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quinta-feira, maio 22, 2014

Participe do curso "Aprenda a Organizar um Show" dia 23 de maio em São Luis/MA





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Sexta-feira será um dia muito especial esta semana. Com produção e realização da Bureau Cultural, do produtor Valberlúcio Pereira, assessoria de comunicação de Alessandra Teixeira, apoio da Fundação Municipal de Cultura - FUNC, Teatro da Cidade, casa de shows Chinelo de Dedo, Patricia Cunha, jornal O Imparcial, Italo Stauffenberg e jornal O Estado, vou ministrar mais uma turma do curso "Aprenda a Organizar um Show".

Este curso começou em 2009, na comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro, numa pequena turma para integrantes do Grupo Nós do Morro. O curso deu origem a uma série de ações de formação e qualificação que já percorreram todas as regiões brasileiras.



curso de extensão na graduação em gestão cultural da Universidade do 
Vale do Rio dos Sinos (São Leopoldo/RS) 



Aprenda a Organizar um Show é uma ideia que virou o primeiro método em língua portuguesa acessível disponível na internet de forma livre, sob licença Creative Commons, que permite que as pessoas possam copiar, distribuir e criar obras derivadas, desde que seja para uso não-comercial e que sejam compartilhadas pela mesma licença.

Os fascículos que já tiveram mais de 24.000 acessos, são citados em inúmeros trabalhos de graduação e pós-graduação, em publicações e no portal do SEBRAE e deram origem a uma publicação impressa, com apoio da Imagina Conteúdo Criativo, Rodrigo DMart, Yara Baugarten e Everson Nazari, que foi lançada em 2008 dentro da programação do IV Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (ENECULT), no Museu de Arte Moderna da Bahia, com prefácio do produtor cultural e professor doutor Leonardo Costa da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia.
O livro pouco a pouco se consolida como fonte de consulta para profissionais das áreas de arte, comunicação, cultura, eventos, entretenimento e economia criativa.



Semana passada o livro começou a ser publicado em espanhol (Libro "Aprende a organizar un show" Fascículo 1“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?)






Aprenda a Organizar um Show foi recomendado na reportagem “A Voz da Experiência”, 
publicada no Jornal O Globo



No curso você irá aprender:


- O que é fazer produção

- Quando e onde realizar um show

- Quais são as necessidades dos artistas e critérios para atendê-las

- Como fazer solicitações

- Noções sobre direitos autorais

- O que é fundamental acompanhar no trabalho de divulgação

- Avaliar custos e riscos do empreendimento

- Acompanhar a montagem de palco

- Organizar logística (receptivo, acompanhamento, hospedagem, transporte e alimentação)

- Coordenar serviços de apoio (camarim, bilheteria, segurança, limpeza)

- Realizar o fechamento das atividades do evento






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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa. Leia mais

segunda-feira, julho 11, 2011

Terceiro dia da Oficina de Produção e Gestão Cultural com Romulo Avelar no CCJF (RJ)


Alê Barreto e a parceira Martha Avelar (EmCartaz) no final do curso


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Último dia: Romulo Avelar fez uma exposição bastante detalhada sobre as etapas de produção cultural e aplicação de ferramentas de administração.

No início da tarde, Romulo abordou a pré-produção. Estudo preliminar, análise de cenário, reflexão sobre público-alvo e reflexão sobre potenciais parceiros são pontos essenciais para se pensar o planejamento da ação.

Romulo deu sequência a oficina falando sobre as etapas de produção e pós-produção.

Abro parênteses. Romulo deu ênfase ao cuidado com direitos autorais. Concordo com ele. Não adianta querer ser "anarquista" só porque está na moda a liberdade e depois não conseguir viabilizar uma ação pelo fato de não ter autorização para exibir uma imagem ou utilizar uma música. Fecho parênteses.

O último tema tratado foi a aplicação de ferramentas da administração ao setor cultural. Foi muito importante, pois Romulo tocou num assunto que raramente tem se comentado no Brasil: qualidade na produção cultural.


Pontos interessantes que destaco e compartilho aqui com todos vocês:

- construção de check-lists varia conforme a complexidade da atividade e do perfil da pessoa que irá realizá-la. Não se prenda a modelos. Aprenda a desenvolver um check-list que facilite a gestão de suas atividades.

- aprenda a delegar atividades.

- facilite a comunicação compartilhando informações.

