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sexta-feira, maio 04, 2012

Gilberto Gil afirma: "A visão de carreira está em cheque"



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Na aula "Produção, Administração ou Gestão Cultural? Reflexões sobre os desafios e oportunidades na cena da produção cultural contemporânea brasileira", que ministrei em Goiânia na Semana de Gestão e Políticas Culturais em Goiânia, promovida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) e Observatório Itaú Cultural, falei o meu olhar (que é apenas um de muitos olhares existente sobre o Brasil) sobre o novo cenário da organização da cultura. 


Um dos componentes deste cenário, que raramente ouço falar em debates e seminários, foi a introdução no Brasil dos conhecimentos de gestão de carreira profissional e, ao mesmo tempo, a desconstrução desta noção.


A noção de gestão em carreira profissional empodera as pessoas que trabalham com arte, cultura, comunicação, entretenimento, produção, enfim, toda a cadeia da economia criativa, a pensarem suas trajetórias profissionais não somente como empregados, mas como agentes livres (free agent). E a "desconstrução desta noção" está sendo as pessoas perceberem que não existe "modelo seguro" para sucesso numa carreira. 


O vídeo acima é um depoimento que Gilberto Gil concedeu ao projeto "Produção Cultural no Brasil". Assista é veja reflexões importantes que ele faz sobre a carreira artística.





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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um ArtistaPresença Digital Saudável), espaços de discussão e reflexão (Observatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

quinta-feira, abril 15, 2010

Citizen 3.0: documentário de Leigh Morfoot investiga como o copyright interfere na produção cultural


Trecho de "Citizen 3.0"


Por Alê Barreto
Administrador, produtor cultural independente e palestrante


Encontrei ontem no Yahoo a matéria de Tatiana de Mello Dias apresentando a entrevista com Leigh Morfoot, diretora do documentário "Citizen 3.0".

Uma frase da entrevista que há tempos venho estudando e dialogando com quem trabalho:

"(...) Os artistas não têm apenas uma maneira de serem bem sucedidos".

Uma frase da entrevista que acho polêmica.

"(...) Todos têm um desejo em comum: conseguir viver de seus trabalhos criativos.

Você concorda com essa afirmação?

Leia a entrevista na íntegra.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

O caso Radiohead




Alê Barreto
Administrador e produtor cultural independente


Nos dois últimos posts, falamos um pouco sobre a questão do exercício da atividade de músico e a polêmica do registro junto a Ordem dos Músicos no Brasil.

Isso me fez lembrar de uma outra polêmica que é o novo contexto da internet e da cultura livre.

O Antonio Cabral, pesquisador e professor da FGV, um profissional que tive o prazer de trabalhar junto no período que administrei o Nós do Morro, faz uma leitura muito interessante sobre o caso da banda Radiohead. Confira no vídeo do Nós da Comunicação.