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segunda-feira, março 05, 2012

Ganhe tempo: pense com clareza o que você quer




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Há muitos motivos para alguém não nos atender. Mas na área cultural, nos setores de entretenimento, comunicação, arte, etc., um dos grandes obstáculos é a falta de objetividade na comunicação.

Antes de sair mandando e-mail ou telefonando, sente e pense: o que você realmente quer? O que está buscando?

Escreva e leia. Ficou claro para você? Passe para pessoas próximas lerem. Ficou claro para elas?

Isso facilitará sua vida e você conseguirá ter maior retorno no seu contato com produtores profissionais.



[Multipliquem em suas redes sociais, blogs, sites e mailings. Este blog recebeu até agora 172.086 visitas e 371.448 visualizações]


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Aprenda a organizar seu trabalho. Gerencie sua carreira

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* Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Começou a atuar como administrador no setor cultural em 2003. Trabalhou com vários artistas independentes do RS. Em 2005 prestou serviços de produção executiva para Opus Promoções em shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse) e festivais (Claro que é Rock, IBest Rock, Live n´ Louder). Em 2007 foi empresário da banda Pata de Elefante e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou entre 2008 e 2009 como gestor cultural junto a diretoria do Grupo Nós do Morro e produtor executivo de espetáculos como "Os Dois Cavalheiros de Verona" e "Machado a 3x4". Devido a sua intensa participação foi convidado a dar um depoimento sobre Nós do Morro no filme "O Rosto no Espelho" (Brasil, 2009), documentário de Renato Tapajós que investiga a relação entre os movimentos culturais de hoje e a transformação social, revelando um Brasil profundo e multicultural. Em 2009 ministrou repasse metodológico de gestão em produção cultural para grupos culturais do Acre em parceria com a Rede Acreana de Cultura e o SEBRAE.

Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

Em 2011 foi produtor executivo da "Missa dos Quilombos", composta em 1981 por Milton Nascimento, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldáliga, direção de Luiz Fernando Lobo, encenado pela Cia Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Cais do Porto, Rio de Janeiro. Veja fotos e trechos do espetáculo.

Em 2012 está atuando como um dos articuladores do projeto "Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas", do Observatório de Favelas em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciativa inédita que vai formar 100 jovens, de 15 a 29 anos, em produção cultural e pesquisa social em cinco favelas do Rio (Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha).

É professor convidado da Especialização em Music Business, curso pioneiro que está começando na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e que introduz uma abordagem para o estudo da indústria da música alinhada com a atualidade, preparando os participantes para pensar a nova constituição do setor fonográfico e entender ambientes de mercado através dos processos de consumo.

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


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Alê Barreto é cliente do Itaú.

terça-feira, outubro 12, 2010

Artistas independentes ocupam cada vez mais espaços nos circuitos internacionais de espetáculos





Por Alê Barreto*



Em 2005, no Mercado Cultural de Salvador, ouvi artistas falarem que tocavam mais no exterior que no Brasil. Fiquei surpreso. Depois em 2006, conheci o pessoal do Cabruêra e me falaram a mesma coisa. Me deram inclusive de presente uma camiseta com os nomes das cidades de sua última turnê na Europa, realizada naquela época.

Na medida que fui avançando na minha carreira, sempre atento para a nova cena cultural brasileira, percebi que estas percepções deste artistas apontavam para uma tendência: artistas independentes ocupam cada vez mais espaços nos circuitos internacionais de espetáculos.

Marcos Sacramento é um bom exemplo disso. O primeiro show que assisti dele foi há alguns anos no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, época em que trabalhei na Opus Promoções. Em 2009, tive o prazer de reencontrá-lo no espetáculo "Homenagem a Carmen Miranda", com Clara Sandroni, ocasião que me reencontrei também com sua empresária, minha amiga Maria Braga.



www.mariabragaproducoes.com.br


Marcos realizou shows na França em 2009, esteve em Portugal este ano e agora vai para África.

Sorte? Acaso? Trabalho independente com organização e método.

Gosto de dar visibilidade a exemplos bem sucedidos como este. Você tem noção do que é a pré-produção, a logística, o trabalho e todos os cuidados necessários para se fazer um show internacional?





O espetáculo será em Libreville, no Gabão, dia 16 de outubro. Acompanhado de Luis Flávio Alcofra no violão, Netinho Albuquerque no pandeiro/percussões e Pedro Aune no contrabaixo, Marcos irá apresentar "Na cabeça", seu mais recente CD, lançado pela gravadora Biscoito Fino.

Conheça mais sobre o trabalho deste competente artista independente.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

terça-feira, agosto 24, 2010

Fabricio Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, fala sobre a forma de organização do grupo


Imagem do site Produção Cultural no Brasil


Por Alê Barreto*


Nos últimos dias venho falando aqui bastante na importância de se pensar a gestão de uma carreira artística. Compartilhei informações sobre a reportagem da cantora Céu na revista Bravo e sobre a reportagem do ator José Wilker no site da Globo. Uma cantora e um ator.

Agora vamos conhecer também a visão de um produtor.