- procure trabalhar com recursos de primeira linha, infra-estrutura adequada e tenha cuidado no acabamento.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

Segundo dia da Oficina de Produção e Gestão Cultural com Romulo Avelar no CCJF (RJ)




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Gente! A imersão no curso do Romulo Avelar no Rio de Janeiro e a minha vinda para Belo Horizonte me trouxeram tanto aprendizado, tantos encontros com pessoas criativas, interessantes e que estão realizando coisas tão bacanas, que somente hoje consegui retomar as minhas funções de blogueiro.

O segundo dia da oficina começou com o tema políticas públicas. O assunto é vasto. Mas Romulo soube fazer um recorte muito prático sobre a questão, primeiro contextualizando o que são políticas públicas (orientação que um governo estabelece para o trato de determinada matéria de interesse da sociedade), diferença entre política de estado e política de um governo, equívocos que ocorrem com a utilização do dinheiro público quando um governo trabalha com a "política de eventos". Muitas vezes uma prefeitura opta por contratar poucos artistas por preços exorbitantes ao invés de organizar uma programação cultural mais diversa com a partipação de mais artistas. Isso acontece na sua cidade?

Romulo falou também das leis de incentivo. Sua visão é de que elas existam, mas que sejam também criados mecanismos de financiamento da cultura através de fundos.

Abre parênteses: eu acho que não dá mais para o Estado brasileiro trabalhar uma diversidade imensa de necessidades de financiamento com uma única lei. Algumas pessoas acham que a questão é somente melhorar ou alterar a lei Rouanet. A necessidade de financiamento tem uma variação imensa. No mínimo, você tem duas necessidades: pessoas que buscam recursos para viabilizar ações culturais sem a intenção de criar um negócio (mas que envolvem uma cadeia produtiva de pessoas que vive da prestação de serviços artísticos e culturais) e pessoas que necessitam recursos para alavancar empreendimentos de economia criativa. Fecha parênteses.

O segundo grande tema tratado no dia foi "A relação com as empresas". Foi muito interessante a seguinte reflexão: no setor cultural muitas pessoas acreditam ainda que patrocínio é filantropia. E não é. Na direção do esclarecimento desta questão, faço coro com o Romulo Avelar: chega de pensar em pedir patrocínio. Prospectar empresas para patrocínio não é pedido de ajuda. O patrocínio está relacionado a marketing.

Abro novamente parênteses. Nos anos 90, houve uma grande tensão política no Brasil por conta da abertura de mercado. Quem é socialista (ou simpatizante), associou quase tudo que estivesse relacionado a marketing a uma "invasão capitalista". Imagine neste ambiente o Ministério da Cultura da era FHC propagar a ideia "cultura é um bom negócio". Por outro lado, quem era 100% favorável ao liberalismo (que no período foi rebatizado como "neoliberalismo"), achou que a única coisa que poderia estimular e viabilizar a cultura no país era pensá-la tendo sempre como ideia central a noção de marketing (que no período ganhou o nome de "marketing cultural"). Para mim, marketing é uma ferramenta, que inclusive auxiliou e auxilia até hoje a mobilização de pessoas para importantes causas e importantes transformações sociais. Mas a cultura não necessita, no meu entendimento, somente marketing. o que precisamos para estimular, arte, comunicação, cultura e entretenimento é entender que organização é a base de tudo. E para nos organizarmos, precisamos contribuição de profissionais de todas as áreas. Fecha parênteses.

Ao falar sobre a utilização das ferramentas de marketing para obtenção de recursos para atividades culturais, Romulo aprofundou detalhes importantes sobre a comunicação e a venda do projeto.


Pontos interessantes que destaco e compartilho aqui com todos vocês:

- políticas públicas são assuntos que facilmente tomam o nosso tempo, como um labirinto. Organize a forma de sua participação.

- ganhe tempo na busca de empresas patrocinadoras. Crie um roteiro para uma rápida análise de quem pode patrocinar. Não envie projetos para empresas que não tenham nada em comum com o que você está planejando fazer.

- o livro "Marketing Cultural" do Roberto Muylaert traz exemplos muito interessantes sobre como eram realizados projetos nas décadas de 80 e 90.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

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quinta-feira, julho 07, 2011

Primeiro dia da Oficina de Produção e Gestão Cultural com Romulo Avelar no CCJF (RJ)




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Ontem foi o primeiro dia da oficina de produção e gestão cultural com o Romulo Avelar. Para mim foi um momento muito importante. Arrisco dizer que para todos os presentes também foi importante.

