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quinta-feira, setembro 22, 2011

Negócios, arte e cultura: David Parrish é um criativo profissional que presta consultoria para profissionais da indústria criativa




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A chuva de informações e os nosso compromissos do dia a dia nos impedem muitas vezes de perceber recursos que estão à nossa disposição.

Muita gente que deseja começar a produzir alguma coisa, seja um show, exposição, música, organizar sua banda, fazer um cineclube, promover um sarau, lançar um livro, etc., faz contato comigo, pois sou um dos poucos produtores no Brasil que deixa o telefone (21-7627-0690) e o e-mail (alebarreto@gmail.com) acessíveis e responde e-mails das pessoas, independente de estarem começando, terem experiência ou terem sido indicadas por alguém.

O que muita gente não sabe é que eu presto um serviço que é mais útil e que tem uma relação custo/benefício melhor do produzir: eu presto consultoria.

Tratam-se de reuniões, presenciais (RJ) ou à distância (via skype), onde ajudo as pessoas a utiizarem a sua criatividade para produzir o que desejam fazer.

Isso é novo no Brasil. Mas na Inglaterra, não é. Ontem tive o prazer de conhecer e conversar com o David Parrish, inglês, consultor de negócios criativos, que esteve no I Seminário Internacional de Economia Criativa, que aconteceu na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

David explicou que a visão de que algo criativo necessita administração é muito nova no mundo. Ele disse que administrava uma livraria e aos 21 anos, se sentiria ofendido se alguém o chamasse de empreendedor.

Aos 35 anos de idade, ele entrou para a faculdade de administração, lá na Inglaterra, e começou um importante trabalho de "traduzir" os conhecimentos de gestão para o mundo das pessoas criativas. Me identifiquei muito com isso, pois a minha história é muito parecida.

Eu também decidi utilizar a administração para atividades criativas. Clique aqui e conheça um pouco da minha história.


Alê Barreto foi o proponente da Pata de Elefante na edição 2007-2009 do Rumos Itaú Cultural Música, programa que mapeia a diversidade musical brasileira contemporânea

Além de termos chegado a mesma conclusão, de que é muito útil e produz coisas muito boas utilizar conhecimentos de administração para negócios criativos, também compartilhamos de algumas práticas. David não vê problemas em cobrar por alguns serviços e disponibilizar parte dos seus conhecimentos de forma colaborativa.

Ele escreveu o livro "T-Shirts and Suits: a guide to business of creativity", que está disponível de forma gratuita na internet, da mesma forma que eu disponibilizei o "Aprenda a Organizar um Show". E o fato do livro dele estar disponível de forma gratuita, não impede também que ele venda o livro. Quem quer ler no micro, baixa de graça. Quem quer ler o livro impresso, compra o livro.



Outro exemplo de que as coisas não são necessariamente excludentes. O fato do David Parrish prestar serviços de consultoria para pesssoas criativas, assim como eu, não nos torna necessariamente concorrentes. Pelo contário. Faço questão que o maior número de pessoas possível conheça o trabalho dele. E quero que ele possa vir fazer bastante trabalho no Brasil.

Conheça mais sobre o trabalho dele neste vídeo:



Entre neste link e conheça as ideias do David Parrish no seu livro "T-Shirts and Suits: a guide to business of creativity".


Retorno da audiência [ACOMPANHE]
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Obrigado!

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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.



Está fazendo a pós-graduação MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes.



Serviços para contratação: assessoria para elaboração de projetos (planejamento e revisão), gestão de projetos, acompanhamento de carreira artística (coaching), consultoria e assessoria (para artistas, produtores, empresas e projetos), atividades de formação (cursos, oficinas, workshops e palestras) e produção executiva de eventos.



É gaúcho. Gosta de todos os estados brasileiros. Mora no Rio de Janeiro. Brasil.

