julho 17, 2008

Banco do Nordeste lança edital do Programa BNB de Cultura 2009




Conteúdo extraído do site do Banco do Nordeste do Brasil


O Banco do Nordeste do Brasil lançou dia 1º de julho em seu portal na Internet (www.bnb.gov.br), o edital do Programa BNB de Cultura – Edição 2009. O Programa BNB de Cultura é uma linha de patrocínio direto do Banco do Nordeste, para apoio à produção e difusão da cultura do Nordeste e Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo (área de atuação do BNB), mediante seleção pública de projetos. Existente desde 2005, o Programa BNB de Cultura, já patrocinou 681 projetos nas quatro edições anuais anteriores, no valor total de R$ 10,5 milhões. O Banco do Nordeste destinará, no próximo ano, o montante de R$ 3 milhões para projetos a serem selecionados nas seguintes áreas: música (com dotação de R$ 700 mil), literatura (R$ 400 mil), artes cênicas (R$ 600 mil), artes visuais (R$ 400 mil), audiovisual (R$ 400 mil) e artes integradas ou não-específicas (R$ 500 mil). Serão contemplados pelo menos 174 projetos – sendo, no mínimo, 42 de música, 27 de literatura, 37 de artes cênicas, 13 de audiovisual e 30 de artes integradas ou não-específicas.

O BNB garante que, no mínimo, 50% do total dos recursos (ou seja, pelo menos R$ 1,5 milhão) do seu programa de patrocínio cultural direto serão destinados para projetos cujas ações sejam realizadas em municípios com até 100 mil habitantes, dentro da área de atuação do Banco. Assegura também que pelo menos 25% do total dos recursos (isto é, no mínimo R$ 750 mil) serão reservados a projetos realizados em municípios incluídos no Programa Territórios da Cidadania, do Governo Federal, cujo objetivo é levar o crescimento econômico e universalizar os programas básicos de cidadania. Na área de atuação do BNB, são identificados 34 Territórios da Cidadania, englobando 586 municípios, sendo 337 inseridos na região semi-árida. A meta da instituição é realizar, até 28 de novembro deste ano, todo o processo de seleção da edição 2009 do Programa, compreendendo, ainda, as seguintes fases: realização de 38 oficinas de elaboração de projetos em todos os 11 estados da área de atuação do Banco (4 a 31 de julho), período de inscrições (1º a 22 de agosto), divulgação da lista de projetos habilitados para o processo de seleção (30 de setembro), análise dos projetos (1º a 31 de outubro) e divulgação do resultado das propostas selecionadas (28 de novembro). A informação é do gerente de Gestão da Cultura do BNB, Henilton Menezes.

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Baixe o edital


Entrevistas e informações adicionais

• Henilton Menezes (gerente do Ambiente de Gestão da Cultura do BNB) – (85) 3464.3109 / 8635.6064 – henilton@bnb.gov.br

• Mário Nogueira (coordenador do Programa BNB de Cultura) – (85) 3464.3182 / 8830.1110 – amariobn@bnb.gov.br

• Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br

quarta-feira, julho 16, 2008

Acordo de Cooperação Técnica com Ministério da Cultura flexibiliza a exigência de prévia aprovação dos projetos na Lei Rouanet




Conteúdo extraído do site do Programa Petrobras Cultural


A Petrobras informa que não exigirá a prévia aprovação na Lei Rouanet, para a inscrição de projetos na próxima edição do Programa Petrobras Cultural (PPC). A exigência, que chegou a ser anunciada neste site, pôde ser flexibilizada graças a um "Acordo de Cooperação Técnica" que está sendo construído em conjunto pela Petrobras e pelo Ministério da Cultura, que integra o Conselho Petrobras Cultural desde a criação do Programa. Apenas os projetos de longa-metragem (produção e distribuição) já deverão dispor da aprovação na Lei de Incentivo (Audiovisual) no momento da inscrição no PPC, conforme acordado com a Ancine.

O "Acordo de Cooperação Técnica Ministério da Cultura - Petrobras" cria uma etapa semifinal no processo de análise/seleção do PPC, durante a qual o MinC analisará, sob os critérios e requisitos da lei Rouanet, os projetos finalistas do PPC, conferindo (ou não) a eles a aprovação na Lei Rouanet. Essa nova etapa será inserida após o final do trabalho das comissões de seleção e antes da decisão final pelo Conselho Petrobras Cultural, que definirá os projetos vencedores e uma lista de suplentes.

Dessa forma, todos os projetos vencedores, quando anunciados, já estarão aprovados na lei de incentivo fiscal, tendo então prazo de 90 dias improrrogáveis para a apresentação da documentação exigida pela Petrobras para a contratação, sob pena de convocação de projetos suplentes (que, conforme explicado acima, também já estarão devidamente aprovados na lei de incentivo).