No início da tarde, Romulo agradeceu a presença de todos (gratidão é um sinal de humildade) e falou sobre o poder transformador da cultura, um pouco da história de sua carreira e do livro. Nesta exposição inicial, ficou claro porque o livro é um trabalho impecável.

Primeiro: foi construído ao longo de 5 anos.

Segundo: opção por uma visão ampla, uma visão panorâmica sobre o que se está fazendo em termos de produção e gestão cultural no Brasil.

Terceiro: enfoque prático e com exemplos.

Quarto: Romulo realizou 53 entrevistas com profissionais de diferentes regiões do país.

Ao longo da tarde, Romulo falou sobre o contexto cultural brasileiro, o produtor e o gestor cultural, a relação com artistas e iniciou a falar sobre a relação com o poder público.

Pontos interessantes que destaco e compartilho aqui com todos vocês:

- Romulo falou que nos anos 80 se falava muito em Belo Horizonte "nesta cidade não acontece nada". Com é na sua cidade?

- geralmente um artista pensa no show, no espetáculo, no evento. Você já pensou sobre a sua carreira artística?

- muitas vezes enxergamos mais a barreira das diferenças do que as oportunidades das afinidades. Que tal aprimorar mais a sua capacidade de trabalhar em equipe?

- precisamos tratar a capacitação de produtores e gestores também como política pública. Veja como é possível fazer isso em sua cidade. Vamos educar pessoas para a produção e gestão cultural.

- em produção e gestão cultural estamos administrando o tempo todo.

- até que ponto deve o produtor interferir na condução do processo criativo?

- características que contribuíram (e contribuem) para o desenvolvimento do Grupo Galpão: compartilhamento da informação, trabalho em equipe, pessoas com competências complementares.


Bom, vou me arrumar, porque às 14h horas começa o segundo dia!


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

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sexta-feira, julho 01, 2011

Arte, comunicação, cultura e entretenimento avançam quando se trabalha com educação




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Esta foto foi tirada na noite de lançamento do livro "Aprenda a Organizar um Show", em novembro de 2008, na Palavraria, em Porto Alegre. Não lembro se foi o Rodrigo Dmart ou a Yara Baugarten. Por via das dúvidas, a foto é destes meus queridos amigos.

A mulher que aparece na foto ao meu lado é a minha mãe, a "Dona Amélia". Mas ela não gosta que chame assim. Gosta de ser chamada de "Amelinha".

A Amelinha esteve comigo aqui no Rio de Janeiro durante todo o mês de junho. É a terceira vez que ela vem ao Rio. Ela sempre faz questão de estar comigo no meu aniversário. Na verdade, fez isso a vida inteira. Ela gosta de estar comigo.

Sabe qual é o motivo dela fazer parte deste post hoje? É que ela despertou em mim o gosto pelo estudo. Desde criança ela me estimula a ler livros, a ir em bibliotecas, a assistir concertos de música, a olhar bons programas de TV. E faz isso até hoje.

Qual foi o resultado disso? Pouco a pouco fui aprendendo que a educação tem um poder transformador. A educação me deu a oportunidade de questionar o modelo de vida que eu vivia. Estudar me fez perceber que é possível ser administrador e produtor cultural independente. Estudar me permitiu analisar o que é relevante e o que é "moda".

Desde que comecei a atuar também como produtor, em 2003, tenho visto muita moda na cultura. Alguns exemplos: primeiro a moda era "demonizar o marketing cultural". Depois a moda era "fazer projetos para lei Rouanet". Mais adiante veio a moda da "participação". Todo mundo queria participar de câmaras setoriais de cultura, de fóruns, etc. Seguindo esta moda, veio outra: "a moda das associações". Agora estamos vivendo a "moda do crowdfunding".

Tenho certeza que questionar práticas equivocadas na relação entre o marketing e a cultura foi e é importante. Não tenho dúvida de que o mecanismo de financiamento indireto da Lei Rouanet possibilitou (e possibilita) muitas ações culturais. Sou completamente a favor da participação. Concordo com a necessidade das pessoas se associarem. Apoio toda e qualquer nova forma de mobilização de recursos.

Quando falo em "moda", não estou criticando a moda como expressão da cultura. Estou falando de moda no sentido estatístico: moda é o valor que ocorre mais vezes numa distribuição. Exemplo: se você perguntar para um grupo de 100 pessoas qual a sua preferência musical e a maior parte das respostas for "música brasileira", então a moda é escutar música brasileira.