Contato: + 55 21 7627-0690 (Claro)


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 800 posts e links de seus conteúdos são enviados para 5.040 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos acompanhada por 766 pessoas nos blogs Produtor Independente (633 seguidores), Blog do Alê Barreto (61 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (35 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (18 seguidores), Encantadoras Mulheres (14 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (5 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.

quinta-feira, abril 21, 2011

Brasil está entre os piores regimes de direitos autorais no mundo




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Dia 18 de abril o site da Consumers Internacional divulgou que o Brasil está entre os piores regimes de direitos autorais no mundo. A informação é baseada no IP Watchlist, seu terceiro relatório anual sobre propriedade intelectual, que estuda 24 países de todas as regiões do mundo sobre a forma como os seus sistemas de propriedade intelectual levam em consideração os interesses dos consumidores no acesso aos produtos educacionais e culturais, como livros e música.

Os dez piores países classificados foram:

10º - Sérvia
9º - Slovênia
8º - Armênia
7º - Egito
6º - Argentina
5º - Bielorrússia
4º - Brasil
3º - Reino Unido
2º - Chile
1º - Tailândia


Conheça o relatório "The Consumers International IP Watchlist 2011"


Assista um documentário que fala sobre a necessidade de maior flexibilidade dos direitos autorais




"Good copy bad copy" é um documentário de Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke sobre direitos autorais e cultura. Com entrevistas que vão desde o DJ Girl Talk, até o produtor nigeriano Charles Igwe e passando pelo presidente da International Federation of the Phonografic Industry, John Kennedy, os diretores conseguiram captar a tensão existente no debate atual entre detentores de conteúdo da indústria tradicional e artistas da nova indústria.

O nome "good copy, bad copy" não poderia ser melhor para ilustrar este contraponto alertando sobre o papel que o direito autoral pode desempenhar tanto para aprisionar estas novas formas de expressão cultural, quanto para libertar a cultura permitindo uma revolução criativa mais profunda.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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quarta-feira, julho 07, 2010

Good copy bad copy: um documentário que discute a questão da pirataria




Por Alê Barreto*


"Pirataria tem um significado interessante na Nigéria porque as pessoas tendem a pensar: "quem faz isso é um criminoso", "as pessoas vão comprar uma falsificação, uma cópia barata".

A cópia pirata na Nigéria custa o mesmo que a cópia genuína, então o dinheiro não é a questão. A falsificação ou a cópia genuína custam o mesmo. E a pirataria só ocorre quando a cópia genuína está disponível. Então se você se esforça para oferecer ao público a cópia genuína, assim que ela for lançada, por que alguém compraria uma cópia pirata?

Nós também tentamos criar soluções para os problemas que criam a pirataria, ao invés de apenas perseguir as pessoas que falsificam os produtos".

(Trecho do depoimento de um profissional de cinema na Nigéria)




Você tem um conceito formado sobre o que é pirataria? Acredita que o fenômeno crescente de pessoas vendendo cópias de DVDs e CDs trata-se apenas de uma ação criminosa?"

Assista este documentário e tire suas próprias conclusões.














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* Alê Barreto tem 38 anos. É administrador, produtor cultural independente, palestrante e gestor de conteúdo também dos blogs Alê Barreto, onde divulga seu processo de trabalho, e Encantadoras Mulheres, um blog que tem por objetivo reciclar valores machistas.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

O caso Radiohead




Alê Barreto
Administrador e produtor cultural independente


Nos dois últimos posts, falamos um pouco sobre a questão do exercício da atividade de músico e a polêmica do registro junto a Ordem dos Músicos no Brasil.

Isso me fez lembrar de uma outra polêmica que é o novo contexto da internet e da cultura livre.

O Antonio Cabral, pesquisador e professor da FGV, um profissional que tive o prazer de trabalhar junto no período que administrei o Nós do Morro, faz uma leitura muito interessante sobre o caso da banda Radiohead. Confira no vídeo do Nós da Comunicação.