Conheci em Brasília o Fabrício Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, durante uma reunião realizada em julho na Incubadora de Arte e Cultura da Universidade de Brasília. Naquela ocasião, percebi que tínhamos muitas afinidades. Destaco duas: entendemos que a música pode ser pensada como negócio e que é preciso conhecer como ocorrem as relações entre os agentes do mercado cultural.

Em agosto, tive novamente a oportunidade de poder reencontrá-lo aqui no Rio, durante o debate “O Mercado de Shows e Festivais e sua Influência na divulgação do artista e distribuição de seus produtos”, promovido pelo Coletivo Ponte Plural em parceria com o Sebrae e que teve também a presença do Talles Lopes (representante da ABRAFIN, Circuito Fora do Eixo e produtor do Festival Jambolada), Adilson Pereira (Jornalista cultural, ex-editor da Revista Outra Coisa e Programador do Circo Voador) e Gaby Morenah (Produtora do Circo Voador).

Hoje, entrei pela primeira vez no site do projeto Produção Cultural no Brasil, uma realização da Casa da Cultura Digital e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, cuja execução está a cargo da Beijo Técnico Produções Artísticas, Garapa Coletivo Multimídia e FLi Multimídia, em parceria com a Azougue Editorial. Há muito conteúdo que considero de grande importância para uma formação ampla em produção e gestão cultural. Preciso pesquisá-lo com mais atenção. Mas falei tudo isso para dizer que me reencontrei com o Fabrício na seção de vídeos.

Nesta entrevista, gravada no dia 18 de maio de 2010 no estúdio Cine & Vídeo, em São Paulo, Fabrício fala que é "o décimo integrante da banda" e que além do Móveis ser uma banda, "é também uma empresa". Fala também sobre como encarar a música como um trabalho profissional, sobre a opção do grupo contratar uma empresa de consultoria administrativa para organizar os processos de trabalho, sobre como pensa novos modelos de negócio para música.

Fabricio Ofuji from FLi Multimídia on Vimeo.



Vale a pena assistir esta entrevista.


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domingo, agosto 22, 2010

José Wilker afirma: "É preconceito fixar a capacidade de produção pela idade"




Por Alê Barreto*


Quando eu era criança, pelo menos criança do ponto de vista cronológico, na década de 80, a televisão era a internet da época. Tudo que queríamos conhecer além dos limites geográficos de nossa cidade vinha através da TV. Mesmo as pessoas que tinham condições financeiras de viajar bastante recebiam a maior parte das informações do mundo através da TV. E não há como pensar em TV no Brasil sem passar pelas cenas de novelas e de atores que marcaram nossa vida através de diferentes personagens.

Lembrei de tudo isso porque hoje recebi pelo twitter uma dica da entrevista "José Wilker: É preconceito fixar a capacidade de produção pela idade", publicada no site da Rede Globo.

Num dos trechos da reportagem, Wilker explica:

"(...) Meu primeiro trabalho foi um caso especial chamado “Crime de Silêncio”, do Dias Gomes, que foi o cara que me levou para a televisão. Eu resistia muito à televisão. O teatro que eu fazia era absolutamente experimental. Via com a cara muito torta a TV. Para você ter uma ideia, a gente ensaiava uma peça três, quatro meses e estreava. E aí você chega na televisão, lê o texto uma vez, eventualmente decora, ensaia uma vez, ensaia mais uma vez com a câmera aberta e grava. É muito rápido tudo. Isso exige de você uma disposição diferente daquela que eu tinha com o teatro. De mais a mais, no teatro, eu fazia aquilo que escolhia fazer: Clarice Lispector, [Bertolt] Brecht, Plínio Marcos, Ariano Suassuna…"

Você acha que esta percepção de um ator sobre as diferenças entre teatro e TV continuam as mesmas?

Reflita sobre isso enquanto lê a matéria na íntegra, na qual este conceituado criador e produtor de cultura fala de múltiplos aspectos de sua carreira. Um depoimento baseado em vivências práticas que traz boas informações para atores que desejam construir uma carreira de longo prazo nas artes performáticas.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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sábado, agosto 21, 2010

Gerenciar uma carreira de forma profissional e desenvolver um método próprio de trabalho traz bons resultados


Videoclipe de "Grains de beauté" da cantora Céu/direção:renancostalima.org e marcelogomesphoto.com



Por Alê Barreto*


Folheando a edição 156 da Revista Bravo, do mês de agosto, meus olhos se fixaram na matéria "Alma antiga pronta para o futuro", de José Flávio Júnior. Trata-se de uma breve análise sobre os seis primeiros anos de carreira da cantora Céu.



Site da Revista Bravo!


Quem puder, compre a revista ou arrume emprestado e dê uma lida. Vale muito a pena. Mas não pense que vai encontrar uma fórmula de sucesso. Pelo contrário. O texto mostra que trilhar um caminho sem "regras de ouro" e contando com a gestão profissional (uma empresa gere a carreira dela) pode trazer resultados muito interessantes.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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terça-feira, outubro 27, 2009

Qual é a atitude do artista independente?


Vanessa (Ludov) no Programa Showlivre.com


Por Alê Barreto (produtor cultural independente)


É fácil tocar o próprio trabalho? As rádios são um problema? Existem poucos espaços para tocar? Todo artista deve pensar como uma empresa?