Para mim, todas as "modas" que eu citei e tantas outras parecem reflexo de uma "moda maior": a expectativa que boa parte das pessoas tem de que alguma coisa será capaz de mudar radicalmente tudo do dia para noite, sem um trabalho relevante, permanente, no curto, médio e longo prazo.

Ensinar e estudar são bons exemplos de trabalho relevante e permanente no curto, médio e longo prazo. E trabalhos relevantes e permanentes precisam de tempo e dedicação. A minha formação como administrador e produtor cultural independente não parou. Eu completei 39 anos no dia 28 de junho e estou concluindo quase dois anos de pós-graduação em gestão cultural. Já estou pensando no mestrado. E vou cursar a faculdade de direito. Quando é que isso vai acabar? Provavelmente vou estudar a vida inteira.

Não sou o único que faz isso. Mas isso não é moda. A maioria dos administradores, produtores e gestores que atuam com arte, comunicação, cultura e entretenimento não fazem isso.

Então, se você é como eu, que começou a trabalhar agora, há 5 anos, há 10 anos, você tem uma grande oportunidade. Diferencie o seu trabalho em arte, comunicação, cultura e entretenimento através do seu processo de educação.

O público e o profissionais do novo mercado de economia criativa estão esperando por você.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

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terça-feira, março 22, 2011

Cresce a rede de Produtores Culturais Independentes




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Para mim só é possível pensar a produção cultural independente tendo como ponto de partida as trocas realizadas entre os agentes culturais.

Em atividade desde 2006, o Produtor Cultural Independente conta hoje com 501 seguidores. A ideia de que é possível participar ativamente da construção do mercado cultural, de que podemos realizar muitas ações culturais a partir do compartilhamento da informação e do exercício de nossa capacidade de organização faz om que a cada dia nossa rede cresça.

Temos muito para avançar. A meta é audaciosa. Quero que cada município brasileiro possua cursos e centros de formação onde as pessoas sejam educadas para o fazer cultural. Uma educação ampla e independente que permita que muita gente criativa comece a fazer suas ideias se tornarem projetos de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Conto com sua colaboração para levarmos adiante esta ideia.

Se o seu município ainda não possui oferta de ensino voltado para organização, administração, produção ou gestão cultural, comece a fomentar esta ideia.

Muito obrigado por ser um dos meus 501 parceiros.

Um abraço cultural!

Alê Barreto
Produtor Cultural Independente


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

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Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




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domingo, outubro 17, 2010

Livro discute questões sobre infância e produção cultural




Por Alê Barreto*


Em 2007, publiquei no Overmundo o texto "Como educar pessoas para Produção Cultural?". Nele sugeri possibilidades de como cada cidadão pode contribuir para educar pessoas para produção cultural.

Uma das minhas preocupações foi mostrar que toda escola é um centro cultural em potencial e que professores de artes poderiam sistematizar e publicar suas experiências.

Através do Google Alertas descobri o livro "Infância e Produção Cultural", coletânea de artigos organizada por Maria Isabel F. Pereira Leite e Sonia Kramer.

Segundo seu texto de divulgação, trata-se do "resultado de um trabalho de pesquisa e observação dos autores, que discute questões relativas à infância e à cultura em diversas dimensões como teatro, brinquedoteca, museu, etc".

O interessante é que está sintonia com a ideia de se trabalhar produção cultural no ensino fundamental: "Em outros artigos elucida a necessidade de potencializar a escola como espaço não apenas de disseminação, mas também de produção de arte e de cultura".

Veja uma prévia do conteúdo no Google Livros.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

quarta-feira, abril 14, 2010

Produtor Cultural Independente compartilha conceito de produção cultural na Wikipédia




Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Dando continuidade ao meu trabalho de compartilhamento livre do conhecimento de produção cultural, segunda passada atualizei o conceito de produção cultural da Wikipédia. A palavra "produção cultural" estava sem alteração desde 2001.

Apresentei uma síntese de conhecimentos desenvolvidos a partir da interpretação de informações contidas no Dicionário Michaelis da editora Melhoramentos, no Dicionário Crítico de Política Cultural do pesquisador Teixeira Coelho, no livro "O Avesso da Cena - Notas sobre produção e gestão cultural" de Romulo Avelar e neste blog.