Saiba mais

quarta-feira, junho 11, 2008

Programa BNB de Cultura lança edital dia 1º de julho



O Programa BNB de Cultura prioriza a cultura do Nordeste e do norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo (área de atuação do BNB) e está focado na facilitação do acesso da comunidade aos bens culturais, na formação de novas platéias e de cidadãos críticos e conscientes, na ampliação e na democratização das oportunidades de criação, circulação e fruição dos bens culturais, bem como na promoção e proteção da diversidade das expressões culturais.

Em continuidade ao processo de acesso aos recursos que são destinados anualmente ao desenvolvimento da cultura e entendendo que esta forma ética e transparente de seleção dos projetos culturais a serem apoiados pelo BANCO DO NORDESTE permitirá a eqüidade de oportunidades aos usos e fazeres culturais é que se abre o Pré-Edital do Programa BNB de Cultura – Edição 2009, que patrocinará com recursos próprios, no valor de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), projetos nas áreas de Música, Literatura, Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual e Área de Artes Integradas ou Não Específicas.

No período de 05 a 15 de junho de 2008, a exemplo das edições anteriores, serão colhidas sugestões apresentadas por artistas, produtores, entidades culturais e demais interessados, tendo com base o pré-Edital. As sugestões devem ser enviadas para o endereço eletrônico cultura@bnb.gov.br. O lançamento oficial com a versão final do Edital Público do Programa BNB de Cultura está previsto para o dia 1º. de julho de 2008.

Conheça o pré-edital

quinta-feira, junho 05, 2008

Editais públicos da Natura 2008




Os editais públicos do Natura Musical já apoiaram mais de 100 projetos de diversos gêneros artísticos e estágios de produção. Anualmente, duas versões são realizadas: Edital Nacional e Edital Regional MG.

Todas as propostas inscritas são analisadas a partir de um transparente processo de seleção, conduzido por uma comissão técnica independente.

De 03 de junho a 04 de agosto estão abertas as inscrições para o Edital Nacional 2008.

Conheça o Natura Musical 2008

quarta-feira, maio 14, 2008

Viva o Vale! - Programa de Desenvolvimento Sociocultural do Vale do Jequitinhonha

O Programa de Desenvolvimento Sociocultural do Vale do Jequitinhonha, “Viva o Vale!” é uma iniciativa da Avon no Brasil que aposta na geração de oportunidades de acesso, expressão e produção cultural como opção efetiva para a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano.

O principal objetivo é estruturar uma rede capaz de valorizar e preservar a variedade de saberes e tradições existentes nesta que é uma das regiões economicamente menos favorecidas do brasil. A despeito da adversidade, a arte, os sons, os sabores, as cores do trabalho e da criatividade de mulheres e homens são capazes de se reproduzir em cerâmicas, canções e outras manifestações de toda sua inestimável diversidade.

Assista a entrevista com o produtor cultural Kuru Lima na Band Minas acerca do Viva o Vale!2007




Para conhecer o programa

segunda-feira, abril 28, 2008

3ª Seleção Pública do Programa de Democratização Cultural Votorantim

O Programa de Democratização Cultural Votorantim apóia iniciativas de portes e regiões diversas do País, desenvolvidas em todas as áreas artísticas – artes cênicas, artes visuais, cinema e vídeo, literatura, música e patrimônio – que proporcionem, principalmente à população jovem, oportunidades de contato qualificado com atividades culturais.

O Programa possui três linhas de atuação, com processos e orçamentos independentes:

Seleção Pública de Projetos
Consiste em um processo seletivo aberto a proponentes de todo o Brasil, visando a escolha de projetos de excelência nas mais diversas áreas culturais e regiões do País e que tenham como foco a ampliação e qualificação do acesso da população jovem aos bens, produtos e experiências artísticas. Clique aqui para conhecer o regulamento da 3ª seleção pública do Programa de Democratização Cultural Votorantim.

Desenvolvimento de Projetos Locais
Trata-se de um processo assistido e continuado, em que proponentes de algumas cidades estratégicas para as empresas do Grupo Votorantim são convidados a elaborar projetos culturais que atendam às necessidades específicas da região. Diferentemente da seleção pública, neste processo, os proponentes não podem se candidatar, eles devem ser convidados por uma das Unidades de Negócio do Grupo.

Produção e Difusão de Conhecimento
Com a preocupação de se manter sempre atualizado e de fomentar o debate acerca de questões relacionadas à ampliação e qualificação do acesso à cultura no Brasil, o Grupo Votorantim mantém um núcleo de produção e disseminação de conteúdos especializados.


Conheça mais o programa

Inscrições para 3ª seleção pública do Programa já estão abertas