Há uma tendência muito grande de generalizarmos as percepções sobre as complexas questões que envolvem a administração de uma carreira artística.

Escute algumas opiniões sobre o trabalho de um artista independente. Não aceite passivamente o que você vai ouvir. Reflita. E fique aberto para ouvir futuramente outros pontos de vista.

quarta-feira, julho 15, 2009

Selton Mello avalia sua carreira na reportagem da Revista Bravo




A revista Bravo do mês de julho traz uma entrevista com o ator Selton Mello, feita por Armando Antenore, com foto de Ludovic Carème.

O conteúdo é ótimo.

Destaco alguns pontos importantes:

- porque resolveu priorizar a carreira cinematográfica;
- preocupação com o seu sustento;
- geração de renda;
- reflexão sobre qualidade de vida: a chamada da matéria diz: "cuidei melhor dos personagens do que de mim. Protagonista de três filmes lançados recentemente, Selton Mello se consolida como o cara do cinema brasileiro e admite que, nos últimos anos, deu mais atenção ao trabalho que à saúde".




Vale a pena ler na íntegra.

domingo, maio 03, 2009

Música Ltda. : o negócio da música para empreendedores


Foz do Rio São Francisco em Piaçabuçu/Foto: Oona Castro (RJ)


Por Alê Barreto (alebarreto@produtorindependente.com)


Fazia um tempo que eu não entrava em um dos meus sites preferidos, o Overmundo. Quando cheguei na seção do meu perfil, me deparei com uma mensagem sugerindo que eu conhecesse um trabalho publicado no banco de cultura do site. Entrei no atalho indicado e tive a boa surpresa de encontrar "Música Ltda: o negócio da música para empreendedores". Trata-se do trabalho de conclusão do curso de Especialização em Gestão de Negócios de Leonardo Santos Salazar, realizado na Faculdade de Ciências da Administração da Universidade de Pernambuco.

Falo em boa surpresa porque este trabalho traz informações muito importantes para artistas e produtores culturais independentes que estão construindo a sustentabilidade de seus trabalhos.

Segue um breve resumo do autor:

O negócio da música faz parte da indústria do entretenimento, segmento que
movimenta bilhões de dólares em todo o mundo, superando a indústria automobilística em faturamento, ficando atrás apenas da indústria bélica. Artistas e produtores de pequeno porte não possuem conhecimentos e técnicas específicas para empreenderem seu próprio negócio ou para administrarem a própria carreira. Este trabalho procurou abordar os principais assuntos nas áreas de indústria da música, empreendedorismo, finanças e marketing. Procuramos apresentar os temas através de uma linguagem simples, utilizando exemplos concretos e fazendo observações críticas. A cadeia produtiva da música está baseada principalmente em dois produtos: o disco e o show. A queda nas vendas de discos transformou o show na principal fonte de renda dos artistas hoje em dia. O empreendedorismo surge atualmente como resposta ao desemprego, tanto para um recém formado de 22 anos de idade, como também para um recém demitido de 40 anos. Empreender significa realizar um projeto. O primeiro passo é elaborar o plano de negócio. É preciso controlar os custos, possuir uma margem de lucro competitiva e calcular os impostos envolvidos em cada operação para obter lucro com o negócio e longevidade na carreira artística. Nenhuma organização sobrevive no mercado sem um saldo final positivo. Vender discos nos shows é uma estratégia para auferir receita de dois produtos com uma única oportunidade. A internet é um meio para divulgar e vender música. É uma maneira de driblar as rádios comerciais e colocar os produtos disponíveis para todo o mundo, sem custos com estoque e comissão. Tudo isso é marketing. Na parte final do trabalho apresentamos um modelo de plano de negócio para uma banda de música. As informações inseridas no plano refletem a realidade do mercado brasileiro. O modelo de negócio elaborado está de acordo com as leis nacionais que privilegiam a microempresa e a empresa de pequeno porte.

Quem tiver interesse, pode estudar o trabalho na íntegra.

terça-feira, novembro 04, 2008

Seminário “A Arte de Viver de Arte” - MAC/USP

Conteúdo extraído do boletim "Cultura e Mercado" (boletim@culturaemercado.com.br)

Nos dias 05, 12, 19 e 26 de novembro, o MAC USP promove o seminário “A Arte de Viver de Arte”, iniciativa que pretende debater os fundamentos para a administração profissional do artista.

O programa pretende transmitir fundamentos para a administração profissional do artista, abordando questões sobre o ambiente de trabalho e o espaço físico, o uso eficiente do tempo disponível, as opções vocacionais à disposição, a administração de equipamentos, pessoal, arquivo e finanças e a promoção da própria carreira, entre outras.

Os interessados podem se inscrever, até o dia 5 de novembro, na Secretaria Acadêmica do MAC USP, que fica situada na rua da Reitoria, 160 - Cidade Universitário, em São Paulo. A taxa de inscrição é de R$50,00. Mais informações podem ser obtidas no telefone (11) 3091-3559 ou através do e-mail ceema@usp.br