Para quem não sabe, a Wikipédia é uma enciclopédia multilíngue online livre colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Por ser livre, entende-se que qualquer artigo dessa obra pode ser transcrito, modificado e ampliado, desde que preservados os direitos de cópia e modificações, visto que o conteúdo da Wikipédia está sob a licença GNU/FDL (ou GFDL) e a Creative Commons Attribution-ShareAlike (CC-by-SA) 3.0.[7][8] Criada em 15 de janeiro de 2001, baseia-se no sistema wiki (do havaiano wiki-wiki = "rápido", "veloz", "célere").


Vamos lá:



Conceito de Produção Cultural

Para se pensar no conceito de produção cultural necessitamos fazer uma primeira distinção, pois a expressão remete a dois significados fundamentais. Segundo o dicionário Michaellis, a palavra produção pode significar "coisa produzida naturalmente ou pelo trabalho", "obra literária ou artística" e "ato ou efeito de produzir". Logo, podemos falar de produção cultural como um conjunto de obras artísticas realizadas determinados grupos ou indivíduos, num determinado espaço de tempo, num determinado espaço da geografia. E também podemos falar de produção cultural e estarmos nos referindo ao ato de produzir. Nesta situação, produção cultural está relacionada ao ato de se produzir uma ação cultural.

Sendo o conhecimento de produção cultural novo no mundo e no Brasil, é comum que diferentes autores e universidades adotem diferentes conceitos para denominar esta nova disciplina.

Do ponto de vista prático, a produção cultural, enquanto ato de produzir, é um conjunto de conhecimentos que agregam valor a formação de um profissional para que possa criar e/ou administrar ações, eventos e projetos culturais.

Muitas atividades de produção cultural são realizadas por profissionais da administração, engenharia, gestão, finanças, marketing, comunicação, sociologia, filosofia, antropologia, história, artes, letras e psicologia.

Exemplos de atividades de produção cultural: organização de shows, exposições de arte, montagens teatrais, espetáculos de dança, exibição de filmes, programas de TV, programas de rádio, criação de blogs, gestão de carreiras artísticas e projetos de gestão de acervos de patrimônio histórico.

Campos de atuação da produção cultural: artes, cultura, comunicação, entretenimento, eventos e lazer.

Fonte: Wikipédia

domingo, dezembro 20, 2009

Trabalhe para multiplicar suas ideias




Alê Barreto (produtor cultural independente)
Twitter


Uma ideia, quando trabalhada, se multiplica.

A ideia de que as pessoas devem ter acesso a um método que facilite as suas produções multiplicou-se e tornou-se a "Aprenda a Organizar um Show", uma coleção de fascículos em PDF, que pode ser baixada gratuitamente no site colaborativo Overmundo. O método descrito nestes fascículos multiplicou-se e tornou-se um livro impresso. O livro impresso multiplicou-se e tornou-se um curso. O curso leva pessoas a realizarem suas produções com mais facilidade e com melhores resultados.

Um exemplo real disso está acontecendo hoje. Nesta semana recebi uma ligação da Cissa, uma menina de 17 anos que fez o curso "Aprenda a Organizar um Show" em Brasília, nos dias 9 e 10 de novembro. Ela me agradeceu pelas informações recebidas e disse que estava sendo muito útil na organização do show do Autoramas em Brasília (veja divulgação abaixo), que inclusive será também comemoração dos seus 18 anos.




Ou seja: a ideia continua se multiplicando. O curso está levando pessoas que participaram a produzirem os seus shows.

quinta-feira, setembro 17, 2009

TV Estadão: recurso didático que pode ser utilizado para educação de produtores culturais




Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Cada vez mais aparecem recursos úteis e importantes para a recente atividade de educação para a produção cultural. Um dos mais recentes que descobri é a TV Estadão. Nela você assiste vídeos com notícias da atualidade, relacionados as pautas do jornal, que incluem matérias sobre cultura.


Convido a todos para conhecerem a TV Estadão primeiramente através destes vídeos:




Entrevista de Felipe Machado com a escritora Marta Porto sobre o projeto "Nós do Morro 20 Anos" sobre a história do grupo cultural que faz arte no Morro do Vidigal, no Rio de Janeiro. Assista aqui




Entrevista de Chris Mello com a produtora cultural Isabella Prata fala sobre a vocação criativa de sua Escola São Paulo e conta como anda o mercado de arte no Brasil. Assista aqui